sexta-feira, 6 de junho de 2025

ALÉM DA VIDA.

 


Além da vida

 

O que nos espera depois da morte física? Esta é uma pergunta que muitos se fazem. Ante o desconhecimento do que os aguarda, alimentam o terror da morte.

Pessoas há que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso não impede que a morte chegue.

O medo de morrer está muito em função do desconhecimento de que para além da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.

Embora alguns ainda duvidem, é uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr., com residência na Escola de Medicina da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, possui larga experiência sobre o assunto.

Com vários livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experiências de Quase Morte.

Isto é, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele período.

Embora alguns tratem tais relatos como alucinação, não se pode conceber que, ao retornarem ao corpo, após a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situações, quase sempre confirmados.

Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crianças que sofreram morte aparente.

Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experiências de sua vida e crenças religiosas, as crianças não estão profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experiência adquire um certo frescor.

É o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabeça. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas.

Durante esse tempo, o médico não sabia se ela iria morrer ou viver.

A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a dálias enormes.

Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presença. Foi uma sensação deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.

O ser então lhe disse: Você vai voltar. E ela respondeu: Sim.

Ele perguntou por que ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha mãe precisa de mim.

Depois disso, sentiu-se descendo por um túnel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mamãe.

Essa é uma boa evidência de que há vida depois da morte.

Prosseguiremos a viver sim, porque o Espírito é imortal e haverá de retornar, muitas vezes ainda, ao cenário da Terra, até sua completa depuração.

*   *   *

Quando as crianças relatam suas Experiências de Quase Morte, constata-se que um número surpreendente delas se veem em corpos espirituais adultos.

Tal fato está levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psicanálise à conclusão de que o homem não é um ser físico, vivendo experiências espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo físico.

É a Ciência levando o homem a reconhecer as verdades já propaladas desde a remota Antiguidade e vulgarizadas pelo Cristo.

 

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 3,
do livro 
A luz do Além, de Raymond Moody, Jr.,
ed. Nórdica.
Em 9.9.2013.

MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

ACREDITEMOS NA VIDA.


 Acreditemos na vida

 

Rosana conversava no corredor da Faculdade com alguns amigos.

O assunto era o colega do segundo turno que, na véspera, havia cometido suicídio.

Aliás, era o tema das conversas em toda a Universidade, nesse dia.

O foco era saber se o suicida merecia ou não o perdão de Deus e se as orações o poderiam beneficiar.

Alguém disse que quem comete esse tipo de morte, não pode ter perdão.

Foi logo contrariado na sua afirmativa, quando outro disse que todo suicida merece ser compreendido.

Como Rosana permanecia calada, a provocaram, perguntando o que achava da situação.

Sinceramente, disse ela, penso que a oração não deve ser negada a ninguém, e que esta conversa não ajuda nada ao amigo.

Ajudá-lo? Como assim? Ele morreu!

Ela respondeu: A morte não existe. Pereceu o corpo, o Espírito é imortal. Depois dessa morte, fica só a decepção de se ter multiplicado o sofrimento.

Os colegas se entreolharam. E o assunto se alongou, com Rosana detalhando as razões da sua afirmativa.

*   *   *

Triste se constatar que um amigo, colega ou parente se evadiu pela enganosa porta do suicídio.

Alguém disse, certa vez, que quem comete suicídio, em verdade não deseja se matar. Deseja, sim, matar a dor, a decepção que ele não consegue suportar.

Quando a fé e o bom ânimo fazem parte da vida da criatura, ela procura se refazer do sofrimento e buscar superação.

Quem não acredita na Imortalidade da alma, se prende tão somente às amarguras da vida.

Quem assim vive, sente vontade de abandonar tudo, para se livrar do sofrimento pois, nada esperando, acha muito natural, muito lógico mesmo, abreviar pelo suicídio, suas misérias.

A incredulidade sobre o futuro, as ideias materialistas fermentam esse desejo.

Contudo, o suicida logo descobre que não matou a vida, ele prossegue vivendo. E essa é, com certeza, sua maior dor.

Ele é qual prisioneiro que se evade da prisão, antes de ser cumprida a pena. Quando preso de novo, é mais severamente tratado.

*   *   *

A vida é um dom Divino que nos é dado para o crescimento, o progresso. Se lutas árduas nos chegam, tenhamos a certeza de que não nos faltarão as forças.

Isso porque Deus nunca confere fardo maior do que possamos carregar.

Dessa forma, jamais nos entreguemos ao desespero. Busquemos auxílio, digamos das nossas dificuldades. Sempre haverá um coração disposto a nos ouvir.

O mundo está repleto de pessoas bondosas. Basta, por vezes, que olhemos para o lado e peçamos ajuda.

Não acreditemos que a morte solucionará nossos problemas.

Quando o corpo fenece, nós, Espíritos, continuamos na vida, embora invisíveis aos olhos carnais.

E somos responsáveis pelo uso que fizermos e o destino que dermos aos nossos corpos.

Responderemos por todos os atos que colidirem com as leis morais estabelecidas pela Divindade.

Dessa forma, jamais pensemos em desistir da vida. E nas nossas rogativas a Deus, não peçamos que nos abrevie está existência. Peçamos, sim, que nos dê forças para tudo suportar, com coragem.

E Ele, o bom Pai, jamais nos negará auxílio.

Redação do Momento Espírita, com citação do item 71,
 do cap. XXVIII, de 
O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. FEB.
Em 30.1.2016.

MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHEO QUADRADO

ACREDITE NA VIDA


 

Acredite na Vida

Acreditar que a nossa vida não é melhor ou pior do que a de ninguém. Nunca sentir-se maior ou menor, mas igual. Fazer o bem sem olhar à quem e não esperar nada em troca, é uma maneira de encontrar a felicidade.

Procurar sorrir sempre, mesmo diante das dificuldades e não se envergonhar das lágrimas, diante da necessidade, é outra maneira de irmos ao encontro dela. Ser humilde, prestar favores sem recompensas, abrir as mãos e oferecer ajuda, é uma maneira de buscar a felicidade. 

Chorar e sofrer, mas lutar e procurar vencer, sem deixar o cansaço te derrotar, nem o desânimo ou o preconceito te dominar, é uma maneira de ganhar a felicidade. Aprender à defender seus ideais e a amar seus semelhantes, à conquistar seus amigos pelo que é e não pelo que queiram que seja, é mais uma maneira de abraçar a felicidade.

Saber ganhar e saber perder, é uma rara conquista, mas você consegue. Tenha fé, acredite em Deus!!! Viva cada momento de sua vida como se fosse o último. Faça de sua vida uma conquista de vitórias, uma virtude e aproveite tudo o que ela te der como oportunidade. Mesmo sofrendo, sofra amando. Pois é através do amor que você encontrará as chaves para abrir as portas da felicidade...

MENSAGEM COMPARTILHADA E DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

ACORDAR PARA VIDA.

 



Acordar para a vida

Não percamos tempo com sentimentos como a Raiva, o Orgulho e a Vaidade, pois esses sentimentos retardam a caminhada e nos colocam frágeis para reagirmos verdadeiramente, visto nos enchem de enganos e ilusões.
Acorde para a vida e veja o que pode mudar hoje, começando uma transformação íntima, revendo o que anda carregando no coração. Não podemos perder tempo com desgastes emocionais que não resolverão nada. Trocar a Raiva o Orgulho e a vaidade pela Paciência e Humildade é promover no íntimo, o bem estar da vida tão almejado por todos nós. Acorde para a vida e seja feliz!

( Gotas de paz)

MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

ABREVIAR A VIDA ABREVIANDO O SOFRIMENTO DE UMA PESSOA.

 


O IRMÃO SÃO LUIZ PERGUNTA SE É VALIDO ABREVIAR-SE O SOFRIMENTO DE UMA PESSOA AGONIZANTE NO LEITO DE DOR, APRESSANDO O SEU FIM?

 

No meu ponto de vista jamais, porque quem somos nós para determinarmos isto. Por mais que uma pessoa venha agonizar no leito de dor, ninguém de nós pode dizer que chegou o seu fim.

Digo isto porque, cada um de nós quando reencarna, vem com a finalidade de pagar os débitos de encarnações passadas e presente, e inclusive cada um escolheu a sua cruz para carregar em busca da perfeição. Se esta pessoa tem que passar por isso, é mais uma razão para não interferirmos, mas podemos sim tentar amenizar o seu sofrimento através de palavras e outros.

Outra coisa que devemos lembrar que existem casos em que a pessoa melhorou, e ficou boa, porque é através do sofrimento que somos lapidados. Veja o diamante para se tornar aquela pedra tão bonita, quantas cinzeladas ela leva.

O materialista que pensa somente na vida material jamais compreenderá isto, mas para nós Espíritas sabemos que a vida terrena tem sempre o seu por que, pois sabemos o que ocorre com o alem túmulo, e conhecemos o pensamento acima levantado.

Por isso irmãos, a recomendação do irmão acima é que podemos abrandar os nossos sofrimentos com remédios na tentativa de sararmos, mas que estejamos longe de encurtarmos os nossos sofrimentos nem que seja por um minuto, porque este do lado Espiritual poderá ser de muito valor.

Outra pergunta que o irmão acima nos faz, se aquela pessoa que esta desgostosa da vida terrena, é justo que procure se suicidar?

Jamais porque até o pensamento de tirar a sua própria vida já vem a ser um suicídio. A morte deste jeito será pura ilusão porque seu Espírito sobrevirá causando-lhe sérios dissabores, e com agravantes. Dizemos isto porque se Espírito sobrevirá e vivera agonizando porque assistira tudo o que ruim aconteceu no seu desencarne, e por certo mais tarde terá que reencarnar num corpo defeituoso.

O certo sempre será encararmos a vida como ela é, e pensando sempre que amanhã será um novo dia, porque na vida nada se perde tudo se transforma.

Outra pergunta do irmão, é se é justo nos expormos ao perigo para salvar alguém, se isto é considerado suicídio?

Claro que não porque tudo vale a nossa intenção, pois existiu devotamento e abnegação, embora soubéssemos que poderíamos perecer. Mas quem de nós saberia se iríamos perecer, pois somente Deus sabe o que estaria nos reservado. A Ele tudo pode e cabe saber o que poderia ter acontecido.

Por ultimo nos faz mais uma nova pergunta. Se aqueles que aceitam seus sofrimentos com resignação por submissão à vontade de Deus, e com vista a sua felicidade na vida futura, podem tornar seus sofrimentos proveitosos aos outros?

Toda vida, porque se privando e se sacrificando acabam poupando o trabalho de muitos, e por outro lado acabam dando um exemplo da submissão a vontade de Deus, e de fé Espírita estimulando os infelizes a serem resignados.

 

Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo. Mensagem escrita e interpretada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado. CURITIBA.PR

 

REFLEXÕES SOBRE A VIDA A DOIS.

 


Reflexões sobre a vida a dois                                            

A vida a dois merece muitas reflexões, nas horas de nosso precioso tempo, olhando o azul do céu e filosofando na vida. Na verdade, merecia um curso. Fazemos cursos de tantas coisas, mas não realizamos cursos para refletirmos e analisarmos a importância e as questões envolvidas em se viver com outra pessoa e dali constituir o que chamamos de família. Sobre esse tema nos debruçaremos nesse texto em algumas reflexões, de forma encadeada.

A primeira questão é a pessoa com quem dividiremos a nossa caminhada. Deve ser mais igual ou mais diferente do que nós? O diferente complementa e o igual une… Penso que os dois aspectos são importantes, mas que devemos buscar o que temos de mais igual. Não nos aspectos do gosto e das vontades, que são da superfície. Devemos buscar a afinidade em fatores mais profundos, como os princípios e valores. Esses precisam se encontrar várias vezes na caminhada da vida a dois.

Outro ponto interessante é o respeito à individualidade. Termos nosso espaço é necessário! Não podemos sentir-nos sufocados. Mas essa visão de respeito a individualidade, por vezes, confunde-se com culto ao individualismo. Loteamos horários e espaços, achamos que respeitar o outro é ter o dia do futebol e o dia do chá com as amigas. É mais do que isso! É entender os projetos do outro, as visões e fazer com que o espaço coletivo tenha espaço para cada um, inclusive os filhos.

Não podemos deixar de falar da rotina. A rotina é boa, pois as surpresas podem ser desagradáveis. A rotina encaminha-nos a reclamação sistemática, às frustrações que são comuns a vida, oriundas da nossa vontade de controlar o mundo. É preciso lidar com as frustrações, convivendo com a alegria do possível e a luta pelo impossível.

Da reclamação deve surgir o diálogo resolutivo. As frustrações fazem-nos lembrar que não se pode ter tudo na vida, independente se a vida é a dois ou não, e que existem conquistas individuais e coletivas. A rotina não pode ser culpada da nossa ausência de capacidade de enxergar que cada dia é um dia novo, com desafios e oportunidades.

Os desafios, essa é uma reflexão muito interessante. Não nos preparamos para a vida a dois. Pensamos apenas nos momentos idílicos ou nos assustamos de forma maniqueísta com a possibilidade do casamento. A vida tem desafios – a subsistência, a doença, o desencarne, as ilusões – e os desafios demandam maturidade, coragem e solidariedade. Existirão dias de prosperidade, mas também dias de luta. Perceber isso é um grande sinal de maturidade.

Remete-nos essa questão que a vida a dois nos faz protagonistas, deixamos de ser adolescentes e somos agora adultos responsáveis – respondemos pela nossa vida. Precisamos romper os liames com os nossos pais, seguir adiante, mantendo a boa relação sem dependência. Está aí mais um segredo da vida a dois! Ter uma vida a dois é ter o desejo de construir uma relação. É mais do que consumir em outro nível. É dar de si, abrir mão em torno de um novo instituto que receberá em breve novos espíritos, dando prosseguimento ao ciclo da vida.

E, às vezes, é do ciclo da vida as relações terminarem. Esse processo nos demanda civilidade, respeito e acima de tudo uma postura cristã. Separar é uma arte quase tão sublime quanto se unir. O respeito, o cuidado com as crianças, o atendimento aos compromissos materiais assumidos e o clima de paz, devem ser situações observadas, onde a religião nos auxilia nesse processo.

Por fim, na nossa reflexão de ideias encadeadas, podemos asseverar que uma vida a dois, saudável, não prescinde de uma religião. A religião é que nos permite trabalhar a espiritualidade, nos relacionar com outros planos da vida, sem esquecer a vida no Planeta Terra. A religião brinda-nos com a profundidade dos valores e os alicerces da fé nos sustentam nos momentos difíceis, naturais da vida a dois.

Refletir sobre a vida a dois, o que ela significa, é caminho de amadurecimento. Mais do que festas, cerimônias, imóveis e móveis, a decisão de trilhar caminhos conjuntos traz consequências para a nossa encarnação atual e para as futuras. Consequências felizes, mas por vezes desastrosas.

Marcus Braga, e mensagem divulgada pelo médium Getúlio Pacheco Quadrado.

 

VIDA A DOIS.

 


Vida a dois

 

Naturalmente, buscamos alguém para compartilhar nossa vida.

Movidos pelo desejo de amar e sermos amados, buscamos alguém, no anseio de realizar tal sonho.

Assim, a vida oportuniza encontros, conheceres que, aos poucos, ganham patamares diferentes.

Muitas vezes, inicia-se com uma amizade leve e despretensiosa.

Outras tantas, toma, logo de início, o vulto de uma paixão abrasadora, intensa.

Seja como for, é natural que, devagar, esse sentimento vá ganhando raízes.

Do flerte inicial, alcança o status oficial do namoro.

Conforme se estrutura e abre espaço na intimidade, contempla outros sonhos, como o da construção de um lar, o planejamento familiar, sonhos sonhados em conjunto.

Assim, a oportunidade da vida a dois se mostra como uma das maiores venturas que o jornadear terreno oferece, e um dos grandes desafios que o coração enfrenta.

Haverá um sentimento inicial, recíproco, como grande incentivo para decidirmos compartilhar nossa vida com alguém.

Porém, esse sentimento, longe de estar pronto e estruturado, ainda enfrentará embates, a fim de ganhar maturidade.

Isso porque, no exercício de compartilhar uma existência, se mostram naturais as questões das adaptações e do aprendizado mútuo, que se fazem diariamente.

E, como trazemos na intimidade nossas imperfeições, naturalmente, nossos relacionamentos assim serão: imperfeitos, um pouco desajustados.

Longe da ilusão de que toda relação significa um amor pronto e acabado, será no cotidiano da vida que esse sentimento terá a oportunidade de florescer e conquistar novos cimos.

Portanto, enquanto o amor ensaia seus primeiros passos, para que tenha oportunidade de fincar raízes, é necessário que outros sentimentos o acompanhem.

Para aprender amar, a amizade e o respeito serão excelentes companheiros.

A amizade se fará solidariedade nas horas difíceis. Será a companheira nas horas de dificuldades. Será a alegria na hora das conquistas.

Quando os dias se fizerem complicados, quando as lutas profissionais ou pessoais se fizerem mais pesadas, para um ou para outro, o respeito trará a compreensão e o entendimento.

Finalmente, quando os anos passarem, amizade e respeito permanecerão sempre, fiéis ao amor, quando esse, maduro e sábio, tiver fincado raízes profundas na vida de ambos.

*   *   *

Quem deseja construir o ninho de bendita convivência, realizando-se na vida a dois, apesar da consciência dos percalços, das lutas humanas, prepara-se, desde cedo, por meio de um decidido esforço pela autoeducação, para que aprenda a ser alegre, sem fingimento;

humilde, sem servilismo;

simples, sem relaxamento;

tranquilo, sem indiferença;

amigo, sem conivência negativa;

atencioso, sem submissão;

amoroso, sem tormentos lascivos.

Quando o materialismo, vulgar ou sofisticado, ceder lugar às amadurecidas reflexões sobre os porquês da vida planetária e sobre os planos da Divindade para cada um e para cada dois, o casamento terá grandes perspectivas de converter-se num curso de aperfeiçoamento das almas, que se preparam para prestar excelente cooperação com Deus, na Terra ou além dela.

 

Redação do Momento Espírita, com base no
cap. 6, do livro 
Vereda familiar, pelo Espírito
Thereza de Brito, psicografia de Raul Teixeira,
ed. Fráter.
Em 12.7.2014.

 

MATÉRIA DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.