sexta-feira, 20 de março de 2026

PAI NOSSO DE EMMANUEL.

 PAI NOSSO DE EMMANUEL

 

Nosso Pai, que estais em toda parte.

Santificado seja o Teu nome no louvor de todas as criaturas.

Venha a nós o Teu reino de amor e sabedoria, e seja feita a Tua vontade acima de nossos desejos; tanto na Terra, quanto nos círculos Espirituais.

O pão nosso da mente e do corpo dá-nos hoje.

Perdoa as nossas dividas, e ensina-nos a perdoar nossos devedores com o esquecimento de todo mal.

Não permitas que venhamos a cair sob os golpes da tentação de nossa própria inferioridade. Livra-nos do mal que ainda possa residir em nós mesmos.

Porque somente em Ti brilha a luz eterna do reino e do poder, da glória e da paz, da justiça e do amor para sempre.

Que assim seja.

Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado. Curitiba.


 

PAI NOSSO DAS FLORES,

 

PAI NOSSO DAS FLORES.


Pai Amado que estais nos Céus,

na terra e em todos os mundos Espirituais.

Santificado e bendito seja sempre o Vosso Nome,

mesmo quando a dor e a desilusão ferirem os nossos corações.

O pão nosso de cada dia o do Espírito e do corpo, que revigoram as nossas forças físicas e Espirituais, dai-nos hoje e sempre Senhor.

Perdoai as nossas dívidas assim como o Senhor espera de cada um de nós façamos, mas antes nos ensinai a merecer o Vosso perdão, perdoando aqueles que nos fazem sofrer, provocando-nos dores e que espezinham os nossos corações, e acabam destruindo as nossas ilusões.

Que possamos perdoá-los não com os lábios, mais sim com o coração.

Afasta do nosso caminho todo sentimento contrário a caridade.

Que este Pai Nosso seja dadivoso para com todos aqueles que sofrem, sejam eles encarnados ou desencarnados.

Que uma partícula deste Pai Nosso vá até os cárceres, onde alguns sofrem merecidamente e outros por erro da justiça.

Que vá até os hospícios, iluminando aqueles cérebros conturbados.

Que vá até os hospitais, onde muitos choram e sofrem sem o consolo de uma palavra amiga.

Que aqueles que neste momento retornam a vida Espiritual possam ter um guia e Vosso perdão.

Que este Pai Nosso vá até os lupanares, e ilumine aqueles cérebros perturbados que ali foram tangidas pela fome, dando-lhes apoio e a fé.

Que vá até aqueles trabalhadores que se expõem a atividades de risco, protegendo-os, para que eles possam retornar aos seus lares ilesos.

Tende piedade dos órfãos e das viúvas, e daqueles que até esta hora não tiveram um pedaço de pão.

Tende compaixão dos navegadores dos mares bravios, que lutam com os vendavais e outros.

Tende piedade da mulher que abre os olhos do ser para a vida.

Que este Pai Nosso vá até os dirigentes das Nações, principalmente os nossos, para que evitem a guerra e cultivem a paz, e que pensem mais no povo.

Que a paz e a harmonia do bem fiquem entre nós, e estejam com todos.

Que assim seja.

PAI NOSSO DA VILA TINGUI.

 

PAI NOSSO DA VILA TINGUI.


Pai Amado que estais nos Céus,

na terra e em todos os mundos Espirituais.

Santificado e bendito seja sempre o Vosso Nome,

mesmo quando a dor e a desilusão ferirem os nossos corações.

O pão nosso de cada dia o do Espírito e do corpo, que revigoram as nossas forças físicas e Espirituais, dai-nos hoje e sempre Senhor.

Perdoai as nossas dívidas assim como o Senhor espera de cada um de nós façamos, mas antes nos ensinai a merecer o Vosso perdão, perdoando aqueles que nos fazem sofrer, provocando-nos dores e que espezinham os nossos corações, e acabam destruindo as nossas ilusões.

Que possamos perdoá-los não com os lábios, mais sim com o coração.

Afasta do nosso caminho todo sentimento contrário a caridade.

Que este Pai Nosso seja dadivoso para com todos aqueles que sofrem, sejam eles encarnados ou desencarnados.

Que uma partícula deste Pai Nosso vá até os cárceres, onde alguns sofrem merecidamente e outros por erro da justiça.

Que vá até os hospícios, iluminando aqueles cérebros conturbados.

Que vá até os hospitais, onde muitos choram e sofrem sem o consolo de uma palavra amiga.

Que aqueles que neste momento retornam a vida Espiritual possam ter um guia e Vosso perdão.

Que este Pai Nosso vá até os lupanares, e ilumine aqueles cérebros perturbados que ali foram tangidas pela fome, dando-lhes apoio e a fé.

Que vá até aqueles trabalhadores que se expõem a atividades de risco, protegendo-os, para que eles possam retornar aos seus lares ilesos.

Tende piedade dos órfãos e das viúvas, e daqueles que até esta hora não tiveram um pedaço de pão.

Tende compaixão dos navegadores dos mares bravios, que lutam com os vendavais e outros.

Tende piedade da mulher que abre os olhos do ser para a vida.

Que este Pai Nosso vá até os dirigentes das Nações, principalmente os nossos, para que evitem a guerra e cultivem a paz, e que pensem mais no povo.

Que a paz e a harmonia do bem fiquem entre nós, e estejam com todos.

Que assim seja.

MEU PAI.

 Meu pai

Todos os que fomos acalentados pelo amor paterno, com certeza, recordamos nosso velho com saudade. Particularmente, quando nós mesmos nos tornamos pais, as lembranças acodem aos atropelos.

Na acústica da alma, ainda ouvimos os passos firmes nas noites de trovoadas, a conferir em sua ronda, janelas, trancas, cortinas, o sono da criançada.

Se fecharmos os olhos, podemos sentir o deslizar da sua mão levemente pelo nosso rosto e o puxar cuidadoso do cobertor.

Vemos sua silhueta se perdendo na penumbra e ouvimos o último abrir e fechar da geladeira.

Recordamos da criança que fomos e que ficava à espera da sua volta do trabalho. Aqueles que tivemos pais cujo trabalho exigia muitos dias fora do lar, podemos sentir outra vez o coração aos atropelos, lembrando o som do carro dele, chegando, na madrugada.

Será que lembrou de trazer um presente? Será que a sua barba está por fazer e vai espetar o nosso rosto?

Recordamos o passeio dos fins de semana, do presente de aniversário, da ceia de Natal. Até das broncas após as nossas malandragens.

Igualmente lembramos dos carinhos à chegada de nosso boletim, a alegria após passar de ano. A comemoração em família pelas nossas vitórias: fundamental, ensino médio, vestibular, faculdade, e outros mais.

E quando chegamos à adolescência? Quantos cuidados! Quem são os seus companheiros? Com quem você vai sair? Aonde vai?

Não fume. Não beba. Não exceda a velocidade. Respeite os sinais de trânsito.

É hora de chegar? Não falei para chegar antes da meia-noite?

Filho respeite os mais velhos. Faça um carinho nos seus avós. Quando, afinal, vai se decidir a trabalhar?

Garoto, vou lhe cortar a mesada.


Olhando as rugas estampadas no rosto de nosso pai, somos tomados de carinho e nos curvamos diante dele. Quantos anos vividos no calor do lar paterno. Quantas lições!

Lições que hoje repassamos para os nossos próprios filhos e, sem nos darmos conta, vamos repetindo os mesmos gestos dele. Daquele que há sessenta, setenta anos renasceu e um dia se tornou nosso pai.

Olhamos nossos filhos e, lembrando de como a generosidade de nosso pai, os seus cuidados nos fizeram bem ao caráter, nos esmeramos no atendimento aos nossos próprios rebentos.

Por tudo isso, outra vez, é que a nossa gratidão cresce no peito e explode em uma grande manifestação de afeto. E, como se nosso pai fosse uma criança pequena, abraçamos o velho e o embalamos em nossos braços, com a mesma canção de ninar que um dia ele embalou a nossa infância.

*   *   *

As mensagens repassadas às crianças calam profundamente em suas almas. Embora o tempo, a distância, as circunstâncias mais adversas, tudo o que as aninhou e animou nos anos infantis repercute pela vida afora.

Eis porque a infância tem um caráter de primordial importância ao ser humano. É nesse período de repouso para o Espírito, que se prepara para as lutas do mundo, que o ser se abastece de energias, vigor, valores reais que são, em verdade, as únicas heranças autênticas que os pais legam aos filhos.

 

Redação do Momento Espírita, a partir do texto Pai, de autoria desconhecida.
Disponível no cd Momento Espírita, v. 19, ed. Fep.
Em 01.02.2012.

 

MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADR

MEU PAI, MEU HERÓI.

 


Meu pai, meu herói

Quando eu cheguei a este mundo, não sabia ao certo o que estava fazendo aqui, até que percebi que havia alguém para me orientar na jornada.

Um dia, quando você me ergueu nos braços, elevando-me acima da sua cabeça, descobri que você queria que eu percebesse o mundo de um ponto de vista muito abrangente.

Quando comecei a ensaiar meus primeiros passos, com a musculatura das pernas ainda frágil, você me sustentou segurando-me a mão, e entendi que você não desejava me carregar no colo para sempre: queria que eu andasse com as próprias pernas.

Quando entrei em casa pela primeira vez, ofegante, me queixando dos amigos, você disse para eu me acertar com eles, e compreendi que deveria assumir a responsabilidade pelos meus próprios atos.

Quando trouxe para casa minha primeira lição e você se sentou ao meu lado, orientando-me, mas não fez a lição para mim, entendi que você desejava que o aprendizado fosse uma conquista minha.

No dia em que alguns objetos alheios foram parar em minha mochila escolar, você, sem me ofender, me pediu para devolver ao legítimo dono, e compreendi que você queria fazer de mim uma pessoa honesta.

Quando, um dia, meus amigos saíram da sala e tracei alguns comentários maldosos sobre eles, e você me disse que não devemos falar mal das pessoas ausentes, aprendi as lições da sinceridade e do respeito.

Nos momentos difíceis, você estava sempre ao meu lado para me apoiar, e nas horas alegres não me faltou o seu abraço para compartilhar.

Quando fraquejei diante do primeiro embate da vida, você me falou de coragem...

Quando chorei as lágrimas provocadas pelo primeiro sofrimento, você me falou de resignação...

Quando desejei fugir dos compromissos que se apresentavam, você me falou de responsabilidade...

Quando pensei em mentir para um amigo, você me falou de fidelidade...

Quando senti em minha alma os açoites dos primeiros vendavais, você me falou de flexibilidade, e aprendi a me dobrar para não quebrar, como o pequeno ramo verde faz diante dos golpes do vento.

Quando você pressentiu em meu olhar a insinuação da vingança, me falou do perdão...

Quando desejei salvar o mundo, nos ardentes dias da juventude, você me ensinou a moderação e o bom senso.

Quando quis me submeter aos modismos do grupo, você me falou de liberdade.

Quando me iludi, pensando que o mundo era meu, você me falou do Criador do Universo...

Assim, meu pai, desejo dizer que você sempre foi meu herói, meu amigo, meu grande mestre, meu companheiro de caminhada...

Você foi firme, quando era de firmeza que eu precisava...

Você foi terno, quando era de ternura que eu necessitava... Você foi lúcido, quando era de lucidez que eu precisava...

Quando eu cheguei a este mundo, não sabia ao certo o que estava fazendo aqui, até que percebi que havia alguém para me orientar na jornada...

Hoje, bem, hoje eu sei claramente o que estou fazendo aqui, porque você, meu pai, fez mais que apenas me orientar, você caminhou ao meu lado muitas vezes, me seguiu de perto outras tantas, e andou à minha frente muitas outras, deixando rastros de luz, como diretrizes seguras que eu pudesse seguir.

Hoje eu sei muito bem o papel que me cabe na construção de um mundo melhor, porque isso eu aprendi com você, meu grande e admirado amigo...

E quando eu vejo tantos jovens perdidos, sem rumo e sem esperança, vagando entre a violência e a morte, eu peço a Deus por eles, porque é bem possível que não tenham tido a felicidade de ter um pai como eu...

E peço a Deus por você, papai, meu grande amigo.

 

Redação do Momento Espírita.
Disponível no CD Momento Espírita, Coletânea v. 8 e 9
e livro Momento Espírita, v. 4, ed. FEP.
Em 20.11.2013.

MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

 

UM PAI EXEMPLAR II.

 


Um pai exemplar

 

Divaldo Pereira Franco fundou e mantém uma Instituição Espírita intitulada Mansão do Caminho, na cidade de Salvador, Bahia.

Ele já criou e educou centenas de filhos adotivos, crianças abandonadas nas ruas por seus pais biológicos ou que eram vítimas da orfandade.

Muitos casos lindos sua história já registrou. E dentre tantas há a de um garotinho singular.

Desde a mais tenra idade, ele mostrou uma característica bem marcante: o instinto assassino.

Ele queria matar alguém. Sempre que o contrariavam, ele fazia, com as próprias mãos, facas dos mais variados tipos e com os mais diferentes materiais.

Vez que outra uma das tias responsável pelas crianças entrava desesperada no escritório de Divaldo com o menino em seu encalço.

Vim lhe pedir socorro pois o garoto já fez outra arma e quer matar alguém.

Divaldo deixava o serviço por um instante e chamava carinhosamente o menino. Colocava-o em seu colo e lhe perguntava:

Filho, o que aconteceu desta vez?

E o menino falava com respiração alterada e lágrimas escorrendo pelas faces: É que estou com muita raiva e quero matar aquele moleque.

Divaldo, usando de muita psicologia, dizia calmamente ao filho: Então, vamos fazer um trato. Eu vou ajudar você, mas por enquanto deixe a arma comigo e depois que eu terminar o serviço, nós iremos.

O garoto aceitava a proposta, embora sempre contrariado. E muitas foram as vezes que ele entrou esbaforido no escritório pedindo uma de suas armas, urgente, para matar alguém.

Essas cenas se repetiram muitas e muitas vezes durante a infância e adolescência daquele filho rebelde. E Divaldo colecionou dezenas de facas, punhais e outras armas.

Um dia, Divaldo perguntou-lhe porque desejava tanto matar alguém e ele respondeu: É porque tenho muita vontade de sentir o sangue quente escorrendo pela minha mão.

Quando o rapaz completou dezoito anos, pediu ao pai para deixar a Instituição e partir em busca de outros caminhos.

Divaldo o chamou em particular e lhe fez uma pergunta: Meu filho, você ainda sente vontade de matar alguém?

O jovem abaixou a cabeça e respondeu, muito constrangido: Sim, eu ainda sinto.

Divaldo colocou delicadamente a mão sob seu queixo, levantando-lhe o rosto e, olhando-o nos olhos, disse-lhe com voz de tristeza:

Filho, eu quero que você me prometa uma coisa: Se um dia você decidir matar alguém, peço-lhe que volte aqui e mate-me primeiro, porque fui eu que falhei na sua educação.

Aquelas palavras caíram como uma bomba no coração do jovem. Dias depois eles se despediram, num longo e afetuoso abraço.

Os anos se passaram. Certo dia, o orador estava numa cidade no interior de São Paulo para receber o título de cidadão honorário, quando alguém o aborda e lhe diz que na sala anexa ao salão onde se realizaria a cerimônia, havia um artista plástico, famoso na localidade, que queira lhe oferecer um quadro.

Divaldo se dirigiu para o local e percebeu um homem jovem, de costas, que guardava um quadro coberto com um pano branco.

Aproximou-se e disse: Olá!

O moço se voltou e Divaldo quase desmaiou de emoção. Era seu filho adotivo. O menino das mil e uma facas.

Um abraço saudoso e demorado e depois a surpresa. O artista descobre o quadro e lá estava estampado o seu pai do coração.

Aquele pai que, com amor e dedicação, conseguira transformar um instinto assassino numa poderosa força a serviço da arte, do bom e do belo.

Não é à toa que Divaldo Pereira Franco é reconhecido conferencista espírita em mais de 60 países nos cinco continentes, com mais de 250 livros publicados e muitos títulos traduzidos para várias línguas.

E a Mansão do Caminho, em Salvador, atende mais de três mil crianças e suas famílias socialmente carentes, com escola, saúde, alimentação, orientação moral.

Redação do Momento Espírita com base em fatos.
Em 27.06.2011
.

MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

 

 

 

UM PAI EXEMPLAR.

 


UM PAI EXEMPLAR.

 

Divaldo Pereira Franco fundou e mantém uma Instituição Espírita intitulada Mansão do Caminho, na cidade de Salvador, Bahia.

Ele já criou e educou centenas de filhos adotivos, crianças abandonadas nas ruas por seus pais biológicos ou que eram vítimas da orfandade.

Muitos casos lindos sua história já registrou. E dentre tantas há a de um garotinho singular.

Desde a mais tenra idade, ele mostrou uma característica bem marcante: o instinto assassino.

Ele queria matar alguém. Sempre que o contrariavam, ele fazia, com as próprias mãos, facas dos mais variados tipos e com os mais diferentes materiais.

Vez que outra uma das tias responsável pelas crianças entrava desesperada no escritório de Divaldo com o menino em seu encalço.

Vim lhe pedir socorro pois o garoto já fez outra arma e quer matar alguém.

Divaldo deixava o serviço por um instante e chamava carinhosamente o menino. Colocava-o em seu colo e lhe perguntava:

Filho, o que aconteceu desta vez?

E o menino falava com respiração alterada e lágrimas escorrendo pelas faces: É que estou com muita raiva e quero matar aquele moleque.

Divaldo, usando de muita psicologia, dizia calmamente ao filho: Então, vamos fazer um trato. Eu vou ajudar você, mas por enquanto deixe a arma comigo e depois que eu terminar o serviço, nós iremos.

O garoto aceitava a proposta, embora sempre contrariado. E muitas foram as vezes que ele entrou esbaforido no escritório pedindo uma de suas armas, urgente, para matar alguém.

Essas cenas se repetiram muitas e muitas vezes durante a infância e adolescência daquele filho rebelde. E Divaldo colecionou dezenas de facas, punhais e outras armas.

Um dia, Divaldo perguntou-lhe porque desejava tanto matar alguém e ele respondeu: É porque tenho muita vontade de sentir o sangue quente escorrendo pela minha mão.

Quando o rapaz completou dezoito anos, pediu ao pai para deixar a Instituição e partir em busca de outros caminhos.

Divaldo o chamou em particular e lhe fez uma pergunta: Meu filho, você ainda sente vontade de matar alguém?

O jovem abaixou a cabeça e respondeu, muito constrangido: Sim, eu ainda sinto.

Divaldo colocou delicadamente a mão sob seu queixo, levantando-lhe o rosto e, olhando-o nos olhos, disse-lhe com voz de tristeza:

Filho, eu quero que você me prometa uma coisa: Se um dia você decidir matar alguém, peço-lhe que volte aqui e mate-me primeiro, porque fui eu que falhei na sua educação.

Aquelas palavras caíram como uma bomba no coração do jovem. Dias depois eles se despediram, num longo e afetuoso abraço.

Os anos se passaram. Certo dia, o orador estava numa cidade no interior de São Paulo para receber o título de cidadão honorário, quando alguém o aborda e lhe diz que na sala anexa ao salão onde se realizaria a cerimônia, havia um artista plástico, famoso na localidade, que queira lhe oferecer um quadro.

Divaldo se dirigiu para o local e percebeu um homem jovem, de costas, que guardava um quadro coberto com um pano branco.

Aproximou-se e disse: Olá!

O moço se voltou e Divaldo quase desmaiou de emoção. Era seu filho adotivo. O menino das mil e uma facas.

Um abraço saudoso e demorado e depois a surpresa. O artista descobre o quadro e lá estava estampado o seu pai do coração.

Aquele pai que, com amor e dedicação, conseguira transformar um instinto assassino numa poderosa força a serviço da arte, do bom e do belo.

Não é à toa que Divaldo Pereira Franco é reconhecido conferencista espírita em mais de 60 países nos cinco continentes, com mais de 250 livros publicados e muitos títulos traduzidos para várias línguas.

E a Mansão do Caminho, em Salvador, atende mais de três mil crianças e suas famílias socialmente carentes, com escola, saúde, alimentação, orientação moral.

Redação do Momento Espírita com base em fatos.
Em 27.06.2011.

MENSAGEM LIDA E INTERPRETADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.