segunda-feira, 25 de maio de 2026

O IRMÃO SÃO LUIZ PERGUNTA SE É VALIDO ABREVIAR-SE O SOFRIMENTO DE UMA PESSOA.

 


O IRMÃO SÃO LUIZ PERGUNTA SE É VALIDO ABREVIAR-SE O SOFRIMENTO DE UMA PESSOA AGONIZANTE NO LEITO DE DOR, APRESSANDO O SEU FIM?

 

No meu ponto de vista jamais, porque quem somos nós para determinarmos isto. Por mais que uma pessoa venha agonizar no leito de dor, ninguém de nós pode dizer que chegou o seu fim.

Digo isto porque, cada um de nós quando reencarna, vem com a finalidade de pagar os débitos de encarnações passadas e presente, e inclusive cada um escolheu a sua cruz para carregar em busca da perfeição. Se esta pessoa tem que passar por isso, é mais uma razão para não interferirmos, mas podemos sim tentar amenizar o seu sofrimento através de palavras e outros.

Outra coisa que devemos lembrar que existem casos em que a pessoa melhorou, e ficou boa, porque é através do sofrimento que somos lapidados. Veja o diamante para se tornar aquela pedra tão bonita, quantas cinzeladas ela leva.

O materialista que pensa somente na vida material jamais compreenderá isto, mas para nós Espíritas sabemos que a vida terrena tem sempre o seu por que, pois sabemos o que ocorre com o alem túmulo, e conhecemos o pensamento acima levantado.

Por isso irmãos, a recomendação do irmão acima é que podemos abrandar os nossos sofrimentos com remédios na tentativa de sararmos, mas que estejamos longe de encurtarmos os nossos sofrimentos nem que seja por um minuto, porque este do lado Espiritual poderá ser de muito valor.

Outra pergunta que o irmão acima nos faz, se aquela pessoa que esta desgostosa da vida terrena, é justo que procure se suicidar?

Jamais porque até o pensamento de tirar a sua própria vida já vem a ser um suicídio. A morte deste jeito será pura ilusão porque seu Espírito sobrevirá causando-lhe sérios dissabores, e com agravantes. Dizemos isto porque se Espírito sobrevirá e vivera agonizando porque assistira tudo o que ruim aconteceu no seu desencarne, e por certo mais tarde terá que reencarnar num corpo defeituoso.

O certo sempre será encararmos a vida como ela é, e pensando sempre que amanhã será um novo dia, porque na vida nada se perde tudo se transforma.

Outra pergunta do irmão, é se é justo nos expormos ao perigo para salvar alguém, se isto é considerado suicídio?

Claro que não porque tudo vale a nossa intenção, pois existiu devotamento e abnegação, embora soubéssemos que poderíamos perecer. Mas quem de nós saberia se iríamos perecer, pois somente Deus sabe o que estaria nos reservado. A Ele tudo pode e cabe saber o que poderia ter acontecido.

Por ultimo nos faz mais uma nova pergunta. Se aqueles que aceitam seus sofrimentos com resignação por submissão à vontade de Deus, e com vista a sua felicidade na vida futura, podem tornar seus sofrimentos proveitosos aos outros?

Toda vida, porque se privando e se sacrificando acabam poupando o trabalho de muitos, e por outro lado acabam dando um exemplo da submissão a vontade de Deus, e de fé Espírita estimulando os infelizes a serem resignados.

 

Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo. Mensagem escrita e interpretada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado, CURITIBA.PR

terça-feira, 19 de maio de 2026

ABRAÇO FALTA DELE.

 


 

 

 

 

ABRAÇO FALTA DELE.

TAMANHO GG

É uma história verdadeira. 

Uma moça trabalhava em um brechó de um hospital, como voluntária. Certo dia adentrou na loja uma certa "senhora bastante obesa", e de cara a moça pensou que não tinha nada na loja na numeração dela. Se sentiu apreensiva e constrangida naquela situação, vendo a senhora percorrer as araras em busca de algo que a jovem sabia que ela não encontraria. Ficou angustiada, porque não queria que a senhora se sentisse mal pelo tamanho das peças de roupas, se sentindo excluída implícita. Naquele momento a moça orou a Deus e pediu que lhe desse sabedoria para conduzir a situação, evitando que a cliente se sentisse excluída ou humilhada na sua autoestima. Foi quando o esperado aconteceu. A senhora se dirigiu à jovem atendente e disse tristinha: É.  Não tem nada grande, não é?"
E a jovem, sem até aquele momento saber o que diria, simplesmente abriu os braços de uma ponta a outra e lhe respondeu: 
“Quem disse??? Claro que tem!! Olha só o tamanho desse abraço!"
E a abraçou com muito carinho. A senhora então se entregou àquele abraço acolhedor e deixou-se tomar pelas lágrimas exclamando:
-“Há quanto tempo que ninguém me dava um abraço.”
E chorando, tal qual uma criança a procura de um colo, lhe disse:
-“Não encontrei o que vim buscar, mas encontrei muito mais do que procurava".
E naquele momento, através dos braços calorosos daquela jovem, Deus afagou a alma daquela senhora, tão carente de amor e de carinho. 

Quantas almas não se encontram também tão necessitadas de um simples abraço, de uma palavra de carinho, de um gesto de amor. Será que dentro de nós, se procurarmos no nosso baú, lá nas prateleiras da nossa alma, no estoque do nosso coração, também não acharemos algo “grande” que sirva para alguém?

UM ABRAÇO " TAMANHO GG" PARA VOCÊ.

MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

 

ABRAÇO DE UM FILHO.

 


ABRAÇO DE UM FILHO

Há um poder de cura no abraço que ainda desconhecemos.

Abraço cura ódio. Abraço cura ressentimento. Cura cansaço. Cura tristeza.

Quando abraçamos soltamos amarras. Perdemos por instantes as coisas que nos têm feito perder a calma, a paz, a alma...

Quando abraçamos baixamos defesas e permitimos que o outro se aproxime do nosso coração. Os braços se abrem e os corações se aconchegam de uma forma única.

E nada como o abraço de um filho...

Abraço de Eu amo você. Abraço de Que bom que você está aqui. Abraço de Ajude-me.

Abraço de urso. Abraço de Até breve. Abraço de Que saudade!

Quando abraçamos, a felicidade nos visita por alguns segundos e não temos vontade de soltar.

Quando abraçamos somos mais do que dois, somos família, somos planos, somos sonhos possíveis.

E abraço de filho deveria, sim, ser receitado por médico pois rejuvenesce a alma e o corpo.

Estudos já mostram, com clareza, os benefícios das expressões de carinho para o sistema imunológico, para o tratamento da depressão e outros problemas de saúde.

O abraço deixou de ser apenas uma mera expressão de cordialidade ou convenção para se tornar veículo de paz e símbolo de uma nova era de aproximação.

Se a alta tecnologia – mal aproveitada – nos afastou, é o abraço que irá nos unir novamente.

Precisamos nos abraçar mais. Abraços de família, abraços coletivos, abraços engraçados, abraços grátis.

Caem as carrancas, ficam os sorrisos. Somem os desânimos, fica a vontade de viver.

O abraço apertado nos tira do chão por instantes. Saímos do chão das preocupações, do chão da descrença, do chão do pessimismo.

É possível amar de novo, semear de novo. É possível renascer.

E os abraços nos fazem nascer de novo. Fechamos os olhos e quando voltamos a abri-los podemos ser outros, vivendo outra vida, escolhendo outros caminhos.

Nada melhor do que um abraço para começar o dia. Nada melhor do que um abraço de Boa noite.

E, sim, abraço de filho deveria ser receitado por médico, várias vezes ao dia, em doses homeopáticas.

Mas, se não resistirmos a tal orientação, nada nos impede de algumas doses únicas entre essas primeiras, em situações emergenciais.

Um abraço demorado, regado pelas chuvas dos olhos, de desabafo, de tristeza ou de alívio.

Um abraço sem hora de terminar, sem medo, sem constrangimento.

Medicamento valioso, de efeitos colaterais admiráveis para a alma em crescimento.

*   *   *

Mas, se os braços que desejamos abraçar estiverem distantes? Ou não mais presentes aqui? O que fazer?

Aprendamos a abraçar com o pensamento.

O pensamento e a vontade criam outros braços e nossos amores se sentem abraçados por nós da mesma forma.

São forças que ainda conhecemos pouco e que nos surpreenderão quando as tivermos entendido melhor.

Abraços invisíveis a olho nu, mas muito presentes e consoladores para os sentidos do Espírito imortal, que somos todos nós.


Redação do Momento Espírita.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 27, ed. FEP.
Em 30.3.2015.

MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO

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IMPORTÂNCIA DO ABRAÇO.

 


Importância do Abraço

O abraço é muito importante para a saúde de qualquer ser humano. Ninguém vive sozinho! Se ter um abraço amigo é vibrar, mas sem exigir reciprocidade. É um bem-estar muito grande na vida. É dividir as alegrias e repartir as tristezas. Gozar de momentos Inesquecíveis. Rir juntos. O abraço é um dos sentimentos mais preciosos da Vida. Apenas sonhos diferentes. Abraçar vem a ser a troca de boas energias para seguir sempre em frente, na doce tranquilidade da vida.

MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO

ABORTO NA VISÃO ESPÍRITA.

 


ABORTO NA VISÃO ESPÍRITA.

Em que momento acontece o milagre da vida? Em que instante o sopro Divino passa a animar o corpo daquele novo ser que logo surgirá na Terra?

A resposta a essas perguntas sempre inquietou a Humanidade. Debruçaram-se sobre ela filósofos, religiosos e cientistas. Apenas a religião oferece certezas.

O mais interessante é que essas certezas são muito semelhantes, o que indica que as diversas tradições religiosas, ao redor do Mundo, guardam entre si muitas coisas em comum.

Por exemplo, quase todas as religiões ensinam que a vida inicia no momento da concepção.

Naquele momento em que o espermatozoide fecunda o óvulo, inicia-se o mais complexo e comovente processo: a formação de um novo corpo humano.

E, asseguram os religiosos, é nesse instante sublime que o Espírito se une ao corpo em formação.

Por isso, também, todas as religiões são unânimes em reprovar o abortamento. A única exceção é quando a gravidez ameaça a vida da mãe. E isso também é uma unanimidade entre todas as crenças.

Ora, se é assim, se todas as religiões humanas o desaconselham, por que a Humanidade insiste no abortamento?

O que faz com que pai e mãe escolham matar seu filhinho? O que nos move em direção a um ato que vitima uma criatura frágil e desprotegida?

Resposta: nosso egoísmo. Quando nos vemos em uma situação que ameaça nosso conforto, em geral nos defendemos escolhendo uma atitude defensiva.

O problema é quando a nossa atitude defensiva viola os direitos dos outros. E isso, definitivamente, acontece quando se faz um abortamento.

Sim, porque no silêncio do ventre cresce um corpo que já tem dono. Será a morada de um Espírito imortal, abrigará um filho de Deus.

Quantas vezes nós, os que acreditamos em Deus, pensamos que aquele corpo em formação é a morada de um irmão nosso? Um ser especial que as mãos de Deus depositaram em nosso colo?

E como recebemos essa vida nova? O que fazemos com o Divino presente que nos chega às mãos? Será certo sufocá-lo quando está ainda tão frágil e pequenino?

Não. A vida pede proteção, amparo.

Em todos os países e idiomas do Mundo, a maternidade é louvada como sublime. Não podemos, em nome da modernidade, corromper os valores morais e éticos que herdamos. A lei natural é a do progresso. Jamais de retrocesso.

Hoje, o discurso de muita gente é que a mulher deve ter poder de decisão sobre seu corpo.

A legalização do abortamento é tratada como avanço dos direitos humanos, pois se alega que a medida vai proteger as mulheres pobres que fazem abortamentos ilegais.

São argumentações equivocadas. Partem de princípios errôneos.

Primeiro, porque o feto é um ser à parte. Ele não faz parte do corpo da mãe.

E cabe a pergunta: De que direitos humanos falamos? Direitos humanos são para garantir práticas éticas e não para legalizar o assassinato de crianças.

E se desejamos, de fato, proteger as mulheres pobres das consequências de um abortamento ilegal, deveríamos investir em saúde e educação.

São antídotos. Mulheres informadas usarão métodos contraceptivos, terão acesso a informação. Não precisarão matar para evitar uma gestação.

Por outro lado, onde fica o amor que tanto falamos e aspiramos sentir? O exercício do amor nos recomenda cuidar dos mais fracos. Que amor é esse que se desvencilha da vida que floresce?

O amor acolhe, abençoa, fortalece. É a expressão máxima da solidariedade. O amor, com certeza, não mata.

Redação do Momento Espírita.

 


MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

 

 

 

 

 

 

ABORTAMENTO.

 

Abortamento

 

Em que momento acontece o milagre da vida? Em que instante o sopro Divino passa a animar o corpo daquele novo ser que logo surgirá na Terra?

A resposta a essas perguntas sempre inquietou a Humanidade. Debruçaram-se sobre ela filósofos, religiosos e cientistas. Apenas a religião oferece certezas.

O mais interessante é que essas certezas são muito semelhantes, o que indica que as diversas tradições religiosas, ao redor do Mundo, guardam entre si muitas coisas em comum.

Por exemplo, quase todas as religiões ensinam que a vida inicia no momento da concepção.

Naquele momento em que o espermatozoide


fecunda o óvulo, inicia-se o mais complexo e comovente processo: a formação de um novo corpo humano.

E, asseguram os religiosos, é nesse instante sublime que o Espírito se une ao corpo em formação.

Por isso, também, todas as religiões são unânimes em reprovar o abortamento. A única exceção é quando a gravidez ameaça a vida da mãe. E isso também é uma unanimidade entre todas as crenças.

Ora, se é assim, se todas as religiões humanas o desaconselham, por que a Humanidade insiste no abortamento?

O que faz com que pai e mãe escolham matar seu filhinho? O que nos move em direção a um ato que vitima uma criatura frágil e desprotegida?

Resposta: nosso egoísmo. Quando nos vemos em uma situação que ameaça nosso conforto, em geral nos defendemos escolhendo uma atitude defensiva.

O problema é quando a nossa atitude defensiva viola os direitos dos outros. E isso, definitivamente, acontece quando se faz um abortamento.

Sim, porque no silêncio do ventre cresce um corpo que já tem dono. Será a morada de um Espírito imortal, abrigará um filho de Deus.

Quantas vezes nós, os que acreditamos em Deus, pensamos que aquele corpo em formação é a morada de um irmão nosso? Um ser especial que as mãos de Deus depositaram em nosso colo?

E como recebemos essa vida nova? O que fazemos com o Divino presente que nos chega às mãos? Será certo sufocá-lo quando está ainda tão frágil e pequenino?

Não. A vida pede proteção, amparo.

Em todos os países e idiomas do Mundo, a maternidade é louvada como sublime. Não podemos, em nome da modernidade, corromper os valores morais e éticos que herdamos. A lei natural é a do progresso. Jamais de retrocesso.

Hoje, o discurso de muita gente é que a mulher deve ter poder de decisão sobre seu corpo.

A legalização do abortamento é tratada como avanço dos direitos humanos, pois se alega que a medida vai proteger as mulheres pobres que fazem abortamentos ilegais.

São argumentações equivocadas. Partem de princípios errôneos.

Primeiro, porque o feto é um ser à parte. Ele não faz parte do corpo da mãe.

E cabe a pergunta: De que direitos humanos falamos? Direitos humanos são para garantir práticas éticas e não para legalizar o assassinato de crianças.

E se desejamos, de fato, proteger as mulheres pobres das consequências de um abortamento ilegal, deveríamos investir em saúde e educação.

São antídotos. Mulheres informadas usarão métodos contraceptivos, terão acesso a informação. Não precisarão matar para evitar uma gestação.

Por outro lado, onde fica o amor que tanto falamos e aspiramos sentir? O exercício do amor nos recomenda cuidar dos mais fracos. Que amor é esse que se desvencilha da vida que floresce?

O amor acolhe, abençoa, fortalece. É a expressão máxima da solidariedade. O amor, com certeza, não mata.

Redação do Momento Espírita.

 


MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

 

 

ABORRECIMENTOS.

 


Aborrecimentos

 

Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.

Nada mais corriqueiro entre os indivíduos humanos.

Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.

Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.

Compreensível que se agite que se irrite que alteie a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos matizes.

Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.

Contudo, você não veio a Terra para fixar deficiências, mas para tratá-las, cultivando a saúde.

Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.

Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com Deus, à medida que cresça que amadureça que se enobreça.

Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos abençoados com Jesus Cristo e com Seus prepostos.

Assim, observe-se. Conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.

Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.

Aproxime-se um pouco mais dos Benfeitores Espirituais que o amparam.

Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.

Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.

Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas consequências danosas, a fim de não fazer o mesmo.

Cada esforço que você fizer por melhorar-se, por educar-se, será secundado pela ajuda de luminosos Imortais que estão, em todo tempo, investindo no seu progresso, para que, pouco a pouco, mas sempre, você cresça e se ilumine, fazendo-se vitorioso cooperador com Deus, tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de perene formosura.

*   *   *

Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.

E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: Fui o mais forte.

 

Redação do Momento Espírita com base no cap. 13 do livro 
Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira,
ed. Fráter.

Em 06.12.2010.

MENSAGEM COMPARTILHADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO