sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

DIFERENÇA DO ESPIRITISMO DE KARDEC PARA OUTRAS Esta minha mensagem foi escrita com o objetivo de sabermos separar o joio do trigo. E eu como tenho na minha incumbência como Médium Inspirado, divulgar pormenores em torno da nossa Doutrina conhecida como dos Espíritos, me habilito a esclarecer. Gostaria inicialmente de dizer, que e a fé de cada um que comanda tudo, em conjunto com Deus e Jesus, auxiliados pelos nossos queridos Mentores Espirituais. Tudo isso baseado naquilo que Jesus deixou dito quando curava: “Foi à fé que te curou, vá e não peques mais”. Baseado nisto posso afirmar, de quem cura na realidade são Deus, Jesus e a fé de cada um. Nós os Médiuns somos apenas um estafeta, mas com muita boa vontade em servir, e sem querer nada em troca. Por outro lado gostaria de esclarecer, que tem pessoas que acham que somos do “diabo ou da tal satanás”, porque estabelecemos o intercâmbio com os Espíritos desencarnados. Nós os Espíritas de Kardec, não acreditamos em “diabo” e outros, mas é verdade que quando Deus criou os Espíritos, foram todos criados da mesma maneira, uns pelo livre arbítrio rumaram para o lado negativo e outros para o positivo. Mas para estes Espíritos que não aceitaram o lado bom, Deus e Jesus sempre dão uma oportunidade de se redimirem; então para nós, são Espíritos infelizes que se quiserem se redimir terão esta oportunidade do Pai Celestial, porque Deus considera a todos como seus filhos. É por isso que em nosso planeta convivemos com pessoas de índole má, é para que eles em conjunto com pessoas do bem, venham a se redimirem. Então o meu intuito é tornar claro o que vem a ser o Espiritismo de Kardec. Então passo a narrar alguns pormenores para que possamos separar o joio do trigo: O de Kardec às vezes é confundido com as outras religiões Espiritualistas. Existem religiões que se utilizam da palavra Espiritismo, mas o de Kardec vem a ser diferente destas. Dizemos isto porque, Espiritualistas são os que cobram aquilo que vem de Deus de graça, mas nem todos vêm a ser Espíritas, porque o de Kardec não cobra nada atendendo o apelo de Jesus: “Daí de graça o que recebeis de graça”. Se tivéssemos que cobrar algo teríamos que comprar de Deus e de Jesus. O de Kardec surgiu na França e foi codificada por Ele e não fundada como certas pessoas acham. Sabe por quê? Porque os ensinamentos foram trazidos pelos Espíritos Superiores e codificados por uma plêiade de Médiuns psicógrafos, e sob a orientação do nosso Patrono Kardec em cinco livros, a saber, os quais recomendamos adquirirem e lerem: Primeiro surgiu em meados de 1.857, chamado de O Livro dos Espíritos, onde contem várias perguntas e respostas, que podem virem a dissipar muitas perguntas que ficam na nossa interrogação. Vem a ser a filosofia Espírita e a compilação dos ensinamentos ditados pelos Espíritos Superiores e publicados na ordem deles. É dividido em quatro partes, onde engloba um corpo de Doutrina Clara, moderada e compreendida; Segundo surgiu em 1.861, chamado de O Livro dos Médiuns, que explica a ciência Espírita e os fenômenos. Eu diria que ele além de estudarmos os fenômenos como se processa, ele serve para aqueles que têm a sua Mediunidade aflorada, e precisam se prepararem para trabalharem num Centro Espírita como Médium; Terceiro divulgado em 1.864, chamado de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Ele oferece a base e o roteiro da nossa Religião. Esperta para a moral de cada um, conhecido como nossos costumes. Foi constituído, ou baseado nos versículos da Vulgata Latina, ou seja, a tradução da Bíblia no seu novo testamento. Diferença que Ele se baseia mais nos ensinamentos do Cristo, que se forem colocados em prática poderemos ter uma vida melhor; Quarto, “O Céu e o Inferno”, onde surgiu em 1.865, que explica na realidade o que vem a ser isto, que para mim existe no sentido figurado, para que o povo saiba distinguir entre o mal do bem. Esclarece também sobre o temor da morte do corpo físico, penas futuras, “anjos e demônios” e outros; Quinto, A Gênese, surgido em 1.868, que também esclarece sobre os “Milagres” e as predições segundo a nossa Religião. A nossa religião, a dos Espíritos, a diferença é que não temos dogmas, nem rituais, não temos vestes especiais, não tomamos vinho ou bebidas, não nos utilizamos de incenso, mirra, fumo, altares, velas, talismã, amuletos, sacrifícios, horóscopo, cartomancias, astrologia, despachos, cruzes, formulas mágicas para casos sentimentais, financeiro, e outros. O nosso de Kardec, acreditamos na pluralidade das existências, a preexistência do Espírito antes do nascimento da pessoa, na continuação da vida após a morte do corpo físico, e a intercomunicação dos Espíritos desencarnados com os encarnados. Portanto o nosso não deve ser confundido, com a Umbanda, Ki banda e outras, porque eles possuem a sua própria personalidade, e a função delas é bem diferente da nossa. Por isso que o nosso às vezes é confundido com certas coisas. Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

PENSAMENTO DO DIA. Certa vez eu li e gostei desse pensamento: “Quem tem mãe tem todos os parentes”. E è uma grande verdade, a mãe vem a ser o centro o ápice, e a síntese de todo esse universo humano chamado de família. A rigor, é ela e a única que caracteriza o sentido de união dentro de uma casa. É quem gera, alimenta e ama. É quem reúne, santifica e eleva. É ela quem se lembra de todos, esquecendo-se de si mesma. É aquele ponto de encontro necessário entre Deus e os homens, que se chama amor. Portanto venere sua mãe, onde ele estiver. MENSAGEM ESCRITA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO MEU BLOGGER: getuliomomentoespirita.blogspot.com

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

SÃO CINCO OS LIVROS QUE FORMAM A BASE DA DOUTRINA ESPÍRITA: .......................................................................................................... 1º O LIVROS DOS ESPÍRITOS LANÇADO NO ANO DE 1.857. Nele esta estampada à filosofia Espírita, sendo a compilação dos ensinos ditados pelos Espíritos Superiores, e publicados na ordem deles. Está dividido em quatro partes, onde engloba um corpo de Doutrina clara, moderada e compreendida. ........................................................................................................................ 2º O LIVRO DOS MÉDIUNS, LANÇADO EM 1.861. Nesse livro, contém a explicação da ciência Espírita e os fenômenos. ........................................................................................................................ 3º O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, LANÇADO NO ANO DE 1.864. Este oferece a base e o roteiro da Religião Espírita. Ele esperta para a moral de cada um, ou seja, os nossos costumes. Foi elaborado baseado nos versículos da Vulgata Latina, ou seja, na tradução da Bíblia no seu novo testamento. ........................................................................................................................ 4º O CÉU E O INFERNO, LANÇADO EM 1.865. Nele esta estampada a Justiça Divina Segundo o Espiritismo. Contém também, o exame comparado das doutrinas sobre a passagem da Vida corporal à Espiritual, sobre as penalidades e recompensas futuras, sobre os “anjos e os demônios”, sobre as penas, etc. Seguido de inúmeros exemplos acerca das situações real das almas durante e depois da morte do corpo físico. ........................................................................................................................ 5º A GÊNESE. LANÇADO NO ANO DE 1.868. Neste contém “os milagres” e as predições segundo O Espiritismo. ........................................................................................................................ Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

CAPÍTULO XV. FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. O NECESSÁRIO PARA SALVAR-SE. O BOM SAMARITANO. Na parábola do Bom Samaritano, São Mateus no capítulo XXV. V. 31 a 46 ressalta, que quando o filho do homem vier em sua majestade, acompanhado de todos os “anjos”, se assentará no trono da glória; e todas as nações estando reunidas diante Dele, separarão uns dos outros, como um pastor separa as suas ovelhas dos bodes, e colocara as ovelhas a sua direita, e os bodes a sua esquerda. E então Jesus dirá: “Vinde benditos de meu Pai, que possuem o reino que vos está preparado desde o princípio do mundo. Porque tive fome, e deste-me de comer; tive sede e deste-me de beber; precisava de alojamento e recolheste-me; estava nu e cobriste-me; estava enfermo e visitastes-me; estava no cárcere e vieste-me ver”. E com isso responderão os justos, dizendo: “Senhor quando te vimos faminto e te demos de comer; e com sede te demos de beber? E quando te vimos sem alojamento e te recolhemos; ou nu e te vestimos? E quando te vimos sem alojamento e te recolhemos; ou nu e te vestimos? E quando te vimos enfermo ou no cárcere te fomos ver?” E Jesus com isso lhe respondera assim: “Na verdade vos digo, que quantas vezes vós fizeste isso a um desses irmãos mais pequeninos, a mim é que o fizeste”. E com isso disse aos que estavam a sua esquerda: “ Apartai-vos de mim,malditos, para o fogo eterno que esta aparelhado para os ruins e os seus adeptos, porque fizeram ao contrário dos bons negando tudo”. Baseado neste fato, presumimos que os outros farão a seguinte pergunta: “Quando foi que eles o viram daquelas maneiras, e deixaram de atendê-lo?” Jesus também lhes responderá dizendo: “Em verdade, todas as vezes que deixaram de dar essas proteções a um desses mais pequeninos, deixaram de da-las a Ele”. E estes irão para o suplicio, e os justos para a vida eterna. Já o irmão Lucas no capítulo X, nos versículos de 25 a 37, conta que um doutor da lei para tentar Jesus lhe perguntou: “O que era preciso para que ele possuísse a vida eterna?” E Jesus ouvindo isso, teria respondido assim: “O que está escrito na lei, o que ledes nela?” “E então o tal doutor lhe respondeu:“ Amareis o Senhor vosso Deus de todo coração e de toda a vossa alma, de todas as suas forças e de todo vosso Espírito, e o vosso próximo como a vós mesmos”. E com isso Jesus teria lhe respondido: “Respondeste muito bem; fazei isso e vivereis”. O irmão Lucas conta ainda, que aproveitando da ocasião esse doutor, ainda teria lhe perguntado quem seria o seu próximo? E Jesus teria lhe respondido dando um exemplo histórico: “Que havia um homem que descia de Jerusalém para Jericó, e fora abordado por ladrões que o despojaram, e o cobriram de feridas e se foram, deixando-o semimorto. Que em seguida passava por ali um sacerdote, que fingiu que não o vira, e passou pelo outro lado. Que logo Após veio um levita que fez a mesma coisa. E que um samaritano que viajava passando pelo mesmo lugar, e tendo-o visto foi tocado de compaixão por ele. E com isso aproximou-se dele derramando sobre a ferida, óleo e vinho, e as enfaixou; e que logo após o colocou sobre o cavalo, conduzindo-o a hospedaria e cuidou dele. Que no dia seguinte, tirou duas moedas e as deu ao hospedeiro, pedindo: Tende bastante cuidado com ele, e que tudo o que depender a mais, eu vos retribuirei no meu regresso”. No final disso Jesus perguntou ao Doutor da Lei: “Qual dos três homens foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos ladrões?” E o doutor lhe respondeu que fora o que exerceu a misericórdia para com ele. Com isso Jesus lhes disse: “Ide, pois, e fazei o mesmo”. Com todos estes ensinamentos, podemos concluir que toda a moral do Cristo esta estampada na caridade e na humildade, nas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho, que vem a ser o caminho da felicidade. Diz Ele: Bem aventurados os pobres de Espírito, que quer dizer: os humildes, porque deles é o Reino dos Céus; bem aventurados os que têm o coração puro; bem aventurados os mansos e pacíficos; bem aventurados os misericordiosos. Amai o próximo como a vós mesmos; fazeis ao outro aquilo desejar que os fizesse; amai os vossos inimigos; perdoais as ofensas, se quiseres ser perdoado; fazei o bem sem ostentação; julgai-vos a vós mesmos antes de julgar os outros. Jesus não cansa de recomendar que tenhamos a humildade e pratiquemos a caridade, onde inclusive já deixou seus exemplos para todos nós. Não cansa de combater o orgulho e a vaidade, assim como o egoísmo. Deixou dito também que fora da caridade não pode existir a salvação, e que é um elemento que pode nos conduzir a felicidade futura. Jesus nesta oportunidade teve que dar certos exemplos materiais, e falava por parábolas, pois os elementos citados na época não conheciam as questões Espirituais. Mas com isso fez distinção entre o que crê de um modo e o que crê de outra maneira. Ele quis dizer que a caridade não é apenas uma das condições para a salvação, e sim como a condição única para isso, e se houvesse outras Ele teria dito. Ele deixou dito também que a caridade acaba abrangendo todas as outras, tais como: a humildade, a mansidão, a brandura, a benevolência, a indulgência, a justiça, etc., e porque ela vem a ser a negação absoluta do orgulho e o egoísmo. Quanto ao próximo posso dizer dentro dos meus conhecimentos, que o próximo começa pelos nossos familiares, e que às vezes não temos a paciência com eles como temos as vezes com terceiros. Bibliografia. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Mensagem escrita e interpretada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.

CAPÍTULO XIV. INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS. INGRATIDÃO DOS FILHOS E OS LAÇOS DE FAMÍLIA. Santo Agostinho no capítulo acima, em Paris no ano de 1.862, explica que a palavra ingratidão tem o seu significado como se fosse um egoísmo. E quando se trata de filhos para os pais tem um sentido mais odioso. O que podemos explicar, é que quando o Espírito parte daqui, e leva consigo o sentimento de ódio, ele pode reencarnar em certa família como filho ingrato. E sendo assim se torna o algoz do passado, e começa a se portar no presente como a “ovelha negra da família”. É por isso que em certas famílias quando possuem mais de um filho, nem todos são iguais, porque cada um tem a sua personalidade, e sendo assim uns vem num grau mais avançado e outros mais abaixo. Tudo isso vem a corresponder com a lei das causas e efeitos, onde poderemos ter filhos pelos laços sanguíneos e outros pelo do Espírito. Mas tudo isso vem a ser uma oportunidade que Deus da, para que possam vivendo juntos se redimirem. Não existe caridade sem o esquecimento das ofensas e das injúrias, e com ódio no coração, onde o perdão não exista. E aí vivendo juntos requer um esforço, onde voltam a se olhar para os que detestaram na encarnação passada. Eles com isso vacilam, e acabam se hesitando agitados por sentimentos de reencarnações passadas. Tem gente que acha que isso vem a ser um castigo de Deus, e Ele não castiga ninguém. Ele criou a natureza e a natureza é que age em nome dele, obedecendo à lei das causas e feitos, que vem a ser, aquilo que plantarmos colheremos. A arma recomendada é para que as pessoas que estão passando por essa situação, primeiro peçam a Deus forças para passarem por isso, e segundo, que quando não se enquadrarem com uma pessoa, deve orar por ela pedindo para que o Pai Celestial ilumine a mente dele e a sua. Digo isso porque ninguém deve se julgar invulnerável, e estamos sujeitos a certas coisas negativas. Este Espírito que teve a oportunidade de se redimir junto aquele ser, tudo vai depender das sua boa ou má resolução, onde poderá se tornar amigo ou inimigo. É assim que o nosso Espiritismo explica o porquê, algumas de nossas crianças nascem com essa tendência. Com isso o nosso Irmão Agostinho, chama a atenção principalmente de nós os Espíritas, que saibamos que quando geramos um corpo físico, devemos saber que nele habitará um Espírito que encarnará para progredir. E com isso ele recomenda que devemos encarar isto, como uma missão de aproximar esta criatura mais perto de Deus. Que devemos por em mente, que quando desencarnarmos, poderemos ser arguidos pela Providência Divina, o que fizemos pela criança que foi confiada na nossa guarda. Se nada fizemos, possivelmente teremos que reencarnar no sentido inverso, ou seja, ele como nosso pai e nós como seu filho. Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo. Mensagem escrita e interpretada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

CAPÍTULO XIV. HONRAI A TEU PAI E A TUA MÃE. PARENTESCO CORPORAL E ESPIRITUAL. Em complemento ao capítulo anterior, do qual Jesus teria se pronunciado dizendo aos seus discípulos: “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos”, podemos dizer que em nossas vidas, as nossas famílias são formadas por Espíritos ligados pelos laços sanguíneos e os pelos Espirituais. Os ligados pelo sangue se acabam quando desencarnamos desta Terra, e podemos considera-los como antagônicos, ou seja, aqueles que ficamos ou eles ficaram devendo em encarnações passadas. Podem virem de uma maneira indireta, digo quando um filho ou uma filha casa os genros ou noras podem serem estas pessoas. E explico que fomos nós que os escolhemos antes de reencarnarmos, porque antes disso é colocado na nossa frente aquilo que ficamos devendo em encarnações passadas. E somos nós que escolhemos, e se assim não fizermos eles escolhem. Assim escolhemos nossos pais, filhos e outros, por isso não adianta ficarmos censurando aqueles que nos rodeiam, porque fomos nós que os escolhemos. Os corporais procedem do corpo, enquanto os Espirituais, não procedem do Espírito porque existia antes do corpo físico e ainda posso dizer que, o pai terreno não gera jamais o Espírito do seu filho. Os afins são os Espíritos simpáticos são os parentes mais próximos, ligados por relações anteriores, que se traduzem pela perfeição durante a vida terrena. Mas em qualquer situação, nós os pais devemos ajuda-los seja lá ou cá, no desenvolvimento intelectual ou moral para fazê-los progredir. Os verdadeiros laços da família não são os da consanguinidade, mas os da simpatia e da comunhão de pensamentos, que acabam unindo os Espíritos, antes, durante e após a encarnação. Disso tudo podemos dizer que filhos nascidos de pais diferentes, podem ser mais irmãos ligados pelo Espírito, do que fossem pelos laços do sangue. Dizemos isso porque podem quando vivendo juntos se tornarem amigos, enquanto que os outros podem se repelirem. Com tudo isso, podemos dizer que existe dois tipos de famílias, os pelos laços sanguíneo e os pelo do Espírito. Os dos Espíritos, podem se tornarem duradouras, e se fortificarem pela purificação, e acabam se perpetuando no mundo Espiritual, isso através de várias encarnações. Já os outros extinguem com o tempo, e quase sempre se dissolvem moralmente desde a vida atual. Estas explicações vêm de encontro com os dizeres de Jesus, que falou aos seus discípulos: “Eis minha mãe e meus irmãos”, querendo dizer, a minha família pelos laços do Espírito e os pelos corporais. Quanto à hostilidade por parte de alguns filhos, esta explicado o porquê, uns vem mais a baixo e outro mais acima, para que aquele que esta mais abaixo possa em convivência com o outro também progredir.Isto também explica o porque vivemos em nosso mundo com a traça, a ferrugem e a poeira, que não é castigo de Deus, e sim oportunidades que Ele nos da para nos redimirmos, pois não existe penas eternas. Este capítulo também explica o porquê em muitas famílias existe a dissensões, e isto não pode acontecer somente com os filhos, e sim com os cônjuges. Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo. Mensagem escrita e interpretada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

CAPÍTULO XIV. HONRAI A VOSSO PAI E A VOSSA MÃE. QUEM É MINHA MÃE E QUEM SÃO MEUS IRMÃOS? Dentro desse capítulo, São Marcos no cap.II, v. 20,21 e 31 a 35, bem como São Mateus no cap.XII, v. 46 a 50, relatam que Jesus tendo vindo para casa, reuniu-se ali uma grande multidão de pessoas, onde nem podiam tomar seus alimentos. Sabendo disso os parentes de Jesus vieram para se apoderarem Dele, e diziam que Ele estava fora de si. Chegando lá, sua mãe e seus irmãos se estabeleceram do lado de fora, e mandaram chamá-lo. Com isso a multidão sabendo disso lhe informaram, que sua mãe e seus irmãos o buscavam do lado de fora. Com isso Jesus teria respondido: “Quem é minha mãe, e quem são os meus irmãos?”. E olhando para a multidão que o rodeava, exclamou: “Eis aqui minha mãe e meus irmãos. Porque o que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, e minha irmã e minha mãe”. Com estas palavras pronunciadas por Jesus, elas não conduziam com a realidade daquilo que Ele sempre pregou, e parecia estranho. Mas se analisando as palavras do Mestre, primeiramente podemos dizer, que Jesus sempre falava por parábolas, para que o povo daquela época pudesse entender. Segundo, o que Ele realmente quis dizer, era que antes de qualquer parentesco pelos laços da carne, perante a Deus todos somos irmãos, e o que faz a ligação com o mundo Espiritual, vem a ser a afinidade de sentimentos, a maneira de se pensar, de ideias e não pelos laços sanguíneos. E com essa atitude, Jesus pode destacar a diferença entre o parentesco corpóreo e o Espiritual, onde às vezes pessoas não ligadas à família podem até serem mais parentes do que aqueles que a compõe. Os primeiros são os afins e o segundo os antagônicos. Afins são aqueles que devotaram certa simpatia conosco em outras encarnações, e gostam de viver junto a nós. E o segundo são os de encarnações passadas, que não se afinizaram conosco ou nós por elas, e que Deus da à oportunidade de nos redimirmos. Baseado nisso, o que se sabe através de Kardec, é que o relacionamento de Jesus com os seus, não havia afinidade entre eles, onde as palavras de João no capítulo VII acaba citando, que nem mesmo os seus irmãos acreditavam Nele. Com isso se conclui, que não houvera indiferença ou desprezo por parte de Jesus com referencia a sua mãe e a seus irmãos, e sim que todos nós somos filhos de um mesmo Pai. Tudo isso veio a se comprovar que Jesus ao ser crucificado, demonstrou seus cuidados com a sua mãe, e amor por ela, conforme João descreve no capítulo XIX, que Jesus vendo sua mãe, e junto dela seu discípulo amado disse: “Mulher, eis aí teu filho”. E depois disse ao seu discípulo: “Eis aí tua mãe”. E tendo acontecido isso, o discípulo a tomou para sua casa. Veja que Jesus não disse ao seu discípulo, cuide de minha mãe, e a ela, meu discípulo cuidará de si. Com isso mais uma vez, aprendemos a sermos verdadeiramente irmãos pelos laços de Deus, e que cada mãe, e cada pai, pode adotar alguém no momento em que esta pessoa necessitar, basta que tenhamos a boa vontade. Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo. Mensagem escrita e interpretada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.