domingo, 2 de fevereiro de 2025

QUANDO AMADURECEMOS...

 


Quando amadurecemos...

Quando os meses se multiplicam, acrescentando anos à nossa vida física, vamos modificando nossa forma de ver o mundo, de sentir o que acontece conosco.

Os anos vão nos proporcionando experiências, em que se somam conquistas e derrotas, alegrias e dores, sucessos e fracassos.

Isso, aliado a perda de afetos, que realizaram a grande viagem ou tomaram rumos diferentes dos nossos, colabora para que amadureçamos.

Com esse amadurecimento, passamos a considerar mais o tempo que possamos desfrutar com as pessoas.

Então, a festa passa a ter importância pelas pessoas com as quais nos encontraremos, que poderemos rever, arrefecendo as saudades, do que com o traje que usaremos.

Daremos mais importância aos abraços, aos diálogos, à convivência, do que ao cardápio servido.

Olharemos mais nos olhos das pessoas do que no seu penteado, nos cabelos longos ou curtos, lisos ou cacheados.

Estaremos mais atentos às palavras que nos forem dirigidas, às indagações que demonstrem interesse por nós do que à maquiagem mais suave ou mais forte de quem se nos aproxime.

Ficaremos mais focados nas expressões das pessoas do que preocupados em verificar as mensagens no celular.

Desfrutaremos cada minuto em totalidade, vivendo a festa integralmente.

Quando nos perguntarem, depois, se ela foi boa, diremos entusiasmados que foi excelente;  que falamos com Fulano; reencontramos Beltrano; abraçamos a Cicrano.

De certa forma, é como se retornássemos aos dias da infância, quando o mais importante era estar presente no aniversário do amigo, brincar, se divertir do que os doces, o bolo, as guloseimas ofertadas.

Tanto que quase sempre, ao retornarmos para casa, surpreendíamos nossa mãe pedindo algo para comer.

Época em que, embora nossa mãe se preocupasse em que fôssemos bem vestidos, era mais do que comum chegarmos em casa com a roupa amarrotada.

Por vezes, o calçado meio estragado pelas tantas disputas de corridas com os amigos ou os muitos chutes na bola, no jogo de futebol.

Anos passados fazem bem a todos que lhes saibamos extrair a sabedoria, o que tenham de melhor.

Anos somados nos amadurecem e nos propiciam descobrir o real sentido das coisas, o que nos permite conferir a cada uma o devido valor.

Nem mais, nem menos.

A festa de formatura do filho nos deixará felizes, sem preocupações exageradas pelo traje, pelo Buffet. Afinal, o que estamos comemorando é a vitória de anos de estudo.

Uma vitória da qual participamos, a cada dia, desde os primeiros anos escolares, ao vestibular, aos bancos universitários.

Preocupações com as notas, as noites mal dormidas, pelo estudo intenso.

Sim, padecemos juntos. Agora, é o momento de nos alegrarmos com ele, com os amigos, com os familiares.

Enfim, a cada dia, a vida nos dirá que as horas devem ser usufruídas para as coisas verdadeiramente importantes: para os sorrisos das alegrias, para as lágrimas de frustração ou tristeza.

Porque tudo tem seu valor, se as sabemos viver de forma total.

Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita.
Em 31.10.2018.

                              MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.          

DOENÇA DE ALZHEIMER SOBRE O PONTO DE VISTA ESPÍRITA.

 


DOENÇA DE ALZHEIMER SOBRE O PONTO DE VISTA ESPÍRITA.

 

Esta Doença acaba provocando alterações na memória e na personalidade da pessoa, onde acaba dificultando a comunicação ou execução de simples tarefas e outros, que são sintomas que ajudam a identificar o problema, que se da principalmente nos idosos. Por exemplo: na velhice quase que constantemente o indivíduo se queixa de falta de memória, mas tem um detalhe que devemos levar em conta, que nem sempre a queixa de falta de memória significa doença de Alzheimer, onde as pessoas devem checar num médico da Terra.

Esta doença estima-se que cerca de milhões de pessoas no mundo são portadores dela, e no Brasil bilhões, onde boa parte acontece com a pessoa com idade acima de 65 anos.

A doença com o tempo acaba atingindo o sistema nervoso central e as regiões responsáveis pela memória, e por outras funções.

A doença geralmente não tem cura, mas existem alguns remédios que ajudam o paciente a minimizar o sofrimento.

O principal fator de risco vem a ser a idade, pois quanto mais a pessoas viver aqui, maior será o risco de desenvolver a doença.

Geralmente tudo começa por afetar a memória, onde a pessoa lembra-se de coisas do passado, mas não se recorda do que ocorreu de manhã, a noite não se lembra do que almoçou.

Mais tarde começa a ter problemas para se alimentar e executar tarefas simples. Perde a noção de se vestir, e não consegue enfiar uma manga da camisa no braço e manter a higiene. Pode também trocar a noite pelo dia, e perambular pela casa.

Na fase mais avançada, o esquecimento acaba tomando conta da pessoa, ela precisa de ajuda de terceiros porque não consegue mais comer sozinha.

 Mais na frente começa a usar fraudas por não conseguir dominar as suas necessidades fisiológicas. Não fala mais, e tem pessoa que não dorme nem de dia e nem à noite.

Na fase terminal, o paciente está na cama e só geme e fica somente numa postura.

Existem remédios que acabam retardando a evolução deste, são inibidores que ajudam por algum tempo a retardar a progressão desta doença que se torna mais lenta.

No nosso Brasil já existe um medicamento de ação prolongada para o tratamento desta doença, em estágios leves e moderados.

No meu ponto de vista toda doença acaba gerando algum mal Espiritual, porque a pessoa acaba baixando de sintonia, e baixando abre as portas para Espíritos que partiram deste mundo com esta doença, que acabam encostando-se às pessoas que possuem esta enfermidade, e com isso fomentam a situação.

Por isso sempre que eu posso, recomendo o tratamento tanto com o Médico da Terra, como o do Espiritual. O Espiritismo quando não pode ajudar na cura, ele pelo menos nos da um certo preparo psicológico para convivermos com ela. Pois ele é ciência, filosofia e religião. Eu por exemplo nesta minha vivência com o Espiritismo, já vi pessoas se curarem de câncer na pele, embaixo do braço e outros, com o trabalho dos passes e a água fluida.

 

 

Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado. Meu blogger: getuliomomentoespirita. blogspot.com

 Curitiba. PR. Brasil.

ALTRUÍSMO.

 


Altruísmo

 

 

Luiz Moreau Gottschalk, um célebre pianista e compositor, visitando certa vez a cidade de Kingston, na Jamaica, entrou em um templo exatamente no momento em que se realizava um culto.

O pastor falava a respeito da caridade. Pintava com imagens fortes o estado a que tinham ficado reduzidas algumas famílias de uns pobres náufragos perdidos, naqueles dias, durante uma grande tempestade no mar.

O ministro usava toda a sua eloquência para comover o auditório, pedindo contribuições para remediar tanta desgraça.

Eram crianças órfãs, sem alimento. Eram viúvas, sem abrigo. Eram mães idosas, sem ninguém mais que olhasse por elas.

Comovido, o compositor acercou-se de um órgão, num dos ângulos do templo, sentou-se e deixou correr as mãos sobre o teclado.

Uma melodia de sabor religioso, tênue, triste, apaixonada, que parecia um coro sublime, começou a envolver a assembleia.

A suavidade da composição era tal que não impedia que todos continuassem a ouvir a voz do pregador que, dominado pela inspiração da música, ardorosamente foi tecendo imagens, evocando Jesus e a necessidade de amar o próximo.

Finalmente, ele concluiu a sua fala, fascinado, como todos os circunstantes, pelas deliciosas harmonias que saíam do órgão.

A música foi se perdendo em notas divinas e terminou. Então, o próprio pianista tomou seu chapéu, nele depositou algumas moedas, percorreu todos os bancos, recebendo dos presentes valiosos donativos.

Quando chegou ao último banco, no fundo do templo, viu uma senhora muito idosa alquebrada pelos anos, que trazia o rosto sulcado por lágrimas.

Seria mãe de um dos náufragos? Uma viúva?

Sem pestanejar, ele esvaziou o chapéu no colo da senhora e desapareceu, porta afora.

*   *   *

Onde anda a miséria? Por vezes, empreendemos campanhas a favor de necessitados a respeito dos quais ouvimos falar e que se encontram distantes de nós.

Muito justo e meritório. No entanto é importante dar uma olhada ao nosso redor.

Existem pessoas muito necessitadas, mas que sofrem caladas, constrangidas de expor as suas dificuldades. Por isso mesmo, ensina o evangelho que o verdadeiro homem de bem é aquele que vai ao encontro da necessidade, sem esperar que a miséria lhe bata à porta.

Para isso, é preciso ter sensibilidade e voltar os olhos para os palcos do sofrimento.

Mesmo porque existem criaturas que, por sua própria condição, sequer podem estender mãos para pedir, pois os braços estão paralisados.

Há os que não podem erguer a voz para suplicar, porque a tem afogada na garganta, pelas lágrimas da dor que nunca cessa.

Há os que desejariam alcançar alguém que os auxiliasse, entretanto, as pernas lhes impedem andar.

*   *   *

A obra do bem em favor de todos precisa de muitos braços e não exige títulos universitários ou recursos financeiros.

Aguarda, simplesmente, a vontade em ação, um coração que sente, uma mente que idealiza, braços fortes que ajam, desde agora, antes que a fome se transforme em enfermidade e a carência em miséria extrema.

Redação do Momento Espírita com base no artigo Altruísmo 
de um grande músico, publicado no boletim semanal
Luz do evangelho, de 10.03.2001. 
Em 20.11.2009.

MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUDRADO.

 

AS ALMAS QUE SE AMAM SE ENCONTRAM EM OUTRAS VIDAS?

 


As almas que se Amam se Encontram em Outra Vida?

Na espiritualidade o sentimento é claro, de uma força e suavidade que mostram o que existe entre os espíritos que o sentem. Tanto mais fácil perceber este elo afetivo, quanto mais desenvolvido moral e espiritualmente é o espírito. Já durante a encarnação, há uma limitação imposta pelo esquecimento do passado, uma vantagem que Deus nos proporcionou para que o livre-arbítrio fosse pleno em nós. Quando encarnamos esquecemos do passado, e deixamos adormecidas lembranças e sentimentos. Se duas almas que se amam se encontram, talvez não venham a perceber imediatamente a importância real de uma na vida da outra, mas sentirão empatia, simpatia ímpar e profunda, o que as faz pender para a pessoa que acabaram de conhecer na nova encarnação. O reconhecimento de um amor de milênios pode ser forte e imediato, mas em geral, para nos facilitar a vida, surge doce e suave, lenta e profundamente.

 

O fato de duas almas terem aprendido a amar-se e que se procuram para continuar juntas sua jornada – encontrarem-se na encarnação, não significa necessariamente que devam ficar juntas, enquanto a experiência terrena estiver em andamento. Há reencontros que acontecem para que formem família, exemplifiquem o sentimento, evoluindo e dando, uma à outra, força nas provas, expiações e missões que vieram cumprir. É bem comum também que afetos verdadeiros não se encontrem, que estejam, cada um, vivendo experiências com outras almas, de modo a ampliar os laços do amor fraternal. Neste caso, costumam aliviar a saudade através de visitas em espírito (sonhos).

Há ainda outra possibilidade, em geral prova bem difícil por exigir o mais amplo sentimento de resignação, coragem e amor ao próximo: duas almas encontrarem-se, reconhecerem-se, amarem-se e não poderem ficar juntas porque já estão comprometidas com outras pessoas e famílias.

E porque Deus faria isso?

Deus não fez. As próprias almas pediram esta prova como exercício expiatório e prova de resistência de suas más tendências, em geral, o egoísmo.
Imaginemos…

 

Duas almas aprendem a se amar. Espíritos ainda em progresso, possuem defeitos morais que estão trabalhando nas existências. Nascem juntas, separadas, na mesma família, em outras, entre amigos ou inimigos. Entre tantas vidas, numa optam por temporariamente (o que são os anos de uma encarnação perante a imortalidade?) por encarnarem separadas. Casam-se com outras pessoas, formam famílias. Mas um dia encontram-se. Reconhecem-se. O amor ressurge. Seus compromissos espirituais são logo esquecidos, desejam-se. Eles deveriam resistir à tentação de trair, de abandonar os companheiros, os filhos, os compromissos, construindo falsa felicidade sobre lágrimas alheias. No entanto cedem. Traem, abandonam, fogem… não importa. Querem ser felizes e isso lhes basta. É o egoísmo e a falta de fé no futuro, que lhes dirige a ação.

Mas não há real felicidade senão a conquistada no direito e na justiça. Se vencerem a tentação de fazer o que citamos, terão no futuro o mérito de estar uma com a outra. Se se deixam arrastar pelas paixões, estarão fadadas a novos afastamentos, lições dolorosas.
Escolhem esta experiência porque a visão que têm na espiritualidade é diferente da limitada visão da encarnação. Melhor abrir temporariamente mão da presença amada, já que o afeto não se esvai na ausência, do que abrir mão de estarem juntos em várias vidas e seus intervalos. Sendo o egoísmo o único motivador (e não o amor) da escolha de ficarem juntos a qualquer preço, constrói-se sólido castelo sobre a areia das ilusões. Fatalmente ele desmoronará, e será preciso reconstruí-lo.

MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2025

CAPÍTULO II. UMA REALEZA TERRESTRE.INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS.


 


CAPÍTULO II-UMA REALEZA TERRESTRE.INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS.

Dentro das instruções dos Espíritos, para que possamos compreender as palavras do Cristo, quando Ele afirmou que seu Reino não era deste mundo, o espiritismo esclarece que os títulos de nobreza adquiridos aqui não são considerados perante a Deus.

Damos como exemplo de uma irmã que foi rainha da França, e que desencarnou, e ao chegar do lado de lá acabou de encontrar seus súbitos em melhores condições do que a sua. Ela pensava que pelo seu título seria distinguida lá, mas não valeu nada e sim a cobrança daquilo que deixou de fazer, e que pelo que fez de errado, mas foi a sua consciência que a julgou.

Para ocuparmos um bom lugar lá, teremos que conquistar méritos, mas para isso temos que nos despojar de muitas coisas que nos rondam, como o orgulho, a vaidade, a inveja, procurando acima de tudo abiscoitar boas sementes, e cuidando para que ela possa germinar bons frutos. Isto quer dizer que devemos ser mais humildes, procurando prestar a caridade e o amor ao próximo, sendo benevolente para com todos.

O caminho mais curto para atingirmos este patamar, é o de aprendermos a sofrer, aonde os caminhos mais penosos da vida nos conduzem ao Pai Celestial. Mas não é somente isto, e sim executarmos as leis de Deus, não ficando somente na teoria, pois se ficarmos nesta pertenceremos no clube do que faça o que eu diga, mas não faça o que eu faço.

Devemos aprender a conviver com a traça, a ferrugem e a poeira, sabendo que este mundo material é uma grande escola, que aqui existem as flores, mais existe também os espinhos, e que amanhã é amanhã, e não hoje e nem o futuro.

Muitas pessoas correm atrás de bens materiais, sem saber que tudo isto é passageiro e serve apenas para vivermos aqui, e não passa de um empréstimo, pois nada levaremos conosco a não serem as nossas obras.

Do outro lado da vida não existe ilusões e sim a realidade dos fatos, nós temos que conquistar a nossa posição melhor, procurando sempre dar o melhor de todos nós em prol dos mais carentes.

Uma Rainha da França. 1.863

Bibliografia. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Mensagem escrita e interpretada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.

 

 

 

 

CAPÍTULO II. UMA REALEZA TERRESTRE.

 


CAPITULO II. UMA REALEZA TERRESTRE

Dentro das instruções dos Espíritos, para que possamos compreender as palavras do Cristo, quando Ele afirmou que seu Reino não era deste mundo, o espiritismo esclarece que os títulos de nobreza adquiridos aqui não são considerados perante a Deus.

Damos como exemplo de uma irmã que foi rainha da França, e que desencarnou, e ao chegar do lado de lá acabou de encontrar seus súbitos em melhores condições do que a sua. Ela pensava que pelo seu título seria distinguida lá, mas não valeu nada e sim a cobrança daquilo que deixou de fazer, e que pelo que fez de errado, mas foi a sua consciência que a julgou.

Para ocuparmos um bom lugar lá, teremos que conquistar méritos, mas para isso temos que nos despojar de muitas coisas que nos rondam, como o orgulho, a vaidade, a inveja, procurando acima de tudo abiscoitar boas sementes, e cuidando para que ela possa germinar bons frutos. Isto quer dizer que devemos ser mais humildes, procurando prestar a caridade e o amor ao próximo, sendo benevolente para com todos.

O caminho mais curto para atingirmos este patamar, é o de aprendermos a sofrer, aonde os caminhos mais penosos da vida nos conduzem ao Pai Celestial. Mas não é somente isto, e sim executarmos as leis de Deus, não ficando somente na teoria, pois se ficarmos nesta pertenceremos no clube do que faça o que eu diga, mas não faça o que eu faço.

Devemos aprender a conviver com a traça, a ferrugem e a poeira, sabendo que este mundo material é uma grande escola, que aqui existem as flores, mais existe também os espinhos, e que amanhã é amanhã, e não hoje e nem o futuro.

Muitas pessoas correm atrás de bens materiais, sem saber que tudo isto é passageiro e serve apenas para vivermos aqui, e não passa de um empréstimo, pois nada levaremos conosco a não serem as nossas obras.

Do outro lado da vida não existe ilusões e sim a realidade dos fatos, nós temos que conquistar a nossa posição melhor, procurando sempre dar o melhor de todos nós em prol dos mais carentes.

Uma Rainha da França. 1.863

Bibliografia. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Mensagem escrita e interpretada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado. Meu blogger: getuliomomentoespírita.blogspot.com

Curitiba. PR

CAPÍTULO II. MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO. A VIDA FUTURA, A REALEZA DE JESUS, O PONTO DE VISTA, INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS. A VIDA FUTURA.

 


CAPÍTULO II.

MEU REINO NÃO DESTE MUNDO-A VIDA FUTURA, A REALEZA DE JESUS, O PONTO DE VISTA, INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS.

 

A Vida Futura.

Pois é, com estas palavras Jesus demonstra o que vem a ser a vida futura, que está relacionada com a vida Espiritual. Muita gente se preocupa para onde vão após a desencarnação. Sem a vida futura veria a cessar as nossas esperanças de um mundo melhor. Aqueles que confundiram o que Ele falou pensando ser a vida material, não entenderam as suas palavras.

Este ensinamento pode ser interpretado como a principal lição do Cristo, porque somente Ele pode justificar as anomalias da vida terrestre, e concordar com a justiça de Deus.

Os Judeus não tinham conhecimento da vida futura e acreditavam serem anjos privilegiados de Deus, mas não sabiam que poderiam ser um dia um Espírito Santo. Podemos sim através das reencarnações, pois somos seres em evolução, e um dia chegaremos lá nem que leve anos.

Eles acreditavam que a observação nas leis de Deus, era recompensada pelos bens terrenos, pela supremacia da sua nação, pelas vitórias sobre inimigos e as derrotas seria castigo.

Moises não pode orientar este povo materialista, mas depois veio Jesus e falou sobre a vida futura, e que a casa do Pai existe muitas moradas, mas isto para quem se submete as leis de Deus, onde os bons encontrarão a sua recompensa.

O Espiritismo veio trazer a certeza que este mundo existe, e quanto mais amadurecermos nos ensinamentos do Cristo, melhor seremos. A nossa Doutrina trouxe os esclarecimentos devidos que vem a ser a Espiritual, e que devemos nos preparar para este retorno a ela.

A realeza de Deus realmente não é deste mundo, mas um dia estaremos habitando junto a ela, como dissemos pelo processo das reencarnações aonde vamos evoluindo até atingirmos o cume.

Para os incrédulos alertamos que a realeza terrestre que muitos pensam ser aqui, se acaba com a o desencarne, e o nosso Espírito ira habitar o mundo de acordo com a sua evolução. Por isso orientamos que se preparem para esta viagem que um dia todos terão que fazer o de retorno à vida Espiritual, e cada um terá aquilo segundo as suas obras.

Foi por isso que Jesus falou a Pilatos, que seu mundo não era daqui.

A ideia da vida futura vem a moralizar a vida do homem aqui, que deve ser cuidar melhor, procurando plantar as boas sementes, regando-as e adubando-as com suas boas ações, e se despojando do orgulho, da inveja e da vaidade. A vida aqui se resume em uma simples passagem, aonde o nosso Espírito veio resgatar dividas de encarnações passadas por um tempo determinado. Tudo isto visando à perfeição do nosso Espírito, que continuará na vida futura a ser o que formos aqui, até redimirmos dos males que vivem conosco.

Portanto para aqueles irmãos que acham que a morte do corpo físico serve para descansarmos, é tempo de modificarem seus hábitos. Mas devemos cuidar de nossas vidas por aqui, visando sempre o bem estar nosso e do nosso próximo, cumprindo as leis de Deus, e se preparando para a vida futura. Quem acredita e coloca em pratica isto, obterá o passaporte para viver entre as bens aventuranças.

 

 

Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo. Mensagem escrita e interpretada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.