terça-feira, 30 de junho de 2015

LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO VI. A VIDA ESPÍRITA.
ESCOLHA DAS PROVAS

Antes de reencarnar, um Espírito é o que escolhe o tipo de provas a enfrentar, tudo isso baseado no seu livre arbítrio.
Deus dá ao Espirito a liberdade de escolha, deixando a ele a responsabilidade dos seus atos e consequências, onde o caminho do bem ou do mal está a sua frente.
Se escolher o caminho errado, ainda lhe resta a consolação, porque Deus lhe permite recomeçar tudo de novo.
Mesmo o Espírito escolhendo as suas provas, os detalhes são a consequência da posição escolhida, e das suas próprias ações.
Exemplo: se escolheu provas junto a marginais, já sabia os deslizes a se expor, mas não conhecia cada ato que praticaria, sendo estes produto da sua vontade de acordo com o livre arbítrio. O Espírito sabe o gênero das lutas, e sabe de que a natureza são as vicissitudes que irá encontrar, mais não sabe dos acontecimentos que o aguardam. Só os grandes acontecimentos, aqueles que influem no seu destino estão previstos. Se tomar o caminho errado, sabe que terá que arcar com muitas preocupações, porque pode cair, mas não sabe quando cair, e pode ser que nem venha a cair, se for prudente.
Exemplo. Se ao atravessar uma rua, for atropelado, ele que não pense que estava escrito. Não foi prudente.
Um Espírito pode escolher reencarnar numa vida entre mal feitores, porque foi uma das provas que ele tenha escolhido em outras reencarnações e sucumbiu. E para melhorar o seu padrão teria que passar por isso. Semelhante atrai semelhante, e para lutar contra o seu instinto de bandido. É necessário que ele se encontre entre gente desta espécie. Por isso justificamos a necessidade de nossa Terra ter Espíritos desta natureza de má índole, pois os Espíritos reencarnantes desta natureza não poderiam se submeter a estas provas.
O Espírito reencarnante não precisa ao reencarnar passar por todos os gêneros de tentações, que possam lhe provocar o ciúme, a avareza, a sensualidade, e outros. Mas aquele que se deixa levar pelo mau caminho, pode correr em todos os perigos do mesmo. Por exemplo: um Espírito se tornando rico, pode sim se submeter a provas de ser avarento, egoísta ou se entregar a todos os prazeres da sensualidade. Mas isso não quer dizer que ele devia passar por todas estas tendências.
Um Espírito na sua origem, sendo simples e ignorante, e sem experiência, pode escolher uma prova com conhecimento de causa, porque Deus supre a sua inexperiência, traçando o caminho a seguir. Mas Deus deixa que pouco a pouco a liberdade de escolha dele se submeta à medida que seu livre arbítrio se desenvolva, onde pode sim sucumbir, por não haver escutado os conselhos dos Bons Espíritos.
Quando o Espírito não consegue escolher a sua prova no processo da reencarnação, Deus sabe esperar e não precipita a expiação; entretanto pode impor certa existência a este Espírito, quando este por sua inferioridade ou má vontade não está apto ao que seria mais proveitoso para si.
O Espírito quando desencarna, ele não reencarna imediatamente, porque tem uns que acreditam em penas eternas.
Quanto em escolher as provas, ele escolhe aquelas que podem servir de expiação
segundo a natureza das suas faltas, e que possam lhe adiantar rapidamente. Uns podem escolher uma vida de misérias e provações para tentar suporta-las com coragem, como as das fortunas e do poder, outros em contato com os vícios.
Aqueles que escolhem o contato com o vício como prova, ou aqueles por simpatia ou pelo desejo de viver num meio ao seus gostos, ou para poderem entrega-se livremente às suas inclinações materiais, podem sim, mas somente entre aqueles
cujo senso moral é pouco desenvolvido; porém a prova acaba decorrendo disso, e eles sofrem por tempo mais longo; porém cedo ou mais tarde compreenderão que a satisfação das paixões brutais pode lhes trazer consequências deploráveis, que terão que sofrer durante um tempo que lhe parecerá eterno.Com isso Deus pode deixá-los nesse estado até que compreendam suas faltas, os quais devem pedir por si mesmos o meio de resgata-las em provas mais proveitosas.
No caso da escolha da prova por parte do Espírito reencarnante, ele não pode escolher a prova menos penosa, porque ele está liberto do pensamento dos Espíritos encarnados, onde a sua maneira de pensar é Espiritual não havendo portanto esta questão.
Aqueles Espíritos que escolhem como prova a riqueza, a grandeza para goza-la, podem ser mais difícil vencer as dificuldades de sanar as dívidas do passado.
Para que o Espírito consiga chegar ao estado da perfeição, ele terá que passar por provas escolhidas. Quanto a escolha da prova, ela pode ser uma acima de suas forças e então poderá sucumbir. Mais pode também escolher uma que não lhe de proveito algum, sendo ociosa e inútil. Ele voltando ao mundo Espiritual, percebe que nada ganhou, e pede para recuperar o tempo perdido.
Um Espírito na erraticidade, e que estuda as diversas condições em que poderá progredir espiritualmente, não nascem no seio de canibais ou inferiores a eles, pois os mais adiantados não nascem entre eles.
Já os Espíritos procedentes de um mundo inferior à Terra, ou um povo muito atrasado, como os canibais, podem até nascer entre os povos civilizados, mais existe aqueles que querem subir muito alto, e se extraviam e ficam deslocados, porque seus hábitos e instintos são diferentes.
Já um Espírito pertencente a uma raça civilizada, pode reencarnar numa raça selvagem somente por expiação. Mas tudo isso depende do tipo da expiação. Por exemplo: um senhor que tenha sido duro com seus escravos, ele poderá reencarnar como escravo, e vir a sofrer maus tratos que infligiu no passado. Isso pode ser uma expiação daquilo que abusou do poder, e Deus pode determina-la. Já um Espírito bom, para os fazer avançar, escolhe uma vida de influência entre esses povos. Isto se trata de uma missão.

Bibliografia: O livro dos Espíritos
Mensagem escrita e interpretada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.







segunda-feira, 29 de junho de 2015

O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO VI. VIDA ESPÍRITA.
COMEMORAÇÕES DOS MORTOS-FUNERAIS.

Os Espíritos são sensíveis a saudades dos que amavam aqui no nosso planeta Terra. Esta saudades lhes aumentam a felicidade se são felizes, e se são infelizes serve-lhes de alívio.
No dia da comemoração dos mortos em nossa Terra, eles atendem os chamados do pensamentos daqueles que não orar por eles no cemitério, como em todos os dias.
Este dia eles reúnem-se em maior número, porque é maior o número daqueles que os chamam, mas sim com relação aos seus amigos, e não pela indiferença de alguns.
A forma que eles comparecem, e como poderiam serem vistos por alguns tornando-se visíveis, seria pela qual eram conhecidos aqui no nosso planeta.
Geralmente os que não são visitados neste dia por ninguém, comparecem apesar disso. Mais não se importam com assuntos daqui, porque somente pelo coração se prendem a ele, e tem todo o universo pela frente.
Ao visitarmos a um túmulo de pessoas conhecidas, vem a ser uma maneira de manifestarmos que pensamos naquele Espírito ausente. Mais se fizermos uma prece para o Espírito fora deste, acaba santificando o ato de lembrar dele desde que seja com o coração, pouco importando o lugar onde se fizer.
Quando os Espíritos são homenageados com estatuas e outros, muitos deles as assistem quando podem, mas não são sensíveis às honras que lhes tributam.
Se o Espírito tiver desejo de ser enterrado em um lugar especial, isto pode significar sinal de inferioridade moral. Isto porque para o Espírito elevado, nada vem a representar um pedaço de Terra mais do que o outro. Pois sabe ele que estará reunido com seus entes queridos, mesmo que seus ossos estejam separados.
 A reunião dos despojos mortais de todos os membros de uma família num só lugar, não deve ser considerado como futilidade, pois vem a ser um costume e um testemunho de simpatia pelos entes amados. Para o ser humano é útil, pois suas recordações se concentram melhor, mesmo que para os Espíritos pode até pouco representar.
Quando a alma volta à vida Espiritual, no primeiro momento da morte, se eles estiverem num grau da perfeição, não tem mais validade terrestre as honras que lhes foram prestadas. Porém existe Espíritos que gozão de satisfação com as honras lhes foram prestadas, ou se desgostam com o abandono do seu envoltório, pois ainda estão arreigados as coisas da Terra.
Quando o Espírito se desprende do corpo físico, quase sempre assiste ao seu enterro, mas se esta perturbado algumas vezes não percebe o que se passa. Fica lisonjeado com a concorrência ao seu enterro mais ou menos, segundo o sentimento que provoca esta concorrência.
Quando desencarna ele quase sempre assiste as reuniões de seus herdeiros, porque Deus o quer para sua própria instrução, as vezes se tornando um castigo para os culpados. É nessa ocasião que se vê o quanto valiam os protestos que lhe faziam. Todos os sentimentos se tornam patentes, e a decepção que experimenta vendo a divisão dos que dividem o seu espólio, e acaba o esclarecendo quanto aos seus propósitos.
O respeito que o ser humano tem pelos mortos, vem a ser um efeito da intuição da existência da vida futura, pois todos retornaremos a Pátria Espiritual um dia.

Bibliografia: O Livro dos Espíritos.
Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.









domingo, 28 de junho de 2015

MEDO DE SER FELIZ

É uma grande verdade tem muita gente que tem medo de sorrir hoje, pois teme que amanhã possa vir a chorar. Mas é fácil distinguir uma coisa da outra, hoje é hoje e amanhã é amanhã. Viva cada dia o seu momento sem importar com o dia de amanhã, pois ninguém sabe o que esta lhe sendo reservado lá na frente, quanta coisa acontece num segundo, num minuto. Quanta coisa nasce quanta coisa morre nesses momentos.
O importante é tentarmos sempre pensarmos de maneira positiva, procurando viver da melhor maneira possível, sendo buscando o melhor embora as vezes não conseguimos. Mas na vida tem sempre um por que. Por que sofremos, por que não conseguimos o nosso ideal. O meu conselho é sempre procurarmos encontrar as boas sementes, e procurar planta-las, sempre procurando rega-las, aduba-las, para que lá na frente tenhamos bons frutos.
Na nossa sociedade o maior medo das pessoas é não saber que somos poderosos, além do que podemos imaginar. Jesus falou: “querer é poder”. O importante é estabelecermos a nossa meta e tentar busca-la; se não conseguirmos pela primeira vez, devemos tentar muitas outras vezes. Devemos fazer como o bebê que quando começa a querer andar, ele cai e se levanta e cai e se levanta quantas vezes for preciso.
O que mais acaba assustando as pessoas é a luz que cada um possui, e não a escuridão. Tem gente que se pergunta: Quem sou eu para merecer tanta coisa? Quem sou eu para ser brilhante?  Lindo, talentoso, fabuloso?
O que devemos saber é que cada um de nós somos filhos do mesmo Pai. A pessoa pensando de maneira pequena nada vem lhe ajudar, não existindo nenhuma bondade em você se diminuir, recuar.
Cada um de nos fomos criados para brilharmos, como as crianças brilham. Nascemos para manifestar a glória de Deus dentro de nós.
Quando nós nos libertarmos de nosso medo, que vem a ser negativo porque acaba atraindo para nós Espíritos negativos, que pensam de dessa maneira e acabam fomentando essa ideia, daí poderemos ser felizes sim.

Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado
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sábado, 27 de junho de 2015




 CAPÍTULO III-DIFERENTES CATEGORIAS DE MUNDOS HABITADOS.

Dentro das instruções dos nossos Espíritos Superiores, Eles nos informam que do lado Espiritual existe diversos habitantes desencarnados vivendo em vários graus de evolução, assim como em nosso planeta existe pessoas de diversas categorias, que não deixam de serem Espíritos encarnados, que depois do desencarne voltam para a origem Espírita. Uns mais ou menos superiores outros superiores, outros mais ou menos inferiores e os inferiores, cada um segundo as suas obras, como Jesus deixou dito.
No mundo inferior vivem aqueles Espíritos primitivos, aqueles ainda presos nas coisas do nosso Planeta, onde a vida moral é quase nula. Eu diria que nesta escala, estão aqueles drogados, alcoolizados, os fumantes, os materialistas e outros.
Que existe outros mundos, onde vivem aqueles que já estão se despojando as coisas materiais, e se interessando pelas coisas espirituais.
Já nos mundos intermediários, vivem os de mescla do bem e do amor, tudo dentro de um grau de adiantamento de cada um.
Damos exemplo de cada um deles:
Nos primeiros, temos os de primeira encarnação da alma humana, os de expiação e de provas, onde o mal predomina.
Já os regeneradores, são aqueles que ainda têm que expiar, e haurem novas forças, repousando das fadigas das lutas.
Tem os felizes, onde o bem sobrepuja o mal.
Mas tem os Celestes ou Divinos, que são onde a moral reina entre os Espíritos depurados, onde o bem esta acima de tudo.
O nosso mundo material, vem a ser um local onde os Espíritos errantes, expiam e passam por provas, sendo por isso que os Espíritos encarnados sofrem tantas misérias. São Espíritos que cumprem as fases do progresso do seu Espírito, em busca da perfeição. Quando conseguem pagar as suas dividas do passado e do presente, ao desencarnarem vão habitar mundos mais adiantados, até chegarem ao estado de puros. Vem a ser a recompensa pelo bem que fizeram, como é castigo viver por muito tempo em mundos inferiores.


Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo.
Mensagem escrita e interpretada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.









MUNDOS SUPERIORES E INFERIORES

De acordo com as instruções dos nossos Espíritos, mundos inferiores vêm a serem aqueles que vivem em baixo do nosso planeta, isto na escala progressiva.
Se pegarmos o nosso planeta como base, aqui vemos todos os tipos de Espíritos encarnados vivendo aqui dentro de uma escala, isto se considerarmos as raças selvagens ou de nações bárbaras, que são o resto de um mundo primitivo. Nos mais atrasados podemos dizer, que são seres que o habitam e que são elementos iniciantes, e sem beleza alguma; seus instintos não são temperados por um sentimento de delicadeza ou benevolência, onde somente a força bruta predomina. Entretanto Deus não abandona ninguém, onde no fundo das trevas da inteligência, jaz latente a vaga intuição de um Ser Supremo mais ou menos desenvolvido. Este sentimento basta para que uns se tornem superiores uns aos outros, e se preparando para a sua eclosão para uma vida mais completa.
Dentro dos mundos inferiores e superiores existem Espíritos que vem a ser difícil acreditarmos que foram primitivos.
Nos mundos Superiores, os Espíritos que o habitam são aperfeiçoados e purificados. O seu corpo nada tem de material, nem sujeito as suas necessidades. Os seus sentidos são mais delicados, onde as grosserias dos seus órgãos não os sufocam. O seu corpo é leve, e a sua locomoção é mais rápida e fácil, onde no lugar de se arrastarem, eles deslizam na superfície plana da atmosfera. São iluminados e elevados, a vida deles é isenta de preocupações e angustias, e são mais longas do que aqui.
A morte não é encarada como horror, principalmente pela decomposição, a alma goza de uma lucidez, não existem ambições, nem sentimento de escravidão. O ser procura sempre se elevar sobre a si mesmo, se aperfeiçoando, cujo objetivo é atingir os puros, e o de ajudar os mais fracos, não existindo a maldade.
Aqui em nosso mundo existe a maldade para valorizarmos a bondade, existe à noite para admirarmos a luz do dia. A doença para darmos valor à saúde.
Em nosso mundo é difícil o ser humano acreditar que poderá habitar algum dia este mundo, porque não acredita na vida Espiritual, mas queremos deixar claro que estes mundos Superiores não vêm a ser um privilégio de Deus, porque Ele da à oportunidade de todos tentarem chegar nele. Jesus disse querer é poder.






Bibliografia. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Mensagem escrita e interpretada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

O LIVRO DOS ESPÍRITOS.CAPÍTULO VI.RELAÇÕES SIMPÁTICAS E ANTIPÁTICAS DOS ESPÍRITOS.METADES ETERNAS.

Além da simpatia geral, determinada pelas semelhanças, existe afeições particulares entre os Espíritos. Mas o liame que une os Espíritos é mais forte na ausência do corpo físico, porque não existe mais às vicissitudes das paixões.
As aversões entre os Espíritos só existe entre os impuros, e são estes que acabam excitando entre os encarnados inimizades e discussões.
Dois Espíritos encarnados que foram inimigos aqui, quando desencarnam não conservam seus ressentimentos, porque compreenderão que era estúpida. Apenas os Espíritos imperfeições é que conservam isto, até se purificarem.
Quando dois Espíritos encarnados se lembram das suas más ações que cometeram aqui, acaba se tornando obstáculo à sua simpatia, e acaba distanciando-os.
O sentimento do mal que fizemos a um Espírito, após a morte do seu corpo físico ao chegar lá, se for bom acaba perdoando, e se mal além de conservar este ressentimento, pode por vezes perseguir-nos até numa outra existência.
As afeições dos Espíritos não são suscetíveis de alteração, porque eles não podem enganar-se, e não usam mais a máscara da hipocrisia, e é por isso que as afeições são inalteráveis quando puros. O amor que os unem é de extrema felicidade. A afeição que tiveram aqui com alguém prossegue no mundo Espiritual, isto se se basearem numa verdadeira simpatia: mas se as causas de ordem física tiveram maior influência que a simpatia, essa cessa com as causas. Geralmente as afeições entre os Espíritos são mais sólidas do que aqui, porque não estão mais subordinadas a interesses materiais e do amor próprio.
Não existe almas predestinadas e fatal entre duas almas. A união existe entre os Espíritos, mas em graus diferentes, segundo a ordem que ocupam da perfeição que adquiriram.
A palavra metade que certos Espíritos se servem para designar os Espíritos simpáticos, a expressão não é exata, pois se um Espírito fosse a metade do outro, quando separados estariam incompletos.
Todos os Espíritos que atingiram a perfeição, podem se unirem entre si. Já na esfera inferior quando um se eleva, já não tem a mesma simpatia pelos que deixou.
A simpatia que atrai um Espírito para o outro, vem a ser o resultado da perfeita concordância de suas existências, de seus instintos.  Se um devesse vir a completar o outro perderia a sua individualidade.
Para haver uma afinidade para uma simpatia perfeita, não consiste apenas na semelhança dos pensamentos e sentimentos, e sim na igualdade do grau de elevação.
O Espíritos que hoje não são simpáticos, podem amanhã se tornarem a sê-los. Isto é, quando se aperfeiçoar, chegara a esfera em que se encontra o outro. Seu encontro se realizará mais prontamente se o Espírito mais elevado, suportando mal as provas a que se submetera, tiver permanecido no mesmo estado.
Entre dois Espíritos simpáticos, um poderá deixar de sê-lo, se um for preguiçoso.
Orientação de Kardec:  É que a teoria das metades eternas que representa a imagem da união de dois Espíritos simpáticos, é que não deve ser tomada ao pé da letra. Porque os Espíritos que dela se servem não pertencem a mesma ordem mais elevada. A esfera de suas ideias é necessariamente limitada, e exprimiram o seu pensamento pelos termos de que teriam servido a vida corporal. Sendo necessário se rejeitar esta ideia de que dois Espíritos, criados um para o outro, devem se unir um dia na eternidade.
Bibliografia: O Livro dos Espíritos.
Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.






quinta-feira, 25 de junho de 2015



CAPÍTULO III-DESTINAÇÃO DA TERRA.
Causa das Misérias Humanas.

O que mais vemos por aqui são as misérias e enfermidades, o qual nos da à impressão que estamos vendo um todo. Mas temos que considerar que a população da humanidade é bem maior do que as da nossa Terra, isto considerando a de diversos mundos do Universo. As da nossa Terra vem a ser apenas uma fração.
Falamos do universo porque fazemos parte dele, e que podemos um dia habitar estes mundos que poderão ser mais evoluídos do que o nosso.
O nosso planeta podemos considerar como se fosse um subúrbio, um hospital, uma região malsã, a qual compreendemos o porquê de tantas aflições e misérias, pois não se envia a um hospital pessoas sadias, pois este lugar não vem a ser a dos prazeres. É uma grande escola, onde os Espíritos são lapidados para melhor e chegarem mais perto da perfeição, mais tudo depende da evolução de cada um, buscando se errar o menos possível.
Aqui estamos vivendo com a poeira, com a traça e a ferrugem, mas porque talvez fizemos algo para merecer. A vida tem sempre os seus porquês? Dizemos isto porque vivemos com Espíritos encarnados de diversos graus de evolução, aqui tem gente para tudo. Vivemos com pessoas que são Espíritos encarnados ladrões, assassinos, drogados e outros, porque Deus da uma oportunidade para estes viverem conosco para ver se com Espíritos mais adiantados se regeneram e evoluam. Mas isto não vem a ser castigo do Pai Maior, e sim oportunidades que Ele da a todos para se regenerarem.
Aqui para chegarmos a ser um mundo melhor, temos que nos libertar da inveja, do ciúme, da vaidade e outros defeitos, procurando sempre colocar em pratica os ensinamentos de Jesus.
Se conseguirmos coloca-los em pratica por certo teremos sim um mundo mais cheio de paz e amor.
Aqui vemos tantas coisas que mudaram para melhor, mas a atitude das pessoas ainda não evoluiu tanto, hoje não se vê mais civismo, a educação parece que piorou falsos cristos se apresentando, e pessoas aceitando tudo isto. É preciso que cada um de nós possamos modificar os nossos hábitos, o de ajudar o nosso próximo, procurando ajudar os mais fracos, e ai sim teremos este mundo melhor. Vamos ajudar Jesus que esta no leme.
Vamos procurar cada um fazer a sua parte, para que possamos ter aqui, um pedacinho do Céu.

Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo.
Mensagem escrita e interpretada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.



quarta-feira, 24 de junho de 2015

O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPITULO VI.
DA VIDA ESPÍRITA. RELAÇÕES ALÉM-TÚMULO.

 No mundo Espiritual, de acordo com o grau de evolução dos Espíritos, se estabelecem entre eles uma hierarquia de poderes, havendo subordinados e autoridade.
 Lá os Espíritos inferiores não podem diminuir à autoridade dos superiores.
Quando encarnado na Terra e tendo aqui algum poder ou autoridade,
 não lhe dão supremacia no mundo Espiritual.
Quanto a elevação e esse rebaixamento, se dá de acordo com a máxima de Jesus que diz: Quem se humilhar será exaltado, e quem se exaltar será humilhado. Isto quer dizer que se o Espirito encarnado que foi patrão de alguém aqui, lá poderá ser subordinado ao seu empregado, tudo dentro do merecimento de cada um. Este que foi patrão aqui ao se ver nesta situação, se sente sim humilhado, sobretudo se era orgulhoso e invejoso.
Damos como exemplo aquele soldado que teve aqui um general, ao desencarnar se encontra com o seu superior, ele não o reconhece nesta qualidade, porque o título não é nada lá, a superioridade real é tudo.
Os Espíritos lá, mesmo sendo de diversas categorias ficam misturados, isto é, ele se veem, mas acabam se distinguindo uns dos outros, se afastando ou se aproximando segundo a diferença e semelhança, ou divergências de seus sentimentos. Os da mesma ordem se reúnem por afinidade, e formam grupos ou familiares unidos pela simpatia e pelos propósitos. Os bons pelo desejo de praticarem o bem, os maus pelo desejo de praticarem a maldade, isto pela vergonha de suas faltas e pela necessidade de se encontrarem entre os seres semelhantes a eles.
Quanto ao acesso entre os Espíritos, os bons vão por toda a parte, para que possam exercer sua influência sobre os maus. Mais as regiões habitadas pelos bons são restritas aos imperfeitos, com a finalidade de que não levem distúrbios das mas paixões.
A relação entre os bons e os maus tem por objetivo, os bons procurarem combater as más tendências dos outros, afim de ajuda-los a subir, sendo esta uma missão. Já os Espíritos inferiores se comprazem com a maldade, por despeito de não terem merecido estar entre os bons. E no fundo da intenção deles é impedir que os ainda inexperiente atinjam o bem supremo.
Os Espíritos se comunicam entre si através do veículo chamado transmissão de pensamento. Isto é estabelecido pelo fluido universal que estabelece entre eles uma comunicação constante.
O Espíritos não podem esconder seus pensamentos uns dos outros, porque para eles tudo permanece descoberto, principalmente quando são perfeitos. Podem até se distanciar, mas sempre se veem, porque uns podem até se tornar invisíveis para outros, se julgando úteis faze-lo.
Os Espíritos que não possuem mais o corpo físico, constatam a sua própria individualidade pelo Períspirito, que os tornam seres distintos uns para os outros.
Os Espíritos se reconhecem lá, por terem convivido aqui no nosso planeta Terra. O filho reconhece o pai, o amigo seu amigo, e assim de geração a geração. Lá os Espíritos encarnados que se conheceram aqui, se reconhecem no mundo dos Espíritos, porque veem a vida passada e leem como se fosse num livro. Vendo o passado dos seus amigos e de seus inimigos, acaba vendo o seus desencarne como foi.
Os Espíritos ao deixarem o corpo físico, nem sempre veem imediatamente os parentes e amigos que o precederam no mundo dos Espíritos. Isto porque levam um tempo para reconhecerem o seu estado de Espírito desencarnado, e se despojar da vida material.
Quando um Espírito desencarna, ele é recebido no mundo material como um irmão bem amado e longamente esperado. O do mau, é como se fosse um ser que se desprega. Os maus ficam satisfeitos de verem seres iguais a eles, e como eles privados da felicidade infinita.
Quando um Espírito encarnado desencarna os parentes e amigos veem ao encontro da alma que estimam, felicitando- como se regressa-se de uma viagem, e se escapou aos perigos do caminho, o ajudam a se desprender dos liames corporais. (Liame é um fio metálico que prende o Espírito ao corpo enquanto está aqui encarnado). Isso é um favor concedido aos bons Espíritos, enquanto que os manchados ficam no isolamento ou cercados somente de Espíritos semelhantes a eles, sendo isto uma punição.
No mundo Espiritual os parentes e amigos se reúnem, isso dependendo de sua elevação e do caminho que seguem para seu adiantamento. Se um está mais adiantado e marcha mais rápido que o outro, não poderão ficar juntos, sendo como se fosse uma espécie de punição. Só poderão se ver somente algumas vezes, a não ser quando possam marcharem ombro a ombro, ou quando estiverem atingido o mesmo grau de perfeição.

Bibliografia: O Livro dos Espíritos.

Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.