domingo, 2 de junho de 2024

O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO VIII. EMANCIPAÇÃO DA ALMA. VISITAS ESPÍRITAS ENTRE VIVOS.

 


 

 

 

O LIVRO DOS ESPÍRITOS.CAPÍTULO VIII.EMANCIPAÇÃO DA ALMA.

VISITAS ESPÍRITAS ENTRE PESSOAS VIVAS.

Mesmo a alma podendo libertar-se do corpo durante o sono, não teremos então uma dupla existência simultânea, como a do corpo que nos dá a vida de relação exterior, e a da alma, que nos dá a vida de relação oculta. Explicamos porque no estado de liberdade, a vida do corpo cede lugar à vida da alma. Porém, não são, propriamente falando, duas existências; são, antes, duas fases da mesma existência, uma vez que o ser humano não vive duplamente.

Duas pessoas que se conhecem podem se visitar durante o sono, e muitas outras que acreditam não se conhecerem também se reúnem e conversam. Podendo inclusive visitar amigos num outro país. O fato de ir se encontrar, durante o sono, com amigos, parentes, conhecidos, pessoas que podem ser úteis, é tão frequente que o fazemos todas as noites.

A utilidade dessas visitas noturnas que não ficam na lembrança, é muito comum disso ficar uma intuição. Ao despertar, é frequentemente a origem de certas ideias que surgem espontaneamente, sem explicação clara. São exatamente as adquiridas nessas conversas.

O ser humano não pode provocar essas visitas espirituais por sua vontade quando desligado do corpo físico, porque nem sempre os desejos e vontades suas nem sempre são as mesmas do Espírito.  Isso acontece com os seres humanos espiritualmente bastante elevados. Agora pode acontecer que, considerando a razão da visita, o Espírito vá mesmo visitar as pessoas que deseja; mas a simples vontade do ser humano acordado, não é razão para que o faça.

Um certo número de Espíritos encarnados podem se reunir e formar assembleias, pois os laços de amizade antigos ou novos, fazem com que se reúnam frequentemente diversos Espíritos, felizes de estarem juntos.

☼ Pela palavra antigo é preciso entender os laços de amizade feitos em existências anteriores. Trazemos, ao despertar, uma intuição das ideias que adquirimos nessas conversas ocultas, mas ignoramos a sua fonte.

Uma pessoa viva que acredita ter um de seus amigos morto, pode se encontrar com ele em Espírito e saber que está vivo, podendo também saber de sua situação. Se não lhe foi imposto como uma prova acreditar na morte de seu amigo, terá um pressentimento de sua existência, como poderá ter de sua morte.

BIBLIOGRAFIA: O LIVRO DOS ESPIRITOS.MATÉRIA DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

 

 

O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO VII. RETORNO À VIDA CORPORAL. SIMPATIAS E ANTIPATIAS TERRENAS.

 


 

O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO VII.RETORNO À VIDA CORPORAL.

SIMPATIAS E ANTIPATIAS TERRENAS.

 

Dois seres que se conheceram e se amaram, podem se encontrar em outra existência corpórea, e não se reconhecerem pelo esquecimento do passado, mas podem sim serem atraídos um pelo outro pela simpatia ou antipatia.

 O esquecimento do passado é estabelecido no ser ao reencarnar, porque, nem sempre a recordação de existências passadas poderia lhes trazer boas lembranças, e vir atrapalha-los no caminho da evolução de ambos. Somente se reconhecerão quando desencarnarem, e saberão em que tempo estiveram juntos.

A simpatia entre dois Espíritos nem sempre se dá pelo conhecimento anterior, eles se procuram naturalmente sem que se hajam conhecidos como encarnados. Basta que estejam no mesmo grau de evolução, onde ambos procuram puxar para o mesmo lado.

Os encontros que costumam dar-se de algumas pessoas, e que atribuem ao acaso, se dá pelo magnetismo que vem a ser a bússola desta ciência.

A repulsa instintiva à primeira vista que experimentam certas pessoas, se dá pelos Espíritos antipáticos que se percebem e se reconhecem sem se falarem. Mas a antipatia instintiva entre dois Espíritos, não quer dizer que são necessariamente maus pelo fato de não serem simpáticos. Antipatia pode originar-se do modo pensar simplesmente. Mas à medida que se elevam, os matizes se apagam e a antipatia desaparece.

Geralmente um Espírito mau, sente a antipatia por quem quer julga-lo ou desmascara-lo; e vendo-o pela primeira vez, se afasta e então se transforma em ódio e inveja, os quais lhe inspiram o desejo de praticar a maldade. Já o Espírito bom sente a repulsa pelo mau, porque sabe que não será compreendido por ele, porque ambos não participam dos mesmos sentimentos; mas seguro de sua superioridade, não sente contra o outro nem ódio e nem inveja. E com isso contenta-se em evita-lo e lastimá-lo.

Como vimos, a antipatia pode vir muitas vezes de outras encarnações. Onde vivendo aqui, e sem saber quem é a pessoa que estamos vendo, e acabamos deduzindo, que não vamos com o jeito daquela pessoa. Mas com o tempo vivendo junto a este ser, acabamos descobrindo várias virtudes, e dele pode resultar uma grande simpatia. Pois quem vê olhos não vê o coração.

Da simpatia também pode também acontecer que fomos grandes amigos no passado, ou na vida presente, e as vezes basta que haja uma diversidade do modo de pensarmos, resultar numa grande antipatia.

Mas devemos também saber, que nem tudo nasce das vidas passadas, e em de orgulho ferido. Dizemos isto porque, formamos em redor de nós uma atmosfera fluídica que exerce um poder de atração ou repulsão. Com isso temos dois caminhos a escolher. A de acatarmos ou rechaçarmos estes pensamentos negativos, através do orai e vigiai.

 

 

BIBLIOGRAFIA. O LIVRO DOS ESPÍRITOS. MATÉRIA DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO VII.RETORNO À VIDA CORPORAL. FACULDADES MORAIS E INTELECTUAIS.

 


0 LIVRO DOS ESPÍRITOS.CAPÍTULO VII.RETORNO À VIDA CORPORAL.

FACULDADES MORAIS E INTELECTUAIS DO SER HUMANO.

 

As qualidades más ou boas que vem para os seres humanos, são oriundas dos Espíritos que neles encarnam. Quanto mais puro eles são, mais propenso ao bem vem para estes seres humanos. Daí fica claro, que um ser humano bom ou ruim, tem origem num Espírito bom ou mau.

 O caráter de um ser humano em que encarnam estes Espíritos maliciosos e levianos, são imprudentes, espertos, e alguns seres maléficos.

Estes Espíritos não tem paixões estranhas com a humanidade, pois se assim fosse, os seres humanos também teriam.

É o mesmo Espírito que dá ao ser humano as qualidades morais e as das inteligências, isto na proporção do grau a que tenha chegado. O ser humano jamais poderá ter dois Espíritos.

Os seres mais inteligentes que revelam um Espírito Superior neles encarnado, as vezes ao mesmo tempo são profundamente viciosos, porque o Espírito nele encarnado não é bastante puro. E o ser humano acaba cedendo a influência de Espíritos piores ainda. O Espírito progride numa marcha ascendente insensível, mas o progresso não se realiza simultaneamente em todos os sentidos; num período ele pode avançar na ciência, no outro em moralidade.

Reconhece-se ser absurda a ideia, que as diferentes faculdades intelectuais e morais de um ser humano, seriam produto de outros tantos Espíritos diversos nele encarnados, e tendo cada qual uma aptidão especial. Através de uma reflexão reconhece-se ser absurda esta ideia. O Espírito deve ter todas aptidões. Pois para progredir necessita de uma vontade única. Se o ser humano fosse uma amalgama de Espíritos, essa vontade não existiria e ele careceria de individualidade, pois que na sua morte, todos aqueles Espíritos, formariam um bando como se fossem pássaros que teriam escapados da gaiola.

O ser humano queixa-se de não compreender certas coisas, e no entanto é curioso é ver-se como multiplica as dificuldades, quando tem ao seu lado explicações simples e naturais. Ainda tomando neste caso o efeito pela causa. Fazem com relação à criatura humana, o que faziam os pagãos com relação a Deus, que acreditam em tantos deuses quantos eram os fenômenos no Universo, se bem que as pessoas sensatas, com eles coexistentes, apenas viam em tais fenômenos efeitos provenientes de uma única causa, Deus nosso Pai.

Através ainda de uma reflexão, nos é dito que o mundo físico e o mundo moral, nos oferecem a este respeito vários pontos semelhantes. E enquanto se detiverem na aparência dos fenômenos, os cientistas acreditaram fosse múltipla a matéria. Hoje compreende-se ser bem possível que tão variados fenômenos consistam apenas em modificações da matéria elementar única. As diversas faculdades são manifestações de uma mesma causa, que é a alma, ou do Espírito encarnado, e não de muitas almas, exatamente como os diferentes sons do órgão, os quais procedem todos do ar, e não de tantas espécies de ar, quantos os sons. De semelhante sistema decorreria que, quando o ser humano perde ou adquire certas aptidões, certos pendores, isto significaria que outros tantos Espíritos teriam vindo habitá-lo, ou o teriam deixado, o que tornaria um ser múltiplo, sem individualidade, e conseguintemente, sem responsabilidade. Acrescem que o contradizem numerosos exemplos de manifestações de Espíritos, em que estas provam suas personalidades e identidade.

 

BIBLIOGRAFIA. O LIVRO DOS ESPÍRITOS. MATÉRIA DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO VII.RETORNO À VIDA CORPORAL.IDIOTISMO E LOUCURA.

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 LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO VII. RETORNO À VIDA CORPORAL.

IDIOTISMO E LOUCURA.

 

Os cretinos e os idiotas, tem uma alma frequentemente mais inteligente do que pensamos, porém sofrem com a insuficiência dos meios para se comunicar. Estes Espíritos estão em punição, e vivem em corpo de idiotas. Eles sofrem pela impossibilidade de manifestar-se através de órgãos não desenvolvidos ou defeituosos. Os órgãos exercem influência muito grande sobre a manifestação das suas faculdades, mas não produzem as faculdades, onde está aí a diferença.

Kardec nos orienta, que no estado normal, o moral vence os obstáculos que a matéria lhe impõe. Porém existe casos em que a matéria oferece uma tal resistência que as manifestações anímicas ficam entravadas ou desnaturadas, como na idiotia e na loucura.

São casos patológicos, e em tal estado a alma não goza de toda a sua liberdade, onde a própria lei humana a isenta da responsabilidade de seus atos.

O caso dos idiotas e os cretinos, não podendo fazer o bem e nem o mal, com isso não podem progredir, é que trata-se de uma expiação imposta ao abuso que tenham feito de certas encarnações; tendo um tempo de suspensão. Assim o corpo de um idiota em precedente existência, pode conter um Espírito que tenha animado a de um gênio, porque o gênio se torna as vezes uma desgraça, quando dele se abusa.

Kardec nos diz, que a superioridade moral não está sempre na razão da superioridade intelectual, e que os maiores gênios podem ter muito a expiar; daí resultando frequentemente para eles uma existência inferior à que já tenham vivido, sendo sua causa de sofrimento. Podendo-se dizer, que os cretinos e os idiotas são estropiados do cérebro, como é o cego dos olhos.

O Espírito tem consciência de seu estado mental muito frequentemente, onde compreende que os entraves do seu desenvolvimento são uma prova e uma expiação.

A situação do Espírito na loucura, é que quando em liberdade, ele recebe diretamente impressões e exerce diretamente a sua ação sobre a matéria. Quando encarnado, ele se encontra em condições diferentes, de não fazer senão com a ajuda dos órgãos especiais. Se alterar uma parte ou o conjunto de tais órgãos e eis que se lhe interrompem, no que destes dependam, a ação ou as impressões. Se ele perde os olhos fica cego. Será fácil de compreender, que só tendo o Espírito órgãos a seu serviço incompletos ou alterados, uma perturbação resultará de que nele por si mesmo e no seu foro íntimo tem a perfeita consciência, mas cujo curso não lhe está nas mãos a deter.

É bom lembramos que é sempre o corpo físico o desorganizado. Mas também é bom sabermos que da mesma maneira que o Espírito age sobre a matéria, esta reage sobre ele numa certa medida; e que o Espírito pode encontra-se momentaneamente impressionado pela alteração dos órgãos através dos quais se manifesta e recebe as suas impressões. Pode acontecer também que quando a loucura dura bastante, a repetição dos mesmos atos acabe por exercer sobre o Espírito uma influência da qual ele não se livrará senão depois da sua completa separação da impressão material.

A razão que a loucura pode levar algumas vezes ao suicídio, vem porque o Espírito sofre pelo constrangimento a que está submetido, e pela impotência de manifestar-se livremente suicida-se.

Após o desencarne, o Espírito pode se ressentir durante algum tempo da perturbação de sua faculdade. Com a alteração do cérebro na matéria, ela pode reagir sobre o Espírito pela lembrança, que necessita de um tempo para se livrar desta impressão.

BIOGRAFIA. O LIVRO DOS ESPÍRITOS. MATÉRIA DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.


 O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO VII. RETORNO À VIDA CORPORAL.

IDIOTISMO E LOUCURA.

 

Os cretinos e os idiotas, tem uma alma frequentemente mais inteligente do que pensamos, porém sofrem com a insuficiência dos meios para se comunicar. Estes Espíritos estão em punição, e vivem em corpo de idiotas. Eles sofrem pela impossibilidade de manifestar-se através de órgãos não desenvolvidos ou defeituosos. Os órgãos exercem influência muito grande sobre a manifestação das suas faculdades, mas não produzem as faculdades, onde está aí a diferença.

Kardec nos orienta, que no estado normal, o moral vence os obstáculos que a matéria lhe impõe. Porém existe casos em que a matéria oferece uma tal resistência que as manifestações anímicas ficam entravadas ou desnaturadas, como na idiotia e na loucura.

São casos patológicos, e em tal estado a alma não goza de toda a sua liberdade, onde a própria lei humana a isenta da responsabilidade de seus atos.

O caso dos idiotas e os cretinos, não podendo fazer o bem e nem o mal, com isso não podem progredir, é que trata-se de uma expiação imposta ao abuso que tenham feito de certas encarnações; tendo um tempo de suspensão. Assim o corpo de um idiota em precedente existência, pode conter um Espírito que tenha animado a de um gênio, porque o gênio se torna as vezes uma desgraça, quando dele se abusa.

Kardec nos diz, que a superioridade moral não está sempre na razão da superioridade intelectual, e que os maiores gênios podem ter muito a expiar; daí resultando frequentemente para eles uma existência inferior à que já tenham vivido, sendo sua causa de sofrimento. Podendo-se dizer, que os cretinos e os idiotas são estropiados do cérebro, como é o cego dos olhos.

O Espírito tem consciência de seu estado mental muito frequentemente, onde compreende que os entraves do seu desenvolvimento são uma prova e uma expiação.

A situação do Espírito na loucura, é que quando em liberdade, ele recebe diretamente impressões e exerce diretamente a sua ação sobre a matéria. Quando encarnado, ele se encontra em condições diferentes, de não fazer senão com a ajuda dos órgãos especiais. Se alterar uma parte ou o conjunto de tais órgãos e eis que se lhe interrompem, no que destes dependam, a ação ou as impressões. Se ele perde os olhos fica cego. Será fácil de compreender, que só tendo o Espírito órgãos a seu serviço incompletos ou alterados, uma perturbação resultará de que nele por si mesmo e no seu foro íntimo tem a perfeita consciência, mas cujo curso não lhe está nas mãos a deter.

É bom lembramos que é sempre o corpo físico o desorganizado. Mas também é bom sabermos que da mesma maneira que o Espírito age sobre a matéria, esta reage sobre ele numa certa medida; e que o Espírito pode encontra-se momentaneamente impressionado pela alteração dos órgãos através dos quais se manifesta e recebe as suas impressões. Pode acontecer também que quando a loucura dura bastante, a repetição dos mesmos atos acabe por exercer sobre o Espírito uma influência da qual ele não se livrará senão depois da sua completa separação da impressão material.

A razão que a loucura pode levar algumas vezes ao suicídio, vem porque o Espírito sofre pelo constrangimento a que está submetido, e pela impotência de manifestar-se livremente suicida-se.

Após o desencarne, o Espírito pode se ressentir durante algum tempo da perturbação de sua faculdade. Com a alteração do cérebro na matéria, ela pode reagir sobre o Espírito pela lembrança, que necessita de um tempo para se livrar desta impressão.

BIOGRAFIA. O LIVRO DOS ESPÍRITOS. MATÉRIA DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO VII.RETORNO À VIDA CORPORAL.ESQUECIMENTO DO PASSADO.

 


 

 

 

 

O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO VII. RETORNO À VIDA CORPORAL. COMENTÁRIO DO ESQUECIMENTO DO PASSADO

 

Nas nossas reuniões Espíritas, tem gente que me pergunta por que ao reencarnarmos esquecemos as coisas que fizemos nas passadas.

Eu digo sempre que vem a ser uma de muitas dádivas de Deus que nos da, porque esquecendo o nosso passado, vamos levando a vida no presente, pois se soubéssemos o que fomos poderia a vir interferir na nossa vida atual.

Dizemos isto porque se os Espíritos soubessem ao reencarnar, sabendo o que foram nas encarnações passadas, se maldosos veriam de uma forma constrangido com o que fizeram, se foram reis ou rainhas, o orgulho e a vaidade veriam a serem seus companheiros.

Eu falei no inicio que isto era uma dádiva de Deus, porque Ele sempre da à oportunidade de todos se redimirem através das reencarnações, e não existindo penas eternas como alguns apregoam.

Também diríamos que soubéssemos o que fomos, seria mais fácil de nos cuidarmos para não vir a praticar aquele deslize, e baixaríamos a cabeça, onde nos sitiaríamos inferiorizado, ou se fomos heróis, como disse o orgulho subiria a nossa cabeça, e provavelmente nos sentiríamos melhor que os outros.

O Espírito geralmente nasce onde já viveu, e sua relação é com as mesmas pessoas, tudo isto com o objetivo de repar um mal, ou dar continuidade naquilo que fez por bem. Deus nos deu a consciência para servir como nosso juiz. Cada existência vem a ser um ponto de partida, pouco lhe importando o que foi na ultima encarnação, mas sempre procurando viver dentro das leis de Deus, procurando melhorar aquilo que a sua consciência lhe disser, fazendo desta uma força para resistir as mas tentações.

O esquecimento do passado somente se da aqui em nosso planeta, onde do lado Espiritual as lembranças sempre retornam porque esta registrada no nosso Períspirito. Damos como exemplo, de quando dormimos esquecemos-nos de tudo, e ao despertarmos tudo volta a nossa mente.

Portanto irmãos, acho que conseguimos explicar o porquê esquecemos-nos do nosso passado, mas existe situações que Deus permite que saibamos para nos ajudar, isto acontece em nossas reuniões quando Ele permite e acha necessário.

 

BIBLIOGRAFIA: O LIVRO DOS ESPÍRITOS.MATÉRIA DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

 

 

0 LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO VI.VIDA ESPÍRITA.LEMBRANÇAS DA EXISTÊNCIA COPÓREA.

 


O LIVRO DOS ESPÍRITOS.CAPÍTULO VI.VIDA ESPÍRITA.

LEMBRANÇAS DA EXISTÊNCIA CORPÓREA.

 

Os Espíritos quando se encontram no mundo Espiritual, lembram-se da sua vida corpórea, e as vezes até riem-se de piedade de si mesmos.

 No início eles não se lembram de maneira completa das suas existências, e sim pouco a pouco, e à medida que nela vão fixando a sua atenção.  Eles vão lembrando das coisas na razão das consequências que acarretam para a sua situação de Espírito. Mais compreendem que existe circunstancias às quais eles não atribuem nenhuma importância, e que nem mesmo procuram recordar. Se quisessem lembrar poderiam lembrar dos detalhes e dos incidentes mais minuciosos, sejam de acontecimentos, ou mesmo de pensamentos. Mas quando não tem utilidade eles não o fazem.

 Na vida espiritual, eles compreendem melhor a vida futura, e acabam compreendendo a necessidade de purificação para chegar ao infinito, e sabem que cada existência se livram de algumas impurezas.

A maneira que a vida passada se desenvolvem na memória do Espírito, pode ser através da imaginação, ou com um quadro que eles tenham ante seus olhos. Elas quando se desenrolam parecem presentes, e outras ficam mais ou menos no fundo da memória. Mais tem uma coisa, quanto mais desmaterializado, menos importância dão as coisas materiais. Eles se lembram muito bem são os fatos principais, que os ajudam a se melhorar.

Quando eles chegam lá, todo o seu passado é desfilado diante dos seus olhos, como etapas percorridas como um viajante percorreu. Mais não se lembram de uma maneira absoluta de todo os seus atos, e sim daqueles que tenham relação com o estado presente. Já as existências primárias se perdem no vago e desaparecem na noite do esquecimento.

Quanto ao corpo que deixaram, o consideram como uma veste imprópria que os incomodavam, e da qual se sentem felizes por ter desembaraçado. O sentimento vendo o corpo físico em decomposição, sempre agem com indiferença como uma coisa que não dão mais importância.

Dependendo da maneira mais ou menos elevada como consideram as coisas da terra, algumas vezes eles reconhecem os ossos ou outras coisas que lhes tenham pertencido.

Ele se sentem felizes quando são lembrados, e o pensamento que os atraem sobre nós, não são os objetos deixados por eles, e sim os pensamentos.

Os Espíritos geralmente conservam a lembrança dos seus sofrimentos, que tiveram na sua última existência. E com isso podem avaliar a felicidade que podem desfrutar como Espíritos.

Os Espíritos que se lastimam de ter deixado os gozos que perderam ao deixar a terra, são somente os impuros, pois os elevados a felicidade eterna é mil vezes preferível.

Já aqueles que iniciaram grandes trabalhos em prol da humanidade, ao desencarnarem não se lamentam por deixado pela metade, porque vê que outros estão dispostos a concluí-los. Por outro lado tratam de influenciar outros Espíritos encarnados a continua-los.

Já aqueles que deixaram trabalhos de arte ou de literatura, segundo a sua elevação.

 

BIBLIOGRAFIA. O LIVRO DOS ESPÍRITOS. MATÉRIA DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHEO QUADRADO.