sábado, 1 de junho de 2024

O LIVRO DOS ESPÍRITOS.CAPÍTULO V. LEI DE CONSERVAÇÃO.PRIVAÇÕES VOLUNTÁRIAS.MORTIFICAÇÕES.

 

O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO V.

LEI DE CONSERVAÇÃO. PRIVAÇÕES VOLUTÁRIAS. MORTIFICAÇÕES.                  


 

A lei de conservação obriga-nos a prover as necessidades do corpo físico, pois sem a energia e a saúde o trabalho é impossível.

O ser humano é censurável por procurar o bem-estar, o qual é um desejo natural. Deus só proíbe o abuso, por ser contrário à conservação, e não considera um crime a procura do bem-estar, se este não for conquistado às expensas de alguém e se não enfraquecer as vossas forças morais nem as vossas forças físicas.

As privações voluntárias, com vistas a uma expiação igualmente voluntária, têm algum mérito aos olhos de Deus, praticando o bem aos outros e será considerado como maior mérito.

Existem privações voluntárias que sejam meritórias. A dos prazeres inúteis, porque liberta o ser humano da matéria e eleva sua alma. O meritório é se resistir à tentação que nos convida aos excessos e ao gozo das coisas inúteis; é retirar do necessário para dar aos que o não têm. Mas se a privação nada mais for que um fingimento, será apenas considerado uma irrisão.

A vida de mortificações no ascetismo tem sido praticada desde toda a Antiguidade e nos diferentes povos; e ela é meritória sob algum ponto de vista.

Se servir senão ao que a pratica e o impede de fazer o bem, é considerado egoísta, qualquer que seja o pretexto sob o qual se disfarce. Submeter-se a privações no trabalho pelos outros é a verdadeira caridade cristã.

A abstenção de certos alimentos prescrita entre diversos povos, funda-se na razão, onde tudo aquilo de que o ser humano se possa alimentar, sem prejuízo para a sua saúde, é permitido. Mas os legisladores puderam interditar alguns alimentos com uma finalidade útil. E para dar maior crédito às suas leis apresentaram-nas como provindas de Deus.

A alimentação animal para o ser humano na nossa constituição física, a carne nutre a carne, pois do contrário o ser perece. A lei de conservação impõe ao ser o dever de conservar as suas energias e a sua saúde para poder cumprir a lei do trabalho. Devendo alimentar-se, portanto, segundo o exige a sua organização.

A abstenção de alimentos animais ou outros como expiação é meritória se o ser se privar em favor dos outros, pois Deus não pode ver mortificação quando não há privação séria e útil. Eis porque os Espíritos Bons dizem, que os que só se privam em aparência são hipócritas.

As mutilações praticadas no corpo do ser humano ou dos animais poderia ser considerado útil se fosse para agradar a Deus. Pois o que é inútil não pode ser agradável a Ele, e o que é prejudicial lhe é sempre desagradável. Porque, Deus só é sensível aos sentimentos que elevam a alma para Ele, e são praticando as suas leis, em vez de violá-las, que poderemos sacudir o jugo de nossa matéria terrena.

Os únicos sofrimentos que elevam a Deus são os naturais, porque vêm Dele. Os sofrimentos voluntários não servem para nada, quando nada valem para o bem de outros.  O que agrada a Deus são os que visitam o indigente, e o consolam, o que chora e trabalha pelo que está enfermo, e sofrem privações para o alívio dos infelizes e então sua vida será útil e sempre agradável a Deus. Já nos sofrimentos voluntários a que se sujeita o ser humano, não tem em vista senão a si mesmo, pode ser julgado tratar-se de egoísmo; quando alguém sofre pelos outros, pratica a caridade; são esses os preceitos do Cristo.

Se não devemos criar para nós sofrimentos voluntários que não são  de nenhuma utilidade para os outros, devemos, no entanto, preservar-nos dos que prevemos ou dos que nos ameaçam. Pois o instinto de conservação foi dado a todos os seres contra os perigos e os sofrimentos. Fustiguemos o nosso Espírito e não o nosso corpo, mortifiquemos o nosso orgulho, sufoquemos o nosso egoísmo que se assemelha a uma serpente a nos devorar o coração e faremos mais pelo nosso adiantamento do que por meio de rigores que não mais pertencem a este século.

 

BIBLIOGRAFIA: O LIVRO DOS ESPÍRITOS.MATÉRIA DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO V.LEI DE CONSERVAÇÃO. GOZOS DE BENS NA TERRA.

 


O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO V. LEI DE CONSERVAÇÃO. GOZO DOS BENS DA TERRA.

 

O uso dos bens da Terra é um direito de todos os seres humanos, porque é a consequência da necessidade de viver. Deus não pode impor um dever sem conceder os meios de ser cumprido

Deus fez atrativos os gozos dos bens materiais aos ser humano para instiga-lo  ao cumprimento da sua missão e também para o provar na tentação.

O objetivo dessa tentação é para desenvolver a razão que deve preservá-lo dos excessos.

Comentário de Kardec: Se o ser humano não fosse instigado ao uso dos bens da Terra senão em vista de sua utilidade, sua indiferença poderia ter comprometido a harmonia do Universo. Deus lhe dá o atrativo do prazer que o solicita a realização dos desígnios da Providência. Mas, por meio desse mesmo atrativo, Deus quis prova-lo também pela tentação, que o arrasta ao abuso, do qual a sua razão deve livrá-lo.

Os gozos têm limites traçados pela Natureza para mostrar o termo do necessário; mas pelos excessos o ser humano chega até o aborrecimento e com isso se puni a eles mesmos.

0 ser humano que procura nos excessos de toda espécie um refinamento dos seus gozos, é considerado como pobre criatura que devemos lastimar e não invejar, porque está bem próxima da morte!

 É da morte física e da morte moral que ele se aproxima

Comentário de Kardec:  O ser humano que procura, nos excessos de toda espécie um refinamento dos gozos coloca-se abaixo dos animais, porque estes sabem limitar-se à satisfação de suas necessidades. Ele abdica da razão que Deus lhe deu para guia e quanto maiores forem os seus excessos maiores é o império que concedeu a sua natureza animal sobre a espiritual. As doenças, a decadência, a própria morte, que são a consequência do abuso, são também a punição da transgressão da lei de Deus.

 

BIBLIOGRAFIA: O LIVRO DOS ESPÍRITOS. O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO V.

 LEI DA CONSERVAÇÃO.

Necessário e Supérfluo.

 

O ser humano pode conhecer o limite do necessário, sendo sensato, por intuição e muitos à custa de suas próprias experiências.

A Natureza não traçou o limite do necessário em nossa própria organização, mas o ser humano é insaciável. A Natureza traçou limites de suas necessidades na sua organização, mas os vícios alteraram a sua constituição e criaram para ele necessidades artificiais.

Os que açambarcam os bens da Terra para se proporcionarem o supérfluo, em prejuízo dos que não têm sequer o necessário, é que desconhecem a lei de Deus e terão de responder pelas privações que ocasionarem.

Comentário de Kardec: O limite entre o necessário e o supérfluo nada tem de absoluto. A civilização criou necessidades que não existem no estado de selvageria, e os Espíritos que ditaram esses preceitos não querem que o ser civilizado viva como selvagem. Tudo é relativo e cabe à razão colocar cada coisa em seu lugar. A civilização desenvolve o senso moral e ao mesmo tempo o sentimento de caridade que leva os seres humanos a se apoiarem mutuamente. Os que vivem à custa das privações alheias exploram os benefícios da civilização em proveito próprio; não têm de civilizados mais do que o verniz, como há pessoas que não possuem da religião mais do que a aparência.

BIBLIOGRAFIA: O LIVRO DOS ESPÍRITOS.MATÉRIA DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO V.LEI DA CONSERVAÇÃO.NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO.

 


O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO V.

 LEI DA CONSERVAÇÃO.

Necessário e Supérfluo.

 

O ser humano pode conhecer o limite do necessário, sendo sensato, por intuição e muitos à custa de suas próprias experiências.

A Natureza não traçou o limite do necessário em nossa própria organização, mas o ser humano é insaciável. A Natureza traçou limites de suas necessidades na sua organização, mas os vícios alteraram a sua constituição e criaram para ele necessidades artificiais.

Os que açambarcam os bens da Terra para se proporcionarem o supérfluo, em prejuízo dos que não têm sequer o necessário, é que desconhecem a lei de Deus e terão de responder pelas privações que ocasionarem.

Comentário de Kardec: O limite entre o necessário e o supérfluo nada tem de absoluto. A civilização criou necessidades que não existem no estado de selvageria, e os Espíritos que ditaram esses preceitos não querem que o ser civilizado viva como selvagem. Tudo é relativo e cabe à razão colocar cada coisa em seu lugar. A civilização desenvolve o senso moral e ao mesmo tempo o sentimento de caridade que leva os seres humanos a se apoiarem mutuamente. Os que vivem à custa das privações alheias exploram os benefícios da civilização em proveito próprio; não têm de civilizados mais do que o verniz, como há pessoas que não possuem da religião mais do que a aparência.

BIBLIOGRAFIA: O LIVRO DOS ESPÍRITOS.MATÉRIA DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS.CAPÍTULO IX.INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO.PODER OCULTO,TALISMÃ.FEITICEIROS.

 


O LIVRO DOS ESPÍRITOS. PARTE SEGUNDA. MUNDO ESPÍRITA OU DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO IX.

INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPORAL. 

PODER OCULTO, TALISMÃS. FEITICEIROS.

Um ser humano mau não pode com o auxílio de um mau Espírito que lhe for devotado, pode fazer o mal ao seu próximo, porque Deus não permitiria.

Não devemos acreditar nesse pretenso poder mágico que só existe na imaginação das pessoas supersticiosas, ignorantes das verdadeiras leis da Natureza, na crença no poder de enfeitiçar que certas pessoas teriam. Algumas pessoas têm um poder magnético muito grande, do qual podem fazer mau uso se o seu próprio Espírito for mau. Nesse caso poderão ser secundadas por maus Espíritos. Os fatos que citam são fatos naturais mal observados e, sobretudo mal compreendidos.

O efeito de fórmulas e práticas com as quais certas pessoas pretendem dispor da vontade dos Espíritos, só pode ser de torná-las ridículas, se são de boa-fé; no caso contrário, são tratantes que merecem castigo. Todas as fórmulas são charlatanices; não há nenhuma palavra sacramental, nenhum signo cabalístico, nenhum talismã que tenha qualquer ação sobre os Espíritos, porque eles só são atraídos pelo pensamento e não pelas coisas materiais.

 Certos Espíritos ditaram, algumas vezes, fórmulas cabalísticas, como tem Espíritos que indicam signos, palavras bizarras, ou que prescrevem certos atos, com a ajuda dos quais fazemos aquilo que chamam conjuração. Mas fiquemos bem seguros de que são Espíritos que zombam de nós e abusam de nossa credulidade.

Aquele que, com ou sem razão, confia naquilo a que chama virtude de um talismã, pode, por essa mesma confiança, atrair um Espírito. Porque então é o pensamento que age; o talismã não é um signo que ajuda a dirigir o pensamento?

Isso é verdade; mas a natureza do Espírito atraído depende da natureza da intenção e da elevação dos sentimentos. Ora, é difícil que aquele que é tão simplório para crer na virtude de um talismã não tenha um objetivo mais material do que moral. Qualquer que seja o caso, isso indica estreiteza e fraqueza de ideias, que dão azo aos Espíritos imperfeitos e zombadores.

O sentido que se deve dar ao qualificativo de feiticeiro são pessoas, quando de boa-fé, que possuem certas faculdades como o poder magnético ou a dupla vista. Como fazem coisas que não compreendemos, as julgamos dotadas de poder sobrenatural. Nossos sábios não passaram muitas vezes por feiticeiros aos olhos dos ignorantes?

Comentário de Kardec: O Espiritismo e o magnetismo nos dão a chave de uma infinidade de fenômenos sobre os quais a ignorância teceu muitas fábulas, em que os fatos são exagerados pela imaginação. O conhecimento esclarecido dessas duas ciências, que se resumem numa só, mostrando a realidade das coisas e sua verdadeira causa, é o melhor preservativo contra as ideias supersticiosas, porque revela o que é impossível, o que está nas leis da Natureza e o que não passa de crença ridícula.

Quanto se certas pessoas têm realmente o dom de curar por simples contato, podemos dizer que o poder magnético pode chegar até isso, quando é secundado pela  pureza de sentimentos e um ardente desejo de fazer o bem, porque então os bons Espíritos auxiliam. Mas é necessário desconfiar da maneira por que as coisas são contadas por pessoas muito crédulas ou muito entusiastas, sempre dispostas a ver o maravilhoso nas coisas mais simples e mais naturais. É necessário também desconfiar dos relatos interesseiros por parte de pessoas que exploram a credulidade em proveito próprio.

 

BIBLIOGRAFIA: O LIVRO DOS ESPÍRITOS.MATÉRIA DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO IX.INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO. BENÇÃOS E MALDIÇÕES.

 


O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO IX.INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO.

BENÇÃOS E MALDIÇÕES

Quanto às bênçãos e as maldições, podemos dizer que Deus não escuta uma maldição injusta, e que aquele que a pronuncia é culpado aos Seus olhos.

  Tudo isto provem do nosso livre arbítrio, que conforme pensamos podemos ser atraído por Espíritos do Bem ou do mal. Tudo isto se baseia de que temos as tendências opostas do bem e do mal, e que podem nesses casos haver uma influência momentânea mesmo sobre a matéria; mas essa influência nunca se verifica sem a permissão de Deus e como acréscimo de prova para aquele que a sofre. De resto, o mais frequentemente se maldiz aos maus e bendizem os bons. A benção e a maldição não podem jamais desviar a Providência da senda da justiça: esta não fere o amaldiçoado se ele não for mau e sua proteção não cobre aquele que não a mereça.

0 problema da benção e maldição, como se vê, reduz-se ao plano das relações psíquicas amplamente estudado neste livro e atualmente em pesquisa na Parapsicologia.

Disto tudo se conclui que pensando negativo podemos atrair os Espíritos negativos que pensam e agem desta maneira, e se pensando somente no bem, atraímos os positivos.

 

BIBLIOGRAFIA. O LIVRO DOS ESPÍRITOS. MATÉRIA DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

 

O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO IX.INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO.PENETRAÇÃO NOSSO PENSAMENTO PELOS ESPÍRITOS.

 


O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO IX.

FACULDADE, QUE TÊM OS ESPIRITOS, DE PERNETRAR OS NOSSOS PENSAMENTOS.

Os Espíritos podem enxergar tudo o que fazemos e conseguem captar os nossos pensamentos, porque constantemente nos rodeiam, podendo também conhecer os nossos mais segredos pensamentos.

A influência dos Espíritos negativos sobre nós somente se da, se acatarmos os seus pensamentos, pois temos duas chances, acatar, ou rechaçar com uma prece e pedindo a Deus para encaminha-los para um aprendizado ou hospital Espiritual.

Eles a principio através da telepatia, começam tentando jorrar sobre nós fluidos e pensamentos negativos. Eles tentam misturar os seus pensamentos com o nossos tentando nos confundir.

Podemos neutralizar as influencias destes Espíritos maldosos, desde que pratiquemos o bem e pondo em Jesus toda a nossa confiança. Devemos sempre vigiar os nossos pensamentos e orarmos como dissemos pedindo a Deus que conduza estes Espíritos.

Tem gente que me pergunta como podemos reconhecer se é um Bom Espírito ou não? Respondo, é muito fácil, porque se verificarmos que os fluidos são bons é o nosso Protetor Espiritual, e se o fluido for pesado só pode ser deles. Mas temos que cuidar com aqueles que querem se passar pelos Bons, verificando se aquilo que vem pelo pensamento nos trás paz e amor.

A nenhum Espírito é dado à missão de praticar o mal, aquele que o pratica o faz por conta própria, se sujeitando a lei das causas e efeitos onde tudo o que se planta se colhe. Deus criou os Espíritos todos da mesma maneira, mas deu o livre arbítrio para cada um, uns foram para o lado do bem e outros para o do mal.

Os Espíritos negativos tentam mais só chegam às pessoas, cujos defeitos e qualidades são iguais a deles, e os acolhem.Se não aceitarmos os seus pensamentos e fluidos negativos jamais poderão se prevalecerem sobre nós. Damos um exemplo rude: Porque o cachorro entra na igreja? Porque a porta esta aberta, e assim eles agem se você abrir as portas para eles.

Devemos sempre que vier um pensamento negativo substituir por um positivo, porque o negativo atrai a parte negativa e o positivo o positivo.

No passado existia o termo possessão, que hoje foi substituído pela palavra subjugação, que vem a ser quando o Espírito consegue se sobrepor sobre o encarnado, que já não sabe o que é dele ou do Espírito. Por isso tudo começa pela obsessão simples, onde fazemos uma prece e pedimos o encaminhamento destes, procurando não cair para o próximo passo que seria a obsessão fascinada onde o fascínio domina a pessoa, e se não tratada passa para a subjugada.

Se quando estiverem na simples e nada conseguir resolver, é bom ir a um Centro Espírita e procurar um trabalho de desobsessão.

A fórmula do exorcismo não tem nenhum efeito sobre os maus Espíritos, porque somente os afastam por um tempo e tudo volta.

A atuação dos Espíritos negativos sobre aqueles que sofrem de problemas de convulsão, se processa da seguinte maneira: Os Espíritos de categoria pouco elevada são os que concorrem para a produção dos fenômenos que se verificam nos indivíduos. Nalguns o fenômeno é proveniente do efeito do magnetismo que atua sobre o sistema nervoso, enquanto que em outros, os Espíritos negativos aproveitam para perturbar a mente do indivíduo, provocando irritação do sistema nervoso. Podemos dizer que nestes a vida se retirou do corpo para se concentrar todo no Espírito. Quando este elemento esta vivendo este problema, o corpo nada sente nada vê e nada houve.

A solução é fazer uma prece e pedir a Deus que leve este Espírito que se associou a ele para um aprendizado ou hospital Espírita, se não conseguir, deve leva-lo a um Centro Espírita para um trabalho de desobsessão.

 

BIBLIOGRAFIA. O LIVRO DOS ESPÍRITOS.MATÉRIA DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS.CAPÍTULO I.PENAS E GOZOS TERRENOS.UNIÕES ANTIPÁTICAS.

 


 

O LIVRO DOS ESPÍRITOS. PARTE QUARTA. ESPERANÇAS E CONSOLAÇÕES.

CAPÍTULO I. PENALIDADES E PRAZERES TERRENOS. UNIÕES ANTIPÁTICAS.

 

Partindo do principio de que os Espíritos simpáticos são levados a se unir.  A explicação de que entre os antipáticos, onde a afeição exista apenas de um lado e o amor sincero seja recebido com indiferença, e algumas vezes, em ódio, podemos dizer que se trata de uma punição mesmo passageira.

Além disso, quantos que pensam amar perdidamente porque julgam apenas as aparências, e, quando são obrigados a viver em comum, não tardam a reconhecer que se tratava somente de uma paixão material! Não é suficiente estar enamorado de uma pessoa que nos agrada e que supomos dotada de belas qualidades; é vivendo realmente com ela que a poderemos apreciar. Quantas uniões, por outro lado, que a princípio pareciam incompatíveis e com o correr do tempo, quando ambos se conheceram melhor , se transformaram num amor terno e durável porque baseado na estima recíproca! É necessário não esquecer que o Espírito é quem ama, e não o corpo, e que, dissipada a ilusão material, o Espírito vê a realidade.

Há duas espécies de afeição: a do corpo e a da alma, e frequentemente se toma uma pela outra. A afeição da alma, quando pura e simpática, é duradoura; a do corpo é perecível; eis porque os que se julgam amar com um amor eterno acabam se odiando, quando passa a ilusão.

A falta de simpatia entre os seres destinados a viver juntos não é igualmente uma fonte de sofrimentos, tanto muita amarga quando envenena toda a existência. Mas é uma dessas infelicidades de que, na maioria das vezes, são a primeira causa. Em primeiro lugar, as nossas leis são erradas, pois acreditamos que Deus nos obriga a viver com aqueles que nos desagradam. Depois, nessas uniões procuramos quase sempre mais a satisfação do nosso orgulho e da nossa ambição do que a felicidade de uma afeição mútua. E sofremos, então, apenas a consequência dos nossos preconceitos.

Mas nesse caso haverá quase sempre uma vítima inocente, e isso é para ela uma dura expiação, mas a responsabilidade de sua infelicidade recairá sobre os que a causaram. Se a luz da verdade tiver penetrado em sua alma, ela se consolará com a fé no futuro. De resto, à medida que os preconceitos se enfraquecerem, desaparecerão também as causas das infelicidades íntimas.

BIBLIOGRAFIA: O LIVRO DOS ESPÍRITOS. MATERIA DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.