segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

DOENÇAS PSICOSSOMÁTICAS

É de origem grega, mas na nossa língua, psi significa alma, Espírito, mente e as manifestações dos Centros nervosos. Já a soma quer dizer o que vem do corpo físico. Sendo assim a palavra em si quer dizer doenças da mente e do corpo físico numa só unidade, que adoecem porque existe a relação entre ambos e de seus componentes. Mas isto não significa que todas as doenças possam ser psicossomáticas, porque não são oriundas da mente, mais mesmo assim, são mais ou menos influenciáveis por esta.
Estas doenças surgem das influencias das emoções e dos pensamentos malévolos sobre o corpo, onde a ação do pensamento é poderosa.
O ser humano é constituído de um conjunto harmônico de energias, ou seja, de Espírito, Perispirito, corpo físico, mente e emoção, que se interligam em fluxo continuo uns sobre os outros. Qualquer distúrbio de um deles acaba refletindo no seu correspondente, gerando ações perturbadoras, distúrbios estes que acabam gerando doenças, que para se retificarem exigem renovação e equilíbrio dos órgãos com pensamentos positivos.
São inúmeros os efeitos perniciosos que afetam o corpo, provenientes de emoções desgovernadas, como pensamentos em desalinho, e pela mente pessimista e inquieta.
Outras como o medo, a cólera, a agressividade, o ciúme, que provocam uma alta descarga de adrenalina na corrente sanguínea. Por outro lado esta relação emocional reagindo sobre o corpo físico produz o aumento da taxa de açúcar, onde mais forte será uma contração muscular, tudo isto em face de volumosa irrigação do sangue e sua capacidade de coagulação mais rápida.
A repetição do fenômeno pode também pode gerar doenças como a diabete, a artrite, a hipertenção, e outras.
Cada enfermidade física pode gerar um componente psíquico, emocional ou Espiritual correspondente, pois a pessoa acaba baixando a sua sintonia e abre a oportunidade para que um irmão desencarnado negativo atue sobre ela, porque pensa da mesma maneira.
O desamor, o complexo de inferioridade, a magoa, as contrariedades, acabam resultando cânceres da mama, da próstata, taquicardia, disfunções coronárias cardíacas, enfartes e outros. Queixas, violência, impetuosidade, respondem por derrames cerebrais, estados neuróticos, psicoses de perseguição e demais.
A desarmonia entre a matéria e o Espírito, a mente e o Perispírito, a emoção, podem gerar desajustes dos núcleos de energia, provocando vírus e bactérias que nelas se instalam.
A conscientização disto tudo pode nos prevenir de muitos dissabores como já vimos, principalmente na organização concernente ao corpo físico, e no caso de não ser considerado, pode provocar estados ansiosos ou depressivos, sensação de inutilidade, receios ou inquietações.
Quando a mente elabora conflitos, ressentimentos, ódio, acabam acarretando distúrbios para as células do corpo físico e problemas Espirituais, porque o pensamento é negativo. Mas se o pensamento for positivo tudo será ao contrario, haverá a harmonia e a companhia de bons Espíritos.

Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.
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domingo, 31 de janeiro de 2016

PARA ONDE VAI O AMOR QUE SE PERDE?
Um ano antes de sua morte, Franz Kafka viveu uma experiência singular.
Passeando pelo parque de Steglitz, em Berlim, encontrou uma menina chorando porque havia perdido sua boneca.
Kafka ofereceu ajuda para encontrar a boneca e combinou um encontro com a menina no dia seguinte no mesmo lugar.
Não tendo encontrado a boneca, ele escreveu uma carta como se fosse a boneca e leu para a garotinha quando se encontraram. A carta dizia : “Por favor, não chore por mim, parti numa viagem para ver o mundo. ”.
Durante três semanas, Kafka entregou pontualmente à menina outras cartas , que narravam as peripécias da boneca em todos os cantos do mundo : Londres, Paris, Madagascar…
Tudo para que a menina esquecesse a grande tristeza!
Esta história foi contada para alguns jornais e inspirou um livro de Jordi Sierra i Fabra ( Kafka e a Boneca Viajante ) onde o escritor imagina como como teriam sido as conversas e o conteúdo das cartas de Kafka.
No fim, Kafka presenteou a menina com uma outra boneca.
Ela era obviamente diferente da boneca original.
Uma carta anexa explicava: “minhas viagens me transformaram…”.
Anos depois, a garota encontrou uma carta enfiada numa abertura escondida da querida boneca substituta.
O bilhete dizia: “Tudo que você ama, você eventualmente perderá, mas, no fim, o amor retornará em uma forma diferente”.
~ May Benatar, no artigo “Kafka and the Doll: The Pervasiveness of Loss” (publicado no Huffington Post)
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Getulio Pacheco Quadrado SIMPLESMENTE NOTÁVEL E DIGNA DE SER COMPARTILHADA, VAI PARA MINHA GALERIA DE TROFÉUS.
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IRMÃ MARIA MÃE DE JESUS.

Maria ganhou muitos nomes pelos católicos. Por exemplo: Nossa Senhora de Fátima, pela aparição em Fátima (Portugal); Nossa Senhora Aparecida, por ter sido encontrado uma imagem na cidade de Aparecida durante uma pesca; o título de rainha, etc., são nomes e títulos que a Igreja Católica deu a Maria. Para nós espíritas ela foi aqui na Terra, Maria a mãe de Jesus. Hoje, é um espírito que continua a trabalhar na Seara do Senhor, não mais como mãe, mas como irmã de Jesus e de todos nós, já que aprendemos que somos todos filhos de Deus, e aqui na Terra nós não “somos” mães, filhos, netos, etc., nós “estamos” por um breve tempo desempenhando tais papéis. Temos grande admiração e respeito a este espírito que aceitou a missão de receber o maior espírito que o planeta Terra já recebeu: JESUS. E foi ele que pediu que fossemos "mansos como as pombas, mas prudentes como as serpentes". E nós somos mansos como as pombas e nos esquecemos de ser prudente como a serpente. E tudo que os outros dizem, nós acreditamos. Vejamos que na idade média, a religião tradicional dizia para o povo que o mundo ia acabar. E o povo saía entregando as fazendas, as cabras, as casas, para a religião dominante. Mas, se o mundo ia acabar, porque a religião recebia? E ninguém refletia sobre isto? Mostrando como somos tolos. Temos que pensar no que está sendo apregoado, se faz sentido. E na maioria das vezes, veremos que são coisas ridículas. E os zombeteiros tiram proveito disso, enquanto nós nos conformamos dizemos que isso é das religiões. As pessoas mais atentas dirão: “Tá vendo, o que a religião faz com a cabeça dos outros?” Mas não é a religião, são alguns religiosos encarnados ou desencarnados, ou pseud. religiosos, seria melhor dizer, que se valem do nome da crença, da atitude das pessoas, da imaturidade emocional dos indivíduos, e saem por ai pregando. 
J. Raul Teixeira conta, em uma de suas palestras que certa vez, no seu Estado (R.J.), apareceu um indivíduo com um cobertor nas costas, fazendo profecia e dizendo que aquele cobertor havia sido mandado tecer por Maria de Nazaré para ele. E as pessoas iam lá colocar a mão no tal cobertor e queriam levar um pedacinho. E conclui dizendo: “em pleno século 21, é um vexame. Muita gente sofre enganos, é enganada, é iludida, furtada, roubada, porque não amadureceu emocionalmente, intelectualmente, não aprendeu a raciocinar. E estes quesitos não podem ser imputados à Deus, à Jesus e nem à religião, mas sim, aos grupos socioeconômico, político-econômico, que adotam os nomes das religiões. Bom senso e água fluidificada, não fazem mal a ninguém. É a ingenuidade que faz com que as pessoas busquem este tipo de coisa. Isso vai gerando a ignorância cada vez maior das pessoas. Quando alguém ouve que apareceu Nossa Senhora na janela, o povo todo marcha para lá. Encontraremos universitários ou não, é uma ignorância generalizada. Usemos o raciocínio e perguntemos: “Será que Nossa Senhora não tem mais o que fazer nos páramos celestiais?” ; “Será que para ajudar a humanidade ela precisa vir aqui em São Paulo, Rio de Janeiro, etc.?”; “Por que Maria não apareceria para os povos africanos, japoneses ou da Etiópia?” Por detrás desta psicologia da credulidade tem sempre alguém tirando vantagem. Nós estamos desacostumados a pensar. Nós estamos acostumados a acreditar. Somos pouco criteriosos. O Espiritismo está nos ajudando a pensar, questionar e não aceitar tudo que nos dizem.”
 
O QUE É SANTO NA VISÃO ESPÍRITA?
 André Luiz responde: “É um atributo dirigido a determinadas pessoas que aparentemente atenderam, na Terra, à execução do próprio dever.” Os santos são chamados pela Doutrina Espírita de socorristas, e estes trabalham e não querem outro pagamento a não ser adquirir vontade de serem bons e servos de Jesus. Trabalham por toda parte, nos umbrais, nos postos de socorro e também ajudam os encarnados e muitas vezes, atendem os chamados de fé em nome das diversas entidades conhecidas na Terra (Maria, Jesus, Expedito, etc.). Há grande concentração de socorristas em lugares de romaria onde muitos oram e fazem pedidos. Estes abnegados trabalhadores atendem em nome de Nossa Senhora, dos diversos santos, de Jesus, etc. Os bons acodem sempre. Se os pedidos são mais complexos, são encaminhados a ministérios próprios e analisados pelos que lá trabalham. Para serem atendidos, são levados em conta alguns critérios como: “O que pede é bom para ele?” As vezes, pede-se uma graça que seria um bem no momento, e causa de dor no futuro; pedem fim de sofrimentos, doenças e às vezes não se pode interromper o curso de seu resgate; também é levado em conta, se ao receber a graça, a pessoa melhora se voltando mais ao “Pai”. Se aprovado, vão os socorristas e ajudam a pessoa, não importando a eles para quem foi feito o pedido, embora, há equipes que trabalham atendendo os pedido à Nossa Senhora, santos do lugar, etc . . . Podemos também ser atendidos pelos próprios santos, que nada são que servos de Jesus. 
O ESPÍRITA FAZ PROMESSA?
 Não. Promessa é costume dos católicos. Nós espíritas não barganhamos com Deus, Maria ou qualquer outro "santo". Por exemplo, há quem vá a Aparecida do Norte para agradecer a Nossa Senhora (Maria) por um pedido alcançado como se ela estivesse lá. Caminham quilômetros, carregam cruzes, velas, sobem ladeiras de joelhos, etc. Nós espíritas questionamos: "será que ela não ficaria mais contente se fizessem algo por alguém para retribuir o que "ela" fez?" O sacrifício que Maria, Deus, Jesus e os benfeitores espirituais querem de nós é o da alma e não a do corpo físico. É a reforma íntima onde nos despojamos dos sentimentos, atitudes e palavras inferiores. Estes Espíritos de grande evolução que viveram e vivem conosco neste planeta devem ser exemplos para que sigamos seus ensinamentos na prática e não para virarem "santos(as)" para que, depois de sua desencarnação fiquemos pedindo, pedindo e pedindo. Aliás, eles também fazem seus pedidos e nós não lhes damos ouvidos. Perguntemos: "Como estamos tratando nossos familiares, nossos colegas de escola ou trabalho?" "Nós perdoamos ou revidamos as ofensas?" "Respeitamos os mais velhos, os animais, as crianças, o próximo e a nós mesmos?" Enquanto isso, muitos comercializam o nome de Maria e sua falsa imagem, pois ela era simples como o filho, não usaria coroa de ouro e não aceitaria estar vestida com roupa cuja franja é de ouro 14 K, as lantejoulas vieram da Tchecoslováquia, o veludo é inglês e sua imagem é guardada em uma caixa de ouro. Precisamos lembrar que Jesus repreendeu o comércio no templo religioso. Este é o que o espírita pensa, sem querer impor ou ir contra quem pensa e age de maneira diferente.
OS ESPÍRITAS ACREDITAM EM MILAGRE?
 As curas realizadas por Jesus, por exemplo, foram consideradas pelo povo como milagres, no sentido que a palavra tinha na época: o de coisa admirável, prodígio. Atualmente, o Espiritismo esclarece que os fenômenos de curas se dão pela ação fluídica, transmissão de energias, intervenção no períspirito, e permite examinar e compreender as curas realizadas por médiuns (espíritas ou não); por pessoas dotadas de excelente magnetismo; ou direto pelos socorristas (santos) desencarnados. Essa explicação não diminui nem invalida as curas admiráveis, feitas por Jesus; pelo contrário, leva-nos a reconhecer que Jesus tinha alto grau de sabedoria e ação, para poder acionar assim as leis divinas e produzir tais fenômenos. Os fatos como milagres nada mais são do que fenômenos; fenômenos que estão dentro das leis naturais; são efeitos cuja causa escapa à razão do homem comum. Podem ocorrer sempre que se conjuguem os fatores necessários para isso. 
E A VIRGINDADE DE MARIA?
 A virgindade perene de Maria, defendida pelos teólogos medievais, mesmo os mais ilustres como Agostinho e Tomás de Aquino, entranhou-se de tal forma na mente popular que se incorporou ao seu nome. Os fiéis evocam a Virgem Maria. No entanto, a virgindade da mãe de Jesus, que teria sido preservada mesmo depois do parto, contraria os textos evangélicos, onde está registrado que ela teve outros filhos. Em Mateus (13:53-56) diz o povo, em Nazaré, onde Jesus acabara de fazer uma pregação: Não é este o filho do carpinteiro? Sua mãe não se chama Maria, e seus irmãos não são Tiago, José, Simão e Judas? E suas irmãs, não moram conosco? Então, de onde vem tudo isso? Pretendem os teólogos que os enunciados irmãos de Jesus eram primos ou, então, filhos de um primeiro casamento de José. Mera especulação. Por outro lado, Lucas foi o único evangelista a registrar o episódio da anunciação. Médico grego, discípulo do apóstolo Paulo, não conviveu com Jesus. Escreveu seu Evangelho com base na tradição oral ( transmissão oral de fatos ), décadas mais tarde. Jesus tornara-se uma figura mitológica, e nada melhor para exaltar o homem mito do que situá-lo como filho de uma virgem. Outro motivo ponderável para que se optasse pela virgindade de Maria: o sexo.
O simbolismo sobre o suposto pecado cometido por Adão e Eva resultou na perda do paraíso, como encontra-se no Livro Gênese, do Velho Testamento. Sexo, portanto, era sinônimo de pecado. Os casais eram orientados a buscar a comunhão carnal apenas com o objetivo de procriação. Os teólogos, buscavam fórmulas para que o sexo, que não podiam proibir, sob pena de extinguirem a raça humana, fosse minimizado na vida familiar e exercitado não como parte da comunhão afetiva, mas exclusivamente para a procriação.
O sexo era vedado aos domingos, dias consagrados ao Senhor; no jejum de quarenta dias, antes da Páscoa; vinte dias antes do Natal; dias antes de Pentecostes; três ou mais dias antes de receber a comunhão; durante o período menstrual, semanas entes e depois do parto . . . Quanto menos tempo disponível, menos pecado. Para conter os fiéis apregoava-se que o sexo nos períodos proibidos gera filhos deficientes físicos e mentais e doenças como a lepra e a tuberculose. Vítimas inocentes das supostas artes do original casal, estamos todos maculados pelo seu “pecado”. Todos menos Maria. Por graça de exceção ela teria nascido pura, imaculada. A idéia da “imaculada conceição” gerou um problema para os teólogos. Segundo o dogma do pecado original experimentamos a morte por causa dele. Então, se Maria nasceu sem essa mácula não poderia morrer. Resolveu-se a questão com outro dogma: a assunção de Maria. Ela não morreu. Foi arrebatada aos céus em corpo e espírito! Não há limites para a fantasia quando renunciamos à lógica e ao bom senso.
Kardec situa Maria como a imaculada, não sob o ponto de vista físico, mas espiritualmente. Porque para nós espírita SEXO não é pecaminoso. Pecaminoso é a maneira que alguns utilizam o SEXO. Porque este foi feito para gerar vida, e muitos acham que a vida foi feita para o sexo. Se sexo fosse errado, Deus teria arrumado outro meio para que seus filhos fossem gerados na Terra. Portanto, para nós espíritas, Maria será sempre um grande espírito, tenha ela sido virgem ou não.
DE QUEM É A FOTO ACIMA?
 É de Maria, ditada por Emmanuel ao pintor Vicente Avela através da mediunidade de Chico Xavier. Em uma rápida entrevista, Chico frisou que a fisionomia de Maria é tal qual Ela é conhecida quando suas visitas às esferas espirituais mais próximas e perturbadas da crosta terrestre; como a Legião dos Servos de Maria que agem na instituição em amparo aos suicidas que está detalhado no livro Memórias de um suicida.

OBSERVAÇÃO:
 NÃO SOMOS CONTRA QUEM PENSA E AGE DE MANEIRA CONTRÁRIA, COLOCAMOS AQUI O QUE NÓS ESPÍRITAS PENSAMOS SOBRE MARIA E COMO A RESPEITAMOS.

sábado, 30 de janeiro de 2016

RELACIONAMENTO CONJUGAL
PONTO DE VISTA ESPÍRITA

No nosso ponto de vista, todo relacionamento requer um tempo para amadurecer, chamado de namoro.
Namoro para nós quer dizer, onde dois seres se descobrem um no outro de maneira imprevista por suave encantamento, numa relação matrimonial e familiar.
Já no plano Espiritual estes encontros são traçados obedecendo à lei da reencarnação entre os Espíritos que, possivelmente, já tenham partilhado experiências passadas a nível afetivo e sexual.
Embora os estudos estejam propensos a designarem a atração entre dois seres através do instinto sexual, não podemos negligenciar que esta ligação vai além do físico, pois contamos com inteligências desencarnadas neste jogo afetivo resguardando e guiando companheiros de experiência, volvidos à reencarnação para fins de progresso.
Para nós o casamento vem a ser um progresso na marcha da Humanidade, e que a abolição deste significa o retorno à vida animal.
O casamento acaba originando um regime de vida em comum, pela quais duas criaturas se confiam uma à outra no campo da assistência mútua, na criação e desenvolvimento de valores para a vida implicando em direitos e deveres de um para com o outro.
Às vezes recebemos o cônjuge a quem prejudicamos no passado, por isso que às vezes tem gente que foge deste sistema para evitar problemas ou sofrimentos dos compromissos assumidos com a parte Espiritual, adiando assim o seu resgate. São os casamentos cármicos, o do pagamento de dividas de reencarnações passadas.
No casamento somente seremos felizes se as afinidades estiverem ao nosso favor, isto é, das suas inclinações e instintos, porque somente na vida futura é que encontraremos a verdadeira união e reciprocidade entre os nossos Espíritos.
Geralmente sonhamos e buscamos a nossa cara metade, isto querendo dizer, sermos felizes a dois, que este venha a complementar o nosso eu de todas as formas.
Mas às vezes o casamento é marcado como meio de resgate dos nossos débitos do passado com aquela pessoa, onde este se constitui em ser um estágio evolutivo para os dois. Coisas que um ficou devendo para o outro em vidas passadas.
Mas tudo isto faz parte da nossa evolução Espiritual, onde encontramos momentos felizes, e também acabamos nos defrontando com provações. Dizemos isto porque, às vezes os dois se dão bem, e vem parentes de fora querendo estragar tudo, isto às vezes sem contar com filhos que reencarnarão na nossa família, e que poderão ser o algozes do passado.
Dentro da lei da ação e reação, que vem a ser a das causas e efeitos, onde tudo o que se planta colhemos, vamos pagando os nossos débitos, e o que temos que pagar porque na outra encarnação fizemos o nosso cônjuge sofrer.
Nos casos de casais sem filhos, pode ser algo que fizeram nas vidas anteriores, e algum dos cônjuges vem com o problema da infertilidade. Para estes a recomendação é adotar uma criança, pois existem muitas esperando uma oportunidade de ser e ter alguém na vida.
Para a união dos seres recomendamos muita paciência e dialogo entre eles, porque geralmente cada um vem de uma formação e até chegarem ao ideal, muitos choques se fazem presentes, e é ai que entra o diálogo, a paciência e perdão.
Na convivência conjugal, nenhum deve deixar prevalecer a sua vontade de forma impositiva, e nem deixar que o outro se anule para atender as suas exigências egoísticas.
Temos que saber que cada um de nós temos os nossos defeitos, e que devemos fazer de tudo para corrigi-los sem exaltarmos, procurando sempre o entendimento.
Temos que saber que no inicio tudo é mar de rosas, e que com o tempo existem vários fatores que podem mudar o rumo das coisas. Por exemplo:
Com a chegada dos filhos as coisas se dividem, pois o carinho e a afeição ficam divididos entre os dois, e passa a ser partilhada por mais pessoas. O casamento às vezes adoece, porque os desafios do quotidiano vêm representados pelos conflitos, moléstias, falhas na formação e temperamento.
Devemos lembrar sempre que a união deve estar sempre apoiada na confiança mútua, conquistada e não imposta.
Situações que podem abalar um casamento:
Pequenas mentiras, traição, o ciúme exagerado, problemas financeiros e o processo obsessivo.
Para os casais Espíritas recomendamos que devam estar preparados para enfrentar estes momentos de crise, recorrendo a medidas preventivas que estão no Evangelho Segundo o Espiritismo. Queremos dizer com isso, que o ideal é ter-se uma base religiosa.
A nossa Doutrina Espírita oferece aos seres meios para que seja modificado o nosso olhar para as diversas situações problemáticas, através do entendimento do presente, considerando as provas e expiação concernentes ao nosso passado Espiritual. O ser ao despertar-se com a sua situação motivada pela compreensão dos fatos, ira se tornar mais resignado e prudente na sua conduta mental e ativa, pois terá o devido preparo psicológico para aceitar os reveses da vida.
Estará mais motivado em todos os aspectos, fomentando a fé e a esperança no dia de hoje, para que o amanhã seja mais promissor.
O dinheiro familiar deve ser empregado para a manutenção, sem deixar melindres tanto ao homem como para a mulher, de reter uma pequena porção para o seu uso pessoal.
Temos que cuidar com os problemas obsessivos, ou seja, quanto aos desejos sensuais, provocando a infidelidade conjugal. Queremos dizer com isso, que nem tudo vem a ser problema espiritual, mas se pensarmos desta maneira teremos Espíritos que coadunarão com as nossas ideias, e fomentarão a situação. Para isto exige-se muita prece, porque nesta situação existem dois caminhos, o de aceitar a provocação ou rechaça-la, orando e vigiando os nossos pensamentos.
Devemos sempre evitar as separações, que a luz do Espiritismo, a separação se constitui em decisão séria, que só deve ser tomada em situações extremas, porque muitas vezes envolve os filhos e a família. A maioria dos casamentos provacionais requer muita paciência e renuncias para ser levado até o fim.
Frequentemente os casais confundem diferenças de gostos e ideias com incompatibilidade. Com isso é preciso aprender a dialogar e a se respeitarem mutuamente, e assim poderão viver em paz.
Devemos sempre lembrar, que as almas devem unir-se desde a sua origem, predestinadas e essa união e cada um de nós tem nalguma parte do Universo a sua metade, a que fatalmente um se reunirá.
Mensagem escrita e interpretada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

CASAMENTO NO PONTO DE VISTA ESPIRITUAL
Os seres humanos necessitam viver em sociedade para desenvolver-se, e por em prática os ensinamentos adquiridos numa permuta constante de experiências, e isto é feito de uma maneira sociável.
A sociedade como a conhecemos é composta de várias sociedades menores chamada de família. Ela existe é será sadia se existirem famílias sadias, e elas começam pelo casamento.
Vem a ser o resultado do amor entre duas pessoas de sexos diferentes, que se tem por meta o relacionamento sexual e afetivo, geradores de família e do companheirismo.
No princípio da relação o amor paixão é muito forte, e à medida que o tempo passa, vai perdendo a sua força embora permaneça. É quando então nasce o amor companheirismo que vem a ser:
O amor que se alegra com a alegria do outro, aquele que fica feliz com a felicidade do outro.
É quando fazemos o bem sem esperarmos a retribuição.  No futuro, restará apenas o amor companheirismo que se chamará amor Universal.
O casamento representa um alto estagio de evolução do ser, quando se reveste de respeito e consideração pelo cônjuge, firmando-se na fidelidade e nos compromissos da camaradagem.
Para o espiritismo se concretiza pelo compromisso moral dos cônjuges, e é assumido perante o altar da consciência no Templo do Universo. Claro que o casamento no civil é um dever a ser cumprido pelos Espíritas, porque legitima a união perante as leis vigentes, que asseguram aos cônjuges direitos e deveres.
Allam Kardec já compreendia que a família era um importante reduto para o aprimoramento dos seres, pois reúne ali o ambiente propício para o a conchego, refúgio, ensinamentos básicos para a vida e tantos outros...
Na pagina 697 do livro dos Espíritos o Espírito da Verdade questiona:
P- Se esta na lei da natureza ou somente na humana, a indissolubilidade absoluta do casamento?
R- A lei humana é muito contrária à da natureza, pois os homens podem modificá-la quando quiserem, mas a da natureza não. O Espiritismo é contrário as separações, pois devemos lembrar que Jesus disse “Não separeis os homens da terra o que Deus uniu nos Céus”. Deus une as pessoas na forma mais pura, ou seja, pelo sentimento de coração para coração.
A harmonia existe porque aquelas almas se completam. Precisamos entender que para termos a felicidade é preciso que um compreenda o outro. Se quisermos ser bem tratados, devemos tratar o outro da mesma maneira.
Mas no ponto de vista espírita existem diversos tipos de casamento:
Causal. Este tipo de casamento o casal tem conseguido levar uma satisfatória relação conjugal. Outros não se adaptam e não suportando as desavenças, separam-se. Mas estas pessoas que se separam, acabam se reencontrando em outras vidas para uma reconciliação;
Provatório. Já neste tipo, vem a ser o que foi falado acima, são os casais que se separaram e estão juntos novamente para se reconciliarem, para progredirem;
Expiatório. Em vidas anteriores marido e mulher erraram muito, e reencarnam em novo lar, para corrigir erros cometidos. É um casamento de resgate;
Sacrificial.  União de um Espírito evoluído com um não evoluído, com o objetivo de auxiliá-lo a progredir;
Afins.  Espíritos evoluídos, que se amam, possuem corações afetuosos com objetivos supremos, para aliados adiantarem-se espiritualmente.
Deus permite que numa família reencarnem Espíritos de vários graus de evolução, com o duplo fim de servir de prova e para o avanço. Os bons têm campo de trabalho, os ruins melhoram pouco a pouco com os cuidados que recebem.
Um conselho dos nossos Queridos Mentores:
Enquanto marido e mulher não forem curados moralmente, as discórdias conjugais reinarão, e os espíritos trevosos facilmente atuarão com perversidade separando casais, prejudicando os filhos já desorientados e mal educados.


Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado. Meu blogger: getuliomomentoespirita.blogspot.com

Angel Luar Cruz
Quando chega o dia.
Surge a vida.
Pois cada amanhecer
E um novo recomeço.
Pra poder renascer.
Cada manhã de vida e
Surpreendente a
a energia vital do corpo.
Que nos dá a forma do viver.
Alcançarmos a delicadeza.
De sua jornada.
As vezes bem pesada.
Muitas vezes leve e tranquila.
Cada dia cada amanhecer será tudo novo.
E cada alegria cada lagrimas, terá uma nova razão.
Mas o amor real verdadeiro
Terá todos os dias a mesma sensação.
Da alegria de viver.
Por ter sempre a certeza.
De poder estar com vc...
Doçura de luz...
MENSAGEM REPRODUZIDA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO
Foto de Angel Luar Cruz.

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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

CADA CRIATURA
Cada criatura, na Terra, traz consigo uma cela oculta em que trabalha com os instrumentos da provação em que se burila.
Pensa nisso e auxilia aos que te rodeiam.
Esse companheiro alcançou a fortuna, mas sofre a falta de alguém; outro dispõe de autoridade, no entanto, suporta espinhosos conflitos nos sentimentos; essa irmã construiu o lar sobre preciosas vantagens materiais, contudo, tem um filho que lhe destrói a felicidade; e aquele outro atingiu o favor público, entretanto, é portador de moléstia indefinível a corroer-lhe todas as forças.
Quando encontres alguém que te pareça em crises de inquietação e desarmonia, isso não é sinal de que a tua presença se lhe fez indesejável.
Esse alguém estará em momentos de enormes dificuldades no reduto invisível do coração em que se aperfeiçoa. E os resíduos da luta íntima se lhe transbordam do ser pelas janelas do trato.
Observa o ponto nevrálgico da própria vida em que o sentimento te procura para efeito de prova e compadece-te dos outros para que os outros se compadeçam de ti.
Meimei
Livro: Somente Amor
Psicografia: Chico Xavier.

MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO