quinta-feira, 2 de abril de 2026

MINHA VIDA AQUI NESTE PLANETA TERRA.

 


MINHA VIDA AQUI NESTE PLANETA TERRA.

Hoje é dia 25.06.2025, dentro da psicologia que eu estudei, procurei escrever isto sem mágoas e rancor de ninguém, mas sim poder deixar algo em torno da minha vida aqui neste planeta terra.

Gostaria de dizer-lhes, que está encarnação está sendo de grande valia para mim, pois encontrei bons amigos, bons familiares, e bons irmãos de fé, e aqueles que não simpatizaram comigo. Mas isto é compreensível. Que seria do vermelho e preto, se todos gostassem do verde e branco. Digo encontrei porque na vida não temos somente pessoas e familiares afins junto de nós, e sim também os antagônicos, pois é a oportunidade de convivermos com todos na busca da perfeição do nosso Espírito. Agora os antagônicos, pode ser nós ou eles, pois sempre que encarnamos esquecemos do passado. Mas quero dizer do fundo da minha alma, que agradeço a todos aqueles que simpatizaram comigo, e os que não simpatizaram o meu muito obrigado pela convivência, pois aprendi em muito a não fazer o que eles fazem. Quero também lhes dizer, que não tive e tenho da minha parte inimigos, pois sempre deitei e dormi com a minha consciência limpa, pois sempre aceitei-os do jeito que são, e sempre rezo por eles para que Deus ilumine a mente deles e a minha, porque não me considero pior e nem melhor que eles. Quero dizer também para aqueles que não gostam de mim, que eu sempre os aceitei como são e oro por eles, como Jesus nos ensinou: Orai por aqueles que vos perseguem e caluniam. E aqueles que não consegui me simpatizar, também oro por mim, pois não me considero melhor e nem pior que eles como já disse. E tem mais, existe na vida a lei da ação e reação, que é a do retorno, que tudo aquilo que jogamos para lá pode voltar para nós.

  Quero mais uma vez dizer, que no fundo não tenho inimigos, pois sempre respeitei o livre arbítrio de cada um, sabendo que cada um de nós estamos num grau de evolução, e estamos aqui vivendo numa grande escola, junto com a traça, a poeira e a ferrugem, porque assim merecemos e pedimos antes de reencarnarmos. Posso não me simpatizar com alguém, mas não tenho nada contra ninguém. Procurei sempre ajudar o meu próximo, seja parente ou não. É por isso que vemos aqui, uns pobres outros ricos, uns sãos outros aleijados, pois todos seguem aquilo que Jesus deixou dito: a cada um será dado segundo as suas obras.

Mas recordando a minha infância, quero lhes dizer, que me dá saudades dos meus pais magníficos que transformaram a minha vida para melhor, dos meus nove irmãos, agradeço a dois que mais se aproximaram de mim: Um para eu cuidar, e outro para me ajudar. Noeli Pacheco Quadrado, e Neri Alves Quadrado. O primeiro me ensinou a não fazer certas coisas, e o segundo devo muito a ele, foi como se fosse o meu Mentor Espiritual aqui na Terra, e sua esposa também Gení. Olha não tenho palavras para vos agradecer. Os outros se os magoei, perdoem-me se não sou aquilo que gostariam que eu fosse, mas na vida nem tudo é igual, nem os gêmeos o são, e ela sempre tem o seu por que. Imagina nós os dez convivendo juntos, aonde cada um vem do seu jeito, com sua personalidade, até que fomos não? Mas valeu, e vale em muito.

Meu agradecimento aos meus amigos do peito, Gilberto Cortezze, Faissal Serlhi, Elevir Dionizio Junior, Vicente e outros do futebol, e aqueles que eu tenha esquecido neste momento. Os do banco: Carlos Raul Eisfeld, Wilson Shening, Severo, o famoso Severão que eu o batizei, e o meu irmão do peito Neri, que me salvou de muitas.

Quanto à família propriamente dita, quero lhes dizer que me desculpem se não sou ou fui aquilo que gostariam que eu fosse. Mas como meu pai terreno escreveu em Espírito para mim. Eu me esforcei, e procurei ser o melhor do mundo para vocês. Como os cem por cento não existem, e a felicidade não é deste mundo, me perdoem por algum deslize. Procurei sempre deixá-los viver com as suas próprias pernas para que pudessem ser o que são hoje, sem me meter em suas vidas familiares: Filhos bons, noras legais, netos bons. Eu sempre estive e estou do lado de vocês, sempre os amei, nunca troquei dinheiro por família, mas sim querendo deixar bons exemplos, os ensinando a pescar, e mostrar que nada cai do céu. Jesus falou: ajuda-te que Deus te ajudará.  Às vezes pareci ser pai omisso, mas sempre presei pela privacidade de vocês, e sempre estive disposto ao diálogo e nunca na imposição. Quando crianças num os bati, sempre dentro da psicologia sempre os orientei dentro do diálogo, para que hoje possam ser o que são: filhos bons, bons maridos, bom pais, trabalhadores, dentro daquilo que nem todos viemos para aqui para sermos doutores. Veja eu sou técnico e bancário, e hoje tenho a vida que pedi: sempre pedi e tive o suficiente para viver: Barriga cheia, contas em dia, nome honrado e boa saúde. Rico nunca intencionei, mas sempre disse: se puder morar em cima do tapete, quem não quer. Meu lema: “pobre” mais limpo como minha mãe me ensinou.

Sem cobrar nada mais, e sim lembrar que não fui aquele bastardo como alguém deve ter me interpretado:

Para meus filhos e para família propriamente dita: dei amor, carros, moradia, dinheiro, paz e tranquilidade, sempre reparti aquilo que Deus me emprestou para viver melhor aqui: pois tudo o que tive e reparti era de Deus e Jesus. Sempre fui fiel depositário, e nada levo a não ser paz e tranquilidade, e o dever cumprido.

Para meus irmãos, ajudei emprestando dinheiro sem cobrar nada, e apoio moral. Dinheiro porque me aposentei e peguei aquele bolo de dinheiro:

Noeli, nós nos ajudamos mutuamente, e eu o assumi, em diversas situações, coisa que hoje seus filhos me amam. Neri, a minha gratidão, também tentei ajuda-lo no pouco que precisou. Noemi ajudei-a a comprar um apto para uma das minhas sobrinhas.

Durval, todo mês ia me pedir emprestado dinheiro, e comprava coisas que eu não tinha, como som, e secretária eletrônica, e tive que pegar para mim. Fajardo ajudei a ser formar em termos de dinheiro, e nas broncas, e me pagou com uma coleção de discos. Graci ajudei a Elaine a ir aos Estados Unidos se aperfeiçoar, e no seu casamento frustrado, e no seu novo casamento.

Hildebrando foi o que mais ajudei. Quando nossa mãe desencarnou, ele foi morar comigo. Depois foi trabalhar no Banco, mas infelizmente não deu no coro, pois dormia encima da ticagem do diário de contas correntes.  Quando ele desempregado e passando por necessidades, e eu já aposentado, procurei montar uma distribuidora no seu lar, coisa que ele parecia ter aptidão. E assim ele ficou como meu sócio apenas na sua figura física, pois em matéria de dinheiro era eu que punha tudo. Com isso procurei dar sustentação a sua família propriamente dita, pagando consumo da luz, da água, telefone, comissão pelas vendas e outros mais.  E assim foi feito. Dei a ele parte da Kombi e dinheiro de tudo.

Somente a Bety e a Áurea não precisaram de mim, e nem eu delas. 

Agora quero deixar dito também: o intuito não é de humilhar ninguém, e sim de mostrar o meu valor devido, pois tem gente que ainda guarda problemas da infância como dona Noemi, que quando estive em Brasília, me recepcionou dizendo. Você veio me ver mesmo com aquilo que aconteceu na sua infância. Quando partir daqui, partirei com o coração tranquilo, do dever cumprido e sejam felizes. Também deixo exemplo para os mais jovens. Continuem lutando, vale a pena, é através do sofrimento que somos lapidados. Eu me fiz praticamente sozinho, claro com a ajuda de Deus, Jesus, Meus Mentores, e a religião Espírita, às vezes tão deturpada por alguns, que deveriam estuda-la para julgá-la. A minha eis esposa MARIA DE LOURDES DA SILVA QUADRADO, que sempre me ajudou a ter a vida que tenho. Quero deixar dito, que sempre a amei e convivi 50 anos juntos, e se estivesse na Terra, eu estaria ainda junto.

 

 

 

GETULIO PACHECO QUADRADO

 

 

MEU NASCIMENTO.

 Chegando agora nos meus oitenta e um anos, e posso dizer que todo este tempo percorrido foi de grande valia para a evolução do meu Espírito. Tenho aprendido muito.

Lembrando desta data 25.06, mas no ano de 1.943 que eu nasci, sei que naquela ano as coisas não estavam bem no nosso País, pois havia revolução e outros.

Meus pais me contaram que quando os aviões dos inimigos passavam por cima da nossa cidade a noite, tocava uma sirene pedindo para tudo parar se não podia levar bomba nas costas.

Mas quando eu nasci já vim dando trabalho para os meus pais, pois minha mãe estava com uma doença chamada malária, e estava grávida junto com outras duas amigas que também esperavam bebês, e estavam com o mesma doença. Com a malária minha mãe teve febre diariamente e meu pai teve que recorrer ao espiritismo para ter forças e fé para conseguir êxito. Das 3 somente minha mãe chegou a me ter. A outras não tiveram êxito.

 Mais quando foi para mim nascer, a vida dela e a minha ficaram na escolha do meu pai que queria nós os dois. Pela medicina um de nós tinha que partir deste mundo, e pelo querido Espiritismo eu estou aqui, e minha mãe esteve por mais tempo, onde além de mim que era o quarto filho, nasceram mais seis irmãos.

 No ponto de vista médico eu sobrevivi, mas seria uma pessoa raquítica e cheia de doenças, mais graças a Deus ele errou, e o Espiritismo acertou.

 Outro detalhe que consegui sobre mim, é que na véspera da data do meu nascimento, minha mãe teria ido numa festa de São João.

Por outro lado, por eu ter sobrevivido, meu pai ficou tão feliz, que no aniversário meu de 1 ano ele deu uma festão de comemoração!!

A minha infância e a minha juventude foi muito boa, conheci vários amigos que hoje inclusive por serem bons já partiram desse mundo, onde tivemos a oportunidade de montarmos uma equipe de futebol e boas amizades. Mas nesta época eu me considerava esquisito, porque a minha alma não coadunava com o meu Espírito. Eu me achava o último dos homens, não tinha profissão e nem qualificação.

Mas como criança o meu pior problema naquela época era a tabuada, onde tive que repetir o primeiro ano uns cinco anos. Mas o que não me deixava querer ir para a escola, era as reguadas nas mãos proferidas pelas professoras, que davam quando errávamos a famosa tabuada. Precisava uns cinco para me levar para a escola. E eu me sentia um burro, e a minha mãe dizia que nem o burro é burro, porque quando ele não quer caminhar, ele empaca e não sai do lugar.

Mas graças a Deus com o tempo venci esta barreira, mais lá na frente tinha o tal exame de admissão ao ginásio feito lá no Colégio Estadual do Paraná. Foi outro tormento para mim, não sei quantas vezes tive que fazer, porque era ruim na matemática.

Bem, porque eu era ruim nos estudos, meu pai me pôs a ser trabalhador, e como primeiro emprego fui trabalhar num armazém em que ele era sócio, entregando as compras com uma bicicleta que o caixão da frente pesava 14 quilos. Mais tarde num laboratório embalando remédios e despachando para os clientes, lá fiquei até me apresentar ao exército Brasileiro.

Mais tarde com dezoito anos, tive que me apresentar o ao Exército e peguei um excesso de contingente, e fiquei um ano parado e dependo dos irmãos e meus pais.

Quando fui servir fui destaque em tudo, pois sai de lá com uma menção honrosa e uma carta de apresentação. Com isso me apresentei ao Banco Comercial do Paraná, trabalhando no balcão, emprego este arrumado pelo meu irmão Neri, e porque eu jogava bem futebol e eles precisavam de mim no campeonato bancário.

De simples balconista cheguei a uma auditoria, onde tive mesmo morando aqui fiscalizar as agências de São Paulo. Isto foram cinco anos ser ter vida religiosa e social, pois viajava para lá aos Domingos, e vinha dar um cheiro nas Sextas Feiras na família.

Hoje aposentado há 30 anos pelo Banco HSBC, curto a vida, e digo não sou rico, mais tenho uma vida que pedi a Deus o suficiente para viver. Sou formado em três cursos profissionalizantes além de bancário aposentado: Técnico em Segurança do Trabalho, em Contabilidade e em Micros. Em segurança do Trabalho tive a oportunidade de estudar a psicologia do trabalho, onde hoje me dá um certo preparo para a vida, e ajudar o meu próximo na minha religião Espírita.

Olha se eu escrevi isto, foi com o intuito de ajudar aqueles jovens que não se acham capaz de fazerem algo na vida, ou ser alguém. Na vida nada se perde e tudo se transforma.

Eu sempre digo que não existe grande homem, porque ele se faz pela necessidade. Exemplo, foi que lá na frente casado para melhorar as coisas, tive que voltar aos estudos somente tirando dez, e fui destaque, aliás, quase em tudo o que passei.

Hoje com oitenta e um  anos e com a experiência que tenho, gostaria de tê-la quando tive vinte anos. Não que a idade me afete, porque todas as idades são boas, desde que estejamos preparados para conviver com ela.

Eu tive este preparo, graças a Deus e a Jesus, sem fanatismo, na minha religião através dos meus Mentores Espirituais que muito me ajudaram e me ajudam, em especial ao meu Irmão Cacique o qual muito agradeço por ele ter transformado a minha vida.

Uma coisa boa que encontrei na internet e gostaria de deixar como exemplo:

Aos quinze anos dediquei o meu coração à aprendizagem;

Aos trinta, assumi o meu lugar;

Aos quarenta fiquei livre de dúvidas;

Aos cinquenta compreendi o Decreto de Deus;

Aos sessenta o meu ouvido estava afinado;

Aos setenta e dois eu segui o desejo do meu coração sem ultrapassar a linha;

Aliás como psicólogo Técnico diz o seguinte:

De zero ano aos sete, a pessoa passa por um recreio, onde na brincadeira não sabe e não quer saber o preço do feijão e outros, Isto é, começa a se adaptar neste mundo;

Aos sete anos, aprende a lidar com esse mundo material, e entra na escola para a alfabetização, e é a época dos por quês?

Dos sete ao quatorze, cresce na identificação com o mundo material, e somos envolvidos por uma série de exigências;

Dos quatorzes aos vinte e um anos, alcançamos a maioridade, onde ocorrem as primeiras paixões, o primeiro emprego, e talvez o primeiro desemprego, e casamento e filhos;

Dos vinte e um aos vinte e oito anos, surge um poderoso impulso profissional, e a pessoa se sente estabelecida na vida, e acaba atraindo compromissos que podem durar pelo resto da vida;

Dos vinte e oito aos trinta e cinco, surge a fase madura da vida;

Dos trinta e cinco aos 42, o indivíduo percebe os limites do seu corpo, e sente os primeiros efeitos do envelhecimento físico;

Dos 42 aos 49 anos, acaba se completando a transição para a meia idade, onde se acentua a necessidade de usar seu talento para compensar a perda da vitalidade física;

Dos quarenta e nove aos 56 anos, a alma da pessoa já tem uma grande experiência da vida, e ainda está no auge da capacidade de trabalho;

Entre 56 a 63, a pessoa ingressa na vida madura;

Dos 63 assim por diante, já não são mais épocas para inovações desnecessárias. No entanto, a atividade profissional e intelectual vivida com a serenidade, é perfeitamente possível até além dos 80.

Mais uma coisa eu digo, todas as idades desde que nos cuidemos são bonitas e gostosas de se viver, mesmo que as vezes possamos encontrar espinhos na nossa caminhada, mas devemos prestar mais atenção as flores que enfeitam as nossas vidas. A família, o lar, a escola da vida, a oportunidade de aprendizagem, ter uma vida alicerçada pela religião, porém sem fanatismo.

Outra coisa que difere, é ser idoso e velho. Idoso ainda é um elemento ativo, e o velho está no período de ser ajudado e cuidado. Tem a fase que nós fizemos por eles, e a fase que deverão fazer por nós.

 

Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado. Meu blogger: getuliomomentoespirita.blogspot.com

 

 

 

 

A VISÃO ESPÍRITA SOBRE A PÁSCOA.

 


A VISÃO ESPÍRITA SOBRE A PÁSCOA

Baseados em uma fé raciocinada acreditamos que a espiritualidade superior, que rege os destinos da humanidade, se valeu dessa data para chamar a atenção do homem para a grande transformação que se avizinhava.

A visão espírita sobre a Páscoa, a Quaresma e sobre a ressurreição de Jesus Cristo difere da visão as igrejas cristãs. A palavra “páscoa” significa “passagem” (vem do hebraico: “pessach”) e é o dia em que se comemora a libertação do povo hebreu do cativeiro, libertado da escravidão por Moisés por volta de 1.441 A.C. Essa comemoração já era tradição quando o Nazareno ainda era menino, portanto, a Páscoa já era uma data comemorativa e comercial antes da morte do cristo. Desta forma, a Páscoa não surgiu para comemorar o seu fulgurante retorno do mundo dos mortos.

Baseados em uma fé raciocinada acreditamos que a espiritualidade superior, que rege os destinos da humanidade, se valeu dessa data para chamar a atenção do homem para a grande transformação que se avizinhava. E que permitiu que desde aquela Páscoa o mundo registrasse os grandes fatos históricos Antes de Cristo e Depois de Cristo (A.C. e D.C.). Foi para que ficasse gravada nos “corações e mentes” da humanidade a grandiosa lição do Mestre Divino: O perdão das ofensas.

Mestre sem precedente Jesus ensinou através do próprio exemplo como o seu povo deveria comemorar a verdadeira páscoa, numa alusão a todo seu evangelho de amor e de justiça.

Nascido judeu, Jesus viveu como judeu, falou aos judeus e foi morto pelos judeus durante a maior festa judaica e da forma mais dolorosa possível: a crucificação. Fato que desnuda a “justiça” primitiva da época. E, da mesma maneira, quando Ele transforma em ensinamento aquele ato de covardia quanto ao apedrejamento de Maria Madalena em praça pública. Jesus, secretamente, denunciou a cada alma presente seus graves débitos perante a Lei Divina, ficando, desta forma, eternizado como sendo o maior exemplo de modelo e guia para a humanidade.

 

Através da mediunidade e benevolência de Chico Xavier e do espírito de Emanuel, seu grande amigo e benfeitor, Chico nos revela que Jesus Cristo é a nossa páscoa, pois nos ensina que Ele não morreu para nos salvar; Mas sim, que Jesus viveu para nos mostrar o caminho da salvação.

E segundo as palavras do benfeitor: ¨Salvação é reparação, restauração, refazimento e regularização de débitos¨.

Desta forma, a Páscoa, na visão espírita, é a grande e última lição de Jesus encarnado no plano físico, como vitória da vida sobre a morte e na certeza da imortalidade da alma e da reencarnação como explicação para todas as dores e para a almejada felicidade humana.

Já os quarenta dias de jejum e preparação para a Páscoa são estendidos pelos espíritas a todos os dias de nossa vida, após o encontro com o cristo redivivo e que exige uma postura renovada. Se jejuar é necessário, então que jejuemos não só de carne, drogadição e excessos sexuais. Jejuemos também da maledicência e atos egoístas, preparando-nos para “comer com o cristo a sua páscoa” … Lucas (cap.22 versículos 15 e 16) “… Tenho desejado ardentemente comer convosco esta páscoa…”

 

Já no que concerne à ressurreição podemos afirmar que a interpretação tradicional aponta para a possibilidade da manutenção da estrutura corporal do Cristo no post mortem. Hipótese totalmente rechaçada pela ciência, em virtude da decomposição do corpo físico.

Enquanto as igrejas cristãs persistirem na crença de que Jesus subiu aos céus em “corpo e alma” e que o mesmo acontecerá a bilhões de corpos já decompostos que se eleitos ressurgirão no chamado juízo final, ocasião em o próprio Cristo separará os justos dos ímpios; Nós espíritas, alertamos para o bom senso, ou seja, compreendemos a impossibilidade física desses fatos.

E quando tentamos entender pela perspectiva espírita as aparições de Jesus após a sua morte física, na citada “Transfiguração de Cristo”, consideramos a utilização de fluídos mais densos por Ele utilizado (fluídos esses que são abundantes na natureza, tal a dos seres encarnados) que possibilitou ao Espírito Divino manifestar-se aos olhos de Maria Madalena e posteriormente aos Apóstolos e, desta forma, imortalizar sua última profecia nos Evangelhos de João e Matheus.

É chegado o momento em que ao celebrarmos a nossa páscoa nós desejamos fraternalmente todo o bem e que consigamos nos perdoar uns aos outros e a agir como se Jesus “permanecesse eternamente conosco, como de fato Ele o está”. E, finalmente, da cruz façamos a ponte entre nós e quem necessita de Jesus em sua vida e das lições do Mestre à construção de um mundo melhor. Bênçãos!

MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO

quarta-feira, 1 de abril de 2026

O QUE É SER MÉDIUM.

 


 

TENHO A CERTEZA DE MUITOS PERGUNTAM O QUE VEM A SER MÉDIUM, INCLUSIVE ATÉ OS DA FAMÍLIA. POR ISSO DIVULGO ESTA MENSAGEM PROCURANDO ESCLARECER A NOSSA MISSÃO.

 

Getulio Lico

O QUE É SER MÉDIUM.

Você se indaga, às vezes, se as sensações que tem sentido são realmente de caráter mediúnico ou apenas estados emocionais ou, ainda, se certos acontecimentos não seriam meras fantasias ou suposições erradas, por ficar impressionado em demasia com tudo o que lhe ocorre.

Porém como saber? Afinal, o que é ser médium?

Usualmente, denomina-se médium aquele em quem a faculdade mediúnica se mostra de forma ostensiva. Entretanto é bom saber que todos os seres humanos têm mediunidade em estado latente, como um princípio, uma semente, que poderá ou não desabrochar no curso da existência terrena.

Allan Kardec, o Codificador do Espiritismo, explica que todos os indivíduos são mais ou menos médiuns, no sentido de que somos influenciáveis pelas sugestões alheias, podendo estas partir de espíritos desencarnados que nos desejam influenciar. Isto se dá através da sintonia mental, de forma espontânea e natural, surgindo na mente do indivíduo como uma ideia, um pressentimento, que são também chamados de “intuição”. Isto pode estar sendo lançado por um espírito desencarnado, e a pessoa aceitará a ideia ou não, dependendo do seu livre arbítrio.

Voltemos ao termo “médium”. É importante saber que esta palavra significa “aquilo que está no meio”. Allan Kardec propôs esta terminologia, inclusive as palavras “Espiritismo”, “espírita”, etc. Para designar coisas novas trazidas pelos Espíritos Superiores à Humanidade.

Assim, médium é o intermediário, aquele que intermédia a comunicação de um espírito com as demais pessoas.

A eclosão da mediunidade não depende de religião, idade, raça ou sexo. Muitas criaturas, não conhecendo nada sobre o assunto, ficam amedrontadas, outras temem as responsabilidades que são inerentes ao exercício mediúnico e recusam-se a conscientizar-se acerca da sua faculdade. Evitam de todas as maneiras qualquer conversa ou situação relacionadas com o tema, mas, se os sinais de mediunidade forem muito evidentes, intensos e frequentes, essas pessoas ficam sujeitas a alguns problemas mais graves decorrentes das presenças espirituais ao seu lado, as quais captam sem saber como se defender ou precaver-se contra assédios negativos.

Mas, afinal, como saber se sou médium ostensivo? É a pergunta que lhe ocorre.

Existem indícios que caracterizam a presença da mediunidade de forma expressiva. O Espiritismo aclara e orienta todo esse processo, auxiliando o médium principiante e possibilitando o exercício da mediunidade de maneira equilibrada e serena, que lhe confere bem-estar e paz interior.

Alguns dos indícios do desabrochar da mediunidade podem ser relacionadas. São eles:

alterações emocionais súbitas;

acentuada sensibilidade emotiva;

vidências;

necessidade compulsiva e inoportuna de escrever ideias que não lhe são próprias;

calafrios, sensação de formigamento nas mãos e na cabeça;

mal-estar em determinados ambientes ou em presença de certas pessoas;

sensações de enfermidades inexistentes.

Estes sintomas podem surgir de forma associada, com maior ou menor intensidade, prevalecendo um ou outro ou vários, conforme a condição espiritual do indivíduo.

Que fique bem claro que alguns desses sintomas citados podem ocorrer, sem que seja necessariamente um sinal de predisposição mediúnica. Outro ponto que merece ser ressaltado é que mediunidade não é doença. Também não deve ser encarada como um privilégio ou, sob outro aspecto, como uma sobrecarga de responsabilidade de tal teor, que somente uns poucos conseguirão levá-la adiante.

O desabrochar da mediunidade representa para o ser humano um horizonte novo que se abre para ele. É um chamamento, um convite a fim de que se volte para o bem, que desperte para as realidades maiores da vida. É uma responsabilidade sim, mas, sendo vivenciada com seriedade, com amor e disciplina, será sempre fonte de benefícios, em primeiro lugar para o próprio médium.

Às vezes as pessoas têm uma impressão distorcida acerca do Espiritismo pelo que a mídia apresenta, ou seja, pessoas que são médiuns mas que, na verdade, não são espíritas, embora assim se apresentem, e que se utilizam da sua faculdade para aparecerem, para divulgarem suas produções mediúnicas, mas que não têm as características espíritas, cujas orientações são sempre voltadas para fins sérios, altruísticos e renovadores, sem qualquer conotação de rituais ou de lucros materiais.

Se você apresenta as características acima mencionadas, se o que lhe está acontecendo se encaixa nestes pontos relacionados, é provável que a mediunidade lhe esteja sinalizando a busca de uma nova vida, de um caminho novo, espiritualizado, para que você encontre, enfim, o sentido transcendente da vida terrena.

“A mediunidade não veio em minha vida por acaso. É um compromisso que assumi perante a Espiritualidade Maior. É como um convite para reavaliar tudo o que fiz até hoje e recomeçar em bases espiritualizadas e seguras, descobrindo através do intercâmbio com os seres invisíveis um novo caminho para ser feliz.”

Do Livro Mediunidade: Caminho para ser feliz - Suely Caldas Schubert - Editora Didier

Abraços Fraternais

Muita Paz

Liana

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/.../o-que-e-ser-medium/...

MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

 

MINHA BIOGRAFIA RELIGIOSA.GETULIO.


BIOGRAFIA RELIGIOSA.

Pois é, eu nasci praticamente num berço Espírita, e com certas partes kármicas por passar:

Minha mãe estava com uma doença chamada de maleita, e a vida aqui ficou entre mim e ela. E com isso o médico mandou meu pai escolher qual de nós dois teríamos que partir desse mundo terreno.

Meu pai se vendo nessa situação falou que queria nós os dois, isto embora ele já possuísse mais três dos meus irmãos. O médico achou impossível, e graças ao Espiritismo minha mãe esteve por aqui por muito tempo gerando mais seis dos meus irmãos, e eu continuo aqui pagando os meus débitos contraídos em encarnações passadas.

 Com tudo isso, o médico falou que eu me salvaria, mas seria uma pessoa cheia de doenças e raquítico, e olha que foi ao contrário, somente agora com 70 anos começo a ter algo, mas não sinto dores pela água fluida que tomo, e por me tratar pelo médico terreno e o Espiritual.

 Na minha infância e quando eu morava com meus pais, eu tinha muito medo de Espíritos, pois lá só se falava disso e meu pai era um Espírita voluntarioso, pois dialogava na rádio e no jornal com o clero, e saia atender a tal família universal que eu não entendia. Via muitos pais de amigos meus se curarem pelo Espiritismo, e com isso me provocava uma curiosidade de olhar por baixo da porta.

Mas mesmo assim eu tinha um medo dos mortos, e minha mãe sempre me dizia que tínhamos que ter medo dos vivos e não deles. Mas eu com o perdão da palavra, no lugar de deparar com um deles, eu preferia urinar na cama de medo de ir ao banheiro. Foram assim até os sete anos, quando comecei a frequentar a escola dominical dos Mensageiros da Paz. Outra coisa que me prejudicava era a minha carcaça que não coadunava com o meu Espírito, eu me achava os últimos dos homens, pois era ruim na matemática, e tinha medo de levar reguada nas mãos.

Ás vezes ficava sentado na beira da calçada e ficava perguntando a mim mesmo, o que seria do meu futuro, com meu pai seria uma coisa e sem ele?

Com o tempo as coisas foram ficando diferentes, e comecei a me destacar no exercito e outros.

Lá no mesmo no Centro Espírita Os Mensageiros da Paz, mais tarde comecei a participar de trabalhos com o meu pai Capitão Manoel Alves Quadrado, Espírita, Jornalista e radialista, num trabalho de desobsessão, isto em conjunto com meu irmão Neri que me dava apoio me incentivava.

Lá aprendi a me concentrar, e ver que as coisas poderiam ser dominadas através do amor. Vi muitos Médiuns caírem no chão tomado por Espírito, e meu pai falava não toque nele, ele tem que se levantar sozinho. Vi muitos Espíritos menos esclarecidos quebrarem cadeiras chamadas de polaco com a sua ira, mas quantos Espíritos conseguimos encaminhar para Jesus e Deus, onde aprendi que a verdadeira caridade seria aquela de não olhamos a quem, de que religião, cor ou raça.

Mais uma coisa eu confesso, fui ser Espírita realmente quando casei, mas antes fui visitar as outras religiões e me perdoem, eram vazias e com respostas fictícias. Perguntávamos fulano por que as pessoas sofrem, por que uns aleijados e outros sãos, uns ricos e outros podres, Deus não é amor? E me respondiam coisa de Deus, ou vá até a tesouraria e pague x de valor e venha aqui que te conto, tudo era movido pelo dinheiro. Muitos no lugar de orarem em silencio desculpem, berravam para todo mundo ouvir, e não gostei.

No Espiritismo acabei encontrando O Livro dos Espíritos, que lá continha perguntas e respostas dos Espíritos Superiores, e era as respostas que eu buscava e de graça, tais como: da onde vim? Para onde vou? O que estou fazendo aqui? Por que sofro? Por que esta disparidade na humanidade se Deus é amor? Por que um dia faz sol e no outro calor, e assim por diante.

Encontrei também outros, como o Evangelho Segundo o Espiritismo, O Livros dos Médiuns, A Gênese, e muitos.

Porém mais tarde eu e meu irmão Neri Alves Quadrado, que era o responsável por datilografar as mensagens de nosso pai para a rádio e o jornal, e que ia se inteirando cada vez mais no assunto, resolvemos fundar um trabalho para nós.

E fomos trabalhar no Centro do Irmão Mateus, e no nosso trabalho conseguimos encaminhar muitos Espíritos sofredores, uns do tempo do Nero e outros. Lá tive a oportunidade de conhecer dois Irmãos Mentores Espirituais, um chamado de Cacique e o outro de Irmão Mateus. O primeiro cuidava da parte Espiritual e o segundo da Saúde Física. Conheci também vários Médiuns, e alguns deles ainda me lembro Sr. Luiz Garcia, Miriam filha do major Carlos Pereira, General Quadros, Capitão Camilo, irmã Rosinha. Sei que muitos deles trabalham ainda no plano Espiritual ajudando a humanidade.

O que mais se afinizou comigo e eu com ele foi o Irmão Cacique, e quero quando partir daqui que ele me de uma chance de trabalhar com ele na mesa Espiritual, ele que trabalhava com a irmã Miriam, e mais tarde com a minha irmã Elizabeth Siema Quadrado.

O nosso trabalho ia de vento em popa, foi quando o nosso irmão Camilo pediu para procurarmos outro Centro Espírita porque queria mudar o discernimento da casa.

Saímos e fomos trabalhar nos fundos do Centro Bom Samaritano, que nosso pai e o Coronel Odisseia estavam tentando abrir esta casa de Deus. Trabalhamos nos fundos e nosso pai na frente da casa.

Mais tarde o Neri resolveu falar com a Presidente do Centro Paranaense de Estudos Espíritas, que nos acolheu. E fomos trabalhar para lá, porque o Bom Samaritano havia fechado as portas.

Lá ficamos um bom tempo juntos, veio trabalhar conosco vários quadrados, ou seja, irmã, cunhado, sobrinhos e outros amigos.

Com o tempo acabei me desligando por dois anos, indo trabalhar no Centro Espírita Pelo Principio Himaláio, e aprendi muito com eles, e acabei mais tarde voltando para o trabalho do Neri que dei o nome de Capitão Manoel Alves Quadrado em louvor ao nosso pai que havia desencarnado.

 

 

 

 

 

 

Trabalhamos algum tempo e fui colocado na função de Vice Presidente da mesa, onde ás vezes doutrinava Espíritos e os encaminhava. Mais tarde comei a estudar mais, e por sete anos consegui montar umas apostilas num linguajar popular, tais como: O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Livro dos Médiuns, e o Livro dos Espíritos, este sintetizado ao mínimo em alguns pormenores.

E com isso foi me concedido quinze minutos para preparar futuros Médiuns, e era difícil dentro destes poucos minutos, foi quando estendi para meia hora, e consegui formar vários Médiuns.

 

Mais tarde me desliguei do trabalho com o meu irmão outra vez, a exemplo dos demais irmãos e resolvemos cada um seguir a sua vida religiosa.

Tive a oportunidade de montar um trabalho chamado de Desenvolvimento Mediúnico num lugar inadequado, pois era o começo de tudo. Lá era a casa do caseiro e sua família, uns chegavam bêbados e imagine o ambiente como se prestava, mas consegui também formar vários Médiuns. Eu tinha antes de começar o trabalho que ir ao salão nobre buscar cadeiras, e montei uma mesa versátil para mim, a qual montava e desmontava, e guardava na porta malas do meu carro.

Mais tarde o Presidente do Centro Paranaense de Estudos Espíritas resolveu me dar um lugar digno no salão nobre, e fui substituir uma irmã Espírita na direção do trabalho das Quintas Feiras à tarde. Montei um trabalho novo, aonde alguns Médiuns do trabalho do meu irmão Neri vieram comigo, e mais tarde foram chegando outros.

Dei o nome do trabalho daquele que me ajudou muito, Irmão Cacique, e o trabalho prosperou muito com o meu novo sistema o de atendimento Espiritual e material. Eu me limitava a ficar na mesa procurando intelectualizar o povo, procurando sempre dirimir dúvidas, e esclarecer como se processava os trabalhos em si. Era uma espécie de pronto socorro, tinha até notícias dos parentes desencarnados e outros. Porém mais tarde por questões óbvias, resolvi me separar, e fui trabalhar nas Quartas Feiras num trabalho mais ou menos parecido com o que fundei.

Mais o que quero agora homenagear, é claro primeiro os meus pais que me deram a iniciação, a minha eis esposa Lourdes, ao meu irmão Neri e Geni, e vários Médiuns já citados e os esquecidos, e ao meu Mentor Irmão Cacique que transformou a minha vida.

Cacique foi um fator muito importante na minha vida, pois a transformou para melhor.

Trabalhei com ele dando passes que ele quando incorporava minha irmã Elizabete, onde muitas peninhas brancas e ditas serem imantadas distribuímos.

Quando casei tinha que juntar o meu salário com a da minha esposa, e o dela só saia vale, eu tinha que rebolar. Foi quando eu fui tomar um passe com ele, e ele me disse que precisava fazer chover na minha horta. Sai meio perplexo e até achando graça, pois não tinha nenhuma horta. Foi quando surgiu na minha ideia de voltar a estudar, e acabei crescendo no Banco, e me lembrei das suas palavras, preciso fazer chover na sua horta. Mas nada veio de graça, ele me intuiu a ideia e eu comprei dentro da máxima ajuda-te que Deus te ajudará.

Todo este tempo sempre sentia a sua proteção, mas uma coisa digo: eles não carregam ninguém no colo, podem até intuir pensamentos, mas somos nós pelo livre arbítrio que escolhemos a nossa estrada. Se escolhermos o caminho errado, eles se ausentam e deixam pelo nosso livre arbítrio seguir o caminho que escolhemos. Ele me deu uma tarefa a de divulgar o Espiritismo, e hoje aposentado procuro cumprir a minha missão, que quando na ativa já fazia, mas hoje melhor ainda.

Isto não foi de graça o que recebi, e nem milagre, e não fiz acordo com nenhum Satanás como chamam por aí, e nem com nenhum um Espírito menos esclarecido. Ajudei-me e eles me ajudaram Cacique e sua equipe, Deus e Jesus.

Olha outra coisa deixo claro, não vamos misturar religião com dinheiro, mais até nisso me ajudaram. Mas tenho outra estória para contar: tomando outro passe mais tarde e a minha situação financeira não estava boa, e ele falou: que tal se você ganha na loteria. Sai da sala e perguntei a mim mesmo, se não jogo como vou ganhar? Um dia estava em casa com minha esposa e meu irmão mais velho, e recebi uma correspondência que me dizia ter ganhado R$ 50.000,00 num seguro do banco que era sorteado o prêmio em vida. Comecei a pular de alegria, e me chamaram de louco. Eu me lembrei de mais uma vez dele e agradeci. E também já ganhei R$ 300,00 no Tc.

Com os cinquenta mil reais concretizei meus sonhos, melhorei financeiramente, comprei um carro conversível seminovo, montei uma casa na praia, e pude ter uma TV das grandes que só os ricos tinham. Com isso comecei a me beliscar, querendo ver se eu não tinha partido daqui, pois os meus três sonhos haviam sido realizados.

Durante a minha vida bancária tive muita gente com inveja e outras pelo meu destaque, e este irmão sempre me aconselhou para ter paciência e outros, e me tirou de várias enroscadas.

Olha! Eu tenho uma verdadeira admiração por este irmão chamado de Cacique, que sempre me ajudou e hoje é o meu Mentor Espiritual, e quando partir daqui gostaria de trabalhar com ele na mesa Espiritual.

Com tudo isso procuro também admirar aquele senhor chamado de Lavoisier, que disse: “NA VIDA NADA SE PERDE E SIM TUDO SE TRANSFORMA”. E é verdade quem de nós sabe o que vai acontecer no seu futuro, ou esta reservado para si ou para sua família. O importante é plantarmos boas sementes no presente, para que elas germinem no futuro. Mas uma coisa é bom que saibamos que nada cai do Céu.

Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado, não com o intuito de aparecer ou por vaidade, e sim ajudar a humanidade tão descrente da vida, os quais muitas vezes param no caminho e ficam a espera de milagres que não existem.

 

 

 


 

segunda-feira, 23 de março de 2026

PAI A IMPORTÂNCIA DE SERVIR DE EXEMPLO.

 


Pai: a importância de servir de exemplo

Por Antônio Moris Cury

Ao contrário do que alguns pensam, ser pai implica enorme responsabilidade. E, sem qualquer exagero, constitui verdadeira missão.

O Livro dos Espíritos, a obra fundamental do Espiritismo, na questão 491, ao tratar do Espírito Protetor ou Anjo da Guarda define a sua missão como sendo a de um pai com relação aos filhos; a de guiar o seu protegido pela senda do bem, auxiliá-lo com seus conselhos, consolá-lo nas suas aflições, levantar-lhe o ânimo nas provas da vida (93ª ed. FEB, 2013, página 247).

Não é pouca coisa.

Primeiro, porque equipara a missão do pai [biológico ou não] à do Espírito Protetor ou Anjo da Guarda, quando se sabe que este pertence a uma ordem elevada (questão 490 da monumental obra antes citada, que completou 157 anos de circulação, em 18 de abril de 2014).

Segundo, por que guiar o filho pela senda do bem, auxiliá-lo com seus conselhos, consolá-lo em suas aflições e levantar-lhe o ânimo nas provas da vida não é tarefa simples, embora seja perfeitamente factível.

Por que não é uma tarefa simples?

Por várias razões, entre elas a de que vivemos na Terra, um planeta de expiações e de provas, de categoria inferior no Universo, onde imperam o mal e a imperfeição. Logo, o bom encaminhamento dos filhos exige maior firmeza ainda, maior consciência, mais conhecimento, mais dedicação, maior empenho e, sobretudo, os melhores exemplos, naturalmente, tudo isto com muito amor na mente e no coração. A propósito do exemplo: sabemos, todos, de cor e salteado, que o exemplo vale mais do que mil palavras.

Por que esta tarefa é perfeitamente factível?

Por fazer parte do curso natural das existências. Ontem fomos filhos, hoje somos pais, amanhã seremos avós (pais com açúcar, pais duas vezes), e assim sucessivamente.

Os ensinamentos cristãos, à luz da veneranda Doutrina Espírita, tornam a tarefa da paternidade bastante facilitada, uma vez que, desde logo, se compreende que o filho que chega à nossa casa é um Ser Espiritual, com a sua individualidade inteiramente preservada e constituída da bagagem que construiu em outras existências [com o conhecimento que obteve e consolidou, com as virtudes que conquistou e, também, com os erros, males e equívocos que não conseguiu superar e reparar anteriormente] e, em geral, no pleno exercício de seu livre-arbítrio.

Chega frágil e dependente, exatamente para receber o de que necessita para se desenvolver em todos os sentidos. Extraordinária sabedoria de Deus, que, assim, promove a produção de ensinamento duplo, a um só tempo. Rico, riquíssimo, aprendizado para ambos, pai e filho.

Aprendizagem especialíssima, visto que a Vida tem seu curso natural, normal, no plano material, onde agora nos encontramos, e prossegue no plano espiritual, para onde voltaremos, uma vez que somos os seres pensantes da Criação, imortais e indestrutíveis. Viveremos para sempre, ora no corpo físico, ora fora dele. Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei, tal como se pode ler no túmulo do corpo físico de Allan Kardec no Cemitério Père Lachaise, em Paris, França.

Com magnífica inspiração, Carlos Torres Pastorino afirmou: Você, que é pai, é a criatura mais feliz sobre a face da Terra. Levante os braços aos céus e agradeça a Deus a misericórdia que lhe concedeu. Mas lembre-se de que não basta dar aos filhos o sustento e a instrução. Algo existe mais importante que tudo isso: é o exemplo. Dê a seus filhos o exemplo do trabalho, da honestidade, da dignidade em toda a sua vida (Minutos de Sabedoria, 23ª ed. Vozes, 1985, página 184).

Há muitos e muitos séculos, o jurista romano Ulpiano aconselhava aos juízes que, no exercício de seu ofício, não lesassem o próximo, dessem a cada um o que era seu e vivessem honestamente. Claro que tal aconselhamento servia, como hoje ainda serve, para todos, e não apenas para os magistrados de então.

Na mesma linha de pensamento, o Espírito Thereza de Brito, através do eminente e ilustrado médium Raul Teixeira, orienta: Você sabe que ser pai no mundo é honrosa oportunidade com que Deus brinda o homem, com que abençoa a masculinidade, homenageando a sua função co-criadora, ao lado da mulher que se fez mãe pelos vínculos carnais… Você pode e necessita, meu amigo, na condição de genitor, participar desse luminoso esforço, que é o de conduzir ao Criador as almas que lhe foram apresentadas na função de filhos… Mas não se olvide de que todas as suas orientações, palavras e ensinos se esboroarão, ruirão por terra, se você apenas quiser ensinar, sem que viva, nobremente, os ensinos que ministra. (Vereda Familiar, 3ª ed. Fráter, 1995, páginas 117 e 119).

Trabalho, honestidade, ética, dignidade, dedicação, opção pelo Bem, amor. Virtudes, qualidades, características que todos podemos e devemos conquistar, exercer e transmitir [não esqueçamos que sempre é tempo de começar ou de recomeçar], pelo exemplo, e, sobretudo, pelo próprio exemplo.

MENSAGEM DIVULGAA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

SER PAI.

 


Ser pai

 

Ser pai é ser especial. É, na masculinidade, guardar doçura.

É ser homem e ser afetuoso.

Ser pai é, sendo administrador, administrar tão bem o tempo, que nunca faltem minutos para atender o telefonema do filho, com atenção. Um telefonema que fale do entusiasmo dele por ter conseguido fazer um gol para o seu time, na escola.

Ser pai é não se afogar no mar dos negócios, mesmo que na sua qualidade de executivo, muitas sejam as horas que a profissão lhe exija.

É, sendo lavrador, preparar a terra do coração do filho para receber as sementes do bem, regando-as todos os dias com o seu carinho, demonstrando, na prática, que nenhuma tarefa é mais importante do que a que tenha a ver com os sentimentos das criaturas.

Ser pai é, sendo músico, ter sensibilidade suficiente para colocar, no pentagrama da vida do seu filho, as mais sublimes notas da compreensão, da tolerância e do amor.

Sendo poeta, escrever as mais belas rimas da ternura com os versos simples do companheirismo e da alegria.

Ser pai é, na qualidade de mecânico hábil, estar apto a consertar os estragos que alheias ideias possam estabelecer na estrutura delicada do caráter do seu filho. É saber utilizar com maestria as ferramentas de precisão, aferindo oportunidade e valores para as lições que o conduzirão na vida.

Ser pai é, como escultor habilidoso, esculpir formas mais primorosas no caráter do filho.

Como instrutor, ministrar-lhe as lições da sua experiência pessoal, e falar-lhe das lições imortais da vida maior.

Ser pai é,  sendo motorista, não esquecer de que deve dirigir a vida do seu filho para a rota segura do dever, a fim de o transformar em um cidadão honrado e um homem de bem.

Ser pai é, sendo magistrado, saber julgar com imparcialidade as traquinagens do seu rebento, analisando todos os fatos e dispondo-se a ouvir todas as partes envolvidas, a fim de sentenciar com justiça.

Ser pai é, sendo médico, ter a notabilidade de um cirurgião para, no tempo certo, realizar a cirurgia de profundidade, descobrindo nas entranhas do Espírito, as tendências do filho e as trabalhar, burilando-as.

Ser pai é, sendo enfermeiro, não esquecer de colocar curativos nos machucados do joelho, do cotovelo e providenciar medicamento apropriado para coração partido pela dor da primeira desilusão de amor.

Ser pai é, sendo ator, deixar de brilhar tanto nos palcos do mundo para se apresentar à restrita plateia de um garoto que o espera, todos os dias, para assistir a sua encenação da mais bela peça teatral, a da paternidade.

Ser pai é, sendo cantor, modular a voz e criar canções de ninar para embalar o filho cansado das brincadeiras do dia.

Ser pai é, sendo desportista, ter braços rijos para suspender o filho com firmeza, abraçá-lo com vigor e lhe segredar ao coração: Te amo muito.

*   *   *

Existem homens que almejam missões surpreendentes. Existem outros que sonham com conquistas extraordinárias.

Existem os que planejam ter sobre si os olhos do mundo.

No entanto, a missão mais surpreendente, a conquista mais extraordinária é a da paternidade responsável.

E o olhar mais importante é de um pequeno que espera, ao final do dia, na porta de casa e sorri, e corre e grita ao te descobrir o vulto alto e forte: Oi, Papi, que bom que você chegou.

 

Redação do Momento Espírita.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 19, ed. FEP.
Em 9.8.2014.

MENSAGEM LIDA E DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.