quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Parreiras Espíritas
Alguém, muito desanimado, entrou numa igreja e em determinado momento disse para Deus:
- Senhor, aqui estou porque em igrejas não há espelhos.
Nunca me senti satisfeito com minha aparência.
Subitamente uma folha de papel caiu aos seus pés, vinda do alto do templo. Atônito, ele a apanhou e nela viu a seguinte mensagem:
"Minha criatura, nenhuma das minhas obras veio ou ficou sem beleza, pois a feiura é invenção dos homens, e não minha.
Não importa se um corpo é gordo ou magro: ele é o templo do Espírito e este é eterno.
Não importa se braços são longos ou curtos: sua função é o desempenho do trabalho honesto.
Não importa se as mãos são delicadas ou grosseiras: sua função é dar e receber o Bem.
Não importa a aparência dos pés: sua função é tomar o rumo do Amor e da Humildade.
Não importa o tipo de cabelo, se ele existe ou não numa cabeça: o que importa são os pensamentos que por ela passam.
Não importa a forma ou a cor dos olhos: o que importa é que eles vejam o valor da Vida.
Não importa um formato de nariz: o que importa é inspirar e expirar a Fé.
Não importa se a boca é graciosa ou sem atrativos: o que importa são as palavras que saem dela".
Ainda atônito, esse alguém dirigiu-se para a porta de saída, que tinha algumas partes de vidro.
Nesse exato momento sentiu que toda sua vida se modificaria. Havia esse lembrete na porta de vidro:
"Veja com bons olhos seu reflexo neste vidro e lembre-se de tudo que deixei escrito.
Observe que não há uma única linha sobre Mim que afirme que sou bonito"
(Autora: Silvia Schmidt)
Boa noite!
Que seja de PAZ e LUZ...
Abraço!
MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Deixando o corpo, a alma se tem imediata consciência não é o termo: ela fica perturbada por algum tempo. Chamo isto de friozinho na barriga.
Nem todos os Espíritos experimentam, no mesmo grau e pelo mesmo tempo, a perturbação que se segue à separação da alma e do corpo. Pois isso depende da sua elevação. Aquele que já está depurado se reconhece quase imediatamente, porque se desprendeu da matéria durante a vida corpórea, enquanto o homem carnal, cuja consciência não é pura, conserva por muito tempo mais a impressão da matéria.
O conhecimento do Espiritismo exerce alguma influência sobre a duração maior ou menor da perturbação. Pois o Espírito compreende antecipadamente a sua situação; mas a prática do bem e a pureza de consciência são o que exerce maior influência.
Comentário de Kardec: No momento da morte, tudo, a princípio, é confuso; a alma necessita de algum tempo para se reconhecer; sente-se como atordoada, no mesmo estado de um homem que saísse de um sono profundo e procurasse compreender a sua situação. A lucidez das ideias e a memória do passado lhe voltam à medida que se extingue a influência da matéria de que se desprendeu, e que se dissipa essa espécie de nevoeiro que lhe turva os pensamentos.
A duração da perturbação de após morte é muito variável: pode ser de algumas horas, como de muitos meses e mesmo de muitos anos. Aqueles em que é menos longa são os que se identificaram durante a vida com o seu estado futuro, porque então compreendem imediatamente a sua posição.
Essa perturbação apresenta circunstâncias particulares, segundo o caráter dos indivíduos e sobretudo de acordo com o gênero de morte. Nas mortes violentas, por suicídio suplício, acidente, apoplexia, ferimentos etc. o Espírito é surpreendido, espanta-se, não acredita que esteja morto e sustenta teimosamente que não morreu. Não obstante, vê o seu corpo, sabe que é dele, mas não compreende que esteja separado Procura as pessoas de sua afeição, dirige-se a elas e não entende por que não o ouvem. Esta ilusão mantém-se até o completo desprendimento do espírito, e somente então ele reconhece o seu estado e compreende que não faz mais parte do mundo dos vivos.
Esse fenômeno é facilmente explicável. Surpreendido pela morte imprevista, o Espírito fica aturdido com a mudança brusca que nele se opera. Para ele, a morte é ainda sinônimo de destruição, de aniquilamento; ora, como continua a pensar, como ainda vê e escuta, não se considera morto. E o que aumenta a sua ilusão é o fato de se ver num corpo semelhante ao que deixou na terra, cuja natureza etérea ainda não teve tempo de verificar. Ele o julga sólido e compacto como o primeiro e, quando se chama a sua atenção para esse ponto, admira-se de não poder apalpá-lo.
Assemelha-se este fenômeno ao dos sonâmbulos inexperientes que não creem estar dormindo. Para eles, o sono é sinônimo de suspensão das faculdades; ora, como pensam livremente e podem ver, não acham que estejam dormindo. Alguns Espíritos apresentam esta particularidade, embora a morte não os tenha colhido inopinadamente; mas ela é sempre mais generalizada entre os que, apesar de doentes, não pensavam em morrer. Vê-se então o espetáculo singular de um Espírito que assiste aos próprios funerais como os de um estranho, deles falando como de uma coisa que não lhe dissesse respeito, até o momento de compreender a verdade.
A perturbação que se segue à morte nada tem de penosa para o homem de bem; é calma e em tudo semelhante à que acompanha um despertar tranquilo. Para aquele cuja consciência não está pura, é cheia de ansiedades e angústias.
Nos casos de morte coletiva, observou-se que todos os que pereceram ao mesmo tempo nem sempre se reveem imediatamente. Na perturbação que se segue à morte, cada um vai para o seu lado ou só se preocupa com aqueles que lhe interessam.
Bibliografia: O Livro dos Espíritos.



LIVRE ARBÍTRIO E OUTROS MAIS.

Livre arbítrio vem a ser a escolha livre que Deus nos deu para optarmos por um caminho a seguir, ou seja: o do mal ou do bem, embora o do mal não foi criado por Ele, pois Ele nos criou todos da mesma maneira, e uns dentro do livre arbítrio rumaram para o lado da maldade e outros da bondade.
Cada um escolhe a sua estrada a seguir, a sua vida particular, enfim sem a intervenção de terceiros: Todos nós estamos sujeitos a sermos tentados por aqueles irmãos mal esclarecidos, que as vezes chegam perto de nós, tentando intuir em nossas mentes o lado negativo das coisas. E quando isso acontece temos somente dois caminhos a seguir, o de absorver ou de rechaçar, isto dentro do nosso libre arbítrio.
Aliás em nossas vidas temos situações que nos exige certas decisões, onde sempre temos que optar entre uma ou outra atitude. Desde amanhã quando abrimos os olhos, estamos optando por uma ou outra atitude a ser empregada. Aquela que optarmos, dependerá o resto do dia. Quando uma pessoa nos ofende, temos que escolher, em revidar, ou calando, procurando ficar quieto para não ficarmos na posição dela.
Para mim, a escolha do livre arbítrio acontece desde quando estamos para reencarnar, quando nós é colocado pela Providência Divina certas dívidas do passado, e que gostaríamos de reencarnar daquela ou outra maneira: Se algo fizemos de mal ao nosso semelhante, é nos colocado na nossa frente algumas opções que gostaríamos de pagar nesta atual reencarnação. Por isso podemos reencarnar como cegos, aleijados, pobres e outros. Aqui ninguém sofre por a caso, Jesus foi claro, a cada um será dado segundo as suas obras. Aqui cada situação tem o seu por que. Tai o porquê as vezes um sofre mais do que o outro, que foi uma livre escolha dele e pelas suas obras. Nesta situação que Deus nos dá de redimirmos das nossas faltas, não quer dizer ser um castigo por parte Dele.  Deus nunca nos castiga e sim nós plantamos e colhemos, por isso chamo atenção o por que aqui tem pobres ou ricos, uns sãos outros aleijados, e assim por diante.
Queremos também ressaltar, que dependendo das nossas atitudes elas pode virem a produzir uma consequência. Jesus deixou dito que a semeadura é livre, mas a colheita será obrigatória.
O mal emprego do livre arbítrio, principalmente para o lado negativo, terá sempre um contraponto sempre que o Poder Maior assim achar, pois o pensamento negativo atrai a parte negativa, e a parte positiva a positiva.
Eu hoje diante destes fatos consumados, procuro enxergar o mundo do jeito que ele é. Uma grande escola, e que fomos nós que nos matriculamos nele. O tal chamado carma, é carga, é a cruz que escolhemos para carregar, e Deus não permite ser colocado sobre os nossos ombros um peso que não poderíamos carregar.
Cada um terá que carrega-lo segundo aquilo que plantou. Repito: A cada um será dado segundo as suas obras. Portanto irmãos vamos caprichar, procurando errar o menos possível, e procurando também plantar as boas sementes da vida, pois cada um planta e colhe o que plantar.

MENSAGEM ESCRITA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO
Meu blogger: getuliomomentoespirita.blogspot.com



terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

A separação da alma e do corpo não é dolorosa.
O corpo, frequentemente, sofre mais durante a vida que no momento da morte; neste, a alma nada sente. Os sofrimentos que às vezes se provam no momento da morte do corpo físico são um prazer para o Espírito, que vê chegar ao fim do seu exílio.
Comentário de Kardec: Na morte natural, que se verifica pelo esgotamento da vitalidade orgânica em consequência de idade, o homem deixa a vida sem perceber: é uma lâmpada que se apaga por falta de energia.
A separação da alma e do corpo se dá, quando os liames que a retinham se rompem, e ela se desprende.
A alma se desprende gradualmente de maneira que o Espírito vai se desprendendo pouco a pouco dos seus liames.
Durante a vida, o Espírito está ligado ao corpo pelo seu envoltório material ou períspirito; a morte é apenas a destruição do corpo, e não desse envoltório que se separa do corpo, quando cessa a vida orgânica. A observação prova que no instante da morte o desprendimento do Espírito não se completa subitamente- ele se opera gradualmente, com lentidão variável, segundo os indivíduos. Para uns é bastante rápido, e pode dizer-se que o momento da morte é também o da libertação que se verifica logo após. Noutros, porém, sobretudo naqueles cuja vida foi toda material e sensual, o desprendimento é muito mais demorado e dura, às vezes alguns dias semanas e até mesmo meses, o que implica a existência no corpo de nenhuma vitalidade, nem a possibilidade de retorno à vida. Mas a simples persistência de uma afinidade entre o corpo e o Espírito, afinidade que está sempre na razão da preponderância que, durante a vida, o Espírito deu à matéria. É lógico admitir que quanto mais o Espírito estiver identificado com a matéria, mais sofrerá para separar-se dela. Por outro lado, a atividade intelectual e moral, a elevação dos pensamentos operam um começo de desprendimento, mesmo durante a vida corpórea e quando a morte chega, é quase instantânea. Este é o resultado dos estudos efetuados sobre os indivíduos observados no momento da morte. Essas observações provam ainda que a afinidade que persiste, em alguns indivíduos, entre a alma e o corpo é às vezes, muito penosa, porque o Espírito pode experimentar o horror da decomposição. Este caso é excepcional e peculiar a certos gêneros de morte, verificando-se em alguns suicídios.
A separação definitiva entre a alma e o corpo pode verificar-se antes da cessação completa da vida orgânica, quando:
— Na agonia, às vezes, a alma já deixou o corpo, que nada mais tem do que a vida orgânica. O homem não tem mais consciência de si mesmo, e, não obstante, ainda lhe resta um sopro de vida. O corpo é uma máquina que o coração põe em movimento. Ele se mantém enquanto o coração lhe fizer circular o sangue pelas veias e para isso não necessita da alma.
A alma sente quando do desencarne, muitas vezes, que se quebram os liames que a prendem ao corpo, e então emprega todos os seus esforços para os romper de uma vez. Já parcialmente separada da matéria, vê o futuro desenrolar-se ante ela e goza por antecipação do estado de Espírito.
A sensação que a alma experimenta, no momento em que se reconhece no mundo dos Espíritos, depende: Se fizemos o mal com o desejo desfazê-lo, estarás, no primeiro momento, envergonhado de o haver feito. Para o justo, é muito diferente: ele se sente aliviado de um grande peso porque não receia nenhum olhar perquiridor.
O Espírito encontra imediatamente aqueles que conheceu na Terra, e que morreram antes dele segundo a afeição que tenham mantido reciprocamente. Quase sempre eles o vêm receber na sua volta ao mundo dos Espíritos e o ajudam a se libertar das faixas da matéria. Vê também a muitos que havia perdido de vista durante a passagem pela Terra; vê os que estão na erraticidade, bem como os que se encontram encarnados, que vai visitar.
Na morte violenta ou acidental, quando os órgãos ainda não se debilitaram pela idade ou pelas doenças, a separação da alma e a cessação da vida se verificam simultaneamente. Mas, em todos os casos, o instante que os separa é muito curto.
Após a decapitação, por exemplo, o homem conserva por alguns instantes a consciência frequentemente por alguns minutos, até que a vida orgânica se extinga de uma vez. Mas muitas vezes a preocupação da morte lhe faz perder a consciência antes do instante do suplício.
Comentário de Kardec: Não se trata, aqui, senão da consciência que o supliciado pode ter de si mesmo como homem, por meio do corpo, e não como Espírito. Se não perdeu essa consciência antes do suplicio, ele pode conservá-la por alguns instantes, mas de duração muito curta, e a perde necessariamente com a vida orgânica do cérebro. Isso não quer dizer que o períspirito esteja inteiramente desligado do corpo, mas pelo contrário, pois, em todos os casos de morte violenta, quando esta não resulta da extinção gradual das forças vitais, os liames que unem o corpo ao períspirito são mais tenazes, e o desprendimento completo é mais lento.
Bibliografia: O Livro dos Espíritos.
MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO APCHECO QUADRADO



 PORQUE AS PESSOAS ENTRAM EM DEPRESSÃO

Durante as nossas vidas, todos nós passamos por momentos de tristeza.
Os motivos que nos levam a esta são variados, uns perfeitamente justificáveis, outros de fácil superação.
Por exemplo: Ficamos tristes com a desencarnação ou com a enfermidade de um ente querido, com tragédias, com problemas de solução difícil e desconhecida, com insucessos e decepções. Ou pode ser com o cansaço, as carências, as dificuldades profissionais e financeiras, ou talvez de relacionamento.
Mas com tudo isto devemos verificar, que nem sempre isto ocorre conosco, sem que possamos explicar. E assim acabamos tendo estes momentos felizes, embora estejamos passando pelos problemas acima citados.
É como se sentíssemos que dentro do nosso coração que existe um passarinho cantando dentro dele, isto enquanto passamos por situações difíceis e aparentemente intermináveis.
Mas vamos raciocinar, porque então ficamos tristes?
Talvez por termos a nossa consciência em desarmonia com as leis Divinas, ou com alguém. Mas devemos saber que desde que nascemos temos enfrentado inúmeras experiências, ou seja, problemas. Uns que nos deixaram pacíficos, outras que nos deixaram apreensivos.
Por isso que periodicamente sentimos uma imensa saudade dos tempos lauréis.
Então neste caso temos uma vida toda para começarmos a plantar boas sementes, para podermos colhê-la lá na frente. Procurando enfrentar as dificuldades com entusiasmos, sempre com objetivos superiores, e não se deixar abater pelos espinhos que podemos ter para chegar nisto.
O que podemos recomendar e esclarecer vem a ser o seguinte:
Quanto estamos reencarnando, é colocado para nós situações que ficamos devendo no passado, e somos nós que as escolhemos. Se assim não fizermos eles escolherão.
É por isso que na vida terrena reencarnam Espíritos de toda natureza, simplesmente para se redimirem daquilo que ficaram devendo. Cada um de nós trás consigo a sua cruz para carregar, e temos que carrega-la porque Deus não permite que carreguemos um peso maior do que podemos. Com isso o planeta que nos acolheu, é o de espia e talvez o ranger de dentes para alguns. Mas para nós particularmente temos que construir o nosso mundo particular, procurando acima de tudo ser útil, procurando boas amizades, boas músicas, lazer, pois a vida é feita de 24 horas, sendo oito para trabalhar, oito para descansar e oito para lazer. E não devemos esquecer dos exercícios físicos, hoje existe as academias de rua, onde podemos caminhar e prestar os exercícios. Mas também devemos lembrar de ir ao Centro Espírita recarregar as suas baterias de amor. Temos que combater também a preguiça, o cansaço, e outras coisas ruins, e procurar as boas. O que não podemos é estacionar, e ficarmos parados. Temos que fazer alguma coisa que nos agrade.
O que não devemos deixar é de se levar pela melancolia, pois se deixarmos levar por ela, baixaremos de sintonia e teremos Espíritos que pensam desta natureza a conviver conosco.
É por isso e é verdade, que o pensamento positivo acaba atraindo Espíritos positivos, e se pensarmos ao contrário teremos os negativos.
Inclusive no nosso Evangelho tem justamente um tema chamado de “A Melancolia” que fala sobre isto.
Quando estivermos se sentindo só e parecer que tudo é errado do nosso lado, vamos elevar os nossos pensamentos a Deus através de Jesus, e pedir a Ele que se tiver alguma entidade negativa perto de nós jorrando maus pensamentos e fluidos negativos, que vão para um aprendizado. Com isto estaremos nos defendendo e praticando a verdadeira caridade.
Somos favoráveis que a pessoa se trate com o médico terreno e com o espiritual junto a um Centro Espírita que pratica o Espiritismo de Kardec.

 Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.
Meu blogger: getuliomomentoespirita.Blogspot.com

Curitiba. PR.Brasil.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

CARMA E DESTINO

Tem gente em nossa Terra que ainda não sabe o porquê de tanta disparidade? Uns ricos, outros pobres, uns são, outros aleijados, e assim por diante. Acham que é um castigo de Deus. Eu digo que não é, vem a ser a lei das causas e efeitos funcionando a toda prova. Ela vem a ser a lei da ação e reação, ou seja, tudo o que plantamos vamos ter que colher, Jesus disse que a cada um de nós seria dado segundo as nossas obras. Eu sempre digo e me torno repetitivo, dizendo que nesta vida tem sempre um por quê? Junto à lei das causas e efeitos ela vem presidida da palavra carma. Você já ouviu falar dela?
É bem possível que sim, pois ela esta se tornando comum entre os seres desta Terra, que vem a ser um peso que carregamos em nossos ombros, do qual algumas pessoas não Espiritualizadas não sabem o por quê? Acham que esta palavra representa parte negativa e desagradável.
Dentro da filosofia Indiana, o carma representa o conjunto de ações dos seres humanos e suas consequências, que tanto podem ser para o lado bom ou ruim.
Jesus falou que chegaria o momento de prestarmos conta dos nossos feitos e que, nesse momento receberíamos segundo as nossas obras.
Damos como exemplo: Ao trabalhador dedicado merece um salário justo, ao mau trabalhador o correspondente.
Diante de tudo isto, podemos entender que a cada um vem a ser o arquiteto do seu próprio destino, e receberá desta vida tudo o que ela pode oferecer, ou já tenha oferecido em outras encarnações. Ninguém sofre por acaso.
A rota da vida gira e devolve no endereço certo tudo que recebe das criaturas, tudo de acordo com as Leis Divinas.
Não existe um velhinho de barba branca determinando quem dos seus filhos deve sentar-se a sua direita ou esquerda. Tudo funciona de acordo com as leis do Criador do Universo nas quais estamos matriculados nesta escola terrena.
Todos fomos criados para sermos perfeitos, mas uns foram para o lado do mal e outros para o do bem, pelo seu livre arbítrio. Jesus foi claro: Sede perfeitos como perfeito é vosso Pai que esta nos Céus.
Portanto nenhum de nós esta relegado à própria sorte, menos sujeitos a um destino caprichoso, que ora nos premia, ora com castigo.
Tudo o que foi criado por Deus é perfeito, Ele ditou as leis e a natureza age de acordo com a situação criado por cada um. Portanto não vem a ser castigo de Deus, e sim oportunidades de nos redimirmos. Todas as circunstâncias fazem parte de um plano Superior para nossa auto iluminação, visando sempre à perfeição e a evolução do nosso Espírito.
É dentro dessa rota que nos faz adquirir experiências importantes, e indispensáveis ao nosso crescimento para Deus.
Diante disto tudo, podemos dizer que carma vem a ser a lei da ação e reação, as das causas e efeitos. Exemplo: Uma criança mongoloide vem a ser um Espírito que se suicidou em encarnações passadas e pediu para vir assim para se redimir. Quanto ao sofrimento dos pais, algo contribuíram para isto. Ninguém sofre por acaso como já dissemos. È como Jesus disse: A semeadura é livre e a colheita obrigatória.
Por essa razão, podemos ficar seguros, de que merecemos aquilo que fizemos por merecer, tanto no campo da alegria como das tristezas.
Não vamos nos esquecer, de que os planos Divinos são para todos nós, os da felicidade suprema, que deve ser conquistada por cada um.
Lembremo-nos que ninguém fugirá ao doloroso trabalho de reposição dos elos quebrados na corrente universal da harmonia. Portanto não culpemos Jesus e Deus pelas coisas que plantamos.
 Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.
Meu Hotmail:getulicao@hotmail.com
Curitiba. PR. Brasil

Meu blogger: getuliomomentoespirita.blogspot.com

domingo, 7 de fevereiro de 2016

A ilusão da Vida:

A vida é maravilhosa, ela só tem começo, não tem fim. O que chamamos de vida e morte em denominações humanas, podemos também dizer que o espírito entra e sai de cena.

Precisamos encarnar e desencarnar chamamos está engrenagem de Reencarnação, que é uma Lei Natural, uma Lei Divina, não tem a ver com religiões ou doutrinas e sim com a Criação Divina.

De forma lúdica podemos dizer que o ator principal é o “Espírito”, o personagem é o “Corpo”, o cenário é todo o “Planeta” e a vida é tudo que acontece ao nosso redor e principalmente internamente com cada ator.

Nosso personagem sempre terá um determinado tempo de atuação neste grande cenário, porém o ator nunca morre, pois ele é imortal e continua sua jornada na evolução Divina mesmo fora de cena. Ele sabe que mais ou menos tempo precisará de novas oportunidades para voltar atuar com novos personagens e se apresentar novamente no mesmo cenário.

Estamos seres humanos, porém somos espíritos.

A ilusão está em pensar que a vida é somente o que vemos com os olhos humanos.

A ilusão da Perda:

Como sentir que perdeu algo que nunca foi seu? Tudo que é material é passageiro. O ser humano tem um determinado tempo de vida, assim como, todos os seres vivos que vivem em nosso planeta também tem seu tempo de vida material.

O próprio corpo que temos é “emprestado” pela Mãe Terra (Gaya) para o espírito seguir sua jornada de evolução, mas saber que o corpo é um veículo temporário de manifestação do espírito não significa ser irresponsável com ele, tudo é uma questão de consciência (lucidez). Toda ação gera uma reação.

Em uma visão mais ampla, quando falamos de pais, filhos, esposos (as), parentes, amigos e tantas outras coisas, nós estamos falando que todos eles “estão” como nossos pais, “estão” como nossos filhos, “estão” esposos (as), “estão” parentes, “estão” amigos e assim por diante.

Eles, elas e todas as coisas que existem nunca foram nossas, porém não significa que não possamos formar laços e ligações atemporais com elas quando essas relações são equilibradas.

Tudo e todos pertencem a “Algo Muito Maior”. Para nossa compreensão chamamos de DEUS e tudo acaba sendo um “empréstimo” sempre em forma de “presente”. Mas quando chega a hora de dizer “até breve” levamos todas as experiências vividas, emoções, sentimentos, pensamentos que tivemos nesta vida, somado a centenas e centenas de outras encarnações já experimentadas. Para o espírito tudo que envolve emoções, sentimentos e a consciência são imortais, pois esses três pontos são as chaves para nossa evolução e uma compreensão maior para o que chamamos de vida.

Encarnados ou desencarnados sempre levaremos em nossas consciências imortais tudo o que experimentamos em nossas jornadas encarna tórias (Passadas, Atual e Futuras). Isso sim “nunca se perde.” Amor
Determinação
Confiança

Jefferson L. Orlando
MENSAGEM COMPARTILHADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO