sexta-feira, 31 de agosto de 2012

A PRECE A prece vem a ser uma invocação, podendo ser colocada em comunicação mental com outro ser. Pode ser através de um pedido, um agradecimento ou uma glorificação. Podemos orar por nós e pelos outros encarnados e desencarnados, mas no meu ponto de vista, ela deve ser solicitada primeiramente para nós obtermos aquela luz, e daí sim distribuir para os outros. As preces que dirigimos a Deus são recebidas pelos Espíritos encarregados disto, e levadas a Deus, que fazem tudo perante a vontade dele. O nosso Espiritismo faz compreendermos a ação da prece pela força do nosso pensamento até onde ela alcançar, e tornando-se necessário que imaginemos todos os seres que se acham mergulhados no fluido cósmico universal. Este fluido recebe um impulso da vontade, sendo o veículo do pensamento, assim como o ar é o veículo do som, com a diferença que as vibrações são restringidas, enquanto que o universal se estende ao infinito. Com isso queremos dizer, que quando proferimos uma prece, e imaginamos as pessoas encarnadas e desencarnadas, se estabelece uma corrente fluídica de um para o outro, transmitindo o pensamento como o ar transmite o som. A energia da corrente que se estabelece esta em razão do vigor do pensamento e da vontade de cada um, sendo por isso que ela é ouvida pelos Bons Espíritos onde estiverem, e que se comunicam entre si, nos transmitindo suas inspiração pelo intercâmbio que se funda a distancia entre os encarnados. Mas uma coisa é certa, tudo fica subordinado à vontade do Pai Todo Poderoso. É pela prece que conclamamos os Bons Espíritos, que acabam sustentando-nos suas boas resoluções, e acabam nos inspirando bons pensamentos. Com isso vamos adquirindo forças para vencermos as dificuldades, e entramos no bom caminho, mas se nos afastarmos deles, acabamos atraindo os males para nós. É pela prece que vamos adquirindo forças para resistirmos às tentações do mal. Se colocarmos um limite nas nossas ambições não teremos a ruína, porque como seres humildes não sofreremos do orgulho ferido. Se praticarmos a caridade não seremos invejosos, e nem ciumentos, e se não praticarmos nenhum mal a ninguém, por certo não teremos vinganças. Vamos imaginar se quando fazemos uma prece não conseguíssemos afastar o mal, por certo estaríamos obsedados. È por ela que podemos pedir a ajuda dos nossos Mentores Espirituais para encaminharem estes irmãos menos esclarecidos em nome de Deus e Jesus. O ser humano às vezes se coloca na posição daquele que pede bons conselhos e os coloca em prática, mas pelo livre arbítrio pode segui-los ou não, sendo por isso que cada um é responsável pelos seus atos. A nossa religião nos ensina que existe o intercambio do mundo material com o Espiritual, e que renunciar uma prece seria o mesmo que desconhecer a bondade de Deus, e a assistência dos Bons Espíritos. Aquele que orar com todo fervor, acaba agradando o Nosso Pai Celestial, porque não ora somente com os lábios e sim com o coração. A prece oferece uma força magnética, porque acaba fomentando uma força fluídica a qual os Bons Espíritos oferecem as pessoas. CENTRO PARANAENSE DE ESTUDOS ESPÍRITAS. GRUPO IRMÃO CACIQUE, TRABALHO AS QUINTAS FEIRAS, ÀS 14 HORAS. Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado. Meu blogger: getuliomomentoespirita.blogspot.com Rua. Lamenha Lins, 1.925/1.927. Curitiba. PR. Brasil

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

CAPÍTULO X - INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS-PERDÃO DAS OFENSAS Dentro das instruções dos Espíritos, Simeão em Bordéus, no ano de 1.862, conta que uma vez perguntaram a Jesus quantas vezes devemos perdoar, e Ele respondeu: “Vos lhes perdoareis não sete vezes, mas setenta vezes sete vezes”. Simeão diz que estas palavras se resumem em uma oração resumida. Que Jesus também uma vez respondeu a Pedro: “Tu perdoaras, mas sem limites; perdoaras cada ofensa, ainda que esta seja feita com frequência; ensinaras aos teus irmãos o esquecimento deles próprios, que os tornará invulneráveis contra o ataque dos maus procedimentos, e as injurias; será brando e humilde de coração, não medindo jamais a sua mansuetude. Farás enfim, o que desejas que o Pai Celestial faça por ti; não a tem Ele de te perdoar com frequência, e contra o numero de vezes que seu perdão desce para te apagar tuas faltas”? O Bom Espírito nos adverte para que escutemos e meditemos estas palavras de Jesus proferidas a Pedro. Que façamos desta o nosso lema. Que perdoemos e que usemos da tolerância, e que sejamos caridosos e generosos, pródigos mesmos. Que tudo aquilo que façamos, o Pai Celestial estará fazendo por nós e nos perdoará. Que devemos nos abaixar, porque o Senhor nos elevará. Que nos humilhemos porque o Senhor nos fará sentar-se a sua direita. Ele conclama para que estudemos e comentemos estas palavras que Jesus nos dirige do alto do Esplendor Celeste, e voltados para todos nós, continuando com muito amor a tarefa que começou há séculos atrás. Que devemos perdoar como temos a necessidade disto, e se os atos nossos foram prejudiciais, devem ser motivo para sermos tolerantes, porque o mérito do perdão é proporcional à gravidade do mal. Que não haveria nenhum mérito em relevar os erros de nossos irmãos, se eles não houvessem feito senão ofensas leves. Alertam aos verdadeiros Espíritas, que não olvidem estas palavras, e que o perdão contido nestas palavras não fique no esquecimento. Que devemos ser verdadeiros Espíritas, olvidando o mal, e que pensemos somente no bem que possamos praticar, e que aquele que esta nesse caminho não deve jamais abandoná-lo mesmo pelo pensamento. Que posamos deixar de lado o rancor, e que Deus sabe o que está alojado em nossos corações. Que feliz será aquele que pode dormir sossegado, dizendo nada tenho contra o meu irmão. Já Paulo, Apóstolo, em Lião no ano de 1.861, conclui que perdoar os inimigos é o mesmo que pedir perdão para nós mesmos. Que fazer isto vem a ser uma prova de amizade e demonstrar que se tornamos melhores. Portanto vamos perdoar para que Deus nos perdoe. Mais se formos inflexíveis exigentes, ele pergunta como que gostaríamos que Deus nos perdoasse? E que aquele que falar nunca perdoarei, estará assinando a sua própria condenação, porque tudo aquilo que plantarmos haveremos de colher. Ele recomenda que verifiquemos primeiro de tudo se não fomos o agressor, e se não redigimos uma palavra ofensiva? O Bom Espírito nos chama atenção, para verificarmos se a ocasião que o nosso adversário tenha errado, não teríamos tido uma bela oportunidade para sermos indulgentes. Pergunta de quem de nós poderá afirmar que não tenhamos envenenado a situação com represália, coisa que poderia ter ficado no esquecimento? Se não poderíamos ter impedido as consequências, e se a ocasião não era uma bela oportunidade para demonstramos sermos tolerantes? CENTRO PARANAENSE DE ESTUDOS ESPÍRITAS. Rua. LAMENHA LINS, 1.925/1.927. CURITIBA.PR.BRASIL. Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado. Meu Blogger: getuliomomentoespirita.blogspot.com

terça-feira, 28 de agosto de 2012

CAPITULO X. BEM AVENTURADOS OS MISERICORDIOSOS: O ARGUEIRO E A TRAVE NO OLHO No capítulo VII, Vers. 3,4, e 5, o nosso irmão Mateus pergunta: “ Por que vemos um argueiro no olho do nosso irmão, onde temos uma trave no nosso”? Ou como costumamos dizer, deixe-nos tirar um argueiro (cisco) do vosso olho, se nós temos uma trave no nosso? Pois é, com tudo isto ele nos adverte para que tiremos primeiro a trave do nosso olho, para depois querer tirar o argueiro dos outros. E isto vem a ser uma grande verdade, a humanidade sempre enxerga os defeitos dos outros sem enxergar os seus. Para julgarmos os outros teríamos que trocar de lugar com aquele que enxerga os defeitos, e perguntarmos a nós o que faríamos no lugar deles, se alguém estivesse nos julgando como procederíamos? È impressionante o que o orgulho faz com uma pessoa que não consegue enxergar os seus defeitos, tanto moral como físico, aonde isto vem a ser contrario a caridade, porque a caridade orgulhosa vem a ser um contra senso. Somos obrigados a perguntar de novo, como pode uma criatura orgulhosa que age desta maneira chamar a atenção de outra pessoa, se ela se presta a fazer coisas desta maneira? O orgulho vem a ser o pai de muitos vícios e a negação de muitas virtudes, por isso nosso Mestre Jesus sempre condenou esta atitude por ser contraria ao progresso. Devemos nos lembrar: Se admitirmos que somos orgulhosos ou tiver o defeito acima, e nada fizermos para sair desta, pecamos duas vezes, porque sabemos estar errados e continuamos a fazer. Jesus foi claro: “Não julgueis, a fim de que não sejais julgados. Aquele que estiver sem pecado, lhe atire a primeira pedra”. Já no capítulo VII, Vers. 1 e 2, São Mateus comenta sobre estes últimos palavreados de Jesus, querendo dizer, que seremos julgados segundo tivermos julgados os outros, e com a mesma medida da qual nos servimos para com eles. Já no capítulo VIII, vers. de 3 a 11, São João da-nos como exemplo, aquela situação em que os Escribas flagraram uma mulher adultera e a colocaram no meio do povo, dizendo a Jesus: ”Mestre, esta mulher acaba de ser surpreendida em adultério: ora Moises ordena na lei para lapidar as adulteras”. Eles perguntaram a Jesus isto com o intuito de ter alguma coisa para acusá-lo, mas Jesus com a cabeça baixa escrevia com o dedo na terra, e como continuaram a interrogá-lo, Ele se ergueu e falou:” Aquele que dentre vós que estiver sem pecado que lhe atire a primeira pedra”. Com isso um a um foram se retirando, e assim Jesus acabou ficando somente com a mulher que estava no meio da praça, e então Jesus se levantou e disse: “Onde estão os vossos acusadores? Ninguém vos condenou”? Ela acabou lhe respondendo que não, e Jesus lhe disse: “Eu também não vos condenarei, ide, e no futuro não pequeis mais.” Com todos estes exemplos, e das palavras de Jesus proferidas aos Escribas, nos faz lembrar da tolerância como um dever, onde ela nos ensina que não devemos julgar os outros mais severamente do que julgaríamos a nós mesmos, e nem condenarmos os outros o que desculpamos em nós. Devemos antes de censurarmos os outros, verificar se a mesma reprovação não poderia recair sobre nós. A censura lançada sobre os outros tem seus motivos, como reprimir o mal ou desacreditar a pessoa pela qual se criticam os atos, sendo este ultimo motivo não ter desculpas porque, vem a ser uma maledicência e de maldade. CENTRO PARANAENSE DE ESTUDOS ESPÍRITAS Rua. Lamenha Lins, 1.925/1.927. Curitiba. PR Brasil. Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado. Meu blogger: getuliomomentoespirita.blogspot.com

domingo, 26 de agosto de 2012

PROCURAR VIVER NA ALEGRIA Que não deva ser pelo fato de vivermos num mundo demarcado por provações e violências, que vamos cortar as nossas relações com a alegria. Devemos fazer de tudo para não deixarmos se levar pelas más influências, pois o mundo tem as suas flores mais também tem os seus espinhos. Devemos sempre procurar viver com a harmonia do nosso lado, sempre procurando vivermos com a nossa consciência limpa e serena. Sendo assim temos a certeza que teremos boas companhias ao nosso lado, pois os pensamentos bons acabam gerando situações boas. Se vivemos num planeta como o nosso, onde estamos misturados com todo tipo de Espíritos encarnados, é porque Deus sempre da uma chance para aqueles que se dedicam a maldade se redimirem. Deus sempre nos apresenta caminhos diferentes com soluções e apoio, que são as boas sementes da vida, que basta planta-las que teremos bons frutos. Se tivermos tido um dia alguém que tenha nos chocado com cenas patéticas, com palavras ásperas ou com calúnia, devemos parar e meditar muito antes de sofrer sob a trava de decepção. São pessoas enfermas que talvez estejam passando por situação não muito boa, como no seu lar, na sua saúde, ou já tenha a sua idade avançada. Devemos saber que um dia também o inverno da vida nos cobrirá, e tomara que tenhamos pessoas para nos suportar. Se por acaso estivermos vivendo sobre a tortura de amigos ingratos, vamos meditar e pedir a Deus que ilumine as suas mentes, pois tudo aquilo que jogarmos para eles por certo voltará para nós. Alegrar-se vem a ser viver com entusiasmo, seja ela na família ou nos círculos da amizade, na área que for, devemos nos empenhar para viver na alegria, pois as dificuldades com o tempo desaparecerão, assim como as cicatrizes com o tempo secam. Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado. Meu blogger:getuliomomentoespirita.blogspot.com Centro Paranaense de Estudos Espíritas. Rua. Lamenha Lins, 1.925/1.927. Curitiba. Pr. Brasil.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

CONTINUAÇÃO ESPÍRITOS NA INFÂNCIA-ENCARNE E DESENCARNE E OUTROS. Quando o Espírito esta para reencarnar, somos nós que escolhemos as provas a que viemos cumprir aqui no nosso planeta, e que ficamos devendo em outras encarnações, mas as particularidades não. Se não as escolhemos a Providência Divina acaba escolhendo. Tem aqueles que não as escolhem porque acreditam em penas eternas, e acaba se constituindo em castigo. Existem provas como os vícios, à miséria e privações que os Espírito julgam suporta-las, e das riquezas que são as piores tentações, ao reencarnarem entre os maldosos sabem, mais os atos a serem praticados não. Eles não precisam passar por tentações de todas as naturezas, mas estarão se expondo aos perigos da maldade. Só podemos escolher as que podemos evoluir nunca voltar a ser canibais. Só chegam a serem canibais, aqueles que são inferiores a este ou por expiação ou missão, e para chegarem à perfeição terão que passar por muitas encarnações e desencarnações, e quando sobem os degraus da perfeição as provas serão aliviadas. Quanto à comemoração do dia dos mortos e funerais, devemos sempre apoiar, porque existem Espíritos que ficam felizes em serem lembrados, e se são desgraçados ficam consolados. Tem os que podem se aborrecer por não terem sidos lembrados, ou pelo pouco caso que fazem dos seus despojos mortais. Eles se reúnem em metrópoles porque o fluxo de pessoas é maior, e atendem os chamados pela força do pensamento, comparecendo como eram em seus corpos físicos. Não devemos considerar futilidades em reunir os despojos dos nossos entes queridos, pois cada um deixa a saudades de acordo com aquilo que foi aqui. Os Espíritos quase sempre ao desencarnarem assistem os seus funerais, principalmente a atitude dos seus familiares, porém tem aqueles que não assistem por que estão em estado de perturbação, e quando despertam do lado Espiritual pensam que estão ainda vivendo aqui. Já os Espíritos elevados quase sempre não se comovem com as honras. Não devemos ficar presos a estas pessoas que partiram daqui, e devemos sempre fazer preces por eles, e se possível lembrando-se deles quando dos momentos de alegria. Tudo isto porque se chorarmos aqui eles choram do outro lado da vida, e ficam presos a nós, e com isso estaremos retardando o seu desprendimento do mundo material e de evoluírem. O tempo que é marcado aqui, do lado de lá é diferente, e depende da elevação de cada um, e lembram daquilo que para nós se apagou, mas nem tudo sabem, e sim até o grau de evolução que atingiram. Do lado de lá também existe mundos transitórios, que servem como preparo psicológico para que os Espíritos desencarnados se habituem a viver no mundo Espiritual. Os Espíritos superiores às vezes descem ao mundo inferior para ajudarem o progresso destes, e sentem a presença de Deus, porque Ele não da ordem a qualquer Espírito. A visão deles não é restrita, podendo se transportar para qualquer lugar pela força do pensamento. Eles podem também irradiar e se dirigir ao mesmo tempo para pontos diferentes. Podem também ouvir sons que não podemos, e não experimentam os nossos sofrimentos, mas os conhecem. Eles vão por toda a parte e auxiliam aos imperfeitos, e se comunicam através do fluido Cósmico Universal, e podem se afastar um do outro mais sempre se veem. Do lado Espiritual a subordinação é feita pelo grau de adiantamento de cada um, onde a alma do justo é recebida como bem-amada. Os nossos parentes e amigos nos recebem como se voltássemos de uma viagem, e nos ajudam. Se um esta mais adiantado não são conservados juntos, e se verão de tempos em tempos. A simpatia e antipatia funcionam para as afeições recíprocas. Um Espírito que desencarna pode ser mais elevado do que seus pais, e pode ter vivido há muito tempo desencarnado e reencarnado, e que faz parte da sua evolução. O Espírito de uma criança quando desencarna e passou pelo período da infância, ela vai para a categoria que pertencia anteriormente, pois não teve tempo para praticar o bem ou o mal, por isso esta isento de provas para seu adiantamento. Quando ela parte daqui ela deve recomeçar um período da adaptação para uma nova existência, como todos alcançaram a perfeição. É através das reencarnações que os Espíritos vão evoluindo até atingirem a perfeição, sendo por isso que a igualdade funciona, onde cada um tem o seu merecimento com aquilo que plantou. O fato de uma criança ter sido um Espírito evoluído a ocorrência não o define, pois os mesmos podem também desencarnarem cedo. O desencarne de uma criança após este é semelhante a dos Espíritos errantes, onde passarão por uma reflexão de suas existências, e buscam assim compreender as suas falhas, e buscam novas oportunidades. Elas levam os conhecimentos acumulados, sendo por isso que elas podem ser maia avançadas que um adulto. O intervalo entre uma reencarnação e outra, dependerá muito do seu livre arbítrio mais para alguns se constitui em uma provação, quando do lado de lá, observam as ocorrências nos ambientes que percorreram e ouvem os conselhos dos mais elevados, e com isso adquirem novas ideias. Com isso acabam progredindo dependendo da sua vontade e desejo, mas somente na existência material é que eles poderão colocar em prática as ideias adquiridas. Portanto senhores os pais, procurem compreender que tudo tem que ser feito e consumado com uma pitada de amor, porque todos nós fazemos parte de um mecanismo em busca da perfeição. Na vida tudo tem o seu por que, como vimos o encarne e o desencarne fazem parte da vida do Espírito, porque aqueles que vêm e cuidamos estão em busca da perfeição Espiritual, e não somos seus donos e sim depositários. Então vamos acolhê-los com a maior simpatia, procurando acima de tudo ama-los e ajuda-los, procurando não chorarmos na sua partida, pois um dia poderemos estar juntos a eles. Não culpemos ninguém e aceitemos as coisas como normais, pois ninguém morre, e sim passamos para outro estágio, que é como se mudássemos de roupa. Vamos orar por eles e pedir que encontrem a paz e o amor desejado, e evitemos chorar na hora da partida, porque poderão ficar presos a nós, e não se desprendendo não evoluirão. Vamos lembrar-nos deles sempre nas horas das alegrias, e encarar a vida como solicitamos antes de animarmos um corpo físico. Deus nos dará forças e coragem para a nossa consolação. CENTRO PARANAENSE DE ESTUDOS ESPÍRITAS. RUA LAMENHA LINS, 1.925/1.927. CURITIBA. PR. BRASIL Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado. Meu blogger:getuliomomentoespirita.blogspot.com

terça-feira, 21 de agosto de 2012

ESPÍRITOS NA INFÂNCIA Encarne e Desencarne Um Espírito que anima o corpo de uma criança pode ser tão desenvolvido quanto de um adulto, podendo até ser evoluído. Apenas a imperfeição dos órgãos infantis, vem a ser o que impede ele de se manifestar como Espírito maduro. Os órgãos durante o período infantil não estão ainda desenvolvidos, principalmente os da inteligência que não podem lhe dar a intuição própria de um adulto. Ela é limitada enquanto criança. A perturbação que o ato da encarnação produz ao Espírito, não cessa de súbito no nascimento, onde se dissipa apenas com o desenvolvimento dos órgãos. Os sonhos das crianças não são iguais os do adulto, são quase ingênuos. Ela quando parte daqui, seu Espírito adquire a anterior lucidez, senão quando se tenha completamente separado daquele corpo físico e quando não mais exista entre ele nenhum laço. Durante a infância até os sete anos, ele goza de um período de repouso, não havendo constrangimento quanto aos seus órgãos serem infantis. O porquê o Espírito deve passar pelo estado da infância é para aperfeiçoar-se, sendo mais acessível às impressões que recebe, sendo capaz de lhe auxiliarem no adiantamento, para que devem contribuir os incumbidos de educá-lo. Ao nascer chora para mexer com a genitora e provocar cuidados de que há necessidade, não sendo evidente que suas manifestações fossem todas de alegria, quando ainda não sabe falar. Ao sair da adolescência retoma a natureza que lhe é própria, e se mostra qual era o seu passado, pois não conhecemos o que a inocência oculta. Não sabemos o que foi e o que será, mais o amor que a mãe consagra a ele, nasce o afeto, a terna benevolência que a mesma sente por uma criança. As crianças são seres que Deus envia para novas existências, dando a elas todo aspecto da inocência, ainda quando se trata de uma de maus pendores, cobrindo as más ações com a capa da inocência. Mas mesmo com isso, não lhes da superioridade ao que eram antes. Os Espíritos na sua infância recebem os carinhos dos seus pais que o educaram, e após os vinte anos, acaba surgindo o seu caráter real e individual. Eles revelam a sua personalidade, às vezes sendo diferente os e seus pais, pois cada um vem num grau de evolução e tem suas características. Quando partimos desse mundo, estaremos num estado de infância entre novos companheiros. A infância em si tem ainda outra utilidade, pois entramos na vida corporal para aperfeiçoarmos o nosso Espírito. A delicadeza da idade infantil nos torna brandos, acessíveis aos conselhos da experiência dos que devem fazer-nos progredir. É nesta fase que podemos reformar e reprimir os nossos pendores, onde tal dever Deus deu aos pais esta missão sagrada que terão que dar contas. Assim a infância não é somente útil como necessário, mas também consequência natural das leis que Deus estabeleceu e que regem o Universo. Quanto ao desencarne de uma criança em tenra idade que parece prematura, era um período que faltava para ela completar que ficou devendo em encarnações passadas. Pode ser também uma provação para seus pais e família, que ficaram devendo também em encarnações passadas e talvez na presente. È por isso que algumas entidades se apresentam em nossas reuniões, e quase não se lembram das coisas, principalmente das primeiras encarnações. As dos sofrimentos servem para compreender o valor da felicidade que podem gozar. Bibliografia: O livro dos Espíritos. Mensagem escrita e interpretada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado. Meu blogger: getuliomomentoespirita.blogspot.com

sábado, 18 de agosto de 2012

DA VIDA ESPIRITUAL Do outro lado da vida iremos ser aquilo que fomos nesta vida material, bons ou ruins, mas podemos com o tempo se redimir das coisas negativas, porque Deus sempre nos da à possibilidade de melhorarmos o nosso padrão vibratório, através das reencarnações. Os bons podem reencarnar de imediato, e os errantes por algumas horas ou séculos. Para uns vem a ser um benefício, para outros uma espécie de castigo, mas não vem a ser castigo de Deus, que não castiga ninguém, nós é que plantamos e colhemos aquilo que merecemos, e escolhemos. Digo escolhemos, porque quando estamos para reencarnar, é colocado pela Providência Divina o que ficamos devendo em encarnações passadas, e assim reencarnamos de acordo com a nossa escolha. Para isto não devemos reclamar de nossos parentes ou outros, porque fazem parte da nossa escolha. Do lado de lá, os errantes conseguem se desprender do corpo físico de uma maneira gradativa, e de acordo com os seus méritos, eles podem visitar os mundos superiores e melhorarem o seu padrão de vida Espiritual, procurando copiar as coisas boas. A palavra erraticidade não vem a ser o sinônimo de inferioridade, porque dentro dos planos de evolução são vários graus de Espíritos que o compõem. Cada um esta num degrau de uma escada que pode levar-nos ao cume da perfeição. Uns sofrem porque não conseguem se desprender das coisas materiais, outros nem sabem que partiram daqui. Estes sentem lá frio e calor, angustia e outros, onde guardam somente coisas ruins, e não sabem que não pertencem mais ao planeta terreno. Eles sentem Deus e tentam adivinhar as coisas. È por isso que do lado do de lá existem Espíritos bons e ruins, porque foram isto por aqui e continuam sendo como já dissemos. Os maldosos se comprazem entre eles com a maldade e por prazer, e por isso às vezes nos perseguem aqui na Terra, porque uns nos perdoam e outros guardam rancor de algum deslize da nossa parte. Na esfera inferior basta que um suba que a desunião comece entre eles. Os que amputaram algum órgão ainda sentem dores na sua alma, porque pensam estarem ainda num corpo carnal. Este órgão se recompõe quando desencarnamos, porque a nossa aura, ou seja, o nosso Espírito é perfeito, e aquilo que aconteceu foi no corpo físico. Quando desencarnamos, o Perispírito se desprende do corpo físico gradativamente, mas a alma não encontra a explicação, onde olha para todos os lados e vê o seu corpo material, e não compreende estar separado dele. Durante a vida material o corpo recebe impressões exteriores e as transmite ao Perispírito, o que vem a constituir o fluido nervoso. À medida que o Espírito evolui, a sensação da influência material vai diminuindo, e o Espírito se torna menos grosseiro. Uma vez desencarnado o Espírito nada mais sente a presença do Espírito e do Perispírito, cada um muda de envoltório como mudamos de roupa, e quanto mais se aproxima de Deus mais saberão da sua situação. Nos primeiros instantes da desencarnação a visão deles é conturbada e confusa, e se aclara à medida que se desprende das coisas materiais. Alguns conservam o amor à pátria, mas para outros mais elevados vem a ser o universo. Do lado de lá, a recordação da vida material vem através de uma nevoa e gradativamente, e o Espírito às vezes ri penalizado e compreende a necessidade de se purificar. Portanto irmãos, o jeito é caprichar por aqui nos nossos pensamentos e atitudes, para que possamos assim plantar a semente do amor, e quando estivermos lá, possamos ter uma vida mais digna de amor e conforto. Lembremo-nos das palavras de Jesus: A cada um será dado segundo as suas obras. Meu irmão ou irmã procure nos ajudar com algum apoio financeiro para a construção da nossa nova sede. Fale conosco. Bibliografia. O Livro dos Espíritos. Mensagem escrita e interpretada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado, membro do Grupo Espírita Irmão Cacique. Trabalho as Quintas Feiras, às 14 horas. Centro Paranaense de Estudos Espíritas. Rua. Lamenha Lins, 1.925/1.927. Curitiba. PR. Brasil. Meu blogger: getuliomomentoespirita.blogspot.com