quinta-feira, 5 de outubro de 2023

A CURA PELO ESPIRITISMO.

 


SÍNTESE DE ALGUNS FENÔMENOS ESPÍRITAS

 

A CURA PELO ESPIRITISMO.

                1-QUEM CURA NA REALIDADE SÃO DEUS, JESUS, NOSSOS MENTORES, E PRINCIPALMENTE A FÉ DE CADA UM.

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2-NOSSA RELIGIÃO TEM UM FATOR PREPONDERANTE. POIS ALÉM DE ENCAMINHAR OS ESPÍRITOS MENOS ESCLARECIDOS PARA UM APRENDIZADO. ELA NOS POSSIBILITA O INTERCÂMBIO COM OS NOSSOS MENTORES ESPIRITUAIS, QUE FORAM AQUI MÉDICOS, ENFERMEIROS E OUTROS, E QUE CONTINUAM LA TRABALHANDO EM PROL DA CARIDADE.

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3-PARA TERMOS UMA BASE, QUE QUANDO VAMOS CONSULTAR NAS SALAS DE PASSES OU DE CURA, PARECE QUE OS MÉDIUNS ADVINHAM O NOSSO SINTOMA. O QUE OCORRE É QUE O MENTOR DA PESSOA QUE VAI CONSULTAR, FALA PARA O MENTOR DO MÉDIUM E ESTE TRANSMITE PARA O ENFERMO.

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4-NÃO TRABALHAMOS DENTRO DO SOBRENATURAL QUE ACREDITA EM MILAGRE, E SIM NOS FENÔMENOS PARANORMAIS, ONDE SÃO APLICADAS ALGUMAS LEIS QUE REGEM OS FLUIDOS EM BENEFÍCIO DA HUMANIDADE.

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5-NA VIDA NEM TUDO DEPENDEM DE DEUS, DE JESUS E DOS MENTORES ESPIRITUAIS, ONDE 50% NÓS TEMOS QUE FAZER POR MERECER, E OS OUTROS 50 SIM DELES.

POR ISSO ALGUMAS PESSOAS CONSEGUEM OBTER ESTAS DÁDIVAS MAIS RÁPIDAS, E OUTRAS DEMORAM MAIS.

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6-GERALMENTE AS PESSOAS QUE VÃO AO CENTRO ESPIRITA, VEM PENSANDO TER UM PROBLEMA MATERIAL, QUANDO ELA É ESPIRITUAL, OU SEJA, UMA SUJEIRA NO SEU PERISPÍRITO.

ESTE PROBLEMA É RESOLVIDO DEPENDENDO DA FÉ DA PESSOA, ATRAVÉS DOS PASSES, E DA ÁGUA FLUIDA.

QUANDO O PROBLEMA É CÁRMICO, É DADO O PREPARO PSICOLÓGICO PARA A PESSOA CONVIVER COM AQUILO.

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ALGUMAS LEIS APLICADAS PELO NOSSO ESPIRITISMO NA CURA:

 

A-UMA MOLÉSTIA CAUSADA POR FLUIDOS IMPUROS, OU QUE SE PRODUZIRAM NO ORGANISMO DA PESSOA, A CURA PODE SER REALIZADA PELA RETIRADA DESTES FLUIDOS RUINS, E SUBSTITUÍDOS POR FLUIDOS PUROS.

B- UM MENTOR ESPIRITUAL SENDO CONHECEDOR DOS MÉTODOS DE CURA PODE INJETAR NO CORPO DO DOENTE, UM REMÉDIO EM FORMA FLUÍDICA.

C-TUDO ISSO PODE ACONTECER SE HOUVER A AJUDA DO PACIENTE, COM SUA FÉ, PORQUE A VONTADE DO MÉDIUM PASSISTA E DA PESSOA SE CONDENSAM.

D-OUTRA COISA QUEREMOS DEIXAR CLARO, QUE NÃO SOMOS CONTRA O SERVIÇO DO MÉDICO TERRENO, MAS PARTIDÁRIO DO TRATAMENTO SER PELO MESMO E PELO ESPIRITISMO. E EXPLICO O POR QUÊ? PORQUE QUANDO ADOECEMOS, BAIXAMOS DE SINTONIA E ABRIMOS AS PORTAS PARA O LADO NEGATIVO QUE VEM A SER UM ESPÍRITO NEGATIVO COM AS MESMAS CARACTERÍSTICAS.

 

MENSAGEM ESCRITA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO

 

 

                                                                                                                                                                    

quarta-feira, 4 de outubro de 2023

AULA DE AMOR.

 


AULA DE AMOR

 

A pessoa que ama deve ser uma pessoa espontânea.

 Mesmo não sendo perfeita deve ser humana.

Se você sente amor, deixe que os outros conheçam os seus sentimentos, procurando libertar as suas emoções.

Procure não viver no passado e nem no futuro, porque o passado já se foi, e serviu apenas para você ser o que é no presente. E o futuro só a Deus pertence, portanto não sofra por antecipação.

Não tenha medo de sorrir hoje, mesmo que amanhã tenha que chorar.

Viva no agora! Desfrute do amor some os momentos alegres para obter a felicidade do seu lado.

Seja uma pessoa autentica, procurando acima de tudo amar e ser amada. Plante boas sementes do amor, que ele germinará te dando frutos.

Se quiser ser amada, ame, não tenha medo mesmo que tenha que deixar cair lágrimas por um grande amor. Quebre o seu orgulho e a vaidade, exponha seus sentimentos.

Quando estiver comendo coma. Quando estiver falando fale. Quando estiver olhando olhe. Quando estiver amando ame com todas as forças do seu coração.

Procure observar as belezas que a vida nos legou a todo o momento.

Procure não ter medo de mostrar as suas emoções.

O amor é como um espelho, pois quando se ama pessoa, nos transformamos no espelho dela e ela no nosso.

O amor verdadeiro somente cria e não destrói.

O amor é feito de braços abertos, se você fecha-los para ele, verá que apenas está abraçando a si mesma, e isolando-se do mundo e descobrindo a solidão. 

Jamais reprima seus sentimentos, senão eles jamais se tornarão realidade.

Se quiser dar uma risada de uma gargalhada. Se quiser desabafar desabafe. Se quer amar ame com todas as forças expondo seus sentimentos.

Só assim você achara a verdadeira felicidade.

Queremos dizer que isto não vem a ser uma poesia, e sim sobre o que você pode ser, e poderá dar chance daqueles que um dia se exporão para tocar o seu coração.

 

 CURITIBA. PR.BRASIL.

Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.

Meu blogger: getuliomomentoespírita.blogspot.com

AMOR AO PRÓXIMO.

 


Amor ao próximo

 

A orientação do Cristo para que amemos o próximo como a nós mesmos é fácil de ser repetida, mas ainda está um tanto distante de ser vivida.

Quando Jesus faz essa recomendação, não estabelece nenhuma condição, simplesmente recomenda que amemos.

Todavia, temos a tendência de consagrar a maior estima apenas àqueles que leiam a vida pela cartilha dos nossos pontos de vista.

Nosso devotamento costuma ser caloroso para com os que concordam com o nosso modo de ver, com nossos hábitos enraizados e princípios sociais.

Esquecemo-nos de que nem sempre nossas interpretações são as melhores, nossos costumes os mais nobres e nossas diretrizes as mais elogiáveis.

É importante desintegrarmos a concha do nosso egoísmo para dedicarmos o amor ao próximo conforme o recomenda Jesus. Não pela servidão afetiva com que se ligam ao nosso roteiro pessoal, mas pela fidelidade com que se dedicam em favor do bem comum.

Se amamos alguém tão só pela beleza física, provável encontremos amanhã o objeto de nossa afeição a caminho do monturo.

Se estimamos em algum amigo apenas a oratória brilhante, é possível esteja ele em aflitiva mudez, dentro em breve.

Se o móvel da nossa suposta afeição são os bens materiais, lembremos que esses são passageiros como as flores de um dia.

É imprescindível aperfeiçoar nosso modo de ver e de sentir, a fim de avançarmos no rumo da vida superior.

É bem verdade que existem pessoas com as quais não trocamos afetividades. Diríamos até que a presença de algumas pessoas nos causam aversão.

Todavia, se não as conseguimos amar, é importante que não lhes desejemos o mal. Que quebremos de vez por todas as pesadas algemas do desafeto, não lhes enviando vibrações negativas.

Jesus recomenda que amemos os nossos inimigos, mas dedicar amor aos inimigos ainda é muito difícil, no atual estágio evolutivo da Terra. Todavia, não é impossível. Basta que comecemos a ver os nossos supostos inimigos como irmãos que carecem do amor de Deus tanto quanto nós.

O primeiro passo é intensificar o afeto aos que nos são simpáticos. Depois, dedicar atenção aos que nos são indiferentes: porteiros, carteiros, frentistas, ascensoristas, entre outros. Em seguida, tolerar os que nos causam aversão.

Assim, quando menos esperarmos, o amor ao próximo já será uma constante em nossos corações. É preciso darmos o primeiro passo, e continuarmos firmes. Eis aí o grande desafio!

*   *   *

Busquemos as criaturas, acima de tudo, pelas obras com que beneficiam o tempo e o espaço em que nos movimentamos, porque um dia compreenderemos que o melhor raramente é aquele que concorda conosco, mas é sempre aquele que concorda com o Senhor, colaborando com Ele, na melhoria da vida, dentro e fora de nós.

Pensemos nisso!

Redação do Momento Espírita, com base no cap. Pelas obras, do
livro 
Fonte viva, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de
Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.
Em 26.6.2013.

MENSAGEM DIVULGAA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

 

QUANDO COMEÇA O AMOR?

 


Quando começa o amor?

 

Olhando esses amores que andam pelo mundo, dando demonstrações tão extraordinárias da excelência do sentimento, nos perguntamos: Quando começamos a amar?

Nascemos no seio de uma família e amamos nossos pais. Convivemos com irmãos, familiares próximos e vamos dilatando essa nossa capacidade de amar.

Comovente é registrar o amor de irmãos que se alonga no tempo. Irmãos que se dedicam a outros irmãos.

Crianças que, mal começam a falar e dar conta de si próprias, expressam extremos cuidados pelo irmão com necessidades especiais.

Algumas chegam a dizer, com todas as palavras: Sempre vou cuidar de você!

E se o dizem, o fazem. Os fatos, todos os dias, nos trazem notícias de irmãos dedicados. Irmãos que chegam a renunciar a suas próprias vidas para atender aquele que necessita de atenção maior.

Mas, quando tudo isso começa? Qual o mistério desses laços tão fortes?

Aprendemos, na Doutrina Espírita, que viajamos através do tempo e das tantas vidas, reencarnando vezes muitas nos mesmos círculos familiares.

Nem sempre com o mesmo parentesco, mas, próximos, de forma a irmos exercitando o amor de pais, de irmãos, de primos, tios.

Repetimos experiências junto a amigos que se nos tornam verdadeiros irmãos. Amigos com os quais convivemos na infância, atravessamos a adolescência e prosseguimos na madureza dos anos.

Uma foto recentemente publicada na Internet nos demonstra essa realidade do amor que antecede a vida física.

O casal americano Ian e Brittani Mcintire soube que seriam pais de dois herdeiros, um menino e uma menina.

Mason, o menino, apresenta uma deficiência cardíaca e uma deformação no cérebro.

Ele pesa somente duzentos e cinquenta e cinco gramas, enquanto a irmã pesa um quilo.

Segundo as indicações médicas, a chance de sobrevivência de Mason seria uma cirurgia cardíaca, inviável pelos problemas do cérebro.

A apreensiva situação ganhou uma tonalidade mais alegre, quando o ultrassom mostrou o bebê segurando a mão de sua irmã, no útero materno.

A mãe emocionada declarou: eu o carrego, mas a única que pode estar ali, com ele, é ela. E o está segurando.

É reconfortante saber que, haja o que houver, ele não estará sozinho.

*   *   *

Vendo a imagem, que se tornou viral na Internet, cogitamos do seu significado profundo.

A irmãzinha, que o segura pela mão, estará dizendo: Fique, lute não tema?

Estará passando energias revitalizadoras ao irmãozinho? Desejará que ele nasça, e que possa estar ao seu lado?

De onde vêm essas almas, nos indagamos. Quantas vidas terão realizado juntas?

Se decidiram serem gestadas juntas, bons motivos existem, com certeza. Motivos que se perdem na curva do tempo e falam de uma afeição profunda.

Se Mason conseguirá vir à luz e sobreviver, somente Deus o sabe.

O que é certo é que o amor o sustenta, e lhe insufla ânimo.

O amor o fortifica e aguarda que a vida se concretize, no plano físico, para prosseguirem juntos.

Doces mistérios do amor que se perpetua no tempo...

Redação do Momento Espírita.
Em 26.4.2016.

 

MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO

terça-feira, 3 de outubro de 2023

O QUE É "O LIVRO DOS ESPÍRITOS".

 


O que é o 'Livro dos Espíritos'?

Atualizado: 11 de mai. de 2020


É o marco inicial da codificação da Doutrina Espírita, tendo sido a primeira obra a ser publicada por Allan Kardec, em 18 de abril de 1857, tratando dos aspectos científico, filosófico e religioso da doutrina, lançando as bases que seriam, no futuro, aprofundadas pelo Codificador nas demais obras: O Livro dos Médiuns, O Evangelho segundo o Espiritismo, o Céu e o Inferno e A Gênese.

Contém hoje 1019 perguntas e respostas, devidamente catalogadas e reunidas por temas pelo Codificador, com base nos ensinos transmitidos pelos Espíritos e nas suas observações acerca dos fenômenos do mundo espiritual. O livro, portanto, é o resultado de um trabalho coletivo, de real parceria entre o Céu e a Terra, apresentando os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as Leis Morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade. Como se pode observar, foi a primeira vez que a realidade espiritual, embora sempre tenha existido, “aparecia na sua inteireza, graças à revelação do Espírito de Verdade prometida pelo Cristo”.

Nesta obra, Rivail já utilizou o psedônimo de Allan Kardec, nome que usara em encarnação entre os druidas, quando se preparava para a missão espírita, e não seu nome ilustre de batismo, Hippolyte Léon Denizard Rivail. A primeira edição de 18 de abril de 1857 foi publicada com 501 perguntas e, segundo a revista Reformador de Abril de 2004, seu lançamento deu-se no Palais Royal, Livraria Dentu, na Galeria Orléans.



As médiuns que serviram a esse trabalho foram inicialmente as jovens Caroline e Julie Boudin, de 16 e 14 anos, respectivamente, às quais se juntou Celine Japhet, com 18 anos e a senhorita Ermmance Defaux, de 14 anos, tendo o Espírito São Luiz guiado o processo de revisão do livro. Após o primeiro esboço, o método das perguntas e respostas foi comparado com as comunicações obtidas por outros médiuns franceses, mais de dez segundo Kardec, cujos textos psicografados auxiliaram para a estruturação da obra.



A segunda edição francesa foi lançada em 18 de março de 1860, tendo o Livro dos Espíritos sido considerado quase como trabalho novo, conquanto não hajam sofrido os princípios qualquer alteração, salvo pequeníssimo número de exceções, considerados antes complementos e esclarecimentos que verdadeiras modificações. No intuito de proceder a esta revisão, Kardec manteve contato com grupos espíritas de aproximadamente 15 países da Europa e das Américas, já constando na segunda edição 1018 perguntas e respostas, sendo que algumas edições atuais trazem 1019 perguntas, acréscimo que segundo a Federação Espírita Brasileira decorre do fato de o Codificador não ter numerado a pergunta imediatamente após a 1010, aquela que seria a 1011. Deste modo, o livro teria, de fato, 1019 perguntas.

As respostas psicografadas pelas médiuns eram revistas, analisadas e muitas vezes comparadas a outras mensagens, sendo a revisão necessária por causa da dificuldade em se entender o que os espíritos diziam e, ainda, porque os espíritos não eram donos de toda a sabedoria do Universo.

A edição definitiva é composta de quatro partes. A primeira aborda sobre as noções de divindade, criação e elementos fundamentais do Universo. A segunda versa sobre o mundo dos Espíritos, tratando sobre a noção de Espírito, a finalidade de sua existência, seu potencial de auto aperfeiçoamento, sua pré e pós-existência e ainda as relações que estabelece com a matéria. A terceira trata das leis morais, fazendo abordagem das Leis de Ordem Moral de Deus: adoração, trabalho, reprodução, conservação, destruição, sociedade, progresso, igualdade, liberdade, justiça, amor e caridade. Por fim, a quarta parte discorre sobre as esperanças e consolações, onde constam considerações acerca do futuro do homem, seu estado após a morte, as alegrias e os obstáculos que encontra no além-túmulo.





 



[1] KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de José Herculano Pires. 8 ed. São Paulo: FEESP, 1995. P. 08. [2] Wikipedia. O Livro dos Espíritos. Disponível em: <https://bit.ly/2MUvKqQ>. Acesso em: 14 jun. 2018.

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

 


                       CAPÍTULO 0. O.O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

 

O Evangelho Segundo o Espiritismo vem a ser o terceiro livro divulgado em 1.864, onde oferece a base e o roteiro da Religião Espírita. Ele esperta para a moral de cada um de nós, e se interessa em não se preocupar com os dados históricos e relatos das vivencias do Cristo, e sim no aspecto moral dos ensinamentos de Jesus, conforme explica o nosso patrono Allan Kardec.

Foi constituído e baseado nos versículos da Vulgata Latina, ou seja, tradução da Bíblia no seu novo Testamento.

Como primeira edição este livro recebeu o nome de Imitação do Evangelho Segundo o Espiritismo.

O livro veio a revivar as palavras do Cristo que se encontravam deturpadas, trazendo-nos a simplicidade do Cristianismo, isto é, recordando os primeiros dias das mensagens de Jesus em nossa Terra, em que a caridade era ainda o perfume simples que envolvia os primeiros núcleos cristãos.

Estes núcleos que nos referimos foram às primeiras igrejas citadas no novo testamento, que eram parecidas com os Centros Espíritas que conhecemos, onde havia inclusive o intercâmbio Mediúnico feito com muita naturalidade.

            Quem tiver a oportunidade de ler o Evangelho acima, por certo terá instruções do Alto, a fim de compreender as lições maravilhosas que foram legadas pelo nosso Mestre Jesus, e para as quais devemos estar sempre praticando.

Não existe nada que possa acontecer ao ser humano durante a sua passagem por aqui, que não tenha a devida significação dentro dos ensinamentos ministrados pelo nosso Mestre Divino.

Nada aconteceu por acaso durante a estada de Jesus em terras da Judéia, pois tudo estava previsto, e tinha que se propagar pelo mundo inteiro do jeito que aconteceu.

Todos os acontecimentos que se sucederam, foram altamente necessários para que a humanidade pudesse seguir um roteiro certo então desconhecido pelos seres humanos.

Infelizmente uma parte dos seres humanos não compreenderam o sacrifício do nosso Divino Mestre, e com isso não puderam exemplificar seus ensinamentos condensados no Amai-vos uns aos outros, tanto quanto Vos amei.

Vamos ilustrar nesta pequena obra algumas lições deixadas pelo nosso Divino Mestre Rabi da Galiléia, o Maior e o mais humilde dos homens que passaram pela nossa Terra.

Jesus pregou a pluralidade dos mundos habitados, onde os homens sofrem e se regeneram, evoluem nascendo e renascendo para atingir finalmente o Mundo Maior onde Deus se encontra.

As pessoas olhando o firmamento repleto de milhões de astros, nada veem porque não tem e não querem ter a sensibilidade para sentir a maravilhosa Obra de Deus, e os ensinamentos de Jesus.

Ao referir-se às muitas moradas na Casa de Deus, afirmou: “Se assim não fora, eu vo-lo teria dito”.

São João, cap.15. Vers. 12.

Pois é, pior cego vem a ser aquele que não quer ver, e não querendo ver e nem se inteirar, não saberá discernir, não podendo interpretar as palavras de Jesus, e às vezes deturpando-as.

O nosso Espiritismo como o consolador prometido, acaba esclarecendo dúvidas e exprime o verdadeiro significado dos ensinamentos do Cristo, que não poderia ser compreendido pelos doutores da lei mosaica, que ainda hoje estão espalhados e divididos pelo mundo.

Somente o nosso Espiritismo sabe discernir o que o Mestre afirmou com respeito à missão do Consolador Prometido. Disse Jesus aos seus discípulos: “Tenho muito ainda a vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora. Quando vier o Espírito da Verdade, Ele vos ensinará todas as verdades, porque não falará por si mesmo, mas dirá o que ouvir e vos ensinará as coisas que virão”.

São João, Cap.16. Vers. 12 e 13.

Este que Jesus se referiu vem a ser o nosso querido Espiritismo compreendido e amado por muitos e mal compreendido por outros.

O Evangelho é dividido em cinco partes, a saber:

Atos comuns da vida do Cristo, os tais “milagres”, as profecias, as palavras que serviram para o estabelecimento de pontos fundamentais da igreja, e o ensinamento moral que segundo o dicionário vem a ser relativo aos nossos costumes.

Ele oferece a base e o roteiro da nossa Religião Espírita, e esperta para a moral de cada um, que se colocado em prática serve de preparo psicológico para todas as horas, e sendo desta maneira procure ter o seu ao seu alcance.

Da minha parte como possuo a Mediunidade Inspirada, tenho como missão divulgar a religião, mais de maneira mais simples e no linguajar popular, para que todos possam entender o verdadeiro significa das parábolas de Jesus. Com isso queremos agradecer primeiramente a Deus e a Jesus por permitirem que os nossos Mentores Espirituais nos inspirassem para o desenvolvimento desta pequena obra.

A minha família propriamente dita o meu muito obrigado, por permitirem que eu pudesse dispor de algumas horas para concretizar este trabalho, que foram dispensados anos e anos.

 

Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo.

Mensagem escrita e interpretada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.

AOS ANJOS GUARDIÕES. E AOS ESPÍRITOS PROTETORES.

 


O Evangelho Segundo o Espiritismo

por ALLAN KARDEC – tradução de José Herculano Pires

 

 

 Aos Anjos Guardiões E Aos Espíritos Protetores

 Prefácio – Todos nós temos um Bom Espírito, ligado a nós desde o nascimento, que nos tomou sob a sua proteção. Cumpre junto a nós a missão de um pai junto ao filho: a de nos conduzir no caminho do bem e do progresso, através das provas da vida. Ele se sente feliz quando correspondemos à sua solicitude, e sofre quando nos vês sucumbir. Seu nome pouco importa, pois que ele pode não ter nenhum nome conhecido na Terra. Invocamo-lo, então, como o nosso Anjo Guardião, o nosso Bom Gênio. Podemos mesmo invocá-lo com o nome de um Espírito Superior, pelo qual sintamos uma simpatia especial.

Além do nosso Anjo guardião, que é sempre um Espírito Superior, temos os Espíritos Protetores, que, por serem menos elevados, não são menos bons e generosos. São Espíritos de parentes ou amigos, e algumas vezes de pessoas que nem sequer conhecemos na atual existência. Eles nos ajudam com os seus conselhos, e frequentemente com a sua intervenção nos acontecimentos de nossa vida. Os Espíritos simpáticos são os que se ligam a nós por alguma semelhança de gostos e tendências. Podem ser bons ou maus, segundo a natureza das inclinações que os atraem para nós. Os Espíritos sedutores esforçam-se para nos desviar do caminho do bem, sugerindo-nos maus pensamentos. Aproveitam-se de todas as nossas fraquezas, como de outras tantas portas abertas, que lhes dão acesso à nossa alma. Há os que se agarram a nós como a uma presa, mas afastam-se quando reconhecem a sua impotência para lutar contra a nossa vontade.

Deus nos deu um guia principal e superior em nosso Anjo Guardião, e como guias secundários os nossos Espíritos Protetores e Familiares. É um erro, entretanto, supor que tenhamos forçosamente um mau gênio junto a nós, para contrabalançar as boas influências daqueles. Os maus Espíritos nos procuram voluntariamente, desde que achem possível dominar-nos, em razão da nossa fraqueza ou da nossa negligência em seguir as aspirações dos Bons Espíritos, e somos nós, portanto, que os atraímos. Disso resulta que não somos nunca privados da assistência dos Bons Espíritos, e que depende de nós o afastamento dos maus. Pelas suas imperfeições, sendo ele mesmo a causa dos sofrimentos que o atingem, o homem é quase sempre o seu próprio mau gênio. (Cap. V, nº 4). A prece aos Anjos Guardiães e aos Espíritos Protetores deve ter por fim solicitar a sua intervenção junto a Deus, pedir-lhes a força de que necessitamos para resistir às más sugestões, e a sua assistência para enfrentarmos as necessidades da vida.

 Prece – Espíritos sábios e benevolentes, mensageiros de Deus, cuja missão é assistir aos homens e conduzi-los pelo bom caminho, amparai-me nas provas desta vida; dai-me a força de sofrê-las sem lamentações; desviai de mim os maus pensamentos, e fazei que eu não dê acesso a nenhum dos maus Espíritos que tentariam induzir-me ao mal. Esclarecei a minha consciência sobre os meus próprios defeitos, e tirai-me dos olhos o véu do orgulho, que poderia impedir-me de percebê-los e de confessá-los a mim mesmo. Vós, sobretudo, meu Anjo Guardião, que velais mais particularmente por mim, e vós todos, Espíritos Protetores, que vos interessais por mim, fazei que eu me torne digno da vossa benevolência. Vós conheceis as minhas necessidades; que elas sejam satisfeitas segundo a vontade de Deus.

 Prece – Meu Deus, permiti que os Bons Espíritos que me assistem possam ajudar-me, quando me achar em dificuldades, e amparar-me nas minhas vacilações. Senhor, que eles me inspirem a fé, a esperança e a caridade, que sejam para mim um apoio, uma esperança e uma prova da Vossa misericórdia. Fazei, enfim, que eu neles encontre a força que me faltar nas provas da vida, e para resistir às sugestões do mal, a fé que salva e o amor que consola.

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 Prece – Espíritos amados, Anjos Guardiães, vós a quem Deus, na sua infinita misericórdia, permite velarem, pelos homens, sede o nosso amparo nas provas desta vida terrena. Dai-nos a força, a coragem e a resignação; inspirai-nos na senda do bem, detendo-nos no declive do mal; que vossa doce influência impregne as nossas almas; fazei que sintamos a presença, ao nosso lado, de um amigo devotado, que assista os nossos sofrimentos e participe das nossas alegrias. E vós, meu Anjo Bom, nunca me abandoneis. Necessito de toda a vossa proteção, para suportar com fé e amor as provas que Deus quiser enviar-me.

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