sábado, 4 de abril de 2026

VISÃO ESPÍRITA DA PÁSCOA.

 


VISÃO ESPÍRITA DA PASCOA.

Eis-nos, uma vez mais, às vésperas de mais uma Páscoa. Nosso pensamento e nossa emoção, ambos cristãos, manifestam nossa sensibilidade psíquica. Deixando de lado o apelo comercial da data, e o caráter de festividade familiar, a exemplo do Natal, nossa atenção e consciência espíritas requerem uma explicação plausível do significado da data e de sua representação perante o contexto filosófico-científico-moral da Doutrina Espírita. 
Deve-se comemorar a Páscoa? Que tipo de celebração, evento ou homenagem é permitida nas instituições espíritas? Como o Espiritismo visualiza o acontecimento da paixão, crucificação, morte e ressurreição de Jesus? 
Em linhas gerais, as instituições espíritas não celebram a Páscoa, nem programam situações específicas para “marcar” a data, como fazem as demais religiões ou filosofias “cristãs”. Todavia, o sentimento de religiosidade que é particular de cada ser-Espírito, é, pela Doutrina Espírita, respeitado, de modo que qualquer manifestação pessoal ou, mesmo, coletiva, acerca da Páscoa não é proibida, nem desaconselhada. 
O certo é que a figura de Jesus assume posição privilegiada no contexto espírita, dizendo-se, inclusive, que a moral de Jesus serve de base para a moral do Espiritismo. Assim, como as pessoas, via de regra, são lembradas, em nossa cultura, pelo que fizeram e reverenciadas nas datas principais de sua existência corpórea (nascimento e morte), é absolutamente comum e verdadeiro lembrarmo-nos das pessoas que nos são caras ou importantes nestas datas. Não há, francamente, nenhum mal nisso. 
Mas, como o Espiritismo não tem dogmas, sacramentos, rituais ou liturgias, a forma de encarar a Páscoa (ou a Natividade) de Jesus, assume uma conotação bastante peculiar. Antes de mencionarmos a significação espírita da Páscoa, faz-se necessário buscar, no tempo, na História da Humanidade, as referências ao acontecimento. 
A Páscoa, primeiramente, não é, de maneira inicial, relacionada ao martírio e sacrifício de Jesus. Veja-se, por exemplo, no Evangelho de Lucas (cap. 22, versículos 15 e 16), a menção, do próprio Cristo, ao evento: “Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes da minha paixão. Porque vos declaro que não tornarei a comer, até que ela se cumpra no Reino de Deus.” Evidente, aí, a referência de que a Páscoa já era uma “comemoração”, na época de Jesus, uma festa cultural e, portanto, o que fez a Igreja foi “aproveitar-se” do sentido da festa, para adaptá-la, dando-lhe um novo significado, associando-o à “imolação” de Jesus, no pós-julgamento, na execução da sentença de Pilatos. 
Historicamente, a Páscoa é a junção de duas festividades muito antigas, comuns entre os povos primitivos, e alimentada pelos judeus, à época de Jesus. Fala-se do “pesah”, uma dança cultural, representando a vida dos povos nômades, numa fase em que a vinculação à terra (com a noção de propriedade) ainda não era flagrante. Também estava associada à “festa dos ázimos”, uma homenagem que os agricultores sedentários faziam às divindades, em razão do início da época da colheita do trigo, agradecendo aos Céus, pela fartura da produção agrícola, da qual saciavam a fome de suas famílias, e propiciavam as trocas nos mercados da época. Ambas eram comemoradas no mês de abril (nisan) e, a partir do evento bíblico denominado “êxodo” (fuga do povo hebreu do Egito), em torno de 1441 a.C., passaram a ser reverenciadas juntas. É esta a Páscoa que o Cristo desejou comemorar junto dos seus mais caros, por ocasião da última ceia. 
Logo após a celebração, foram todos para o Getsêmani, onde os discípulos invigilantes adormeceram, tendo sido o palco do beijo da traição e da prisão do Nazareno. 
Mas há outros elementos “evangélicos” que marcam a Páscoa. Isto porque as vinculações religiosas apontam para a quinta e a sexta-feira santas, o sábado de aleluia e o domingo de páscoa. Os primeiros relacionam-se ao “martírio”, ao sofrimento de Jesus – tão bem retratado neste último filme hollyodiano (A Paixão de Cristo, segundo Mel Gibson) –, e os últimos, à ressurreição e a ascensão de Jesus. 
No que concerne à ressurreição, podemos dizer que a interpretação tradicional aponta para a possibilidade da mantença da estrutura corporal do Cristo, no post-mortem, situação totalmente rechaçada pela ciência, em virtude do apodrecimento e deterioração do envoltório físico. As Igrejas cristãs insistem na hipótese do Cristo ter “subido aos Céus” em corpo e alma, e fará o mesmo em relação a todos os “eleitos” no chamado “juízo final”. Isto é, pessoas que morreram, pelos séculos afora, cujos corpos já foram decompostos e reaproveitados pela terra, ressurgirão, perfeitos, reconstituindo as estruturas orgânicas, do dia do julgamento, onde o Cristo, separá justos e ímpios. 
A lógica e o bom-senso espíritas abominam tal teoria, pela impossibilidade física e pela injustiça moral. Afinal, com a lei dos renascimentos, estabelece-se um critério mais justo para aferir a “competência” ou a “qualificação” de todos os Espíritos. Com “tantas oportunidades quanto sejam necessárias”, no “nascer de novo”, é possível a todos progredirem. 
Mas, como explicar, então as “aparições” de Jesus, nos quarenta dias póstumos, mencionadas pelos religiosos na alusão à Páscoa? 
A fenomenologia espírita (mediúnica) aponta para as manifestações psíquicas descritas como mediunidades. Em algumas ocasiões, como a conversa com Maria de Magdala, que havia ido até o sepulcro para depositar algumas flores e orar, perguntando a Jesus – como se fosse o jardineiro – após ver a lápide removida, “para onde levaram o corpo do Raboni”, podemos estar diante da “materialização”, isto é, a utilização de fluido ectoplásmico – de seres encarnados – para possibilitar que o Espírito seja visto (por todos). Igual circunstância se dá, também, no colóquio de Tomé com os demais discípulos, que já haviam “visto” Jesus, de que ele só acreditaria, se “colocasse as mãos nas chagas do Cristo”. E isto, em verdade, pelos relatos bíblicos, acontece. Noutras situações, estamos diante de uma outra manifestação psíquica conhecida, a mediunidade de vidência, quando, pelo uso de faculdades mediúnicas, alguém pode ver os Espíritos. 
A Páscoa, em verdade, pela interpretação das religiões e seitas tradicionais, acha-se envolta num preocupante e negativo contexto de culpa. Afinal, acredita-se que Jesus teria padecido em razão dos “nossos” pecados, numa alusão descabida de que todo o sofrimento de Jesus teria sido realizado para “nos salvar”, dos nossos próprios erros, ou dos erros cometidos por nossos ancestrais, em especial, os “bíblicos” Adão e Eva, no Paraíso. A presença do “cordeiro imolado”, que cumpre as profecias do Antigo Testamento, quanto à perseguição e violência contra o “filho de Deus”, está flagrantemente aposta em todas as igrejas, nos crucifixos e nos quadros que relatam – em cores vivas – as fases da via sacra. 
Esta tradição judaico-cristã da “culpa” é a grande diferença entre a Páscoa tradicional e a Páscoa espírita, se é que esta última existe. Em verdade, nós espíritas devemos reconhecer a data da Páscoa como a grande – e última lição – de Jesus, que vence as iniqüidades, que retorna triunfante, que prossegue sua cátedra pedagógica, para asseverar que “permaneceria eternamente conosco”, na direção bussolar de nossos passos, doravante. 
Nestes dias de festas materiais e/ou lembranças do sofrimento do Rabi, possamos nós encarar a Páscoa como o momento de transformação, a vera evocação de liberdade, pois, uma vez despojado do envoltório corporal, pôde Jesus retornar ao Plano Espiritual para, de lá, continuar “coordenando” o processo depurativo de nosso orbe. Longe da remissão da celebração de uma festa pastoral ou agrícola, ou da libertação de um povo oprimido, ou da ressurreição de Jesus, possa ela ser encarada por nós, espíritas, como a vitória real da vida sobre a morte, pela certeza da imortalidade e da reencarnação, porque a vida, em essência, só pode ser conceituada como o amor, calcado nos grandes exemplos da própria existência de Jesus, de amor ao próximo e de valorização da própria vida. 
Nesta Páscoa, assim, quando estiveres junto aos teus mais caros, lembra-te de reverenciar os belos exemplos de Jesus, que o imortalizam e que nos guiam para, um dia, também estarmos na condição experimentada por ele, qual seja a de “sermos deuses”, “fazendo brilhar a nossa luz”. 
Comemore, então, meu amigo, uma “outra” Páscoa. A sua Páscoa, a da sua transformação, rumo a uma vida plena.

Marcelo Henrique 
06/04/2006
http://www.feal.com.br/colunistas.php?art_id=23&col_id=13

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sexta-feira, 3 de abril de 2026

IRMÃO DO CORAÇÃO E AMIGO FELIZ ANIVERSÁRIO! NERI ALVES QUADRADO.

  

PARABÉNS MEU IRMÃO E AMIGO NERI ALVES QUADRADO.

 

Irmão do coração e amigo feliz aniversário!

Olha mano, dia 03.04.2026, eu gostaria e tenho a certeza que nossos familiares gostariam de te homenagear, porque vem a ser a data em que você veio ao mundo, e que representa muito para nossa família. Por isso que o outono nascem muitas “coisas” bonitas, e uma destas vem a ser você. Na verdade eu gostaria e os demais familiares de te dizer, que esse dia é e sempre será importante para mim e para nossa família. Este dia foi para nossa família, como se fosse um lindo presente, e foi que Deus que nos deu.

Você foi e sempre será para mim e para nós uma grande conquista de amor e amizade. Quando chegamos ao mundo, já tinha você, e ficou mais leve e mais gostosa com um novo sentido. Por isso queremos te homenagear, e até te pedir desculpas por nos realizarmos em você.

Você vem a ser a nossa alegria, pois quando você nasceu por certo esta felicidade tomou conta da nossa família, por saber que você veio perfeito e cheio de saúde. Esperado com muito amor foi um dia muito importante para a família, e de muita festa no coração, e hoje o nosso amor se renova, pois representa a data em que você veio ao mundo. Que emoção, deve ter sido, para você ver o quando você é importante em nossas vidas. Você continua para nós aquele sujeito cheio de vida.

Hoje uma data como essa do seu aniversário é um dia especial como você, hoje um pouquinho maior, porque é o seu aniversário e de um grande amigo e irmão.

Desejamos que cada manhã Jesus venha a abençoa-lo em seus passos, sua vida e possa colocar um colorido muito especial no seu sorriso.

Com todo amor do mundo, receba de quem o estima e respeita, parabéns.

 

Do teu mano Getulio e de todos os meus familiares.

GETULIO ALGO SOBRE MINHA VIDA.

 


GETULIO ALGO SOBRE A MINHA VIDA.

TEM ALGUMAS PESSOAS QUE PEDEM ALGUMA COISA A MEU RESPEITO, E AQUI DIVULGO ALGO, SOBRE MINHA VIDA EM SI. SOU VIÚVO E ATUALMENTE DIVORCIADO.

DIZER TAMBÉM QUE HOJE SOU APOSENTADO PELO BANCO HSBC HÁ 32 ANOS, POIS ESTOU COM 82 ANOS. COMECEI MINHA VIDA BANCÁRIO NO BANCO COMERCIAL DO PARANÁ, FUI VENDIDO PARA O BAMERINDUS, E DEPOIS PARA O HSBC, E HOJE VINCULADO AO BRADESCO. ENTREI NO BANCO COMO UM SIMPLES BALCONISTA E ME TORNEI AUDITOR DO BANCO. HOJE APOSENTADO ME DEDICO A RELIGIÃO ESPÍRITA QUE TANTO ME DEU A OPORTUNIDADE DE APRENDER E A COLOCAR EM PRÁTICA A FILOSOFIA ESPÍRITA, ONDE ALIO A PSICOLOGIA DO TRABALHO, ONDE ME FORMEI EM TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO NO FIM DE CARREIRA. SOU TÉCNICO TAMBÉM EM CONTABILIDADE E MICROS. NAS HORAS VAGAS GOSTO DE CANTAR A MÚSICA SERTANEJA, ONDE MINHA ALMA SE DESPRENDE. HOJE TENTO AJUDAR A HUMANIDADE ATRAVÉS DO TRABALHO DE APOIO FRATERNO, ISTO EM 8 ANOS, ONDE TENHO UM BLOGGER QUE ATUO NO BRASIL E FORA, COM 4.500.000 PESSOAS QUE ACOMPANHAM MINHAS MENSAGENS E ORIENTAÇOES. NASCI EM JOINVILLE. SC. E VIM PARA O PARANÁ COM 9 MESES AQUI FIQUEI, E HOJE ME CONSIDERO PARANAENSE, POIS FOI AQUI QUE ME APOSENTEI.

E HOJE PRESTO PARA MEU PRÓXIMO O TRABALHO DE APOIO FRATERNO, COLOCANDO OS MEUS CONHECIMENTOS, E MINHAS MEDIUNIDADES CHAMADAS DE INTUITIVA E INSPIRADA.SEMPRE ESCLAREÇO QUE QUEM CURA É DEUS, JESUS E PRINCIPALMENTE A FÉ DE CADA UM.

MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.



MEUS OITENTA E DOIS ANOS.

 


MEUS 82 ANOS.

Aos meus 82 anos, posso dizer que todo este tempo percorrido está sendo de grande valia para a evolução do meu Espírito. Tenho aprendido muito, pois este planeta considero uma grande escola.

Hoje com esta idade, sou confundido como tivesse 60 anos, pois até querem me tirar da fila dos idosos. Não tenho nem ainda cabelos brancos totais e nem rugas acentuadas. Mas o segredo é não beber, não fumar e malhar, pois o corpo físico é a morada do Espírito. E se ele não estiver bem, o Espírito vai chiar. Um dia estava num mercado na fila dos idosos, e o caixa exclamou: Senhor está na fila errada. E daí falei: Por quê? Realmente não tenho 60 anos, e sim 81. Ele ficou admirado e pediu desculpa. Tem também certas ocasiões, que quando tomo a frente da fila para tomar o ônibus, ficam me olhando como dissessem, o cara novo quer dar uma de migue.

Mas lembrando da data que nasci 25 de junho de 1.943, me contaram que naquela época, as coisas não estavam bem no nosso País, pois havia revolução e outros.

Pela medicina quase não nasço, pois minha mãe estava com uma doença chamada malária, e estava grávida junto com outras duas amigas que também esperavam bebês, e estavam com a mesma doença. Com a malária minha mãe teve febre diariamente e meu pai teve que recorrer ao Espiritismo para ter forças e fé para conseguir êxito. Das 3 somente minha mãe chegou a me ter. As outras não tiveram êxito.

Mais quando foi para mim nascer, a vida dela e a minha, a medicina mandou meu pai escolher entre nós dois, pois um de nós teria que partir desse mundo. E isto ficou na escolha do meu pai que queria nós os dois, embora já tivesse 3. E graças ao Espiritismo eu estou aqui, e minha mãe esteve por muito tempo, onde além de mim que era o quarto filho, nasceram mais seis irmãos.

No ponto de vista médico eu sobrevivi, mas seria uma pessoa raquítica e cheia de doenças, mais graças a Deus ele errou, e o Espiritismo acertou.

Outro detalhe que consegui sobre mim, é que na véspera da data do meu nascimento, minha mãe teria ido numa festa de São João.

Por outro lado, soube também, que por eu ter sobrevivido, meu pai ficou tão feliz, que no aniversário meu de 1 ano ele deu um festão de comemoração!!

Como criança o meu pior problema naquela época era a tabuada, onde tive que repetir o primeiro ano por várias vezes. Mas o que não me deixava querer ir para a escola, era as reguadas nas mãos proferidas pelas professoras, que davam quando errávamos a famosa tabuada. Com isso precisava uns cinco para me levar para a escola. E eu me sentia um burro, e a minha mãe dizia que nem o burro é burro, porque quando ele não quer caminhar, ele empaca e não sai do lugar.

Outro problema foi o tal exame de admissão ao ginásio feito lá no Colégio Estadual do Paraná. Foi outro tormento para mim, não sei quantas vezes tive que fazer, porque era ruim na matemática.

Bem, porque eu era ruim nos estudos, meu pai me pôs a ser trabalhador, e como primeiro emprego fui trabalhar num armazém em que ele era sócio, entregando as compras com uma bicicleta que o caixão da frente pesava 14 quilos. Mais tarde num laboratório embalando remédios e despachando para os clientes, lá fiquei até me apresentar ao exército Brasileiro.

Mas venci todas estas barreiras, mais tarde com dezoito anos, tive que me apresentar o ao Exército e peguei um excesso de contingente, e fiquei um ano parado e dependo dos irmãos e meus pais.

Quando fui servir o exército fiquei lá apenas oito meses, dei baixa com destaque em tudo. Sai de lá com uma menção honrosa e uma carta de apresentação. Com isso me apresentei ao Banco Comercial do Paraná, trabalhando no balcão, emprego este arrumado pelo meu irmão Neri, e porque eu jogava bem futebol e eles precisavam de mim no campeonato bancário.

De simples balconista voltei a estudar, e cheguei a uma auditoria, onde tive mesmo morando aqui fiscalizar as agências de São Paulo. Isto foram cinco anos sem ter vida religiosa e social, pois viajava para lá aos Domingos, e vinha dar um cheiro nas Sextas Feiras na família.

Hoje aposentado há 32 anos pelo Banco Bamerindus, curto a vida, e digo não sou rico, mais tenho uma vida que pedi a Deus o suficiente para viver. Sou formado em três cursos profissionalizantes além de bancário aposentado: Técnico em Segurança do Trabalho, em Contabilidade e em Micros. Em segurança do Trabalho tive a oportunidade de estudar a psicologia do trabalho, onde hoje me dá um certo preparo para a vida, e ajudar o meu próximo na minha religião Espírita aliada a filosofia desta Doutrina. Aliando e como médium, dedico a humanidade no apoio fraterno, repartindo meus conhecimentos, e doando minhas mediunidades, intuitiva e inspirada. Hoje fechei este trabalho fraterno com 4.800.000 dentro do Brasil e fora. Trabalho este em oito anos. E em casa na internet.

Olha se eu escrevi isto, foi com o intuito de dizer que não existe grande homem. Que a necessidade obriga a pessoa a mexer, e se faz pela necessidade.  Na vida nada se perde e tudo se transforma, e Deus sempre nos reserva algo lá na frente. Pergunto? Se eu era semi analfabeto pela tabuada que não entrava na minha cabeça. Pergunto mais uma vez? Como fui trabalhar em Banco por 30 anos. Só pode ser por Deus e por esta Doutrina Espírita que me ajuda até hoje.

Lá na frente casado para melhorar as coisas, tive que voltar aos estudos somente tirando dez, e fui destaque, aliás, quase em tudo o que passei. Futebol, exército, Banco, e outros mais.

Hoje com oitenta e dois anos e com a experiência que tenho, digo que tenho 82 anos de experiência.

GETULIO PACHECO QUADRADO.

 

 

GETULIO SUA MISSÃO.

 



MENSAGEM DE GETULIO PACHECO QUADRADO.

 


MENSAGEM DE GETULIO PACHECO QUADRADO.

EU COMO ESPÍRITA CONVICTO, REAFIRMO QUE SOMOS SIM ESPÍRITOS PRECISANDO DE UM CORPO FÍSICO, PARA VIVERMOS NESTE PLANETA CHAMADO DE TERRA, COM O OBJETIVO DE RESGATARMOS AS DIVIDAS PREGRESSAS. TUDO ISTO COM O INTUITO DE PODERMOS NOS REDIMIR DE TUDO AQUILO QUE PLANTAMOS DE RUIM, SEJA NESTA OU EM OUTRA ENCARNAÇÃO. É UMA NOVA CHANCE QUE DEUS NOS DA.

CLARO QUE COMO SERES HUMANOS E ESTAMOS SUJEITOS A ERROS E ACERTOS, MAS É ATRAVES DESTA ENCARNAÇÃO OU DE OUTRAS, QUE VAMOS CONSEGUINDO NOS REDIMIR DAS NOSSAS FALTAS. TEM MUITA GENTE QUE ACHA QUE VEM A SER UM CASTIGO DE DEUS, MAS COMO JÁ DISSEMOS VEM A SER UMA OPORTUNIDADE QUE DEUS NOS DA, MESMO VIVENDO NO MEIO DA TRAÇA, DA FERRUGEM E DA POEIRA.  SE EXISTE A DOR É PORQUE, É ATRAVES DELA QUE DAMOS VALOR A SAÚDE, TANTO FISICA COMO ESPIRITUAL.

REALMENTE PARA QUE POSSAMOS VIVER NA PAZ, TEMOS SIM QUE SABER CONVIVER COM OS ESPINHOS QUE AS VEZES A VIDA NOS APRESENTA, SABENDO QUE EXISTE SIM MUITAS ROSAS NO NOSSO CAMINHO. COM ISSO TEMOS QUE PROCURAR ERRAR O MENOS POSSIVEL, NOS LIVRANDO DO RANCOR, DO ÓDIO QUE PODE RASGAR O NOSSO PEITO. E COM ISSO AFASTAR DE NÓS OS BONS ESPÍRITOS, E DANDO OPORTUNIDADE DOS RUINS CONVIVEREM CONOSCO.

POR ISSO VIVEMOS EM SOCIEDADE, COMEÇANDO PELOS NOSSOS LARES, QUE VEM A SER UMA MINI SOCIEDADE, ONDE APRENDEMOS OS PRIMEIROS PASSOS PARA O AMOR, PARA O PERDÃO, PORQUE NELE NÃO EXISTE SOMENTE OS ESPIRITOS AFINS E SIM OS ALGOSES.

TUDO ESTA DENTRO DAQUILO QUE JESUS APREGOOU: A CADA UM SERA DADO SEGUNDO AS SUAS OBRAS. E QUE DEVEMOS ORAR POR AQUELES QUE NOS PERSEGUEM E CALUNIAM, SEJAM PARENTES OU AQUELES QUE SE TITULAM NOSSOS AMIGOS, CUIDANDO PARA QUE TUDO AQUILO QUE JOGARMOS PARA O LADO DE LA NÃO VOLTE PARA NÓS.

SE SOMOS FILHOS DE DEUS COMO ACHAMOS QUE SOMOS, TEMOS QUE VIVER ASSIM COMO O DITADO DIZ, COMBATENDO CERTAS COISAS, QUE NÃO COADUNAM COM A PALAVRA PERDÃO, AMOR, E OUTROS MAIS.

HOJE O QUE VEMOS, PARECE QUERER VOLTAR A LEI, OLHO POR OLHO. OLHEMOS UM EXEMPLO NO TRANSITO, QUE DIZEM QUE O TRANSITO VEM A SER UMA DISPUTA DE ESPAÇO, MAS DIGO COM EDUCAÇÃO, COISA QUE NINGUÉM COLOCA EM PRÁTICA.

POR ISSO IRMÃOS VAMOS NOS ESFORÇAR, PARA QUE POSSAMOS FAZER DESTE MUNDO, UM MUNDO MELHOR, ONDE POSSAMOS REALMENTE NOS ENXERGAR COMO VERDADEIROS IRMÃOS QUE SOMOS. VAMOS TENTAR PUXAR TODOS PARA O MESMO LADO, PARA O LADO DO BEM E DO AMOR.

MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

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GETULIO PACHECO QUADRADO.