terça-feira, 28 de abril de 2026

PENSAMENTO DIA DIA II.

 


PENSAMENTO DO DIA

A VIDA É UMA ESCOLA EM QUE APRENDEMOS DIARIAMENTE POR MEIO DAS LIÇÕES RECEBIDAS. SAIBAMOS APROVEITAR ESSAS LIÇÕES, NÃO MURMURANDO QUANDO ELAS SÃO MUITO DURAS. SABEMOS QUE O ACASO NÃO ACONTECE EM NOSSAS VIDAS, POIS TUDO TEM A SUA RAZÃO DE SER. LEMBRANDO QUE, DEPOIS DA TEMPESTADE, CERTAMENTE VEM A BONANÇA. TENHAMOS A PACIENCIA DE SABER ESPERAR, E PERSEVERAR, CONFIANTES NA IMENSA SABEDORIA DIVINA.

A CONFIANÇA É UMA FORMA DE FÉ EM DEUS.

RESOLVER PROBLEMAS RAPIDAMENTE, EMITE AS QUESTÕES MAIS DIFICEIS. QUERER UMA SOLUÇÃO RÁPIDA PARA TODOS OS PROBLEMAS QUE NOS ANGUSTIAM É UMA IMPERFEIÇÃO CARACTERISTICA DO SER HUMANO.

SE PENSARMOS QUE TUDO NA NATUREZA LEVA TEMPO PARA SER ELABORADO; QUE NADA É FEITO DA NOITE PARA O DIA; QUE UM NOVO SER DEPOIS DE GERADO LEVA MESES DE ELABORAÇÃO CUIDADOSA E QUE HÁ CENTENAS DE MILHARES DE OUTROS EXEMPLOS ANÁLOGOS, ENTÃO TEREMOS A FORÇA DA PACIENCIA PARA ESPERAR, SABENDO QUE UM DIA VENCEREMOS.

 

BIBLIOGRAFIA: LIVRETE VOZES INTERIORES DE ALDINA ROCHA.

Mensagem escrita e interpretada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado

PENSAMENTO DO DIA.

 


PENSAMENTO DO DIA

 

Devemos sempre aceitar a Vontade Divina nos embates diários, embora saibamos que esta vontade não venha a ser a que nos castiga, e sim a lei das causas e efeitos, que funciona dentro daquilo que plantamos e colhemos. Toda ação requer uma ação contrária.

 Para termos o que gostaríamos de ter, temos que pedir com humildade e sem exigências, pois Deus sabe a hora de recebermos as dádivas que vem Dele. Portanto primeiramente se ame, para poder amar, perdoe para ser perdoado, pois é dando que recebemos as graças do Pai Divino.

A não resistência, a aceitação vem a ser o primeiro passo para a resolução de tudo.

Quando paramos de nos revoltar, e quando aceitamos tudo o que nos é reservado, sabendo que nada acontece por acaso, que tudo tem o seu por que, a coisa fica mais fácil.

Saibamos esperar e confiemos na Providência Divina, amanhã será um novo dia, e após segundos, tudo se transforma, plantemos boas sementes em busca de bons frutos.

Geralmente temos a falsa impressão que a desgraça só acontece com o vizinho, e quando vem para nós nos apavoramos, mas esquecemos que não existe mal que perdure, desde que nós o expulsemos do nosso ser. Em tudo é necessário mantermos a calma, porque com nervo ou sem ele, temos que encarar os embates da vida. O raciocínio se aclara, e podemos achar a melhor solução para os nossos problemas, sabendo que todo o mal é sempre extraído um bem. Mesmo que estejamos aflitos, vamos confiar no amanhã como já disse. Isto pode acontecer logo após segundos, minutos, horas e outros. Quantas coisas acontecem nestes tempos.

O que devemos pensar é o que esta acontecendo conosco de ruim, pode ser um bem necessário para o nosso aprendizado, porque ninguém cresce sem a bendita dor. Sabe por quê? E lá que avaliamos o quanto éramos felizes, e não soubemos aproveitar os momentos de felicidade, e com isso podermos melhorar o nosso padrão vibratório.

Debates, querelas, brigas, não nos levam a nada, pois amanhã poderemos nos arrepender. Devemos sim controlar os nossos pensamentos, pois somente a atitude e o pensamento positivo podem nos levar ao topo do amor, porque nos atrai bons Espíritos para nos ajudar.

É necessário mantermos a calma, a fim de podermos raciocinar de uma maneira mais clara. Fazendo isso vem a ser sinal de força. Aquele que puder mantê-la saberá esperar.

O sofrimento moral é o mais difícil de ser suportado. Aquele que conseguir superar dores físicas, muitas vezes sucumbe ante uma dor moral. É triste queremos exigir do outro aquilo que não praticamos, pois falar é fácil e fazer é difícil. Aliás, na vida nada é fácil, mas devemos sim estabelecer metas para conseguirmos chegar ao objetivo, nem que leve um tempo para isso. Para podermos sentir o que o nosso próximo esta pensando, antes de o criticarmos, devemos trocar de posição com ele, e perguntarmos a nós, o que faríamos no lugar dele. Por outro lado devemos nos lembrar, que nunca alguém carrega uma cruz superior às suas forças, e que com a ajuda de Deus tudo poderemos suportar e superar, pois não existem sofrimentos sem uma causa.

 

Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.

Meu blogger: getuliomomentoespirita.blogspot.com

Meu email: getulicao@hotmail.com

PENAS "ETERNAS"

 


Penas “Eternas”

Existem penas eternas? Há episódios difíceis nas vidas das pessoas, os quais sejam sentidos como de duração eterna? Um sofrimento sem fim para criaturas é compatível com a visão de Deus representar o Criador de tudo e todos, a Bondade e a Sabedoria em seu máximo grau? Há uma duração fixa de tempo de sofrimento relativo a cada erro? A reencarnação é compatível com a ideia de penas eternas?


O que significa “eterno”?

Na origem da palavra, do latim aeternalis, eterno é algo que dura por éons (do grego aión — tempo, era, duração da vida), ou seja, por um tempo muito grande ou desconhecido. Não significa duração para sempre, mas algo com duração que parece não ter fim, devido à nossa limitada percepção do tempo.


Penas eternas e a visão sobre Deus

No capítulo VI da obra “O Céu e o Inferno” [1], intitulado “Doutrina das penas eternas”, Allan Kardec discorre detalhadamente acerca desse tema. Nos itens 10 a 17 do mesmo capítulo, o Codificador do Espiritismo apresenta a refutação a argumentos favoráveis à existência de penas eternas. Exemplifiquemos um deles: a visão que se tem sobre Deus. Há duas possibilidades referentes às penas eternas e sua consequente maneira de buscar entender Deus:

1.     As penas eternas existem, pois a gravidade da ofensa é proporcional à qualidade do ofendido. Sendo Deus infinito, também é infinita a ofensa e, por conseguinte, infinita a punição; ou

2.     As penas eternas não existem, pois, se Deus é soberanamente justo e bom, infinito em todas as perfeições, não ofendemos a Deus, mas à nossa própria consciência, a qual reclama entendimento e reparação do erro, condições as quais, uma vez atendidas, fazem cessar o sofrimento advindo de um ato incorreto. Quando uma criança, começando a caminhar, mexe onde não deve, ela não está a ofender aos pais, se eles possuírem a devida maturidade; antes, a criança requer orientação e proteção.


Considerar a existência de penas eternas ofende ao bom senso e ao nosso entendimento de Deus todo bondade, justiça e misericórdia. Neste mesmo diapasão são as palavras de Santo Agostinho, ao responder à questão 1009 de “O Livro dos Espíritos” [2]: “Interrogai o vosso bom-senso, a vossa razão e perguntai-lhes se uma condenação perpétua, motivada por alguns momentos de erro, não seria a negação da bondade de Deus. Que é, com efeito, a duração da vida, ainda quando de cem anos, em face da eternidade? Eternidade! Compreendeis bem esta palavra? Sofrimentos, torturas sem-fim, sem esperanças, por causa de algumas faltas! O vosso juízo não repele semelhante ideia? Que os antigos tenham considerado o Senhor do Universo um Deus terrível, cioso e vingativo, concebe-se. Na ignorância em que se achavam, atribuíam à divindade as paixões dos homens. Esse, todavia, não é o Deus dos cristãos, que classifica como virtudes primordiais o amor, a caridade, a misericórdia, o esquecimento das ofensas. Poderia ele carecer das qualidades, cuja posse prescreve, como um dever, às suas criaturas? Não haverá contradição em se lhe atribuir a bondade infinita e a vingança também infinita? Dizeis que, acima de tudo, ele é justo e que o homem não lhe compreende a justiça. Mas, a justiça não exclui a bondade e ele não seria bom, se condenasse a eternas e horríveis penas a maioria das suas criaturas. Teria o direito de fazer da justiça uma obrigação para seus filhos, se lhes não desse meio de compreendê-la? Aliás, no fazer que a duração das penas dependa dos esforços do culpado não está toda a sublimidade da justiça unida à bondade? Aí é que se encontra a verdade desta sentença: ‘A cada um segundo as suas obras.’”

Kardec, no capítulo VI de “O Céu e o Inferno”, apresenta inclusive citações bíblicas as quais atestam não haver penas eternas, como em Ezequiel, 33:11: “Dize-lhes: Tão certo como eu vivo, diz o Senhor Deus, não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta de seu caminho, e viva.”

A duração de uma pena, que não é eterna, se baseia no tempo necessário a que o Espírito se melhore. Diz o Espírito São Luís na questão 1004 de “O Livro dos Espíritos” [2]: “Sendo o estado de sofrimento ou de felicidade proporcionado ao grau de purificação do Espírito, a duração e a natureza de seus sofrimentos dependem do tempo que ele gaste em melhorar-se. À medida que progride e que os sentimentos se lhe depuram, seus sofrimentos diminuem e mudam de natureza.”


Distorções na noção da passagem do tempo

O entendimento da passagem do tempo difere entre as pessoas e a condição em que se encontrem (“O Livro dos Espíritos”, questão 240). Um Espírito sofredor percebe uma passagem mais longa do tempo, o que não ocorre com Espíritos mais purificados (“O Livro dos Espíritos”, questão 1005).

Na apresentação da chamada escala espírita, uma classificação didática do grau de adiantamento moral e intelectual dos Espíritos, Allan Kardec estabelece três ordens de Espíritos: imperfeitos, bons e puros. A Humanidade terrestre é composta predominantemente por Espíritos ainda imperfeitos, os quais já superaram as primeiras etapas das existências humanas, mas carentes de elevação moral. Na descrição do perfil geral dos Espíritos ainda imperfeitos, no item 101 de “O Livro dos Espíritos” [2], Kardec pontua uma percepção relativa do tempo dos sofrimentos: “Predominância da matéria sobre o espírito. Propensão para o mal. Ignorância, orgulho, egoísmo e todas as paixões que lhes são consequentes. (...) Conservam a lembrança e a percepção dos sofrimentos da vida corpórea e essa impressão é muitas vezes mais penosa do que a realidade. Sofrem, pois, verdadeiramente, pelos males de que padeceram em vida e pelos que ocasionam aos outros. E, como sofrem por longo tempo, julgam que sofrerão para sempre.”

A percepção do tempo varia de acordo com o que se está experimentando. Não raro, vivenciando momentos agradáveis, não se sente o tempo passar. Situações difíceis, muitas vezes, causam uma sensação de demora. Estudo [3] feito com pacientes em UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de hospitais indica haver, nas pessoas internadas nesses locais, uma distorção da noção de tempo, a qual traz ansiedade e sofrimento além daqueles causados pela enfermidade que os levou a necessitar desses cuidados médicos.

(...) “a questão da temporalidade é complexa, representa algo além da perda do referencial do dia e da noite e aspectos de iluminação. A noção de tempo/espaço representa uma maneira simbólica de reorganizar-se, reestruturar-se, enfim, de reconhecer-se diante da vida.”


O filósofo alemão Martin Heidegger, em seu livro “Ser e Tempo” [4], publicado em 1927 e considerado, por profissionais da área, um dos trabalhos mais importantes em filosofia do século XX, afirma que a compreensão de que existimos, bem como a do tempo, é ligada ao porvir. Segundo este autor, perceber a sequência do tempo é se ver em algo que está por vir.

“‘Pre’ e ‘preceder’ indicam o porvir que, como tal, os possibilita, de maneira a que possa se dar um ente em que está em jogo seu poder ser. O projetar-se em ‘função de si mesmo’, fundado no porvir, é um caráter essencial da existencialidadeO seu sentido primordial é o porvir. (...) A temporalidade originária e própria se temporaliza a partir do porvir em sentido próprio, de tal modo que só no vigor de ter sido, vigente e no porvir, é que ela desperta a atualidade. O porvir é o fenômeno primordial da temporalidade originária e própria.”


Essa visão é coerente com a assertiva abaixo, de Joanna de Angelis [5]:

“A consciência do vir-a-ser proporciona uma mente aberta, com capacidade para considerar com clareza e saúde todos os fatos da existência, comportando-se de maneira tranquila, com possibilidades de conquistar o infinito.”


Dessa forma, tal como ocorre com um paciente em uma UTI, um Espírito, encarnado ou desencarnado, em sofrimento físico e/ou moral, pode sofrer uma distorção em seu entendimento de tempo; dias podem parecer meses ou anos; a falta de clareza no porvir afeta a compreensão de sua existência, e o sofrimento é percebido como interminável, uma “pena eterna”, ainda que dure alguns dias ou meses. Não se está buscando fazer pouco do sofrimento de ninguém, mas sim trazer base para o entendimento do fato de sofrimentos intensos parecerem durar muito mais do que o seu tempo medido no relógio e no calendário.



Duração das penas

Ainda a respeito do tempo, Kardec orienta, à elucidativa obra “O Que É o Espiritismo”, que a duração de uma expiação devida a um erro não é condicionada a tempo, mas a uma efetiva evolução, ao aprendizado e superação da lição [6]:

“A duração do castigo é subordinada ao melhoramento do Espírito culpado. Nenhuma condenação por tempo determinado é pronunciada contra ele. O que Deus exige, para pôr um termo aos sofrimentos, é o arrependimento, a expiação e a reparação; em uma palavra, um melhoramento sério e efetivo, uma volta sincera ao bem. O Espírito é assim o árbitro de sua própria sorte; sua pertinácia no mal prolonga-lhe os sofrimentos; seus esforços para fazer o bem os minoram ou abreviam. Sendo a duração da pena subordinada ao arrependimento, o Espírito culpado, que não se arrependesse e nunca se melhorasse, sofreria sempre, e para ele então a pena seria eterna. Essa eternidade de penas deve ser entendida no sentido relativo e não no absoluto. Uma condição inerente à inferioridade do Espírito é não ver o termo da sua situação e crer que há de sofrer sempre — o que é para ele um castigo. Desde que, porém, sua alma se abra ao arrependimento, Deus lhe faz entrever um raio de esperança.”


Mesmo o que foi programado para nossa reencarnação pode ser melhorado ou dificultado por nossas escolhas e ações positivas ou menos felizes (leia, neste blog, a postagem “
O amor cobre uma multidão de pecados.”).


Reencarnação desfaz o mito das penas eternas

Como já abordado acima, considerar a existência de penas eternas é contrário ao bom senso e ao nosso entendimento de Deus todo bondade, justiça e misericórdia. Os Espíritos nos orientam, à questão 617 de “O Livro dos Espíritos” [2] (leia, neste blog, a postagem “
Considerações sobre a pluralidade das existências”), que um aprendizado pleno não pode ser concluído em apenas uma existência.

Em relação a esse tema, Kardec apresenta, na Revista Espírita [7], mensagem mediúnica relatando: “Estando admitido que a justiça de Deus não pode se misturar com as penas eternas, a razão deve concluir pela necessidade: 1ª de um período de tempo durante o qual o Espírito examina o seu passado, e forma as suas resoluções para o futuro; 2ª de uma existência nova em harmonia com o adiantamento desse Espírito.” Esta observação é coerente com a citação bíblica de Paulo, em sua carta aos Hebreus, capítulo 9, versículo 27: “É ordenado ao homem morrer uma vez, e após isso um julgamento”. No texto em grego, do qual surgiram as traduções para o latim e, após, para o português, o termo traduzido por julgamento era o substantivo 
krisis, derivado do verbo krino, sendo que este último significa “eu decido”. Da palavra krisis provêm os termos crise e crítica. Crise diz respeito a um ponto de virada, uma oportunidade de análise para melhoramento. Muitas traduções desse trecho bíblico referem krisis como julgamento. Assim podemos entender, desde que compreendamos que se trata de um ponto de decisão, de análise de suas escolhas, feita entre o Espírito, sua consciência e Deus, e não um julgamento por qualquer “juiz” externo a essa tríade. Esta passagem bíblica indica, portanto, que a personalidade que o Espírito temporariamente anima deixará de existir na Terra com a morte do corpo físico, quando então o Espírito analisará o que há de avanços ou oportunidades de melhoria para as existências corpóreas seguintes. Quando atingir-se o nível devido de evolução moral e intelectual, não mais serão necessários estágios na matéria densa, advindo aí novas e superiores etapas de nosso caminho rumo à perfeição.

O Codificador, corroborando essa ideia, na obra “O Céu e o Inferno” [1], no item 19 do Capítulo VI da sua primeira parte, afirma: “Para estar de acordo com a rigorosa justiça, chegaremos, pois, à conclusão de que as almas mais adiantadas são as atrasadas de outro tempo, com progressos posteriormente realizados. Mas, aqui atingimos a questão magna da pluralidade das existências como meio único e racional de resolver a dificuldade.”


Leia, também, neste blog, as postagens “
O Céu e o inferno”, “Evolução Espiritual de Longo Prazo”, “O amor cobre uma multidão de pecados.”, “Expiação, Prova e Missão”, “Tranquilidade no Retorno à Pátria Espiritual” e “A Reencarnação na Bíblia”.


Bons estudos!
Carla e Hendrio

MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.



PENA DE MORTE.

 


O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO VI. LEIS DE DESTRUIÇÃO.

PENA DE MORTE.

 

 Os espíritos dizem que a pena de morte um dia desaparecerá da legislação humana e sua supressão assinalará um progresso da Humanidade. Isto quando os seres humanos forem mais esclarecidos a pena de morte será completamente abolida da Terra. Que os seres humanos não terão mais necessidade de ser julgados pelos mesmos. Eles ainda nos esclarecem que falam de uma época que ainda está muito longe dos seres humanos.

Comentário de Kardec: O progresso social ainda deixa muito a desejar, mas seríamos injustos para com a sociedade moderna se não víssemos um progresso nas restrições impostas á pena de morte entre os povos mais adiantados, e à natureza dos crimes aos quais se limita a sua aplicação. Se compararmos as garantias de que ajusta se esforça para cercar hoje o acusado, a humanidade com que o trata, mesmo quando reconhecidamente culpado, com o que se praticava em tempos que não vão muito longe, não poderemos deixar de reconhecer a via progressiva pela qual a Humanidade avança.

  Os espíritos perguntam que se a lei de conservação dá ao ser humano o direito de preservar a sua própria vida, porque não aplicam esse direito quando eliminam da sociedade um membro perigoso. Eles ainda dizem que existem outros meios de se preservar do perigo sem matar, e que é necessário não fechar ao criminoso a porta do arrependimento.

 Quanto à pergunta dos seres humanos que se a pena de morte pode ser banida das sociedades civilizadas, será que ela não foi uma necessidade em tempos menos adiantados?

Dizem os Espíritos que a necessidade não vem a ser bem o termo. Porque o ser humano sempre julga uma coisa necessária quando não encontra nada melhor. Mas, à medida que se esclarecem, vão compreendendo melhor o que é justo ou injusto e repudiam os excessos cometidos nos tempos de ignorância, em nome da justiça.

Quanto à pergunta do ser humano, se a restrição dos casos em que se aplica a pena de morte é um índice do progresso da civilização, os espíritos perguntam ao ser humano: se não se revoltariam lendo os relatos dos morticínios humanos que antigamente se faziam em nome da justiça, frequentemente em honra à Divindade; das torturas a que se submetia o condenado e mesmo o acusado, para lhe arrancar, a peso do sofrimento, a confissão de um crime que ele muitas vezes não havia cometido. Que se tivessem vivido naqueles tempos, achariam tudo natural, e talvez, como Juiz, tivessem feito outro tanto. É assim que o que parece justo numa época parece bárbaro em outra. Somente as leis divinas são eternas. As leis humanas modificam-se com o progresso. E se modificarão ainda, até que sejam  colocadas em harmonia com as leis divinas.

Quanto aos dizeres de Jesus: “Quem matar pela espada perecerá pela espada”. A pergunta dos seres humanos se essas palavras não representam a consagração da pena de talião? E que a morte imposta  ao assassino se não é a aplicação dessa pena?

Os espíritos esclarecem que os seres humanos estão equivocados quanto a estas palavras, como sobre muitas outras. E que a pena de talião é a justiça de Deus; é Ele quem a aplica. E que todos sofrem a cada instante essa pena, porque são punidos naquilo em que pecam nesta vida ou numa outra. E que aquele que fez sofrer o seu semelhante estará numa situação em que sofrerá o mesmo.  E que é este o sentido das palavras de Jesus, baseado também no: “Perdoai aos vossos inimigos” ? E no ensinamento também a pedir a Deus que perdoe as ofensas da maneira que perdoam, ou seja, na mesma proporção em que houverem perdoado.

 Esclarecem também que pensar da pena de morte imposta em nome de Deus se esta certa é errada, respondem que se assim fosse equivaleria a tomar o lugar de Deus na prática da justiça. Esclarecem ainda que os que agem assim revelam quanto estão longe de compreender a Deus e quanto têm ainda a expiar. É um crime aplicar a pena de morte em nome de Deus, e os que afazem são responsáveis por esses assassinatos.


Definição perfeita da concepção espírita da moral. Os princípios verdadeiros de moral são de natureza eterna e os costumes dos povos se modificam através da evolução, em direção daqueles princípios. A Sociologia materialista, tratando apenas dos costumes, criou o falso conceito da relatividade da moral, já em declínio, entrando, no pensamento moderno. O homem intui cada vez de maneira mais clara as leis divinas da moral, na proporção em que progride. Os seus costumes se depuram e a sua moral se harmoniza com essas leis superiores.

BIBLIOGRAFIA: O LIVRO DOS ESPÍRITOS.

DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

 

segunda-feira, 27 de abril de 2026

PEGADAS NA AREIA.

 


Pegadas na Areia.

Coletânea de Pensamentos e Versos

Uma noite eu tive um sonho…

Sonhei que estava andando na praia, com o senhor. E através do céu passava cenas da minha vida.

Para cada cena que se passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia.

Um era o meu e o outro era do senhor.

Quando a última cena da minha vida passou diante de nós, olhei para traz, para as pegadas na areia e notei que muitas vezes, no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia.

Notei também, que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver.

Isso me aconteceu diversas vezes, e perguntei então ao senhor.

___ Senhor, tu me dissestes que, uma vez que eu resolvi te segui, tu andarias sempre comigo todo o caminho mais, notei que durante as maiores atribulações do meu viver, havia na areia dos caminhos da vida, apenas um par de pegadas.

Não compreendo porque, nas horas que eu mais necessitava de ti, tu me deixaste.

O senhor me respondeu.

___ Meu precioso filho, eu te amo e jamais de deixaria nas horas de tua angustia e do seu sofrimento.

Quando vistes na areia apenas um par de pegadas, foi exatamente aí que eu nos braços te carreguei.

MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

PATERNIDADE

 


PATERNIDADE

Pode-se considerar a paternidade como uma missão?
- É, sem contradita, uma 
missão. E, ao mesmo tempo, um dever muito grande, que implica,
mais do que o 
homem pensa, sua responsabilidade para o futuro... ”
(Questão 582, de O Livro dos Espíritos – Allan Kardec)

Constatando que a sociedade atual abriga em seu seio uma grande quantidade de jovens que apresenta sensíveis desequilíbrios, seguindo pela vida na contramão da 
ordem, podemos admitir, sem medo de errar, que eles refletem aquilo que aprenderam com os adultos ou, no mínimo, expressam a indiferença com que foram tratados na infância, com raras exceções.
Incontestavelmente, é uma questão muito séria dentro do contexto em que vivemos, pois que inúmeras famílias amargam, na intimidade, problemas advindos do 
comportamento juvenil, onde se identificam rios de lágrimas e vulcões de desespero eclodindo dos corações paternos.
E a pergunta surge inevitável: O que fazer?
Para os casos em que se tornaram patentes os desvios de 
comportamento e as atitudes em desalinho, há que se procurar pelos recursos que a ciência nos coloca à disposição, temperados por grandes doses de amor, resignação, paciência e disciplina dos pais, para que a planta tenra ainda possa ser endireitada e transformar-se na árvore frondosa e produtiva do futuro.
Mas a grande investida deve mesmo ser quanto à condução das nossas crianças, pois esses pequenos seres que se formam para a vida, carregarão para o porvir as mensagens que receberem na 
infância.
Daí, obviamente, ser a paternidade uma 
missão. E não podemos educar uma criança sem que tenhamos educação, pois que impossível se torna dar daquilo que não temos. Certamente, precisamos ter consciência do que estamos passando aos nossos pequenos, uma vez que nos próximos dias estarão dando amostras do que ensinamos a eles. Isso, sem dúvida, é muito sério.
Os pais que não honram seus compromissos financeiros, que gastam mais do que ganham, lecionam aos filhos como eles devem agir quando forem adultos.
Os genitores que tratam 
mal os idosos que têm em suas casas ensinam aos meninos como gostariam de ser tratados quando chegarem à velhice.
Aqueles que invadem a privacidade alheia e não reconhecem a 
liberdade de cada criatura, informam aos “infantes” como devem agir perante as pessoas de suas relações.
Os pais que não se respeitam e que se dão à infidelidade conjugal demonstram às suas crianças como, no futuro, elas deverão se posicionar perante o companheiro ou a companheira.
Aqueles que são preguiçosos, pela inoperância e comodismo, ensinam que o trabalho não é um 
bom caminho.
Já, aqueles que são trabalha
dores, respeitosos, altruístas, cumpridores dos seus deveres, responsáveis pelos seus atos perante a sociedade, participativos, atuantes, honestos, fraternos e solidários, informam aos filhos como deve agir um homem de bem, realmente preocupado em formar uma sociedade mais justa e humana.
Equilibrar um jovem que se precipitou pelas veredas dos equívocos, realmente não é tarefa serena, embora necessária e urgente, mas conduzir a criança, desde os primeiros dias, pelas estradas sublimes do equilíbrio, é obrigação intransferível dos pais, pois que será mais fácil 
educar na infância que consertar na juventude.
No meio social, é comum as 
pessoas afirmarem que gostariam de ser missionárias na Terra. Assim, podemos festejar, pois todos temos a nossa missão e, de uma importância extrema: a missão da paternidade. Exercendo-a com dignidade, construiremos a sociedade dos nossos sonhos, onde a paz e a felicidade, sem dúvida, estarão presentes ou, menosprezando-a, estaremos semeando espinhos, cujos reflexos serão uma farta colheita de sofrimentos. A escolha é nossa.

DADOS DIVULGADOS PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO

COMO FUNCIONA O PASSE VIRTUAL ONLINE?

 


COMO FUNCIONA O PASSE VIRTUAL ONLINE?

Para entender como funciona o passe virtual, primeiro é necessário entender o que é um passe.

O passe é um ritual espírita feito na presença de um médium que nos ajuda a livrar do peso do cansaço, da carga pesada acumulada em nosso corpo e alma das situações difíceis enfrentadas no dia a dia, da dor da doença, da perda, das brigas e de todas as aflições que possam estar em nossa mente e coração.

Quem procura um passe, procura um alívio, um conforto para as suas dores e angústias através da poderosa imposição de mãos, da prece a Deus, anjo da guarda e intercessão de espíritos protetores. O passe virtual funciona da mesma maneira, no entanto a intenção do médium foi passada através de um vídeo ou de passos que irão te conectar a Deus, anjos e espíritos para que você consiga usufruir dos benefícios desse passe.

COMO FAZER O PASSE VIRTUAL?

O Passe Virtual foi inaugurado no Brasil pelo Instituto André Luiz, é totalmente gratuito e só pode ser utilizado por quem realmente quer tomar um passe. Antes de iniciar o passe, o site do Instituto dá uma série de recomendações para o uso da sala de passe virtual.

Existem duas formas disponíveis para realizar o passe virtual, a tradicional, onde você vai avançando as etapas, lendo os trechos sugeridos e mentalizando as instruções dadas e também há o passe virtual através do vídeo, com áudio guia, se assim preferir.  Todos os dois passes trazem iguais benefícios, você deve fazer aquele que se sentir mais confortável. Antes de tomar o passe, o Institui André Luiz faz algumas recomendações importantes, veja quais são:

1.      Tenha certeza que você precisa e deseja tomar um passe.

2.      Não entre na sala de passe virtual só por curiosidade, esse é um ritual sagrado.

3.      Ao visitar a sala sem a real intenção de orar e tomar um passe, ela pode não funcionar para você quando você quiser tomar um passe de verdade.

4.      Tenha respeito e gratidão pela sala de passe virtual, assim como deveria ter ao frequentar um centro espírita.

5.      O ideal é que você utilize a sala de passe virtual no máximo uma vez por semana, só utilize com maior frequência diante de uma emergência.

6.      Em silêncio, evoque a proteção de Deus e de Jesus para o passe.

7.      Após evocar a proteção de Deus e de Jesus, peça também que o seu anjo da guarda ou os espíritos superiores que você tem mais afinidade que te acompanhem durante o passe.

8.      Afaste a sua mente de todo e qualquer pensamento negativo e energia carregada.

9.      Respire fundo, pausadamente, com calma e confiança.

10.  Prepare a sua mente e o seu coração para entrar em oração.

Você pode conferir todas as indicações de como fazer o passe virtual no site do Instituto André Luiz e após segui-las à risca, clique em ‘Prosseguir passe’ para tomar o seu passe virtual online.  O processo dura mais ou menos 8 minutos. O Instituto André Luiz vai te orientar passo a passo como realizar o seu passe virtual, não tenha medo, tenha calma e tudo irá fluir em seu benefício.

DIVULGADO PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.