domingo, 29 de julho de 2018


O TREM DA VIDA.
Viver é um desafio diário. A vida não nos dá trégua, não importa o momento pelo qual estamos passando, o mundo não vai parar para esperar que nós recuperemos o fôlego. 

O trem continua andando e nós não podemos ficar para trás, ainda que em muitos momentos apenas tenhamos a vontade de contemplar a paisagem e deixar o trem partir por entre as montanhas.

É verdade que em alguns momentos precisamos recuar. Andar mais devagar, mas se paramos somos atropelados. O mundo exige de nós que sejamos fortes, mas isso não significa ser duros, nem com a gente e nem com os outros. É preciso encontrar um meio termo, nem muito ao céu e nem muito à terra. 

A nossa saída, em muitos momentos, é aprender a ouvir o nosso coração. É ele que dá a nós o ritmo da vida. Em alguns momentos é preciso fazer silêncio para saber que passo dar, em qual estação do trem descer e como continuar a viagem.
MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

sábado, 28 de julho de 2018

AS ORIGENS DA VIDA.



AS ORIGENS DA VIDA.
NÃO SE DESGARRE DAS SUAS ORIGENS. NÃO SE ENVERGONHE DA POBREZA DOS SEUS ANTEPASSADOS.
OS SERES HUMANOS QUE CONSTRUIRAM A HISTÓRIA, EM QUASE ABSOLUTA MAIORIA, VIERAM DAS CAMADAS MAIS HUMILDES, E NÃO TIVERAM PEJO DA SUA HUMILDADE. AO CONTRÁRIO, FIZERAM DELA DEGRÁUS PARA SUA ASCENSÃO NA VIDA.
CITÁLOS SERIA UM NUNCA ACABAR.
CAIRAM SIM, OS ORGULHOSOS QUE NÃO SOUBERAM OLHAR PARA BAIXO, COM VERGONHA DE SE VEREM MENORES, ESQUECIDOS DE QUE AS RAÍZES DE UMA ÁRVORE SE ENTERRARAM PARA QUE APARECECEM E SUBISEM.

BIBLIOGRAFIA: COMECE O DIA FELIZ.
MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

QUALIDADE DE VIDA.


Têm-se falado muito a respeito da qualidade de vida. Fazem-se comparações entre o passado e o presente. Fala-se das conquistas médicas, que possibilitam uma perspectiva maior de vida, do conforto que a tecnologia proporciona.
Tudo está correto. Contudo, estamos nos esquecendo de olhar para outro lado. Referimo-nos aos idosos que são deixados nos asilos, nas clínicas de repouso ou mesmo em dependências específicas do lar, entregues à ociosidade, ao não fazer nada.
Consideram alguns que basta ao idoso ter alimentação, estar asseado, ter um lugar para sentar, outro para dormir. Estamos nos esquecendo de que são seres humanos, que foram produtivos até ontem. Foram jovens, amaram, tiveram sonhos, criaram filhos, educaram e os entregaram ao mundo. A sociedade de hoje também é produto dos seus esforços.  E não é simplesmente por estarem em idade avançada que deixam de ter sonhos, de acalentar esperanças. Somos nós mesmos, pelas nossas atitudes, que lhes incutimos a crença de que somente devem aguardar a morte, que já fizeram tudo o que podiam.
Dia desses, ouvimos de uma senhora que os idosos precisam de quietude e repouso, que não podem sair da rotina para não ficarem atrapalhados, confusos. Que eles necessitam estar sozinhos, que a presença da família os prejudica. Mas colocando-nos no lugar deles, será que almejaríamos ficar assim, em um quarto a sós, sem quem nos falasse, incentivasse, visitasse? Será que o fato de envelhecermos faz com que o coração esqueça os afetos e desejemos a solidão?
Por isso é que os que entram na velhice e avançam no tempo, vivem de recordações. Nós não lhes alimentamos as horas com as nossas presenças. Por que não permitir que as crianças lhes façam companhia, brinquem com eles, os agradem?
Agindo assim, permitiremos ao idoso a convivência com a alegria, a música, a vivacidade dos pequenos, suas mil peripécias, tanto quanto estaremos dando às crianças lições de vida.
Afinal, se chegarmos à idade dos nossos avós, como gostaríamos de ser tratados? Desejaríamos ser isolados do restante da família, simplesmente porque já não seguramos com tanta firmeza o talher, ou derramamos o alimento? Lembremos-nos de como nos trataram nossos pais, quando criança. Jamais fomos isolados num canto da casa, pelo simples fato de não sabermos sustentar a colher ou nos lambuzarmos, no aprendizado de levar o alimento à boca.
Se rodeamos a infância de cuidados e atenções, não nos esqueçamos dos nossos idosos, que envelheceram no labor e com seu suor nos forneceram bases para o que hoje somos. Não afirmemos simplesmente: Idoso é assim mesmo. Porque cada um deles é um ser único, com sua individualidade, sua gama de sonhos e carências. Ornemos a vida dos nossos queridos velhos com nossa presença amiga, alegre, otimista. Afinal, se não morrermos antes, também chegaremos lá.
*   *   *
Ante os que te precederam nos anos e galgaram mais cedo os degraus da idade, tem paciência. Cerca-os com o teu carinho e ampara-os nas suas necessidades.

MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

quinta-feira, 26 de julho de 2018

OS AVÓS QUE CUIDAM DOS SEUS NETOS.


Os avós que cuidam de seus netos deixam marcas em suas almas.
Há pessoas que são pontos cardeais, que levam nossos sentimentos e emoções a sua intensidade máxima. Os avós são exemplos dessas pessoas, pessoas únicas, afetuosas e inesquecíveis.
Eles simbolizam uma união que é gerada no papel que envolve uma bala, nos olhares de cumplicidade, no jogo permissivo e compreensivo de um consentimento sem tamanho que chateia os pais.
Eles são nossas memórias cheias de prazer, diversão e ternura. Histórias cheias de reviravoltas inesperadas, cabelos brancos bagunçados pelo vento e olhos que brilham ao sol durante um passeio em que se sente o calor das mãos que transmitem só amor e compreensão.
O maior e melhor presente: as raízes que criam uma marca emocional inapagável no coração dos seus netos com seu cheiro de segredos compartilhados, de pequenos detalhes, de dedicação, respeito e incondicionalidade.


Os avós têm doutorado em amor
O modo como os avós educam traz importantes benefícios para uma criança. Por quê? Porque os avós que cuidam dos seus netos transmitem a eles diversos ensinamentos:
·         Passatempos como caminhar, cuidar das plantas, cozinhar, etc.
·         Tradições e histórias familiares: as crianças ficam impressionadas ao saber que seus pais foram pequenos um dia.
·         Canções, jogos e contos de antigamente que estão cheios de beleza e ensinamentos.
Por outro lado, tanto sua posição familiar como sua experiência de vida acumulada garantem um modo de criação que é muito positivo para as crianças. Isso se dá dessa forma porque os avós tendem a:
·         Ter mais paciência e estressar-se menos no cotidiano. Isso lhes permite ser mais afetuosos com as crianças e lhes mostrar de maneira constante um interesse afetivo através de uma relação empática.
·         A comunicação emocional é um pilar básico que permite aos netos se sentirem muito mais compreendidos por seus avós que por seus pais.
·         Corrigir com seus netos os erros que cometeram com seus filhos e, portanto, dar uma visão aos pais sobre certos aspectos.
·         Ao mesmo tempo os avós são muito menos críticos e focam mais em coisas boas que em coisas ruins, destacando assim os pontos fortes da criança mais que seus pontos fracos.
·         Outra bonita característica do modo de educar dos avós é que eles ajudam os netos a adquirir independência dos pais, assim como a se socializar com pessoas de diferentes idades.
·         Muitas vezes os avós fazem o papel de advogados das crianças, servindo assim de ponte para validar sentimentos e resolver complicações que criam obstáculos na convivência e na comunicação entre pais e filhos.
·         Diante de uma situação de crise e instabilidade familiar como pode ser uma separação, os avós são um apoio emocional indispensável aos netos.
Mas não só os avós deixam marcas no coração, os netos também trazem vitalidade, alegria e apoiam seus avós de maneira muito importante. Cuidar dos netos significa para os avós redescobrir o lado surpreendente do mundo, a inocência e o amor mais incondicional.

Às vezes os pais podem sentir que os avós estão roubando seu papel de protagonistas, que se excedem dando às crianças tudo o que  querem sem nunca dizer-lhes não. Nada mais longe da verdade, pois cada um tem seu lugar e seu papel na vida da criança.
É verdadeiramente impressionante o amor que as crianças absorvem com as guloseimas, os trocados escondidos, os melhores presentes, os jantares favoritos, as quatro comidas diferentes para quatro crianças diferentes, a lembrancinha repentina e as piscadelas de cumplicidade.


A princípio, com esse histórico, pode-se pensar que as crianças gostam de seus avós pelo que estes lhes dão e não por quem são, mas os netos gostam na verdade das tardes com seus avós pelo que eles significam.
Entre outras coisas porque desviam das regras com amor, com cuidado e carinho. Porque a forma de se lembrar de cada detalhe e cada momento faz da infância um lugar único e especial. E porque são os reis que nunca vão ser destronados.
O amor dos avós pelos seus netos é tão imenso que não podem evitar demonstrá-lo de todas as formas possíveis. Cozinhando, com presentes, com doces, com a presença, com os beijos, com os bolsos cheios para que não lhes falte nada, com a atenção e com um cuidado que transforma todos os lugares em lar.

As crianças percebem esta generosidade sem limites como um carinho tão desmedido que são cativados. E quando os avós estão distantes, as crianças não sentem faltam dos chocolates, mas sim do que eles significam: falar com eles e escutar palavras de ânimo, amor e sabedoria.
No fim os avós são os maiores fãs de seus netos e os que mais reforçam sua perseverança, seus talentos, sua determinação e seus triunfos. E não há ninguém como os avós que perceba tão bem a atitude decidida de seus netos, suas canções favoritas e seus olhos brilhantes impregnados de paixão.
Ninguém pode olhar para os netos com tanta ternura como os avós que deles cuidam, nem ninguém nunca conseguirá maravilhar-se tanto com o passar dos anos, assim como com a marca que vai tomando forma.



Por isso, o cuidado deles reflete um amor puro repleto de alegria e de objetivos. Um carinho que educa as crianças, que as protege de um modo único que nem sempre é compreensível, que é indescritível.
Esse é o motivo pelo qual os avós que cuidam de seus netos deixam marcas inapagáveis na alma, um grande legado emocional. Porque todos aqueles caprichos e presentes, assim como aquelas vezes em que os avós foram rápidos demais para aliviar a dor de seus netos, fizeram com que o crescimento destes fosse marcado por um amor pleno, puro e incondicional.
Bibliografia: Momento Espírita.
Mensagem divulgada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.

terça-feira, 24 de julho de 2018

CORRENTE DE ORAÇÃO.



Oi, tudo bem? Será que você poderia me ajudar? Eu me comprometi a fazer uma corrente de Pai Nosso por aqueles que sofrem de Câncer. Você teria que rezar 1, e passar a mensagem a outras 10 pessoas. Se não der, por gentileza me avise se não puder, para não ser interrompida. Obrigado gente. 🙏🌸
PAI AMADO QUE ESTAIS NOS CÉUS, E EM TODA PARTE;
SANTIFICADO SEJA SENHOR, O VOSSO SANTO E DIVINO NOME;
SENHOR VENHA NÓS O VOSSO REINO, O DE PAZ AMOR E MISERICORDIA;
E SEJA FEITA A VOSSA VONTADE ASSIM NA TERRA COMO NÓS CÉUS;
SENHOR O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAÍ HOJE E SEMPRE;
E PERDOA AS NOSSAS DÍVIDAS ASSIM COMO NÓS DEVEMOS AMAR E PERDOAR,
A TODOS AQUELES QUE POR VENTURA VIER A NOS OFENDER;
SENHOR NÃO NOS DEIXE CAIR EM TENTAÇÃO, E LIVRA-NOS DE TODO MAL,
E QUE ASSSIM SEJA.

E ASSIM SENHOR DEUS, NÓS LHE OFERECEMOS ESTA PRECE, POR INTERMÉDIO DE JESUS, E QUE ELA POSSA SER EM BENEFÍCIO DAQUELES QUE SE ENCONTRAM NO LEITO DE DOR, PRINCIPALMENTE AQUELES QUE ESTÃO ACOMETIDO PELA DOENÇA  CHAMADA DE CANCÊR, ESTEJAM ELES ONDE ESTIVEREM.
E QUE OS MÉDICOS E ENFERMEIROS QUE FORAM AQUI NO NOSSO PLANETA, E CONTINUAM A SE AI, QUE POSSAM IR ATÉ LA, E PROCURAR MINIMIZAR O SOFRIMENTO DAQUELES QUE ESTÃO COM ESTE PROBLEMA. POR OUTRO LADO PEDIMOS QUE TAMBÉM POSSAM ILUMINAR A MENTE DOS MÉDICOS QUE ATENDEM ESTE PESSOAL.
OBRIGADO SENHOR E AO SEU FILHO AMADO JESUS.


A ILUSÃO DA VIDA.

A ilusão da Vida:

A vida é maravilhosa, ela só tem começo, não tem fim. O que chamamos de vida e morte em denominações humanas, podemos também dizer que o espírito entra e sai de cena.

Precisamos encarnar e desencarnar chamamos está engrenagem de Reencarnação, que é uma Lei Natural, uma Lei Divina, não tem a ver com religiões ou doutrinas e sim com a Criação Divina.

De forma lúdica podemos dizer que o ator principal é o “Espírito”, o personagem é o “Corpo”, o cenário é todo o “Planeta” e a vida é tudo que acontece ao nosso redor e principalmente internamente com cada ator.

Nosso personagem sempre terá um determinado tempo de atuação neste grande cenário, porém o ator nunca morre, pois ele é imortal e continua sua jornada na evolução Divina mesmo fora de cena. Ele sabe que mais ou menos tempo precisará de novas oportunidades para voltar atuar com novos personagens e se apresentar novamente no mesmo cenário.

Estamos seres humanos, porém somos espíritos.

A ilusão está em pensar que a vida é somente o que vemos com os olhos humanos.

A ilusão da Perda:

Como sentir que perdeu algo que nunca foi seu? Tudo que é material é passageiro. O ser humano tem um determinado tempo de vida, assim como, todos os seres vivos que vivem em nosso planeta também tem seu tempo de vida material.

O próprio corpo que temos é “emprestado” pela Mãe Terra (Gaya) para o espírito seguir sua jornada de evolução, mas saber que o corpo é um veículo temporário de manifestação do espírito não significa ser irresponsável com ele, tudo é uma questão de consciência (lucidez). Toda ação gera uma reação.

Em uma visão mais ampla, quando falamos de pais, filhos, esposos (as), parentes, amigos e tantas outras coisas, nós estamos falando que todos eles “estão” como nossos pais, “estão” como nossos filhos, “estão” esposos (as), “estão” parentes, “estão” amigos e assim por diante.

Eles, elas e todas as coisas que existem nunca foram nossas, porém não significa que não possamos formar laços e ligações atemporais com elas quando essas relações são equilibradas.

Tudo e todos pertencem a “Algo Muito Maior”. Para nossa compreensão chamamos de DEUS e tudo acaba sendo um “empréstimo” sempre em forma de “presente”. Mas quando chega a hora de dizer “até breve” levamos todas as experiências vividas, emoções, sentimentos, pensamentos que tivemos nesta vida, somado a centenas e centenas de outras encarnações já experimentadas. Para o espírito tudo que envolve emoções, sentimentos e a consciência são imortais, pois esses três pontos são as chaves para nossa evolução e uma compreensão maior para o que chamamos de vida.

Encarnados ou desencarnados sempre levaremos em nossas consciências imortais tudo o que experimentamos em nossas jornadas encarna tórias (Passadas, Atual e Futuras). Isso sim “nunca se perde.” Amor
Determinação
Confiança

Jefferson L. Orlando
MENSAGEM COMPARTILHADA PELO MÉDIUM GETULIO P. QUADRADO

segunda-feira, 23 de julho de 2018

ACORDAR PARA A VIDA.



Acordar para a vida

Não percamos tempo com sentimentos como a Raiva, o Orgulho e a Vaidade, pois esses sentimentos retardam a caminhada e nos colocam frágeis para reagirmos verdadeiramente, visto nos enchem de enganos e ilusões.
Acorde para a vida e veja o que pode mudar hoje, começando uma transformação íntima, revendo o que anda carregando no coração. Não podemos perder tempo com desgastes emocionais que não resolverão nada. Trocar a Raiva o Orgulho e a v vaidade pela Paciência e Humildade é promover no íntimo, o bem estar da vida tão almejado por todos nós. Acorde para a vida e seja feliz!

( Gotas de paz )
MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

domingo, 22 de julho de 2018

A ALMA INFANTIL.


A alma infantil

A alma infantil nos diz Cecília Meirelles, como, aliás, a alma humana, não se revela jamais completa e subitamente, como uma janela que se abre deixando ver todo um cenário.
É necessário ter cuidado para entendê-la, e sensibilidade no coração para admirá-la.
A autora nos narra que, certa vez, ouviu o comentário de uma professora que contava sobre alguns presentes recebidos de alunos seus:
Os presentes mais engraçados que eu já recebi de alunos, foram, certa vez, na zona rural: um, levou-me uma pena de pavão incompleta: só com aquela parte colorida na ponta. Outro, uma pena de escrever, dourada, novinha. Outro, um pedaço de vidro vermelho...
Cecília afirma que seus olhos se alargaram de curiosidade, esperando a resposta da professora sobre sua compreensão a respeito de cada um dos presentes.
A amiga, então, seguiu dizendo: O caco de vidro foi o que mais me surpreendeu. Não sabia o que fazer com ele. Pus-me a revirá-lo nas mãos, dizendo à criança:
“Mas que bonito, hein? Muito bonitinho esse vidro...”.
E procurava, assim, provar-lhe o agrado que me causava a oferta.
Ela, porém, ficou meio decepcionada, e, por fim, disse: “Mas esse vidro não é para se pegar, não... Sabe para que é?
Olhe: a senhora põe ele assim, num olho, e fecha o outro, e vai ver só: fica tudo vermelho... Bonito, mesmo!”
A professora finalizou dizendo que esses presentes são, em geral, os mais sinceros. Têm uma significação muito maior que os presentes comprados.
Cecília Meirelles vai além, e busca ainda fazer uma análise de caráter psicológico:
O que me interessou, no caso relatado, foram os indícios da alma infantil que se encontraram nos três presentes. E os três parecem ter trazido à mesma revelação íntima: uma pena de pavão incompleta – reparem bem -, só com aquele pedacinho “colorido” na ponta, uma pena de escrever “dourada” novinha, e um caco de vidro “vermelho” são, para a criança, três representações de beleza.
Três representações de beleza concentradas no prestígio da cor e desdobradas até o infinito, pelo milagre da sua imaginação.
Essas três ofertas, portanto, da mais humilde aparência (para um adulto desprevenido), não devem ser julgadas como esforço entristecido da criança querendo dar um presente, sem ter recursos para comprar.
A significação de dinheiro, mesmo nas crianças de hoje, ainda é das mais vagas e confusas.
E sua relação de valor para com os objetos que a atraem é quase sempre absolutamente inesperada.
Eu tenho certeza - diz a autora ainda – de que uma criança que dá a alguém uma pena dourada, uma pena de pavão e um caco de vidro vermelho, os dá com certo triunfo.
Dá com certa convicção de que se está despojando de uma riqueza dos seus domínios, de que está sendo voluntariamente grande, poderosa, superior.
*   *   *
A infância não é somente útil, necessária, indispensável, mas é, ainda, a consequência natural das leis que Deus estabeleceu, e que regem o Universo.
Com ela, aprendem os Espíritos que reencarnam – mais dóceis e influenciáveis quando no estado infantil.
Aprendem também as almas que as cercam, colhendo desse período de inocência e magia o exemplo da pureza e da simplicidade de vida, que devemos todos encontrar em nosso íntimo.

Redação do Momento Espírita, com base no cap.
Os indícios da alma infantil, do livro Crônicas de educação,
v. 1, de Cecília Meirelles, ed. Nova Fronteira.
Em 12.10.2017.
MENSAGEM COMPARTILHADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO

sábado, 21 de julho de 2018

PENSEMOS NISSO.


PENSEMOS NISSO.
Se recuperar de uma doença requer muita paciência, e cuidados. Ficar doente é fácil, se curar é mais difícil. É como dizem, ela entra em metro e sai em centímetro em centímetro.
E é verdade, quantas desgraças vem se repetindo, enquanto a recuperação e lenta. Para ajudarmos esta recuperação é importante se ter fé na Providência Divina, e manter sempre o ânimo elevado. Se consegue isto policiando os nossos pensamentos, e trocando as tristezas pelos alegres, pois o pensamento positivo atrai a parte positiva, e o negativo o contrário.
Perseverar e não desanimar é fundamental na luta com qualquer problema, seja físico ou Espiritual, ou de qualquer outra natureza.
É sempre importante mantermos sempre a esperança acesa, e a fé naquele que jamais nos abandona. Mas para isso é preciso que façamos a nossa parte.
Sempre que vier um pensamento negativo, temos duas opções, uma é absorver, e a outra rechaçar.
Revoltar-se contra uma doença ou adversidade não nos ajuda em nada, pelo contrário nos estorva.
Devemos sempre acatar a Vontade Divina, seguindo as suas leis, e sabendo que tudo o que nos acontece não é por acaso.
Na vida tudo tem a sua razão de ser, e pelo pior que nos pareça, o nosso sofrimento será benéfico, desde que saibamos tirar proveio dele. É através da dor que nos educamos e nos aperfeiçoamos.
Procurar não revidar uma ofensa, procurando agir sem nos preocuparmos com a opinião dos que nos julgam fracos, pois todos nós temos o nosso eu que nos julga, se estamos certos ou errados. O julgamento dos seres humanos sempre foi falho, e quem espera sempre a aprovação deles, é porque não cresceu interiormente.
O melhor de tudo é errar o menos possível, para que tenhamos a nossa consciência limpa e serena.
Bibliografia: Pequeno Livro Vozes Interiores. Mensagem escrita e interpretada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado. Meu blogger: getuliomomentoespirita.blogspot.com

quinta-feira, 19 de julho de 2018

A IDADE MAIS PRECIOSA DA NOSSA VIDA.



A IDADE MAIS PRECIOSA DA NOSSA VIDA.

Não pergunte qual é a idade mais importante da sua vida. A idade mais importante é a que você tem agora.  O momento mais decisivo é este preciso instante. O dia mais pleno é o dia de hoje - e isso tem sido assim desde sempre.

O instante presente contém em si os resultados de todos os aspectos do passado  e as sementes de todos os momentos futuros. O passado e o futuro são infinitos, mas são influenciados pelo que ocorre agora.

Embora os fatos do passado não sejam alterados, o modo como eles são percebidos  é sempre diferente, à medida que vivemos novas situações.  Um estado de espírito otimista mostrará um passado feliz. Um sentimento de raiva atrairá lembranças de  rancores e conflitos. A filosofia teosófica mostra que tudo que passou traz lições, e que frequentemente os nossos sofrimentos são mais produtivos do que os momentos agradáveis. Além disso, o mesmo e velho passado nos dá lições diferentes a cada instante. À medida que enfrentamos desafios inéditos, enxergamos significados novos em acontecimentos distantes no tempo.

Assim, o passado não é infinito apenas no sentido cronológico. Há um número ilimitado de pontos de vista a partir do qual podemos olhar para ele, e o mesmo ocorre em relação ao futuro. Para a alma imortal, uma vida é uma obra de arte, e ela pode ser bem realizada desde o início até o seu final.    Do nascimento à velhice, uma vida passa por fases muito diferentes, mas, internamente, ela forma uma unidade.  Cada faixa etária tem uma relação viva com todas as outras.  Se tenho oitenta anos, posso me reconhecer como continuação do garoto de oito anos que fui.  Se sou um  adolescente de 17, possuo em mim o material que florescerá no futuro cidadão experiente de setenta anos.  Assim, seja qual for minha idade,  ela contém as  heranças das idades anteriores e também as sementes que germinarão, ou não, no futuro.  O livre-arbítrio me permite eliminar pela força da compreensão as sementes negativas herdadas do passado, enquanto faço germinar pelo poder da sabedoria as sementes positivas.

Na verdade, portanto,  todas as minhas idades estão presentes em cada momento da minha vida. Posso dialogar com os meus “eus” de idades prévias, e também com os “eus” de idades futuras. A vida é um mistério fascinante. Nossa existência pessoal é como uma  pequena casca de noz que navega durante oitenta ou cem  anos pela onda de vida física de um  planeta situado na periferia de uma galáxia menor. Essa galáxia, por sua vez,  navega em um mar eterno e  infinito, para o qual um período de alguns bilhões de anos é pouca coisa.

Embora a vida da casca de noz pessoal seja passageira, a alma imortal reencarna sucessivamente, recebendo como instrumentos de navegação novas cascas de nozes, até alcançar a perfeição humana. Naturalmente, não lembramos das vidas anteriores. A lei universal estabelece que – salvo exceções – nenhuma casca física deve recordar, com sua mente cerebral ou seus cinco sentidos, das experiências da casca anterior. Afinal, não é o corpo físico nem o eu inferior que reencarnam, mas apenas a alma imortal. Só ela tem direito a navegar no oceano do tempo eterno e do espaço infinito. A alternativa  que nos resta é elevar nossa consciência até ela.  Então compreenderemos a vida de fato.

A criação do mundo repete-se, em pequena escala,  cada vez que uma criança é concebida. Assim como a vida do planeta começou no mar, a vida de cada um de nós começa no líquido amniótico do corpo da mãe. O feto refaz em miniatura as etapas da vida na Terra. A criança nasce como um animal indefeso, depois rasteja como um réptil, e mais tarde faz brincadeiras que recordam inconscientemente etapas anteriores da história humana. A alma imortal se aproxima aos poucos do seu corpo novo. A criança traz ao mundo uma pureza que é resultado - segundo a filosofia esotérica - do longo banho abençoado que foi a passagem da alma pelo Devachan, o “local divino”, o período de descanso espiritual entre uma encarnação e outra. O Devachan dura normalmente de mil a quatro mil anos. [2]

Segundo a teosofia original, uma vida humana se divide em períodos setenários. A ciência informa que, a cada sete anos, se renovam completamente as células do nosso corpo. O  carma pessoal também se reorganiza nesse prazo. Assim, as diferentes fases da vida têm suas próprias lições.  Embora a vida de cada um seja um processo único, há algumas tendências gerais, válidas para todos, que facilitam a nossa compreensão da vida como uma obra de arte.

 Nos primeiros sete anos, o indivíduo aprende a lidar com o mundo físico.  Ele entra para a escola e passa pela alfabetização. Até sete anos, a alma mortal se consolida como ponte e como síntese entre as circunstâncias físicas e emocionais do nascimento, de um lado,  e a intenção, o carma e as potencialidades internas trazidas das vidas anteriores.  A casca psicológica do eu, feita de hábitos e tendências, começa a se consolidar, mas ainda permanece aberta a muitas influências. Daí a necessidade de proteção, de estabilidade, e de estímulos positivos que despertem nela a autoconfiança e a percepção do seu próprio potencial interno para o bem.

Nesta etapa também é muito frequente que tenhamos percepções fundamentais sobre a meta da nossa vida. Então surge a primeira versão do propósito de vida, cuja base é a experiência acumulada de encarnações anteriores. O escritor Érico Veríssimo confessou, na idade madura, que o rumo da sua vida foi determinado por decisões internas tomadas quando tinha quatro ou cinco anos de idade.

Em qualquer etapa da vida,  podemos recuperar e reforçar a essência positiva da intenção profunda que emergiu na infância.  A criança que fomos estará presente em nosso mundo psicológico enquanto vivermos. É sempre recomendável verificar se somos  leais ao propósito glorioso que ela definiu para nossa existência.

 Entre os sete e os catorze anos cresce a nossa identificação com o mundo externo e somos envolvidos por uma malha fina de exigências sociais. O período culmina com a entrada na adolescência e o começo de uma grande transição física e emocional em direção à vida adulta.  A alma imortal já não fala com tanta facilidade como antes com a casca externa, que agora está  preocupada em navegar em um mar agitado de pressões, deveres e emoções.

É um dever dos adultos  dar estabilidade emocional e estímulos positivos a cada criança. Porém, algumas almas nascem em situações tempestuosas. A poetisa brasileira Cecília Meireles, por exemplo, perdeu os dois pais antes dos quatro anos de idade.  Para evitar mais perdas, ela fugiu do que é transitório e dedicou sua vida a assuntos imortais, usando a literatura como refúgio e como instrumento.

 Entre os 14 e os 21 anos alcançamos a maioridade. Ocorrem agora as primeiras paixões, o primeiro emprego – talvez o primeiro desemprego –  e, muitas vezes, o casamento e filhos. Também há almas que embarcam em sonhos mais amplos e aventuras impessoais como um ideal revolucionário, a decisão de viajar pelo mundo, uma busca mística ou a atividade literária. É nessa etapa que a pessoa faz suas revoluções pessoais e se projeta para o futuro. É claro que nem sempre há uma grande dose de acerto em tais tentativas. Mas, havendo boa intenção, os equívocos não serão graves. Mais tarde virá a sabedoria da experiência.

 Entre 21 e 28 anos de idade surge um poderoso impulso profissional e, conforme a alma e as circunstâncias, espiritual. Aos 28 anos, o indivíduo é plenamente adulto. A pessoa se estabelece na vida e contrai compromissos que podem durar pelo resto da vida.

 Dos 28 aos 35 anossurge a fase madura da vida.  Astrologicamente, há um evento decisivo entre 28 e 30 anos.  O planeta Saturno completa uma volta no mapa astral e passa novamente pelo local do céu em que ele estava no momento em que a pessoa nasceu. Saturno é o mestre do tempo, do carma, dos limites e das estruturas.  Sua lenta passagem pelas casas do nosso mapa astrológico define os grandes temas das diversas fases da nossa existência. A  primeira volta de Saturno provoca uma avaliação geral das ações feitas até o momento e, muitas vezes, há mudanças radicais na vida. É como se a pessoa encontrasse seu rumo e seu destino. O que houver de falso ou ilusório cai como um castelo de cartas, porque Saturno exige situações bem definidas. Na lenda de Gautama Buda, o novo instrutor espiritual da humanidade descobre aos 29 anos a existência do sofrimento e da morte. Ele abandona imediatamente o mundo e se refugia na meditação. Assim, a partir dos 30 anos o rumo geral está claro e a alma elimina  grande parte das distrações que a faziam perder tempo. Talvez não faltem obstáculos e crises. Mas surgem possibilidades ilimitadas e se abre a fase das grandes realizações.  Até que ponto a vida já pode ser vista como um aprendizado espiritual e nada mais?  Cada um deve responder por si.

 Dos 35 aos 42, o indivíduo percebe os limites do seu corpo e sente os primeiros efeitos do envelhecimento físico. Ele ainda pode ter muitos anos de vida ativa, mas para isso terá de manter hábitos pessoais que fortaleçam a saúde. A chamada “crise dos 40 anos” força-o a colocar a sabedoria acima da força.  Ele identifica com mais clareza o que pode e o que não pode realizar.  Ele reduz as suas ambições externas, aprende a atuar seletivamente e aproveita melhor as oportunidades. É mais realista, e tem mais capacidade de concentração. O êxito, profissional e social, se amplia. Para muitos, agora se aprofunda o despertar espiritual,  e o movimento teosófico surge como caminho para a plenitude e a libertação interior.

 Dos 42 aos 49 anos se completa a transição para a meia-idade. Acentua-se  a necessidade de usar mais talento para compensar a perda da vitalidade física. As emoções estavelmente negativas, que nunca foram recomendáveis, agora já não podem ser toleradas porque passam a ter efeitos diretos sobre a saúde.  Há um sentido maior de urgência no viver. Ainda se tem saúde, ainda se pode recomeçar a vida, mas não há mais tempo a perder. O final dessa fase traz uma grande tranquilidade a algumas pessoas, quando percebem que já cumpriram certos deveres básicos na vida. Essa percepção afasta o medo e dá tranquilidade para viver o futuro.  Em muitos casos os filhos foram criados e a situação econômica está consolidada. A alma se volta para aproveitar melhor a vida. Ama mais profundamente, dá menos atenção a formalidades e vai direto ao que interessa.  Pela posição de Saturno em trânsito, a partir dos 47 anos e até os 54 há um período de novo ânimo e grande poder de iniciativa e realização. É quase uma segunda adolescência. Os temas da juventude que ainda não foram bem resolvidos podem ser retomados agora em um esforço profundo de compensação.

 Entre 49 e 56 anos de idade a alma já tem uma grande quantidade de experiência de vida e ainda está no auge da capacidade de trabalho. Embora seu corpo físico continue envelhecendo e requeira cautela crescente no seu manejo, a verdade é que a capacidade de trabalho intelectual está num patamar mais alto que o das faixas etárias anteriores. Ao mesmo tempo, é cada dia mais importante cortar formas de desperdício da energia vital e adequar a alimentação e outros hábitos pessoais para que haja menos desgaste da saúde. É aconselhável ler, escutar música, meditar, refletir sobre a vida e participar de trabalhos voluntários. A volta à simplicidade preparará uma velhice feliz, fator importante para que a vida após a morte e as próximas vidas sejam mais agradáveis. Os anos da velhice podem ser mais dourados que os da juventude, e poucos velhos gostariam,  de fato, de voltar à situação de trinta ou quarenta atrás. Eles sabem que a sabedoria e a experiência adquiridas são o seu bem mais precioso.

 Entre 56 e 63 anos, ingressamos na idade madura. Os efeitos da segunda volta de Saturno se dão entre os 57 e 60 anos, trazendo novas possibilidades de grandes transformações.  Há um exame cármico geral e rigoroso e uma severa avaliação dos rumos da vida. É possível que ocorram tempestades e mudanças estruturais.  Se não houver necessidade de grandes guinadas no rumo da vida,  a renovação será interior e a alma avançará produtivamente para a longa reta final que levara à culminação da existência física. Do ponto de vista prático, estas são algumas das recomendações  mais cruciais a partir de agora:

Ter uma meta nobre de vida, e preservar a capacidade de aprender com cada fato novo;

 Buscar a sabedoria, agir moderadamente, e ajudar a Causa da evolução humana;

Aproveitar o que cada momento traz de bom e de útil;

Dedicar uma boa parte do dia a pensar no que é eterno e infinito;

Caminhar todos os dias meditativamente, junto à natureza ou em local tranquilo;

Evitar dívidas e outras  situações econômicas complicadas;

Manter atividades produtivas, seja profissionalmente, seja como voluntário;

Desarmar os conflitos emocionais e os rancores em cada relacionamento pessoal e profissional;

Manter o humor leve, apreciar a beleza do céu, sorrir para a vida.

Esses  itens são recomendáveis para qualquer tempo. Agora, no entanto, eles ganham importância decisiva. Quando nosso corpo é velho e frágil, é indispensável ter sabedoria interior e juventude de espírito.  Porém há um desafio nisso. Quanto mais idade temos, mais difícil é fazer mudanças. Por isso é aconselhável aproveitar as fases da vida em que ainda somos suficientemente maleáveis para educar a nós próprios e criar hábitos que levam a uma existência fisicamente longa e espiritualmente correta.

 Os períodos setenários que vão de 63 até 70 anos, e 77; e ainda 84, 91, 98 e 105 anos de idade, já não são épocas propícias para inovações desnecessárias. No entanto, a atividade profissional e intelectual vivida com serenidade é perfeitamente possível até muito além dos 80 anos.

Viver intensamente o presente é fundamental, mas evite dar importância desnecessária a conflitos. A vida deve ser dedicada cada vez mais à paz interior e aos estados contemplativos.  Os assuntos humanos de curto prazo precisam ser tratados com moderação, reconhecendo-se que são coisas de importância passageira. A prioridade é a ampliação dos horizontes e a compreensão das verdades eternas.  Já podemos admirar os resultados da nossa vida, mas ainda é possível ampliar o trabalho realizado, aumentando nossa capacidade de amar e de fazer o bem.

Estamos livres de amarras: podemos viver cada dia com intensidade. Assim avançamos harmoniosamente - talvez até além dos cem anos de idade. E quando largarmos definitivamente o nosso velho  corpo,  iremos para o longo e glorioso período de descanso entre duas vidas, que a filosofia esotérica chama de Devachan. E ali teremos uma existência abençoada até  que o ciclo do renascimento comece outra vez.

Consciente da natureza cíclica da vida universal, Benjamin Franklin, o bem-humorado pensador e líder político norte-americano, escreveu ainda jovem o seguinte epitáfio para si mesmo:

“O corpo de Benjamin Franklin, impressor - como a capa de um velho livro, com seu conteúdo gasto e já sem títulos dourados - aqui jaz na condição de alimento para os vermes. Mas o trabalho não estará perdido, pois, segundo ele acreditava, reaparecerá mais uma vez, em uma nova e elegante edição, revista e corrigida pelo Autor.” 

A vida é infinita, e só as formas são passageiras. Temos todos os elementos para construir com eficácia a grande obra de arte que é nossa existência atual. Não há conhecimento mais importante do que essa ciência de viver.

A tranquilidade do estudante de filosofia esotérica surge do fato de que ele conhece e compreende uma lei essencial: na natureza nada se perde nada se cria tudo se transforma. Tudo se recicla. A cada final corresponde um descanso, e também um novo começo. A cada plantio, uma colheita, e a colheita ocorrerá segundo a Lei do Equilíbrio e da Justiça. O universo é simétrico: cada noite tem uma única função, que é preparar o amanhecer.

A concepção realista de uma existência humana como um conjunto perfeito do início ao final é algo que nos permite atuar com sabedoria nas diferentes situações específicas. Deste modo fica mais fácil transformar cada dia da vida em uma pequena, mas valiosa obra de arte.

MENSAGEM DIVULGADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.