segunda-feira, 27 de abril de 2026

PEGADAS NA AREIA.

 


Pegadas na Areia.

Coletânea de Pensamentos e Versos

Uma noite eu tive um sonho…

Sonhei que estava andando na praia, com o senhor. E através do céu passava cenas da minha vida.

Para cada cena que se passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia.

Um era o meu e o outro era do senhor.

Quando a última cena da minha vida passou diante de nós, olhei para traz, para as pegadas na areia e notei que muitas vezes, no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia.

Notei também, que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver.

Isso me aconteceu diversas vezes, e perguntei então ao senhor.

___ Senhor, tu me dissestes que, uma vez que eu resolvi te segui, tu andarias sempre comigo todo o caminho mais, notei que durante as maiores atribulações do meu viver, havia na areia dos caminhos da vida, apenas um par de pegadas.

Não compreendo porque, nas horas que eu mais necessitava de ti, tu me deixaste.

O senhor me respondeu.

___ Meu precioso filho, eu te amo e jamais de deixaria nas horas de tua angustia e do seu sofrimento.

Quando vistes na areia apenas um par de pegadas, foi exatamente aí que eu nos braços te carreguei.

MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

PATERNIDADE

 


PATERNIDADE

Pode-se considerar a paternidade como uma missão?
- É, sem contradita, uma 
missão. E, ao mesmo tempo, um dever muito grande, que implica,
mais do que o 
homem pensa, sua responsabilidade para o futuro... ”
(Questão 582, de O Livro dos Espíritos – Allan Kardec)

Constatando que a sociedade atual abriga em seu seio uma grande quantidade de jovens que apresenta sensíveis desequilíbrios, seguindo pela vida na contramão da 
ordem, podemos admitir, sem medo de errar, que eles refletem aquilo que aprenderam com os adultos ou, no mínimo, expressam a indiferença com que foram tratados na infância, com raras exceções.
Incontestavelmente, é uma questão muito séria dentro do contexto em que vivemos, pois que inúmeras famílias amargam, na intimidade, problemas advindos do 
comportamento juvenil, onde se identificam rios de lágrimas e vulcões de desespero eclodindo dos corações paternos.
E a pergunta surge inevitável: O que fazer?
Para os casos em que se tornaram patentes os desvios de 
comportamento e as atitudes em desalinho, há que se procurar pelos recursos que a ciência nos coloca à disposição, temperados por grandes doses de amor, resignação, paciência e disciplina dos pais, para que a planta tenra ainda possa ser endireitada e transformar-se na árvore frondosa e produtiva do futuro.
Mas a grande investida deve mesmo ser quanto à condução das nossas crianças, pois esses pequenos seres que se formam para a vida, carregarão para o porvir as mensagens que receberem na 
infância.
Daí, obviamente, ser a paternidade uma 
missão. E não podemos educar uma criança sem que tenhamos educação, pois que impossível se torna dar daquilo que não temos. Certamente, precisamos ter consciência do que estamos passando aos nossos pequenos, uma vez que nos próximos dias estarão dando amostras do que ensinamos a eles. Isso, sem dúvida, é muito sério.
Os pais que não honram seus compromissos financeiros, que gastam mais do que ganham, lecionam aos filhos como eles devem agir quando forem adultos.
Os genitores que tratam 
mal os idosos que têm em suas casas ensinam aos meninos como gostariam de ser tratados quando chegarem à velhice.
Aqueles que invadem a privacidade alheia e não reconhecem a 
liberdade de cada criatura, informam aos “infantes” como devem agir perante as pessoas de suas relações.
Os pais que não se respeitam e que se dão à infidelidade conjugal demonstram às suas crianças como, no futuro, elas deverão se posicionar perante o companheiro ou a companheira.
Aqueles que são preguiçosos, pela inoperância e comodismo, ensinam que o trabalho não é um 
bom caminho.
Já, aqueles que são trabalha
dores, respeitosos, altruístas, cumpridores dos seus deveres, responsáveis pelos seus atos perante a sociedade, participativos, atuantes, honestos, fraternos e solidários, informam aos filhos como deve agir um homem de bem, realmente preocupado em formar uma sociedade mais justa e humana.
Equilibrar um jovem que se precipitou pelas veredas dos equívocos, realmente não é tarefa serena, embora necessária e urgente, mas conduzir a criança, desde os primeiros dias, pelas estradas sublimes do equilíbrio, é obrigação intransferível dos pais, pois que será mais fácil 
educar na infância que consertar na juventude.
No meio social, é comum as 
pessoas afirmarem que gostariam de ser missionárias na Terra. Assim, podemos festejar, pois todos temos a nossa missão e, de uma importância extrema: a missão da paternidade. Exercendo-a com dignidade, construiremos a sociedade dos nossos sonhos, onde a paz e a felicidade, sem dúvida, estarão presentes ou, menosprezando-a, estaremos semeando espinhos, cujos reflexos serão uma farta colheita de sofrimentos. A escolha é nossa.

DADOS DIVULGADOS PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO

COMO FUNCIONA O PASSE VIRTUAL ONLINE?

 


COMO FUNCIONA O PASSE VIRTUAL ONLINE?

Para entender como funciona o passe virtual, primeiro é necessário entender o que é um passe.

O passe é um ritual espírita feito na presença de um médium que nos ajuda a livrar do peso do cansaço, da carga pesada acumulada em nosso corpo e alma das situações difíceis enfrentadas no dia a dia, da dor da doença, da perda, das brigas e de todas as aflições que possam estar em nossa mente e coração.

Quem procura um passe, procura um alívio, um conforto para as suas dores e angústias através da poderosa imposição de mãos, da prece a Deus, anjo da guarda e intercessão de espíritos protetores. O passe virtual funciona da mesma maneira, no entanto a intenção do médium foi passada através de um vídeo ou de passos que irão te conectar a Deus, anjos e espíritos para que você consiga usufruir dos benefícios desse passe.

COMO FAZER O PASSE VIRTUAL?

O Passe Virtual foi inaugurado no Brasil pelo Instituto André Luiz, é totalmente gratuito e só pode ser utilizado por quem realmente quer tomar um passe. Antes de iniciar o passe, o site do Instituto dá uma série de recomendações para o uso da sala de passe virtual.

Existem duas formas disponíveis para realizar o passe virtual, a tradicional, onde você vai avançando as etapas, lendo os trechos sugeridos e mentalizando as instruções dadas e também há o passe virtual através do vídeo, com áudio guia, se assim preferir.  Todos os dois passes trazem iguais benefícios, você deve fazer aquele que se sentir mais confortável. Antes de tomar o passe, o Institui André Luiz faz algumas recomendações importantes, veja quais são:

1.      Tenha certeza que você precisa e deseja tomar um passe.

2.      Não entre na sala de passe virtual só por curiosidade, esse é um ritual sagrado.

3.      Ao visitar a sala sem a real intenção de orar e tomar um passe, ela pode não funcionar para você quando você quiser tomar um passe de verdade.

4.      Tenha respeito e gratidão pela sala de passe virtual, assim como deveria ter ao frequentar um centro espírita.

5.      O ideal é que você utilize a sala de passe virtual no máximo uma vez por semana, só utilize com maior frequência diante de uma emergência.

6.      Em silêncio, evoque a proteção de Deus e de Jesus para o passe.

7.      Após evocar a proteção de Deus e de Jesus, peça também que o seu anjo da guarda ou os espíritos superiores que você tem mais afinidade que te acompanhem durante o passe.

8.      Afaste a sua mente de todo e qualquer pensamento negativo e energia carregada.

9.      Respire fundo, pausadamente, com calma e confiança.

10.  Prepare a sua mente e o seu coração para entrar em oração.

Você pode conferir todas as indicações de como fazer o passe virtual no site do Instituto André Luiz e após segui-las à risca, clique em ‘Prosseguir passe’ para tomar o seu passe virtual online.  O processo dura mais ou menos 8 minutos. O Instituto André Luiz vai te orientar passo a passo como realizar o seu passe virtual, não tenha medo, tenha calma e tudo irá fluir em seu benefício.

DIVULGADO PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

 

O PASSE.


 

O PASSE

 

Passe vem a ser a transmissão de energias vitais e Espirituais de um doador chamado de Médium passista, para um receptor chamado de paciente, tendo como objetivo restaurar o equilíbrio do organismo e outros.

Ele vem a ser a transfusão de energias, ou seja, ele substitui o fluido negativo pelo positivo.

Também conhecido como fluido terapia, sendo uma transfusão de energias fluídicas vitais ou Espirituais.

Pode também ser definido como um ato de amor em favor do nosso semelhante, ou seja, dar a alguém algo de bom sem esperar nada em troca.

Ele data dos tempos primórdios, onde era conhecido como o dom da cura, mediunidade curadora e imposição das mãos. Kardec se referiu em algumas vezes como magnetismo, sem se referir a que tipo. Para alguns este tipo de magnetismo seria a força vital da qual são dotados algumas pessoas, e que proporciona a ocorrência de fenômenos paranormais.

No nosso entendimento Espírita pode ser utilizado como uma terapia Espírita, sendo uma parte do magnetismo.

Para outros como sendo um procedimento fluido-magnético, cujo objetivo auxiliar seria a restauração do equilíbrio orgânico do paciente.

O fluxo energético que se da por ocasião do passe se mantém pela vontade do Médium passista bem como das entidades Espirituais, que acabam auxiliando na composição dos fluidos necessários ao paciente.

O Espírito de Andre Luiz através do nosso querido irmão Chico Xavier, se expressa dizendo como o passe se caracteriza como auxílio que pode ser invariavelmente aplicável sem qualquer contraindicação, e sempre será valioso no tratamento devido aos enfermos de toda classe.

Esclarece ainda que o passe vem a ser o equilíbrio ideal da mente, e apoio eficaz de todos os tratamentos, reunindo a Prece, concentração e doação.

Cita ainda alguns pormenores para que o passe se realize com um melhor resultado, tanto para o passista como para quem recebe:

A-    Que quem da o passe possa se utilizar da força do pensamento e a vontade para captar e emitir os fluidos, fazendo com que venham a convergir para quem recebe;

B-    Que possa haver a confiança entre quem da o passe e para quem o toma;

C-    Que a pessoa que toma o passe, possa se tornar receptiva aos fluidos que recebe tendo fé naquilo que esta recebendo, abrindo o seu coração e se fixando na figura de Jesus, relaxando o seu corpo físico e prestando atenção no que o passista fala.

Tipos de passe:

1- Magnético, é transmitido o fluido do próprio do Médium ao receptor, cujo processo vem a ser o magnetismo humano. O magnetismo vem a ser uma força vital de que são dotadas certas criaturas, e que acaba propiciando uma série de fenômenos paranormais;

2-Passe Espiritual vem a ser aquele que se da apenas pela ação da energia dos Espíritos Bons, e sem a participação do Médium passista. Basta que a pessoa se coloque em oração e em estado receptivo. Vem a ser um exercício de meditação;

3-Passe humano-Espiritual ou mediúnico vem a ser o passe onde a energia Espiritual combina com a energia do Médium passista, podendo ser transmitido pela imposição das mãos sobre a pessoa;

4-Somente pela presença do Médium passista sem a imposição das mãos, onde a energia é transmitida através dos centros vitais.

O passe pode ser ministrado de diversas maneiras, como sentado, em pé, deitado.

Geralmente se da os passes em câmaras próprias para se evitar a dispersão dos fluidos, e para que não haja curiosidade por parte de terceiros.

Os objetivos dos passes são:

È direcionado para o Perispírito da pessoa como reequilíbrio orgânico, parte psicológica, Espiritual e material. Nos casos de obsessão pode ser paralisado ou minimizado os seus efeitos através dos passes.

 

Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.

Meu blogger: getuliomomentoespirita.blogspot.com

Meu email: getulicao@hotmail.com

Curitiba. PR. Brasil.

sábado, 4 de abril de 2026

VISÃO ESPÍRITA DA PÁSCOA.

 


VISÃO ESPÍRITA DA PASCOA.

Eis-nos, uma vez mais, às vésperas de mais uma Páscoa. Nosso pensamento e nossa emoção, ambos cristãos, manifestam nossa sensibilidade psíquica. Deixando de lado o apelo comercial da data, e o caráter de festividade familiar, a exemplo do Natal, nossa atenção e consciência espíritas requerem uma explicação plausível do significado da data e de sua representação perante o contexto filosófico-científico-moral da Doutrina Espírita. 
Deve-se comemorar a Páscoa? Que tipo de celebração, evento ou homenagem é permitida nas instituições espíritas? Como o Espiritismo visualiza o acontecimento da paixão, crucificação, morte e ressurreição de Jesus? 
Em linhas gerais, as instituições espíritas não celebram a Páscoa, nem programam situações específicas para “marcar” a data, como fazem as demais religiões ou filosofias “cristãs”. Todavia, o sentimento de religiosidade que é particular de cada ser-Espírito, é, pela Doutrina Espírita, respeitado, de modo que qualquer manifestação pessoal ou, mesmo, coletiva, acerca da Páscoa não é proibida, nem desaconselhada. 
O certo é que a figura de Jesus assume posição privilegiada no contexto espírita, dizendo-se, inclusive, que a moral de Jesus serve de base para a moral do Espiritismo. Assim, como as pessoas, via de regra, são lembradas, em nossa cultura, pelo que fizeram e reverenciadas nas datas principais de sua existência corpórea (nascimento e morte), é absolutamente comum e verdadeiro lembrarmo-nos das pessoas que nos são caras ou importantes nestas datas. Não há, francamente, nenhum mal nisso. 
Mas, como o Espiritismo não tem dogmas, sacramentos, rituais ou liturgias, a forma de encarar a Páscoa (ou a Natividade) de Jesus, assume uma conotação bastante peculiar. Antes de mencionarmos a significação espírita da Páscoa, faz-se necessário buscar, no tempo, na História da Humanidade, as referências ao acontecimento. 
A Páscoa, primeiramente, não é, de maneira inicial, relacionada ao martírio e sacrifício de Jesus. Veja-se, por exemplo, no Evangelho de Lucas (cap. 22, versículos 15 e 16), a menção, do próprio Cristo, ao evento: “Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes da minha paixão. Porque vos declaro que não tornarei a comer, até que ela se cumpra no Reino de Deus.” Evidente, aí, a referência de que a Páscoa já era uma “comemoração”, na época de Jesus, uma festa cultural e, portanto, o que fez a Igreja foi “aproveitar-se” do sentido da festa, para adaptá-la, dando-lhe um novo significado, associando-o à “imolação” de Jesus, no pós-julgamento, na execução da sentença de Pilatos. 
Historicamente, a Páscoa é a junção de duas festividades muito antigas, comuns entre os povos primitivos, e alimentada pelos judeus, à época de Jesus. Fala-se do “pesah”, uma dança cultural, representando a vida dos povos nômades, numa fase em que a vinculação à terra (com a noção de propriedade) ainda não era flagrante. Também estava associada à “festa dos ázimos”, uma homenagem que os agricultores sedentários faziam às divindades, em razão do início da época da colheita do trigo, agradecendo aos Céus, pela fartura da produção agrícola, da qual saciavam a fome de suas famílias, e propiciavam as trocas nos mercados da época. Ambas eram comemoradas no mês de abril (nisan) e, a partir do evento bíblico denominado “êxodo” (fuga do povo hebreu do Egito), em torno de 1441 a.C., passaram a ser reverenciadas juntas. É esta a Páscoa que o Cristo desejou comemorar junto dos seus mais caros, por ocasião da última ceia. 
Logo após a celebração, foram todos para o Getsêmani, onde os discípulos invigilantes adormeceram, tendo sido o palco do beijo da traição e da prisão do Nazareno. 
Mas há outros elementos “evangélicos” que marcam a Páscoa. Isto porque as vinculações religiosas apontam para a quinta e a sexta-feira santas, o sábado de aleluia e o domingo de páscoa. Os primeiros relacionam-se ao “martírio”, ao sofrimento de Jesus – tão bem retratado neste último filme hollyodiano (A Paixão de Cristo, segundo Mel Gibson) –, e os últimos, à ressurreição e a ascensão de Jesus. 
No que concerne à ressurreição, podemos dizer que a interpretação tradicional aponta para a possibilidade da mantença da estrutura corporal do Cristo, no post-mortem, situação totalmente rechaçada pela ciência, em virtude do apodrecimento e deterioração do envoltório físico. As Igrejas cristãs insistem na hipótese do Cristo ter “subido aos Céus” em corpo e alma, e fará o mesmo em relação a todos os “eleitos” no chamado “juízo final”. Isto é, pessoas que morreram, pelos séculos afora, cujos corpos já foram decompostos e reaproveitados pela terra, ressurgirão, perfeitos, reconstituindo as estruturas orgânicas, do dia do julgamento, onde o Cristo, separá justos e ímpios. 
A lógica e o bom-senso espíritas abominam tal teoria, pela impossibilidade física e pela injustiça moral. Afinal, com a lei dos renascimentos, estabelece-se um critério mais justo para aferir a “competência” ou a “qualificação” de todos os Espíritos. Com “tantas oportunidades quanto sejam necessárias”, no “nascer de novo”, é possível a todos progredirem. 
Mas, como explicar, então as “aparições” de Jesus, nos quarenta dias póstumos, mencionadas pelos religiosos na alusão à Páscoa? 
A fenomenologia espírita (mediúnica) aponta para as manifestações psíquicas descritas como mediunidades. Em algumas ocasiões, como a conversa com Maria de Magdala, que havia ido até o sepulcro para depositar algumas flores e orar, perguntando a Jesus – como se fosse o jardineiro – após ver a lápide removida, “para onde levaram o corpo do Raboni”, podemos estar diante da “materialização”, isto é, a utilização de fluido ectoplásmico – de seres encarnados – para possibilitar que o Espírito seja visto (por todos). Igual circunstância se dá, também, no colóquio de Tomé com os demais discípulos, que já haviam “visto” Jesus, de que ele só acreditaria, se “colocasse as mãos nas chagas do Cristo”. E isto, em verdade, pelos relatos bíblicos, acontece. Noutras situações, estamos diante de uma outra manifestação psíquica conhecida, a mediunidade de vidência, quando, pelo uso de faculdades mediúnicas, alguém pode ver os Espíritos. 
A Páscoa, em verdade, pela interpretação das religiões e seitas tradicionais, acha-se envolta num preocupante e negativo contexto de culpa. Afinal, acredita-se que Jesus teria padecido em razão dos “nossos” pecados, numa alusão descabida de que todo o sofrimento de Jesus teria sido realizado para “nos salvar”, dos nossos próprios erros, ou dos erros cometidos por nossos ancestrais, em especial, os “bíblicos” Adão e Eva, no Paraíso. A presença do “cordeiro imolado”, que cumpre as profecias do Antigo Testamento, quanto à perseguição e violência contra o “filho de Deus”, está flagrantemente aposta em todas as igrejas, nos crucifixos e nos quadros que relatam – em cores vivas – as fases da via sacra. 
Esta tradição judaico-cristã da “culpa” é a grande diferença entre a Páscoa tradicional e a Páscoa espírita, se é que esta última existe. Em verdade, nós espíritas devemos reconhecer a data da Páscoa como a grande – e última lição – de Jesus, que vence as iniqüidades, que retorna triunfante, que prossegue sua cátedra pedagógica, para asseverar que “permaneceria eternamente conosco”, na direção bussolar de nossos passos, doravante. 
Nestes dias de festas materiais e/ou lembranças do sofrimento do Rabi, possamos nós encarar a Páscoa como o momento de transformação, a vera evocação de liberdade, pois, uma vez despojado do envoltório corporal, pôde Jesus retornar ao Plano Espiritual para, de lá, continuar “coordenando” o processo depurativo de nosso orbe. Longe da remissão da celebração de uma festa pastoral ou agrícola, ou da libertação de um povo oprimido, ou da ressurreição de Jesus, possa ela ser encarada por nós, espíritas, como a vitória real da vida sobre a morte, pela certeza da imortalidade e da reencarnação, porque a vida, em essência, só pode ser conceituada como o amor, calcado nos grandes exemplos da própria existência de Jesus, de amor ao próximo e de valorização da própria vida. 
Nesta Páscoa, assim, quando estiveres junto aos teus mais caros, lembra-te de reverenciar os belos exemplos de Jesus, que o imortalizam e que nos guiam para, um dia, também estarmos na condição experimentada por ele, qual seja a de “sermos deuses”, “fazendo brilhar a nossa luz”. 
Comemore, então, meu amigo, uma “outra” Páscoa. A sua Páscoa, a da sua transformação, rumo a uma vida plena.

Marcelo Henrique 
06/04/2006
http://www.feal.com.br/colunistas.php?art_id=23&col_id=13

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sexta-feira, 3 de abril de 2026

IRMÃO DO CORAÇÃO E AMIGO FELIZ ANIVERSÁRIO! NERI ALVES QUADRADO.

  

PARABÉNS MEU IRMÃO E AMIGO NERI ALVES QUADRADO.

 

Irmão do coração e amigo feliz aniversário!

Olha mano, dia 03.04.2026, eu gostaria e tenho a certeza que nossos familiares gostariam de te homenagear, porque vem a ser a data em que você veio ao mundo, e que representa muito para nossa família. Por isso que o outono nascem muitas “coisas” bonitas, e uma destas vem a ser você. Na verdade eu gostaria e os demais familiares de te dizer, que esse dia é e sempre será importante para mim e para nossa família. Este dia foi para nossa família, como se fosse um lindo presente, e foi que Deus que nos deu.

Você foi e sempre será para mim e para nós uma grande conquista de amor e amizade. Quando chegamos ao mundo, já tinha você, e ficou mais leve e mais gostosa com um novo sentido. Por isso queremos te homenagear, e até te pedir desculpas por nos realizarmos em você.

Você vem a ser a nossa alegria, pois quando você nasceu por certo esta felicidade tomou conta da nossa família, por saber que você veio perfeito e cheio de saúde. Esperado com muito amor foi um dia muito importante para a família, e de muita festa no coração, e hoje o nosso amor se renova, pois representa a data em que você veio ao mundo. Que emoção, deve ter sido, para você ver o quando você é importante em nossas vidas. Você continua para nós aquele sujeito cheio de vida.

Hoje uma data como essa do seu aniversário é um dia especial como você, hoje um pouquinho maior, porque é o seu aniversário e de um grande amigo e irmão.

Desejamos que cada manhã Jesus venha a abençoa-lo em seus passos, sua vida e possa colocar um colorido muito especial no seu sorriso.

Com todo amor do mundo, receba de quem o estima e respeita, parabéns.

 

Do teu mano Getulio e de todos os meus familiares.

GETULIO ALGO SOBRE MINHA VIDA.

 


GETULIO ALGO SOBRE A MINHA VIDA.

TEM ALGUMAS PESSOAS QUE PEDEM ALGUMA COISA A MEU RESPEITO, E AQUI DIVULGO ALGO, SOBRE MINHA VIDA EM SI. SOU VIÚVO E ATUALMENTE DIVORCIADO.

DIZER TAMBÉM QUE HOJE SOU APOSENTADO PELO BANCO HSBC HÁ 32 ANOS, POIS ESTOU COM 82 ANOS. COMECEI MINHA VIDA BANCÁRIO NO BANCO COMERCIAL DO PARANÁ, FUI VENDIDO PARA O BAMERINDUS, E DEPOIS PARA O HSBC, E HOJE VINCULADO AO BRADESCO. ENTREI NO BANCO COMO UM SIMPLES BALCONISTA E ME TORNEI AUDITOR DO BANCO. HOJE APOSENTADO ME DEDICO A RELIGIÃO ESPÍRITA QUE TANTO ME DEU A OPORTUNIDADE DE APRENDER E A COLOCAR EM PRÁTICA A FILOSOFIA ESPÍRITA, ONDE ALIO A PSICOLOGIA DO TRABALHO, ONDE ME FORMEI EM TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO NO FIM DE CARREIRA. SOU TÉCNICO TAMBÉM EM CONTABILIDADE E MICROS. NAS HORAS VAGAS GOSTO DE CANTAR A MÚSICA SERTANEJA, ONDE MINHA ALMA SE DESPRENDE. HOJE TENTO AJUDAR A HUMANIDADE ATRAVÉS DO TRABALHO DE APOIO FRATERNO, ISTO EM 8 ANOS, ONDE TENHO UM BLOGGER QUE ATUO NO BRASIL E FORA, COM 4.500.000 PESSOAS QUE ACOMPANHAM MINHAS MENSAGENS E ORIENTAÇOES. NASCI EM JOINVILLE. SC. E VIM PARA O PARANÁ COM 9 MESES AQUI FIQUEI, E HOJE ME CONSIDERO PARANAENSE, POIS FOI AQUI QUE ME APOSENTEI.

E HOJE PRESTO PARA MEU PRÓXIMO O TRABALHO DE APOIO FRATERNO, COLOCANDO OS MEUS CONHECIMENTOS, E MINHAS MEDIUNIDADES CHAMADAS DE INTUITIVA E INSPIRADA.SEMPRE ESCLAREÇO QUE QUEM CURA É DEUS, JESUS E PRINCIPALMENTE A FÉ DE CADA UM.

MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.